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Visa TravelMoney, a melhor opção para viajar

Posted on 26 September 2011 by Pedro Serra

Decidir quanto dinheiro levar em uma viagem é sempre um problema. Contas com gastos em alimentação, passagens de ônibus, metrôs, atrações e aquela cervejinha no fim de tarde têm de estar na ponta do lápis, para não haver surpresas no meio do caminho. Agora, quando o caso é decidir como levar o seu rico e suado dinheirinho, fica tudo bem mais fácil. Vamos às opções:

visa travelmoneyO dinheiro é o básico e inevitável. Algumas despesas pequenas, realmente só com ele. Mas há o risco de você ser roubado e aí, já era. O Traveller Check é uma opção melhor do que o dinheiro, mas só quando você vai para um lugar como os Estados Unidos, onde ele é aceito até no Mc Donalds. Mesmo assim, seu troco será em espécie, e você volta aos mesmos problemas do dinheiro vivo. O cartão de crédito é uma opção mais segura que o dinheiro e o traveller check, mas lembre-se de que você estará sujeito às variações do câmbio (ainda mais nessa época de flutuação do dólar). Outro problema é que, se você não for uma pessoa muito controlada, pode se perder na gastança e acabar com uma dor de cabeça quando a faturar chegar. É por essas e outras que cada vez mais gente (incluindo eu) vêm usando o Visa TravelMoney.

O Visa TravelMoney é um cartão pré-pago internacional que pode ser recarregado de qualquer lugar e a qualquer hora, além de ser aceito para compras em milhões de estabelecimentos e para saque em moeda local em mais de 1 milhão de caixas automáticos no exterior.

O cartão também é ideal para viagens a negócios, pois além de substituir dinheiro em espécie que as empresas dão aos seus funcionários, ele oferece maior controle dos gastos, conveniência e segurança.

A versão multimoedas do Visa TravelMoney ainda permite o carregamento de diversas moedas em um único cartão. Assim, quando você for fazer aquela viagem de volta ao mundo, vao poder carregar mais de dez moedas em seu cartão.

Veja as vantagens:
• Pode ser carregado em Dólar Americano, Dólar Australiano, Dólar Canadense, Dólar
Neozelandês, Euro, Franco suíço, Libra Esterlina, Iene, Peso Argentino, Peso Chileno,
Peso Boliviano e Rand.
• Compras e saques são realizados sempre na moeda do país de destino.
• Sem risco de variação cambial na moeda de carga.
• Cartão adicional para usar imediatamente em caso de perda ou roubo.
• Pode ser recarregado à distância e a qualquer momento.
• Central de Atendimento 24h em Português, gratuita.
• Consulta de saldo e extrato online pela internet.
• Escolha de como utilizar o saldo do cartão no retorno da viagem: devolução em
reais, guardá-lo carregado no cartão para uma próxima viagem ou utilizar o cartão nos
estabelecimentos afiliados a rede Visa Electron.

Para saber onde adquirir o seu cartão e ter mais informações, visite diretamente o site do Visa TravelMoney.


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Cuba, uma introdução

Posted on 21 March 2011 by Pedro Serra

Visitar Cuba é como estar em um grande museu a céu aberto, com carros dos anos 50 dividindo a atenção dos turistas com prédios coloniais… sim, muitos estão caindo aos pedaços (tanto os carros quanto os prédios), mas esse é o charme (se é que se pode chamar de charme) da ilha revolucionária que há anos desafia seu grande vizinho ao norte. Realmente não tenho a menor vontade de entrar em discussões sócio-politico-econômicas aqui, embora, muitas vezes, acho que seja impossível se fugir do assunto ao falar sobre as condições do país e de sua população.

Havana, Cuba

Fim de tarde em Havana - Foto: Pedro Serra

carros em Havana, Cuba

Viagem ao passado - foto: Pedro Serra

havana, cuba

Havana by night - foto: Pedro Serra

Mais do que turismo, minha viagem para Cuba tinha um objetivo maior: estudar realização de documentários na Escuela Internacional de Cine y TV. Com oito horas de aulas por dia (incluindo sábados), me sobrou pouco tempo para passear neste quase um mês que eu passei na ilha. Pude, no entanto, conviver com os cubanos, descobrir as ruas de Havana, me embrenhar no povoado de Bejucal e descobrir tudo sobre as tradicionais charangas, além de ouvir a música e vivenciar a cultura que fizeram a fama do país.

EICTV - escuela Internacional de Cine Y TV

Pôr do sol na Escuela de Cine - Foto: Pedro Serra

Bejucal, Cuba

Gravando um documentário em Bejucal

havana, cuba

Capitólio - havana - foto: Pedro Serra

Quatro semanas são pouco para se entender um país tão difícil. Explicá-lo, então… Começando pelos cubanos, que têm um quê de jeitinho brasileiro. Para sobreviverem em um país onde a maior parte da economia é informal, ou por baixo dos panos, se transformaram em malandros, sempre buscando uma maneira de te vender alguma coisa (seja um serviço, uma ajuda ou um produto). Isso não significa que eles estejam querendo te dar a volta… apenas precisam de dinheiro e você, turista, é o único que pode dar isso para ele. Só para dar uma ideia, uma pessoa que tem um carro e o transforma em taxi (sem a anuência do estado e com o risco de ser preso) pode ganhar muito mais do que um médico. Isso porque o país trabalha com duas moedas: uma para a sua população e outra para os turistas. Enquanto o Peso Cubano vale uns US$ 0,05, o Peso Cubano Conversível (conhecido como CUC) vale mais do que a moeda americana. Logo, se você trabalha com turistas, recebe a moeda dos turistas… se trabalha com a população local, está f****.

El Che Guevara - havana, cuba

El Che Guevara - Havana - foto: Pedro Serra

Havana - Cuba

Nem só de beisebol vivem os cubanos - Foto: Pedro Serra

malecon, havana, cuba

Fim de tarde no Malecon - foto: Pedro Serra

Só o fato de existirem duas moedas já seria o suficiente para causar grandes diferenças sociais no país socialista, mas há outros fatores que influenciam também, como os dolares que vêm dos exilados. E parece que em Cuba, cada família tem o seu representante no exterior. Minha estranheza com o sistema “socialista” de Cuba já começou quando eu peguei o voo da Cubana de Aviación e vi que o velho avião russo estava dividido em primeira classe e classe econômica… mas, espera aí! Divisão de classes em avião cubano??? Chegando no aeroporto, havia uma área VIP. Chegando em Havana, havia pessoas andando com motorista no banco de trás de Mercedes e Audis…

Hotel Havana Libre, Cuba

Hotel Havana Libre - Foto: Pedro Serra

havana, cuba

Em uma praça de Havana

A partir de hoje, em uma série de posts, vídeos e fotos, vou tentar levar vocês a conhecer melhor a terra de Fidel (pelo menos a que eu vi) e entender por que esse país cheio de idiossincrasias merece tanto uma visita.

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Um nômade, de Israel para o mundo

Posted on 19 October 2010 by Pedro Serra

Há cerca de nove anos, o israelense Erick Neemann, de 64 anos, vendeu suas coisas e saiu de casa para conhecer o mundo. De lá para cá, foram 14 países visitados. “Os primeiros oito anos eu passei na Ásia: Tailândia, Vietnam, Laos, Cambodia, Índia, Nepal, Cingapura, Hong Kong, Tibet, China, Filipinas, Burma… espero não ter esquecido nenhum. Agora, na América do Sul, eu já visitei a Bolívia e o Peru”, enumera ele, que volta para casa durante um mês por ano para visitar a família e amigos.

Eric Neemann

Eric em uma das poucas fotos em que aparece

Cinco anos atrás, Eric começou a mandar suas fotos de viagem para os amigos. Aos poucos, a lista foi crescendo, se tornou famosa e já conta com mais de 250 “assinantes”, que recebem dois emails semanais com as imagens. Por ano, ele estima tirar cerca de 15 mil fotos. Viajando sempre com os guias da Lonely Planet à tira-colo, Eric coleta todos os erros, correções e novidades que encontra pelo caminho e envia para a editora. Em uma dessas, chegou a receber um convite para fotografar para a empresa, mas acabou recusando.

Eu primeiro ouvi sobre Eric e sua famosa lista Bonito, através de um casa de holandeses que haviam conhecido o israelense no Peru. Fiquei curioso e, para conhecer um pouco mais sobre a vida deste nômade, entrevistei-o por email para o Sem Destino. Quem quiser entrar na mailing list de Eric, basta enviar-lhe um email. O endereço é eneemann@gmail.com.

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Sem Destino: Por que você resolveu deixar tudo para trás e abraçar esse estilo de vida nômade?

Eric Neemann: A resposta não é simples. Foi uma combinação de eventos que acabaram por me fazer escolher esse estilo de vida. Há uns 10 anos, a companhia para qual eu trabalhava foi à falência. Eu tentei por mais de um ano encontrar um novo emprego mas, na minha idade, não consegui nenhum. Israel é um país caro para se viver e eu vi as minhas reservas irem diminuindo rapidamente. Minha filha mais velha (que tem três filhos) sugeriu que eu viajasse para a Ásia, já que é um lugar mais barato e eu gosto de viajar. Eu experimentei e acabei gostando.

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Qual o melhor lugar que você até agora?
EN: muitas pessoas me fazem essa pergunta, mas é muito difícil de responder. Eu sou o tipo de pessoa que encontra boas coisas em qualquer lugar. Um amigo meu, olhando as minhas fotos, disse: “Quando eu estive em Lima, eu achei o lugar feio. Olhando as suas fotos, eu já não tenho mais tanta certeza”. Sendo assim, para dizer que um lugar é “o melhor” depende do seu ponto de vista e mentalidade. Posso dizer que há lugares que eu gosto mais, mas não dizer que são os melhores. Se você encontrar “o melhor” lugar, esse é o lugar que você vai querer ficar para o resto da sua vida.

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Como começou a lista de email com as fotos?
EN: Eu não lembro exatamente como começou. Mas acho que alguns dos meus amigos viram as minhas fotos e me pediram para enviá-las por email e a lista foi crescendo a partir daí.

SD: Quantas pessoas estão na lista?

EN: Há cerca de 250 pessoas recebendo as fotos. Até hoje, eu enviei quase 500 emails com fotos. Como eu estou enviando dois emails por semana, isso quer dizer que eu comecei a lista há 250 semanas,  o que são aproximadamente cinco anos. Eu nunca havia feito esse cálculo antes e devo dizer que esses números são bem surpreendentes para mim.

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

SD: E como você escolhe seus destinos?

EN: É difícil responder isso. Eu geralmente decido uma área que eu quero ver, depois busco na internet e falo com vários outros viajantes. Em algum ponto, eu acabo comprando o guia da Lonely Planet e o leio para decidir aonde exatamente eu vou e o que eu quero ver. Geralmente quando eu visito uma cidade, busco conhecer todos os lugares ao redor.
SD: Como é a história de que você foi convidado para ser fotógrafo da Lonely Planet, e por que você não aceitou?

EN: Não é bem assim. A história verdadeira é a seguinte: eu geralmente viajo com os guias da Lonely Plante. Eu encontro algumas correções e novas informações e envio para eles as minhas descobertas. Uma mulher que trabalhava lá e era responsável pelos livros do Extremo Oriente recebeu os meus emails e notou que ao final das mensagens eu tenho um comentário convidando as pessoas a assinarem a minha mailing list de fotos. Ela entrou e, pouco depois, me enviou um email dizendo que minhas fotos eram ótimas e que eu deveria ver as condições para contribuir com o arquivo de fotos da Lonely Planet. Eu dei uma olhada, mas não gostei muito dos termos do acordo.

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Que equipamento você usa para as suas fotos?
EN: Como viajante, eu procurava uma câmera que fosse fácil de manusear, produzisse boas fotos, não fosse muito pesada (eu uso apenas uma mão para tirar fotos, pois não tenho parte dos movimentos na minha mão esquerda) e que tivesse um bom zoom (não queria ficar carregando lentes extras. Minha câmera atual é uma Panasonic-Lumix FZ-50. Não foi sempre essa, e eu tive algumas durante o meu tempo viajando, mas eu descobri que essa tem exatamente o que eu preciso.

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Você sente falta de ter uma casa? Qual o lugar que você chama de casa hoje em dia?

EN: Não, eu não sinto falta. Minha casa é a minha mochila, de 20 quilos, e a minha vida é muito simples: sem pagar impostos, água, taxas, eletricidade, etc. Eu não tenho uma TV ou um carro e não acumulo coisas como a maioria das pessoas fazem. Quando eu viajo, eu não compro nada a não ser que eu jogue algo fora da minha mochila. Chamar um lugar de “casa” significa que a pessoa está se sentindo bem naquele lugar. É um lugar que, quando você chega, as pessoas estão rindo para você, te dão boas vindas, abraçam. Há alguns lugares assim para mim, e eu gosto de manter essa lista para mim mesmo, sem divulgá-la.
SD: E quando você pretende visitar o Brasil?

EN: Eu achei que fosse visitar o Brasil desta vez, mas eu gastei muito mais tempo do que o planejado no Peru por causa dos festivais. Além disso, muitos outros viajantes descreveram o Brazil como um lugar muito caro para se visitar, então eu decidi adiar a minha visita ao país até eu ter mais dinheiro.

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Bonito, parte 5 – Gruta do Lago Azul

Posted on 11 October 2010 by Pedro Serra

Neste quinto e último capítulo de nossa viagem a Bonito, acompanhe o Sem Destino em uma visita à bela Gruta do Lago Azul e um passeio de bote descendo o Rio Formoso.

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Bonito, parte 4 – Rio da Prata e Buraco das Araras

Posted on 05 October 2010 by Pedro Serra

Neste quarto vídeo da série sobre Bonito, visitamos a Fazenda do Rio da Prata para uma flutuação entre muitos peixes e vegetação, realmente um dos melhores passeios de Bonito. Depois, fazemos uma parada no Buraco das Araras, com belíssimas imagens do pássaros em seu habitat natural. De quebra, na volta para o Bonito Hostel, encontramos com tucanos, tatoos, ipês amarelos e até um tamanduá bandeira.

Veja também:

Bonito 1ª Parte – Mergulho no Rio Formoso

Bonito 2ª Parte – Trilha da Boca da Onça

Bonito 3ª Parte – Estância Mimosa

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Google Street View chega ao Brasil

Posted on 30 September 2010 by Pedro Serra

Demorou, mas saiu. Após meses rodando pelas ruas do Brasil, finalmente o Google colocou no ar o Street View verde e amarelo. Além de passear pelas ruas de Rio de Janeiro, Belo Horizonte e São Paulo e suas regiões metropolitanas, o pessoal do Goooooogle ainda mapeou cidades históricas de Minas Gerais, como Congonhas, Mariana, Tiradentes, Diamantina e Ouro Preto estão no serviço. No total, 51 municípios foram mapeados no Brasil, primeiro país da America Latina a contar com esse serviço.

Leblon no Google Street View

Leblon no Google Street View

Passeando pelo Rio de Janeiro, dá para notar que o pessoal do Goooooooogle foi cauteloso, evitando as favelas da cidade. Fora isso, está tudo lá, das belas praias da Zona Sul aos animados subúrbios. Em São Paulo, “todos os municípios da Região Metropolitana, inclusive Jundiaí, estão presentes no lançamento”, afirma Feliz Ximenes, diretor de comunicação do Google Brasil.  O objetivo da empresa é ter coberto 90% das ruas do país nos próximos dois anos. Nos lugares nas cidades onde o carrinho (ou a bicicleta) do Google não foram, o passeio virtual se dá por meio de fotos enviadas pelos usuários.

Carro do Google Street View

Carro do Google Street View

Para mapear todos esses lugares, o pessoal do Google Street View rodou nada menos do que 150 mil quilômetros e teve que tratar e processar milhões de imagens (as caras das pessoas e as placas dos carros foram borradas, por exemplo). O trabalho começou em janeiro, com 30 carros com câmeras especiais acopladas no teto, além de bicicletas triciclo para ruas estreitas, de pedestres e até dentro de museus. Cada carro leva nove câmeras fotográficas, que captam imagens do horizonte e do céu, fornecendo uma captura de 360º na horizontal e 280º na vertical. Ao fotografar as ruas, um GPS marca as imagens para que o computador identifique o local. “As imagens são tratadas por um software proprietário desenvolvido pelo Google, criando uma espécie de bolhas. A sensação é que se trata de uma imagem única que, quando associada a outras capturas, dará uma ilusão de sequência ao se navegar pelo Street View”, explica Ximemes.

O triciclo Google Street View

O triciclo Google Street View

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O mundo da Ferrari

Posted on 28 September 2010 by Pedro Serra

Os fãs de velocidade e dos bólidos vermelhos recordistas em campeonatos mundiais de Fórmula 1 passarão a ter, a partir do dia 27 de outubro, a sua própria Disney World. Neste dia será inaugurado em Abu Dabi, nos Emirados Árabes, o Ferrari World, o maior parque temático coberto do mundo, com cerca de 21 acres (cerca de 85 mil metros quadrados). Realmente só nos Emirados Árabes, que já contam com diversas construções megalomaníacas voltadas para os turistas, que algo assim poderia ser construido.

Ferrari World

Ferrari World, ainda em construção em março deste ano - foto: divulgação

A entrada em funcionamento do parque ainda não é oficial, mas faz parte de um plano de abertura “lenta e gradual” que culminará na grande inauguração, em dezembro. “Nós estamos muito empolgados por poder abrir nossas portas ao público antes do previsto”, comemora Claus Frimand, gerente geral do Ferrari World Abu Dabi, lembrando que a data oficial de abertura era dia 28 de outubro, e foi antecipada em um dia. “Este vai ser o começo de um excitante período inaugural que vai continuar por novembro e culminar em uma grande inauguração em dezembro, com a abertura oficial do Ferrari World”, explicou Frimand.

No parque, os fãs da marca farão um passeio pela história, cultura e paixão que envolvem a Ferrari através de diversos passeios, brinquedos, atrações, lojas e restaurantes. Entre as atrações estão a montanha-russa mais rápida do mundo, a Formula Rossa; outra que simula uma corrida entre carros, a Fiorano GT Challenge; e ainda uma experiência em 4D pelo mundo da Ferrari, a Speed of Magic.

Ferrari_World_pilotos

Massa e Alonso na Formula Rossa

Os visitantes poderão ainda adquirir uma entrada premium, que dará direito a prioridade em todas as atrações e acesso a um lounge com bebidas, além de outros benefícios. Todos os tickers oferecem entradas ilimitadas em todas as atrações e o parque vai operar durante seis dias por semana, de terça a domingo, com abertura ao meio dia. Os ingressos para pessoas acima de 1,5 metro vai custar cerca de R$ 120, e para pessoas abaixo disso, cerca de R$ 80.

Confira abaixo todas as 21 atrações do parque:

Montanhas-Russas:

Formula Rossa - O carrinho da montanha-russa, imitando um Fórmula 1, é lançado por um sistema hidráulico e acelera a quase 240 km/h em apenas 4 segundos, o que a tornaria a mais rápida do mundo. Os visitantes receberão óculos iguais aos de paraquedistas para fazer o percurso de cerca de dois quilômetros.

Ferrari World - Formula Rossa

Ferrari World - Formula Rossa

Fiorano GT Challenge – Esta montanha-russa simula uma corrida entre duas Ferraris F430 Spider.

Ferrari World - Fiorano GT Challenge

Fiorano GT Challenge

Passeios:

Viaggio in Italia - uma viagem aérea sobre cidades italianas, monumentos, montanhas e praias seguindo uma Ferrari.

V12 – Um passeio pelo interior de um motor de 12 cilindros de uma Ferrari 599.

Ferrari-World

V-12

Racing legend – um passeio pela história da Ferrari nas corridas

Bell’Italia - dirija uma Ferrari 250 Califórnia Spyder em miniatura passando por réplicas em escala de pontos turísticos italianos.

Made in Maranello – um simulador que leva o visitante pelo processo de design, montagem e teste de uma Ferrari GT na fábrica da Ferrari em Maranello, na Itália.

Scuderia challenge – Simuladores de carros de corrida com assentos e volantes iguais aos usados pela escuderia na Fórmula 1.

G-Force - uma queda de 60 metros no centro do parque indoor com assentos inspirados na Ferrari Enzo.

Ferrari-World

Atrações para crianças:

Carrossel - aqui, em vez de cavalo, as crianças montam em Ferraris em minuatura.

Junior GT - crianças podem fazer o percurso em miniaturas de F350 Spider.

Ferrari-World

Junior GT

Junior Grand Prix – crianças participam de uma corrida em miniaturas de um Fórmula 1

Ferrari-World

Junior Grand Prix

Junior Training Camp - Esta área oferece mini-Ferraris a pedal, carros de controle remoto, um lava-jato sem água e outras atrações.

Shows:

Speed of magic - um filme em 4-D sobre as aventuras de um garoto dirigindo em selvas e cavernas.

Driving with champions – uma atração em 3-D sobre um engenheiro recém contratado pela Ferrari andando com um campeão de corridas.

Ferrari-World

Paddock

Paddock – a atração recria o setup de um time da Ferrari durante um Grande Prêmio, incluindo demonstrações de pit stops.

The pit wall – Um show interativo que permite à plateia tomar decisões em uma corrida simulada.

Cinema Maranello – Em cartaz, o filme “Coppa di Sicilia”, um curta sobre o fundador da marca, Enzo Ferrari.

Galleria Ferrari – um museu-galeria expondo Ferraris clássicos e contemporâneos.

Ferrari-World

Galleria Ferrari

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Bonito, parte 3 – Estância Mimosa

Posted on 27 September 2010 by Pedro Serra

Acompanhe o Sem Destino por um passeio na Estância Mimosa, seguindo uma trilha de 3,8 km, com 11 cachoeiras e belíssimos cenários.

Veja também:

Bonito 1ª Parte – Mergulho no Rio Formoso

Bonito 2ª Parte – Trilha da Boca da Onça

Agradecimentos:

Bonito Hostel

Estância Mimosa

Bonito Web

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Bonito, MS – 2ª parte – Trilha da Boca da Onça

Posted on 19 September 2010 by Pedro Serra

Continuando nossa saga por Bonito, no Mato Grosso do Sul, chegamos à Fazenda da Boca da Onça, um paraíso cercado por cachoeiras, morros e muito verde. O passeio começa com um rapel de 90 metros, passa por 11 cachoeiras, entre elas a mais alta do estado, com 156 metros e, depois de três horas e meia de caminhada, volta-se para a fazenda para um belíssimo almoço e um merecido descanso em uma das muitas redes do local. Assistam ao vídeo e aguardem os próximos capítulos da viagem, além de um post completo com todas as dicas para você curtir Bonito.

Assista também ao primeiro vídeo da viagem clicando aqui!

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Só faltava essa: viajar de avião em pé

Posted on 16 September 2010 by Pedro Serra

Depois que algumas companhias instituiram a ‘Taxa do pipi’, ou seja, a cobrança para se utilizar os banheiros, só faltava mesmo colocarem a gente para viajar em pé. Pois bem, não falta mais. A ideia por trás do Skyrider é simplesmente diminuir o espaço entre as poltronas da média atual de 70 cm para 58 ou menos. O assento projetado pela empresa italiana Aviointeriors parece uma sela de cavalo, onde você vai apenas apoiado, sustentando o peso nas pernas.

poltrona-aviao-compacta-skyriderSegundo a empresa, é possível aturar uma viagem de até três horas na geringonça: “Apesar do tamanho reduzido do assento, o Skyrider preserva uma posição confortável para os viajantes que pagariam uma taxa reduzida para voar”, disse um representante da companhia durante a apresentação do ‘invento’ em uma feira de design de interiores para aviões, em Long Beach, na Califórnia.

poltrona-aviao-compacta-skyriderQuem se interessou pela novidade imediatamente foi o chefão da Ryanair, Michael O’Leary, o mesmo que instituiu a ‘Taxa do Pipi’ nos voos. Ele deixou a entender que estaria preparado para introduzir áreas para viajantes “em pé” em seus aviões, embora acredite que isso provavelmente seria proibido pelas regras de segurança europeias.

E você, o que achou da novidade? Se fosse para pagar menos, você encararia uma viagem em uma dessas poltronas?

Fontes: AFP, Superinteressante e The Straits Times.

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