Tag Archive | "sem destino"

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Etiqueta de bagagem personalizada (e grátis)

Posted on 19 August 2010 by Pedro Serra

Essa dica eu peguei no blog da Liliane Ferrari, a companhia aérea holandesa KLM está distribuindo etiquetas de bagagem customizadas. Basta entrar no site, colocar seus dados, enviar uma imagem do computador e os caras entregam tudo, via correios, na sua casa. Tudo bem que demora um pouquinho, no meu caso, pediram 3 semanas para enviar. Queria estrear a novidade na minha viagem para Bonito-MS, mas não vai rolar.  Ah, eu mencionei que é GRÁTIS? Pois é, mas por tempo limitado então #CORRAO! (a.k.a. corram…)

clique aqui para fazer a sua luggage tag.

Etiqueta de bagagem da KLM companhia aerea

A minha ficou assim...

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Seguindo a Rota do Sol Poente – Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa

Posted on 17 August 2010 by Pedro Serra

Continuando nosso passeio por Florianópolis, após uma dia comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição, chegamos às belas praias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Para aproveitar toda a beleza do lugar, o melhor é chegar por alí perto da hora do por do sol, apreciando a vista para o centro da cidade ao fundo, contrastando com a natureza do lugar e o mar calmo, afinal não é à toa que a região é conhecida como a Rota do Sol Poente. Escolha um dos muitos restaurantes à beira-mar (a especialidade são as ostras e mariscos) e assista ao espetáculo.

Florianopolis sambaqui santo antonio de lisboa

Por do Sol em Santo Antonio de Lisboa

Santo Antônio de Lisboa foi onde os primeiros imigrantes açorianos se instalaram, em meados do século XVII, e é a região da ilha que mais conserva a arquitetura e a cultura dos colonizadores. Dependendo da sua sorte (ou programação, que não é o meu forte) você pode pegar um dos muitos eventos religiosos e culturais que remetem a esses primeiros moradores do lugar.

Infelizmente eu não comi por lá e não saberia indicar um restaurante para vocês, mas, quem quiser tomar um bom café e comer um bolinho pode ir direto para o Coisas de Maria João, na divisa entre as duas praias. O lugar, além de agradável e com uma decoração bem colorida, vende as mais variadas peças de artesanato.

Confira o belo pôr do sol no vídeo abaixo:

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Invasão de VJs em Santa Tereza

Posted on 09 August 2010 by Pedro Serra

Santa Tereza é um dos meus lugares favoritos no Rio de Janeiro. Lá você encontra excelentes restaurantes (como o Sobrenatural, onde eu comi na semana passada um excelente bobó de camarão), gente animada e descolada (descolada é f…, depois eu penso em outro adjetivo), casarões históricos, uma belíssima vista do Rio de Janeiro e muito mais. E no meio de tudo isso, ainda tem museus, como o da Chacara do Céu e o Parque das Ruínas (um dos meus favoritos).

Parque das Ruínas, Santa Tereza - Foto: Pedro Serra

Parque das Ruínas, Santa Tereza - Foto: Pedro Serra

O Parque das Ruínas é um casarão histórico onde viveu Laurinda Santos Lobo, uma mecênas das artes, que “deu a Santa Tereza vida e graça no início do século passado com seus saraus, onde prontificavam expoentes da vida cultural internacional como, por exemplo, Villa-Lobos e Isadora Duncan”, segundo o site Centro da Cidade. O lugar, com um moderno projeto arquitetônico em cima de um casarão neo-colonial, hoje é um centro cultural voltado para a experimentação e onde, aos sábados à tarde, há sempre algum tipo de performance.

Vista do Parque das Ruínas - Santa Tereza

Vista do Parque das Ruínas - Santa Tereza

Agora, porque eu estou falando tudo isso… bom, porque quando eu estava lá na semana passada, descobri que vai rolar um evento neste fim de semana que vale a pena. O nome é Video Ataq, e a ideia é apresentar para o público carioca as técnicas de video mapping, ou seja, uma técnica de vídeo onde você transforma qualquer coisa (neste caso a fachada do casarão) em uma tela de projeção. Além de apresentações de diversos VJs lançando suas imagens naquele belo cenário, haverá também palestras e workshops para os interessados em se inteirar um pouco mais nesse mundo. O evento rola sexta, sábado e domingo, das 18 às 22h. Evite ir de carro… se quiser curtir toda a experiência, vá de bondinho.  mais informações e a programação do evento você vê no site do Video Ataq.

Confira abaixo o vídeo de uma de minhas visitas a Santa Tereza, com uma passagem pelo Parque das Ruínas.

Veja também minhas fotos de Santa Tereza no Flickr

Assista a um vídeo sobre o evento

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TAM promete ligações de celular em voos

Posted on 09 August 2010 by Pedro Serra

A TAM promete que até o final do ano será possível fazer ligações de aparelhos celulares em pleno voo. O passageiro viciado que não consegue se desgrudar do aparelinho poderá também acessar emails e mandar mensagens de textos. Quem se empolgou com a notícia, é bom lembrar que tudo na vida tem o seu preço e que certas comodidades custam bem caro. Neste caso, US$ 8,99 por minuto, o mesmo preço de uma chamada feita em roaming internacional. Além disso, apenas 12 passageiros – entre os 220 dos Airbus que terão a tecnologia – poderão falar ao mesmo tempo.  Na minha opinião, melhor seria se eles colocassem wi-fi no avião, como nos Estados Unidos. Aí, basta você ter um blackberry ou um Iphone (ou qualquer telefone que não seja uma carroça) e fazer ligações via Skype.

tam companhias aereas

Segundo os desenvolvedores da tecnologia, o mecanismo garante a segurança dos passageiros por usar uma rede GSM integrada aos aviões que se conecta diretamente aos satélites (e é isso que deixa tudo mais caro). A proibição do uso de telefones celulares em voos acontece porque, ao tentar achar o sinal das antenas das operadoras centenas de metros abaixo, os celulares acabam emitindo fortes sinais, o que pode ocasionar uma pane no avião.  Com o sistema via satélite, isso não aconteceria. O sistema foi certificado pela European Aviation Safety Agency (Easa) e sua utilização foi regulamentada recentemente pela União Europeia. No Brasil, já teria recebido a aprovação técnica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), segundo a TAM. Para oferecer o serviço, a TAM selou parceria com a a OnAir, uma joint venture entre a Airbus e a Sita, organização que desenvolve tecnologia para aviação. O equipamento da TAM também incluirá voos internacionais, exceto os dos EUA.

TAM companhias aéreas

Se por um lado a companhia investe para agradar aos seus clientes executivos (que tem dinheiro para pagar quase US$ 9 por um minuto de ligação), por outro cria ações para tentar captar o público das classes C e D. Uma dessas ações é uma parceria com a Casas Bahia, que terá estandes vendendo passagens. A companhia aérea também está criando uma série de produtos voltados para o público emergente e para os que já são usuários de seus serviços. Por fim, a TAM desenvolveu mais canais de relacionamento com esses novos públicos. O site www.tam.com.br/comoviajar terá vídeos com conteúdo didático destinados especialmente aos passageiros entrantes. Uma cartilha impressa com informações para quem voa pela primeira vez também começará a ser distribuída nos aeroportos.

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Alasca: faculdade, livros, pescaria e ursos

Posted on 06 August 2010 by Pedro Serra

Após o sucesso da primeira colaboração, onde contou das dificuldades de adaptação ao Rio de Janeiro, meu amigo made in the USA Seth Miller nos presenteia com uma nova história. Desta vez, Seth relembra seus tempos de faculdade no Alasca, quando estudava, pescava e matava ursos… espera aí, matava ursos???  Bom, leiam a história que vale a pena. Desta vez, deixei o original em inglês em primeiro, porque realmente ele é muito melhor que a minha versão. Apesar de eu dominar a língua, e já ter até dado aulas no Berlitz, descobri que é muito difícil fazer versões de textos como esses, com metáforas e afins. Tem coisas que realmente funcionam melhor em inglês. Isso não quer dizer que a versão brazuca não valha a pena… então, se você não domina o idioma da rainha, pule essa parte cheia de Y, K, Ws e letras dobradas e leia a história no bom e velho português.

Seth em uma pescaria em Kodiac, Alasca

Seth em uma pescaria em Kodiac, Alasca

An Alaskan Solution – by Seth Miller

'Go ahead, make my day'

It was my second year in Alaska. I was 20. My classes at the University of Alaska in the town of Fairbanks would begin the following week.  I had already moved into my dorm room and on this particular day I went down to the college bookstore to purchase an irritating amount of overpriced engineering textbooks.  Upon my return to my residents’ hall I set my $500 bag of books down behind me as I pondered what snack to purchase from one of the dispensing machines in the commons.  Deciding on a Snickers bar I turned to leave only to find I wouldn’t need to lug my heavy books any farther.  They were gone.  Stolen books are not something a poor college student has any appreciation for and, as was my only option at the time, I found myself bounding down hallways and across campus in attempt to hunt down the dirty crook who had deemed my assets worth taking advantage of.   Two hours later, in an angry sweat, I concluded my futile quest with the slam of my dorm room door and a slew of profanities that could paint a wall red.

I was angry.  And I knew I had to get out.  I had to escape the confines of this cheating and conniving world.  I had to get out into the grand wilderness—the thing I came to Alaska for in the first place.  Grabbing my fishing pole, the half melted Snickers bar, and my 44’ revolver I bought off some old guy (away from the snooping eyes of government regulation I proudly add), I headed out my door.  My college sat on the edge of the world…forest and tundra for hundreds of miles northward, captured only by the civilization of the Purdue Bay oil rigs of the Arctic Ocean.   Hiking hastily through millions of small, bent spruce trees, like a forest of old people, I finally came to my favorite fishing spot:  the remains of an old mountain cut in two by the forceful thrust of a dark stream—a melted diamond, crystal clear, and beautiful.   By then, the giant rolling shapes of the Alaskan interior had put me back in my place of insignificance and I was calmer.  There was no one to be mad at out here.  Unhooking my line from my pole I began to cast.

Alaska

It was still.  The little birds that flew through the air quietly confirmed that I was indeed alone out here.  Positioning myself against a white birch tree I casted and watched my line smoothly glide through the trickling glitter between the rocks.  Pulling my lure from the water I marveled at the fact that fish actually found themselves willing to bite such an ugly thing.  I really wasn’t expecting to catch anything but as expectation always has it, it wasn’t long before I was fighting my first fish.  And it was big.  From the glowing white shape of it, I knew I had myself a handsome, silver salmon—one of the best tasting fish in the world.  My pole bending towards the water, my arms tense but steady, I pulled, reeled, fought, let out some line, pulled, reeled, fought, and let out some more line.  Problem was, with each foot of line I reeled in, I had to let out two more in order to keep the fish from breaking it.  The fish was strong and it was getting away around a bend in the river.  In a desperate attempt to avoid this from happening, I kicked off my shoes and, with socks on, jumped into the shallow river.  Immediately I questioned the wisdom of my move as the icy water clawed at my legs.  But the fish was getting away and I was determined to bring it in.

The fish moved quickly using the river current to propel itself as far away from my lustful grasp as possible.  Around the bend in the river it went.  Terrified that my line might get caught in the brush lining the shore I ran through the icy water wincing as the spray soaked my shirt—my pole in a precarious “U” shape.   Suddenly my line went slack.  I let a high pitched squeal of alarm (I only speak of here out of my reverence for comedy) as I watched my fishing rod spring to its original, straight shape.  My head down, I slowly shuffled through the water reeling in my droopy line hoping that the fish at least left me the dignity of my lure.  As I rounded the bend in the river I suddenly found myself paralyzed.   There was my fish.  It was still on my line.  But it was hovering above the water.  It hovered there…in the mouth of giant grizzly.  What strikes me funny now thinking back is that my first thought wasn’t “run for your life” or “shit, I’m going to die,” rather the very first thought I had involved the same ping of irritation I had when I realized my books had been stolen.  I was just mad that this uncharitable bear wanted to claim ownership of my prize.  Of course it took but a second for my thoughts to revert back to the more appropriate: “shit, I’m going to die.”

Alaska

There I was.  Like a shivering, undercompensated hero holding a pathetic excuse for a sword, I stood staring at this giant beast eating the fish I now gladly presumed a proper penance for the sin of my presence.   Dilemma was, the bear didn’t recognize I was there yet.  Knowing that startling this creature would not be wise, I slowly backed one little step at a time  Terrified that my throbbing heart beat would give me away, I made my way towards a bush on the shore I hoped could hide me from view.  The funny thing with Alaskan streams however is that there are lots of rocks.  And some of these slippery little bastards enjoy the rare, millennial opportunity to trip up any unwary victim that dares tread on them.  Today was my lucky day of course and down I went with a splash.  The rest is pretty much a blur.  I remember standing up.  The bear, now knowing I was there, looked directly at me—its body inflating with tense muscles, eyes dark and red.  I turned to run, but since I was running knee deep against the current of an angry river I found myself in one of those dreams where no matter how much effort, panic or perseverance I put into my forward movement, my speed could barely rival that of McDonald’s biggest fan.  Hearing the grunting momentum behind me I turned to meet my destroyer…until I remembered my 44’ resting on my hip.  Clawing at the snap I pull the heavy piece of metal up, pointed at the spray of water, fur and claws bounding towards me…and fired.

I only remember firing twice, but looking at my cylinder a day later I confirmed that, yes, I had fired all six bullets.  I don’t remember much about the actual event.  Just a beating heart, panting, coldness, and collapsing on the floor of my dorm room some time later.  I had gone into shock…the kind where your body takes over for you in times of emergency.  I survived; or at least someone did the surviving for me.  Perhaps shock is when God takes over your body for a while—steers your life so you don’t crash.  I don’t know.  But when I gathered the courage to go back out to the river two days later to collect my shoes and fishing pole, I found the leftovers of my actions in the form of a bloody mountain of dark hair and sharp teeth.  Bullet right through the left eye.  And let me tell you, bullets usually don’t stop the charging mass of a bear…their skull is too thick and muscle too heavy.  Now, while staring at my kill that day, I could have reminisced about my life, about why I was saved or what purpose I now had to fulfill, but instead I whipped out my knife and after a couple hours of novice hacking I had myself a crudely cut bear hide.  Next day, I sold these highly illegal remains to an old, retired Eskimo friend of mine for $500 which, as logic would have it, funded the re-buying of my stolen textbooks.  And that’s pretty much the end of this tale.   Moral being: there is a solution to every problem—even if you have to kill an Alaskan grizzly to find one.

Alaska

Jeitinho do Alasca – por Seth Miller

Eu estava com 20 anos e era o meu segundo ano no Alasca minhas aulas na Universidade do Alaska, na cidade de Fairbanks, iam começar na semana seguinte. Eu havia me mudado para um novo dormitório e, neste dia em particular, fui à livraria da universidade para comprar uma quantidade absurda de caríssimos livros de engenharia. Ao voltar para o saguão dos residentes, coloquei a minha bolsa com US$ 500 em livros atrás de mim enquanto pensava no lanche que iria comprar em uma dessas maquininhas. Após decidir por uma barra de Snickers, virei-me para ir embora e descobri que não teria mais que carregar meus pesados livros… eles haviam sumido. Ter os livros roubados não é algo que um pobre estudante aprecia muito. Como única opção na época, quando vi estava percorrendo os corredores e cruzando o campus na tentativa de encontrar o pivete que achou que as minhas coisas valiam a pena ser levadas. Duas horas depois, suado e chateado, conclui minha busca fútil batendo a porta do meu dormitório com força e soltando uma enxurrada de palavrões que envergonhariam muita gente.

Eu estava com raiva. E sabia que tinha que sair daquele lugar. Eu tinha que escapar deste mundo corrupto e conivente. Eu tinha que fugir da civilização – o grande motivo para eu ter vindo para o Alasca. Peguei minha vara de pescar, minha barra de Snicker já meio derretida e o meu revólver calibre 44´ que eu comprei de algum coroa (longe dos olhos intrometidos do governo, posso dizer orgulhosamente), e segui o meu caminho. Minha universidade ficava na fronteira com o fim do mundo. Florestas e tundras por centenas de quilômetros ao norte, onde a única civilização eram os trabalhadores dos poços de petróleo da Purdue Bay, no Oceano Ártico. Caminhando apressadamente através de milhões de galhos e troncos de árvores, finalmente cheguei ao meu local de pesca favorito: os restos de uma velha montanha cortada ao meio pela força das águas escuras de um córrego, como um diamante derretido, transparente, e lindo. Neste momento, a geografia do Alasca, com suas formas gigantes, já haviam me colocado de volta ao meu devido lugar de insignificância e eu estava mais calmo. Não havia ninguém para eu ter raiva. Soltei o anzol da vara e comecei a pescar.

Tudo estava calmo. Os pequenos pássaros que voavam silenciosamente confirmavam que eu realmente estava sozinho ali. Apoiado em uma árvore, lancei o anzol e assisti enquanto a linha descia com a corrente que serpenteava as rochas. Ao puxar a minha isca para fora d´água, me maravilhei com o fato de os peixes realmente sentirem vontade de morder aquela coisa nojenta. Eu realmente não tinha expectativa de pegar nenhum peixe, mas não demorou muito para eu pescar o primeiro. E era grande. Pelo formato e o brilho branco, eu sabia que havia pego um belo salmão prateado – um dos peixes mais saborosos do mundo. Com a minha vara empenando em direção à água, meus braços tensos, mas firmes, eu puxei, enrolei, briguei, dei um pouco de linha, e puxei, enrolei, briguei, e dei mais um pouco de linha. O problema era que a cada metro de linha que eu puxava, eu tinha que soltar dois para que o peixe não a arrebentasse. O peixe era forte e estava escapando. Em uma tentativa desesperada de evitar que isso acontecesse, eu tirei os meus sapatos com um chute e, ainda de meias, pulei na água rasa. Imediatamente questionei a inteligência do meu ato, enquanto a água congelante subia pelas minhas pernas. Mas o peixe estava escapando, e eu estava determinado a pescá-lo.
O peixe se mexia rapidamente usando a corrente do rio para se afastar o máximo possível de mim. E lá foi ele contornando a curva do rio. Temendo que minha linha se enrroscasse nos arbustos que encobriam a costa, eu corri pela água congelanda, tremendo enquanto a minha camisa se encharcava com os pingos – minha vara já em formato de “U”. Derepente, a linha ficou solta. Eu soltei um gritinho agudo alarmado (que eu só conto por ser um amante de comédias) enquanto eu olhava para a minha vara voltando ao seu formato original. De cabeça baixa, eu vagarosamente comecei a seguir a linha pela água, na esperança de que o peixe houvesse ao menos me deixado a dignidade da minha isca. Quando eu contornei a curva do rio, eu repentinamente fiquei paralizado. Lá estava o meu peixe. Ele ainda estava preso à linha. Mas ele estava se debatendo acima da água. Ele estava se debatendo… na boa de um urso gigante. O que eu acho engraçado ao me recordar da cena é que meu primeiro pensamento não foi “salve-se quem puder” ou “merda, eu vou morrer”. Em vez disso, o primeiro pensamento que tive envolvia a mesma irritação que tive quando eu vi que meus livros haviam sido roubados. Claro que me levou menos de um segundo para que eu caisse na real e pensasse um mais apropriado “merda, eu vou morrer”.

E lá estava eu, tremendo e parecendo um herói patético segurando o que seria a minha patética espada. Fiquei parado, assistindo à besta gigante comer o peixe, uma penitência pelo pecado de minha presença. O dilema era, o urso ainda não havia notado que eu estava lá. Sabendo que alarmar essa criatura não seria muito esperto de minha parte, eu vagarosamente recuei um passo por vez. Temendo que a batida do meu coração iria me denunciar, eu consegui chegar a um arbusto na margem do rio que eu esperava conseguisse me esconder. Uma coisa interessante sobre os rios no Alasca é que eles tem muitas rochas. E algumas dessas bastardas escorregadias não perdem a chance de derrubar vítimas desavisadas que ousam pisar nelas. Hoje era o meu dia de sorte e lá fui eu para dentro d´água. A minha memória depois disso é embaçada. Lembro de ter me levantado. O urso, agora sabendo que eu estava ali, olhou diretamente para mim – seu corpo inflando com os músculos tensos, os olhos escuros e vermelhos. Eu virei para correr, mas como eu estava imerso até o joelho indo contra a forte correnteza do rio, me senti como em um daqueles sonhos em que não interessa o quanto de esforço, pânico ou perseverança você coloque, é impossível alcançar até o maior dos fans do McDonald´s. Ouvindo o grunhido crescer atrás de mim, eu me virei para encarar o meu destruidor… até que me lembrei do revólver 44´ que eu carregava na cintura. Rapidamente puxei aquele pesado pedaço de metal, apontei na direção daquela mistura de sprai de água, garras e pelo que vinham na minha direção… e atirei.

Eu me lembro de só ter dado dois tiros, mas ao olhar o tambor da arma no dia seguinte ví que, sim, eu havia dado todos os seis tiros. Eu não lembro muito do que aconteceu. Só do coração batendo forte, a respiração ofegante, o frio e depois, desmaiando no chão do meu dormitório algum tempo depois. Eu havia entrado em choque… do tipo em que o seu corpo toma conta de tudo para você em casos de emergência. Eu sobrevivi; ou pelo menos alguém me fez sobreviver. Talvez o choque seja quando Deus assume o comando do seu corpo por um tempo, dirigindo a sua vida para que você não sofra um acidente. Eu não sei. Mas quando eu finalmente tive coragem de voltar ao rio dois dias depois para pegar os meus sapatos e a minha vara de pescar, eu encontrei as sobras da minha ação na forma de uma montanha de sangue, pelos negros e dentes afiados. Uma bala bem no meio do olho esquerdo. E deixe-me dizer uma coisa, balas geralmente não param um urso em ataque… seus crânios são muito espessos e os músculos muito pesados. Agora, enquanto eu olhava para o meu abate naquele dia, poderia ter refletido sobre a minha vida, sobre o porquê de eu ter sido salvo ou qual propósito eu agora teria que cumprir na vida, mas em vez disso eu peguei a minha faca e, depois de algumas horas de dificuldade de principiante, eu tinha em mãos um casaco de pele de urso. No dia seguinte, eu vendi este altamente ilegal produto para um velho amigo esquimó por US$500 o que, ironicamente, acabou custeando a compra dos meus livros que haviam sido roubados. E este é o fim da história, a moral sendo: há uma solução para cada problema, mesmo que você tenha que matar um urso para encontrá-la.

An Alaskan Solution

It was my second year in Alaska. I was 20. My classes at the University of Alaska in the town of Fairbanks would begin the following week.  I had already moved into my dorm room and on this particular day I went down to the college bookstore to purchase an irritating amount of overpriced engineering textbooks.  Upon my return to my residents’ hall I set my $500 bag of books down behind me as I pondered what snack to purchase from one of the dispensing machines in the commons.  Deciding on a Snickers bar I turned to leave only to find I wouldn’t need to lug my heavy books any farther.  They were gone.  Stolen books are not something a poor college student has any appreciation for and, as was my only option at the time, I found myself bounding down hallways and across campus in attempt to hunt down the dirty crook who had deemed my assets worth taking advantage of.   Two hours later, in an angry sweat, I concluded my futile quest with the slam of my dorm room door and a slew of profanities that could paint a wall red.

I was angry.  And I knew I had to get out.  I had to escape the confines of this cheating and conniving world.  I had to get out into the grand wilderness—the thing I came to Alaska for in the first place.  Grabbing my fishing pole, the half melted Snickers bar, and my 44’ revolver I bought off some old guy (away from the snooping eyes of government regulation I proudly add), I headed out my door.  My college sat on the edge of the world…forest and tundra for hundreds of miles northward, captured only by the civilization of the Purdue Bay oil rigs of the Arctic Ocean.   Hiking hastily through millions of small, bent spruce trees, like a forest of old people, I finally came to my favorite fishing spot:  the remains of an old mountain cut in two by the forceful thrust of a dark stream—a melted diamond, crystal clear, and beautiful.   By then, the giant rolling shapes of the Alaskan interior had put me back in my place of insignificance and I was calmer.  There was no one to be mad at out here.  Unhooking my line from my pole I began to cast.

It was still.  The little birds that flew through the air quietly confirmed that I was indeed alone out here.  Positioning myself against a white birch tree I casted and watched my line smoothly glide through the trickling glitter between the rocks.  Pulling my lure from the water I marveled at the fact that fish actually found themselves willing to bite such an ugly thing.  I really wasn’t expecting to catch anything but as expectation always has it, it wasn’t long before I was fighting my first fish.  And it was big.  From the glowing white shape of it, I knew I had myself a handsome, silver salmon—one of the best tasting fish in the world.  My pole bending towards the water, my arms tense but steady, I pulled, reeled, fought, let out some line, pulled, reeled, fought, and let out some more line.  Problem was, with each foot of line I reeled in, I had to let out two more in order to keep the fish from breaking it.  The fish was strong and it was getting away around a bend in the river.  In a desperate attempt to avoid this from happening, I kicked off my shoes and, with socks on, jumped into the shallow river.  Immediately I questioned the wisdom of my move as the icy water clawed at my legs.  But the fish was getting away and I was determined to bring it in.

The fish moved quickly using the river current to propel itself as far away from my lustful grasp as possible.  Around the bend in the river it went.  Terrified that my line might get caught in the brush lining the shore I ran through the icy water wincing as the spray soaked my shirt—my pole in a precarious “U” shape.   Suddenly my line went slack.  I let a high pitched squeal of alarm (I only speak of here out of my reverence for comedy) as I watched my fishing rod spring to its original, straight shape.  My head down, I slowly shuffled through the water reeling in my droopy line hoping that the fish at least left me the dignity of my lure.  As I rounded the bend in the river I suddenly found myself paralyzed.   There was my fish.  It was still on my line.  But it was hovering above the water.  It hovered there…in the mouth of giant grizzly.  What strikes me funny now thinking back is that my first thought wasn’t “run for your life” or “shit, I’m going to die,” rather the very first thought I had involved the same ping of irritation I had when I realized my books had been stolen.  I was just mad that this uncharitable bear wanted to claim ownership of my prize.  Of course it took but a second for my thoughts to revert back to the more appropriate: “shit, I’m going to die.”

There I was.  Like a shivering, undercompensated hero holding a pathetic excuse for a sword, I stood staring at this giant beast eating the fish I now gladly presumed a proper penance for the sin of my presence.   Dilemma was, the bear didn’t recognize I was there yet.  Knowing that startling this creature would not be wise, I slowly backed one little step at a time  Terrified that my throbbing heart beat would give me away, I made my way towards a bush on the shore I hoped could hide me from view.  The funny thing with Alaskan streams however is that there are lots of rocks.  And some of these slippery little bastards enjoy the rare, millennial opportunity to trip up any unwary victim that dares tread on them.  Today was my lucky day of course and down I went with a splash.  The rest is pretty much a blur.  I remember standing up.  The bear, now knowing I was there, looked directly at me—its body inflating with tense muscles, eyes dark and red.  I turned to run, but since I was running knee deep against the current of an angry river I found myself in one of those dreams where no matter how much effort, panic or perseverance I put into my forward movement, my speed could barely rival that of McDonald’s biggest fan.  Hearing the grunting momentum behind me I turned to meet my destroyer…until I remembered my 44’ resting on my hip.  Clawing at the snap I pull the heavy piece of metal up, pointed at the spray of water, fur and claws bounding towards me…and fired.

I only remember firing twice, but looking at my cylinder a day later I confirmed that, yes, I had fired all six bullets.  I don’t remember much about the actual event.  Just a beating heart, panting, coldness, and collapsing on the floor of my dorm room some time later.  I had gone into shock…the kind where your body takes over for you in times of emergency.  I survived; or at least someone did the surviving for me.  Perhaps shock is when God takes over your body for a while—steers your life so you don’t crash.  I don’t know.  But when I gathered the courage to go back out to the river two days later to collect my shoes and fishing pole, I found the leftovers of my actions in the form of a bloody mountain of dark hair and sharp teeth.  Bullet right through the left eye.  And let me tell you, bullets usually don’t stop the charging mass of a bear…their skull is too thick and muscle too heavy.  Now, while staring at my kill that day, I could have reminisced about my life, about why I was saved or what purpose I now had to fulfill, but instead I whipped out my knife and after a couple hours of novice hacking I had myself a crudely cut bear hide.  Next day, I sold these highly illegal remains to an old, retired Eskimo friend of mine for $500 which, as logic would have it, funded the re-buying of my stolen textbooks.  And that’s pretty much the end of this tale.   Moral being: there is a solution to every problem—even if you have to kill an Alaskan grizzly to find one.

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Produtos para irritar o pessoal da imigração nos aeroportos

Posted on 22 July 2010 by Pedro Serra

Com toda essa questão de segurança no voo, viajar de avião em alguns países ficou muito chato. Tem que tirar sapato, não pode levar isso, nem aquilo, muito menos aquilo outro. Se tiver cadeado, eles arrancam. Se der mole, rasgam a bagagem. Se reclamar, ainda leva um ‘cavity search’ do qual não vai se esquecer pelo resto da vida e pode até mudar o time para o qual você joga (if you know what I mean).

Na contra-mão disso tudo, duas empresas resolveram tirar um sarro dos policiais e agentes de imigração dos aeroportos com produtos, digamos, inovadores. O primeiro é uma série de adesivos para se colocar na superfície da mala, com cenas polêmicas. O efeito prático é nulo, mas rende boas gargalhadas na hora de você pegar a bagagem na esteira. O problema é se as autoridades não tiverem muito de bom humor no dia, conforme aviso no site The Cheeky: “Alguns desses adesivos podem ofender funcionários do aeroporto e da imigração, mas você vai entender isso melhor enquanto estiver apreciando uma daquelas ‘cavity searches’”. Os adesivos custam US$25 e podem ser comprados no site da The Cheeky.

adesivos de mala

Será que o pessoal da alfândega se incomoda?

O segundo produto tem realmente uma função que vai além de encher o saco dos outros (embora essa função também esteja incluida no pacote). São adesivos de borracha de cerca de 2mm de espessura que impedem que os scanners corporais vejam a totalidade do seu ser… ou seja, eles protegem a sua intimidade… o quer dizer que você não vai pagar peitinho para a operadora da geringonça. O produto pode ser comprado em versões masculina e feminina, trazendo dizeres como “Só o meu marido me vê nua” ou qualquer outra coisa que você queria escrever ali… O preço é de US$16,99 e você pode comprar no site da Flying Pasties .

flying_pastiesAssista ao vídeo que explica o produto:

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Apesar do frio, Cataratas do Iguaçu são uma opção no inverno

Posted on 21 July 2010 by Pedro Serra

Estou indo para o Sul na semana que vem, e pensei em extender a minha viagem até as Cataratas do Iguaçu. O frio que faz por lá nessa época do ano, porém, me fez pensar duas vezes e pesquisar melhor se realmente vale a pena. Fui então atrás do pessoal da assessoria de imprensa da Cataratas do Iguaçu S.A., empresa que administra o parque onde estão as quedas d´água. Eles não só me encorajaram como ainda enviaram um release com fotos para comprovar que não era só papo de assessor. Vamos a ele então:

cataratas do iguacu no inverno

Grupo enfrenta o frio para ver as Cataratas do Iguaçu - Foto: Wemerson Augusto/divulgação

Turistas destacam o charme de visitar as Cataratas no inverno

“A baixa temperatura registrada no Sul nos últimos dias agradou aos turistas no Parque Nacional do Iguaçu. A mudança no clima tornou o passeio uma experiência mais especial. Isso porque as Cataratas ganharam a companhia de muita neblina, garoa e vento. O fenômeno mudou o comportamento dos visitantes.

Diferente dos dias quentes, quando os turistas preferem as passarelas e trilhas para observar as quedas “de pertinho”, desta vez o local mais concorrido é o mirante do elevador. Nele, os turistas observam e retratam o espetáculo da natureza em muitas fotos, sem descuidar de suas tocas, blusas, luvas e cachecóis.

Durante o inverno, o parque revela outros segredos da sua fauna e da flora. O florir do Ipê Roxo, árvore símbolo de Foz do Iguaçu, é um dos fascínios da estação. Já a umidade da floresta aumenta a sensação de proximidade com a natureza. A maioria dos animais, por sua vez, diminui as aparições. Os quatis, por exemplo, pensam duas vezes antes de saírem das tocas.

cataratas do iguacu no inverno

Do calor do norte para o frio do sul - Foto: Wemerson Augusto / divulgação

Um grupo de paraenses foi surpreendido pelo frio nas Cataratas. Os amigos saíram há poucos dias do Norte sob uma temperatura de 35 graus. “Nós estávamos lá no maior calor e chegamos aqui, esse frio lascado. A mudança foi brusca e interessante. É uma oportunidade para muitos nortistas sentir o que são as Cataratas no inverno”, destacou Adelson Barra, guia de turismo em Belém (PA).

Para o casal de advogados Gesiani e Frankmar Sousa, o passeio foi espetacular. “Não poderia ser melhor. Foi excelente. Viemos pra cá pra comemorar o término de nossa faculdade. Entregamos o nosso trabalho de conclusão em um dia, no outro, embarcamos para conhecer este lugar maravilhoso. Estamos muitos contentes de brindar esse momento com esta temperatura. As quedas ficaram ainda mais bonitas”.

cataratas do iguacu no inverno

Pai e filho curtindo a vista das cataratas - foto: Wemerson Augusto

Já o biólogo Dorival e o filho Guilherme vieram de Bauru (SP) munidos de agasalhos para contemplar o vento nas passarelas e mirantes. “Andar pelas trilhas e sentir este clima é bem gostoso. Não é à toa que este cenário tem visibilidade internacional. Já fiz muitas viagens com meus alunos, mas nada se compara a esta”, revelou Dorival.

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Conheçam o Fuscão da Seleção

Posted on 06 July 2010 by Pedro Serra

Fim de festa, Brasil fora da Copa do Mundo, e eu postando um vídeo sobre o Fuscão da Seleção. Pois é, trabalho na editoria de esportes de um jornal e, durante a Copa, não tive tempo para nada. Só agora estou tendo tempo de editar vídeos e fotos que tirei nesse último mês.

Fuscao da selecao

Eu, no comando do Fuscão da Seleção, em Queimados

Essa figura aqui eu descobri em um passeio lá por Queimados, região metropolitana do Rio de Janeiro. Cinco amigos se juntaram, compraram um fusca caindo aos pedações por R$ 400… investiram cerca de R$ 3 mil e o resultado ficou bem bacana. Então, without further ado, apresento a vocês o Fuscão da Seleção:

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A Copa do Mundo sobe o Morro da Urca

Posted on 02 July 2010 by Pedro Serra

morro da urca rio de janeiro

A vista do Morro da Urca - Foto: Pedro Serra

O Morro da Urca é a primeira parada do bondinho para quem vai ao Pão de Açucar. Lá, acontecem grandes shows, festas, uma bela virada de ano novo e, agora, uma animada transmissão dos jogos do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Aproveitando que trabalho na editoria de esportes e que tinha que descobrir um lugar legal para assistir ao jogo contra o Chile e fazer matéria para o jornal (sendo que já estava cansando da tal da Fifa Fan Fest), corri para o cartão postal. Nada menos do que 2 mil pessoas tiveram a mesma ideia que eu e as filas na entrada do bondinho estavam gigantes. Ainda bem que, graças ao meu crachá de repórter, passei na frente de todo mundo.

Deixo aqui o vídeo que eu fiz do passeio, o primeiro que eu realmente consigo acertar o encodamento em HD. Esse blog está ficando chique, com vídeos em High Definition (para assistir no melhor formato, siga o link para a página do Sem Destino no Vimeo.

morro da urca

Torcida reunida - Foto: Pedro Serra

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Pessoas idiotas + balões = queimadas

Posted on 01 July 2010 by Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

O que faz um idiota com um balão??? No Rio de Janeiro, uma queimada que acabou com a vegetação de uma área de proteção ambiental, além de por em risco a vida de sei lá quantas pessoas. No dia seguinte ao grande estrago (que quem não viu pode se informar melhor aqui), o vai e vem de helicópteros tentando apagar focos de incêndio pelos morros da cidade ainda era intenso. Tirei um tempinho de minha volta diária pela Lagoa para fazer essas imagens.

Se você conhece algum baloeiro, primeiro diga que ele é um idiota por mim, depois, ligue para o disque-denúncia (no Rio 21*2253-1177). Além de colocar um imbecil na cadeia (pois soltar balões é crime) e ajudar a salvar as florestas (e as pessoas) do estrago causado por um balão, você ainda pode descolar uns R$ 2 mil em recompensa.

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Veja abaixo um vídeo do YouTube com a queimada:

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