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Uma estalagem europeia em Gramado

Posted on 02 May 2010 by Pedro Serra

Finalmente a temperatura começa a dar uma baixada (pelo menos aqui no Rio de Janeiro, o que não quer dizer muito) e a ideia de passar um fim de semana na serra comendo fondue logo me vem a mente. A opção mais simples para mim é simplesmente pegar o carro e dirigir por menos de 1h até as cidades de Teresópolis (onde tenho casa), ou Petrópolis (onde amigos têm casa). Esse ano, porém, queria fazer algo diferente e comecei a procurar um bom hotel em um lugar também um pouco óbvio… a Serra Gaúcha, mais precisamente, Gramado. Contei com a ajuda da minha amiga @luc_agnese e descobri um estabelecimento que me chamou a atenção. Vou começar então as minhas dicas para o inverno por ele.

Estalagem St. Hubertus

Estalagem St. Hubertus - foto: divulgação

O lugar se chama Estalagem St.Hubertus, localizada em frente a um dos mais belos cenários da Serra Gaúcha, o Lago Negro, à 2 km do centro de Gramado. O lugar tem aquele jeitinho de estalagem europeia, não só na arquitetura, mas também no cenário, na decoração… e no friozinho. Nos quartos, edredons de plumas de ganso, móveis de época pintados a mão e lustres de cristal contrastam com grandes TVs de LCD e banheiras de hidromassagem. Por tudo isso, o hotel foi o primeiro do Rio Grande do Sul a fazer parte da Associação de Hotéis Roteiros de Charme, formada por estabelecimentos que se diferenciam pelo luxo, design e atendimento. Além disso, já foi citado pelo Condé Nast Johansens, considerado a bíblia dos guias da hotelaria de luxo nas Américas.

St.Hubertus - Gramado

Quanto aos preços… bem, os preços estão dentro dos padrões para um hotel com edredons de plumas de ganso e lençois 100% algodão, 600 fios (só estão fora é dos meus padrões… alguém conhece um bom albergue por R$ trintão em Gramado aí???). Em baixa temporada (entre janeiro e março), a diária no quarto mais simples (que realmente de simples não tem nada) sai a R$ 290. Se você quiser se hospedar lá entre abril e novembro, vai desembolsar R$ 330 pelo mesmo quarto. Agora, se você for nos meses de julho ou dezembro, a conta sobe para R$ 430.

Bom, já que esse post já está ficando com um tom de plubieditorial, vou colocar algumas fotos do St.Hubertus e aí vocês vão entender melhor o porquê de eu estar escrevendo sobre o lugar.

St.Hubertus - Gramado

St.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoPara reservas e preços, além de outros hotéis interessantes como o Parador Casa da Montanha Ecovillage, veja o site da Hotéis, Eventos e Lazer.

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A Expedia e seus planos para o Brasil

Posted on 23 March 2010 by Pedro Serra

A Expedia chegou ao Brasil em julho do ano passado pronta para tomar o país de assalto. A primeira operação brasileira, o site hoteis.com, estreou em outubro já trazendo como garoto propaganda Riq Freire, do Viaje na Viagem, considerado o papa dos viajantes. Aproveitei que a diretora de marketing da empresa, Maira Barcellos, estava fazendo uma palestra no jornal onde eu trabalho para saber mais sobre os planos da Expedia Inc. para o Brasil. Resumindo o papo, a empresa quer se tornar mais do que um site onde se buscar tarifas baratas, trabalhando forte na área de serviços, na inclusão digital de hotéis e na aproximação com blogueiros de viagem. Se o meu resumo não foi o suficiente (como não era para ser mesmo), leiam abaixo a íntegra do bate-papo com Maira.

Maira Barcellos

Maira Barcellos

Sem Destino: Como vocês vêem o mercado brasileiro neste momento?

Maira: A gente está super feliz de ter trazido a empresa. A Expedia do Brasil abriu em julho do ano passado e a primeira operação por aqui, a hoteis.com, em outubro. Nós temos visto um crescimento enorme deste entào. O Brasil é uma super-aposta, está entre os mercados emergentes para a Expedia, junto com Índia e China, e a gente já está se comparando com grandes países da Europa em faturamento.

SD: Eu vejo que os hotéis do Brasil ainda têm uma presença um pouco acanhada na internet. Como vocês pretendem trabalhar isso?

Maira: A gente vai ter uma equipe com, em média, 10 pessoas viajando pelo país, indo de porta em porta, contratando os hotéis e mostrando o nosso diferencial. Isso é muito importante, porque a gente quer promover a inclusão digital dos hotéis, não só das pessoas. Ao estar no Expedia, o hotel não aparece apenas para o Brasil. No momento em que ele aparece no nosso site, ele está no mundo todo, se inclui globalmente na questão do turismo online. A gente não quer ter só o papel de vir e montar uma empresa, mas de mudar o conceito do viajante.

SD: Para esse objetivo, vocês escolheram a pessoa certa na hora de divulgar o produto. O Riq Freire, do Viaje na Viagem, é um dos pioneiros em blogs de viagem no Brasil e é tido pelo pessoal praticamente como um Deus… o que ele fala é lei. Como funciona esta ação com o Riq?

Maira: Você viu o Desempacotando Nova York e deve ter notado que a gente não tem aquela coisa de ficar fazendo o merchandising, vendendo o produto, a gente realmente quer prestar um serviço para o nosso usuário, além de oferecer uma super tarifa de hotel. E esse é o grande desafio que a gente tem para 2010, com o Desempacotando o Rio de Janeiro: mostrar que a gente gera prestação de serviços, que não somos apenas um site vendedor de tarifas baratas.

SD: Eu acompanhei, via twitter do Riq, toda a filmagem do Desempacotando RJ, e vi que ele esteve em diversos lugares da cidade, em uma produção talvez mais longa que a do programa de Nova York. Fale um pouco do projeto.

Maira: O Desempacotando Rio de Janeiro vai ter muito mais informações que o anterior. O programa vai falar quanto custa ir ao MAC (Museu de Arte Contemporânea, em Niterói), quanto custa pegar a barca, se vale a pena ir para Niterói, coisas mais voltadas para serviço mesmo.

SD: E quando vai ao ar?

Maira: Nós vamos fazer o lançamento do desempacotando Rio de Janeiro em 26 de abril com um grande boom, com mídias sociais, oferecendo desconto para pessoas irem à cidade.

Hoteis.com

Página do hoteis.com

SD: Falando em mídias sociais, como é a presença do hoteis.com na rede?

Maira: Nós investimos muito no Twitter. A gente vai lançar agora uma promoção de descontos em hotéis para nossos seguidores. Tivemos ontem a promoção ‘Se você fosse tirar férias, para onde iria?’, e o legal é que a gente tem um mundo de informações que a gente quer prestar serviços também. Vamos começar campanhas de email marketing também, a primeira oferecendo 15% de desconto para toda a nossa base de hotéis. A gente quer que a pessoa realmente use e conheça a ferramenta, porque sabemos que a viagem é uma construção, não é uma compra imediata.

SD: Eu vejo que uma parte do público brasileiro ainda é meio desconfiado de fechar um pacote inteiro pela internet, sem ter contato com um vendedor. Como vocês se adaptaram a essa realidade?

Maira: Eu acho que essa mudança de comportamento começa a vir através do colaborativo. Se você entra no site e vê que 50 pessoas já ficaram naquele hotel, você começa a perder a desconfiança. A gente tem 50 agentes no nosso call center no Brasil, em português, e temos um número 0800, que a pessoa não paga nada para ligar. Entendemos que o Brasil tem uma outra cultura, mas a gente quer mostrar que pessoas independentes conseguem vantagens diferenciadas. Por isso a gente escolheu o Riq, que é a tradução disso, um desbravador.

SD: E qual o relacionamento de vocês com os blogueiros? Existe alguma ação específica voltada para essas mídias sociais?

Maira: A gente contratou uma assessoria de imprensa especializada em mídias sociais, a mesma do google. Em primeira mão, a gente quer fazer um encontro dos blogueiros de viagem com o Riq, fazer um fórum de tendências e ferramentas, discutir o que se fala no mundo de viagens. A ideia é promover esse encontro com o Ricardo e até comigo, como empresa, para discutir e, principalmente, ouvir os blogueiros. O que vocês sentem que está faltando, como é a nossa ferramenta…

SD: Acho que é legal porque é uma troca boa, a gente passando nosso ponto de vista para vocês e vocês mostrando a visão da empresa…

Maira: É até interessante você falar isso, porque ontem a gente lançou no Twitter uma ação onde, a cada semana, a gente vai dar a dica de um blog de viagem diferente. Essa semana foi o Vambora e semana que vem a gente quer selecionar outro. Queremos criar um engajamento, porque não é só a gente que fala. Tem gente que fala tanta coisa legal…

SD: Existe algum projeto de criação de um programa de afiliados, que possa gerar receita através de pesquisas ou anúncios nos blogs?

Maira: Sim, estamos desenvolvendo o programa e devemos lançar ainda em 2010, com funcionalidades mais interessantes do que a gente vê no mercado. É a nossa filosofia, a empresa gosta muito de se planejar e talvez até esperar um pouco mais do que lançar qualquer coisa e não ter uma imagem. A gente preza muito pela imagem da companhia e pelo serviço. Então com certeza teremos um programa assim, temos total interesse nisso.

SD: Mas já existe algum esboço de como seria o programa do hoteis.com?

Maira: A ideia é que o próprio blogueiro tenha liberdade para oferecer coupons de desconto no seu blog, não só as tarifas, isso em uma ferramenta que o próprio editor do site gera, customizada para o tamanho que ele quiser, e com o tipo de coupon desconto que ele está oferecendo.

Assista ao primeiro episódio do Desempacotando Nova York

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Leia mais sobre o Desempacotando RJ no site do Riq Freire.

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

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Hotéis diferentes – passando o maior aperto

Posted on 11 March 2010 by Pedro Serra

Havia deixado um pouco de lado os meus posts sobre lugares diferentes ao redor do mundo. Pois bem, chegou a hora de retomar as listinhas. Separei aqui alguns hotéis para aqueles que não tem problemas com lugares apertados.

Null Stern Hotel – Teufen, Suiça

Null Stern Hotel

Null Stern Hotel

Quando os próprios artistas que conceberam o hotel afirmam que “a única estrela aqui é você”, já dá para se imaginar o que te espera. O Null Stern é um antigo abrigo nuclear que foi transformado em um hotel “zero estrelas”, prontinho para receber até 14 visitantes que queiram pagar cerca de R$41 pela experiência.

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The Jail – Mount Gambier, Australia

Jail backpackers

Jail backpackers

O local funcionou como um presídio lá por volta de 1860 e hoje serve de albergue para os viajantes que buscam a natureza desta região da Austrália. Você pode se hospedar em celas para até quatro pessoas, e curtir um bom programa na televisão enquanto navega na internet no local onde antes funcionava a capela. Os donos do local, um australiano e uma suiça, que um dia foi mochilar por aquelas bandas e nunca mais voltou, raramente são vistos no local, mesmo quando estão por lá… por isso mesmo adotaram um sistema de auto check in. Próximo ao albergue, há bons lugares para passear, surfar, mergulhar e até praticar sandboard.

Napier Prison – Hawkes Bay, Nova Zelândia

Napier prison

Napier prison

Bom, o que se pode esperar de um albergue que é uma prisão? Quartos apertados, banheiros distantes… a ideia aqui não é conforto, e sim a experiência de se hospedar em uma prisão. A única recomendação que eu posso fazer é… don’t drop the soap.

Dasparkhotel – Ottensheim, Austria

Dasparkhotel

Dasparkhotel

O local não poderia ser melhor, os quartos ficam localizados bem no meio de um belíssimo parque, cercado de verde por todos os lados. O único problema é que as acomodações não passam de manilhas de concreto com uma cama dentro. Esqueça televisão, frigobar, banheiro e afins… o negócio aqui é para quem só entra no quarto na hora de dormir. A ideia partiu de Andrea Strauss, uma austriaca recém-formada na faculdade de artes que buscava um conceito de hospedagem minimalística que fizessem sentido economicamente. A reserva é feita pela internet, o hóspede recebe um email com o código para abrir a porta e o pagamento é simples, basta deixar no quarto a quantia que você achar justa.

Capsule Inn Akihabara – Tóquio, Japão

capsule Inn

capsule Inn

Já que estamos falando em lugares apertados, não posso deixar de escrever sobre os famosos hotéis cápsula do Japão. Conforme falei em outro post sobre hotéis diferentes, este tipo de hospedagem está fazendo escola, e já há hotéis-cápsula em alguns aeroportos da Europa. O Capsule Inn está localizado em Akihabara, o centro da informática em Tóquio, com milhares de lojas de equipamentos eletrônicos. O hotel possui 169 quartos (sendo 140 para homens e 29 para mulheres, em andares separados) com medidas de 1m x 1m x 2m, ou seja, um metro de largura, um metro de altura e dois metros de profundidade. As comodidade são, bem, uma cama, uma televisão, um rádio e um relógio. Mas o fato é que você só vai entrar lá na hora de dormir.

The Kromme Roake - Eenrum, Holanda

Kromme Roake

Kromme Roake

Este hotel de um quarto só se gaba de ser o menor do mundo. É a grande atração em uma cidade que, conforme o próprio site do estabelecimento coloca, tem apenas três cafés, um fabricante de velas e um museu da mostarda. Apesar de pequeno, o apartamento é bem arrumadinho, com banheiro, cozinha, quarto… na recepção (para quê uma recepção eu não sei) há 40 escaninhos com números de quartos, mas apenas o primeiro está ocupado, exatamente com a chave do quarto número um.

The One Hotel Angkor – Camboja

The One Hotel Angkor

The One Hotel Angkor

Outro hotel de um apartamento só, mas aqui, o luxo está por todos os lados. Ao chegar, você recebe um Ipod, um Ibook, um telefone celular… tem um chef à disposição, Spa, Jacuzzi. Ou seja, tudo que um megaresort oferece, só que você é o único a usufruir das mordomias.

Hotel Punta Grande – El Hierro, Ilhas Canárias

Hotel punta grande

Hotel punta grande

El Hierro já é a menor e mais remota das Ilhas Canárias, na Espanha, não bastasse isso, o Hotel Punta Grande ainda fica em um costão bem na ponta da cidade e, além disso, manteve durante anos o título de ‘o menor hotel do mundo’ gravado no Guiness. São quatro apartamentos double espalhados por 600 metros quadrados. Aqui, nada de luxo ou serviços, e o prédio ainda fica na beira de um penhasco, a mercê das ondas, que muitas vezes batem nas paredes laterais.

Falei em outro post sobre o hotel em um avião na Suécia sobre os Yotel, a versão inglesa dos cubículos japoneses, então clique aqui para conferir. Se você acha que o frio é psicológico, então dê uma olhada nestes hotéis de gelo aqui.

Veja outros posts da série Lugares Diferentes:

Restaurantes onde a comida não é a atração principal

Hotéis de gelo: para quem acha que o frio é psicológico

Plataformas para quem não tem medo de altura

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Lisboa tem os melhores albergues do mundo

Posted on 28 January 2010 by Pedro Serra

Travelllers House

Travelllers House, em Lisboa: bicampeão mundial

Se você quer ficar nos melhores albergues do mundo, então o seu destino é Lisboa. A capital portuguesa é a casa de cinco dos “top ten worldwide hostels” condecorados este ano com o “HOScar”, premiação internacional promovida pelo site Hostelworld.com, incluindo o grande campeão Travellers House Hostel, além dos segundo e terceiro colocados. É o segundo ano consecutivo que o Travellers House fica com o título de “melhor albergue do mundo”. Para isso, teve que vencer cerca de 23 mil concorrentes em todo o mundo, que competiam pelos votos de mais de um milhão de visitantes do site.

– Nós trabalhamos com paixão, aqui. Estamos muito orgulhosos de ganhar o ‘top hostel’ pelo segundo ano seguido. As pessoas que trabalham se divertem com os hóspedes e fazem o máximo para mostrar-lhes o melhor que a nossa cidade tem para oferecer – disse João Pires, gerente do albergue.
(Assista a um vídeo sobre o albergue)

Com o Rossio Hostel e o Living Lounge Hostel fechando o pódio, e com o Lisbon Lounge e o Lisboa Central Hostel aparecendo em sétimo e décimo, respectivamente, a capital portuguesa merece o título de melhor lugar para os mochileiros se hospedarem no mundo.

Aqui na América Latina, quem ficou com todos os prêmios foram nossos hermanos argentinos. O campeão foi o Hostel Lao, em Mendoza, seguido pelos albergues da capital Buenos Aires American del Sur e Hotel Estoril.

Confira o ranking dos albergues
Top 10 albergues no mundo

1. Travellers House, Lisbon, Portugal
2. Rossio Hostel, Lisbon, Portugal
3. Living Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
4. Academy Hostel, Florence, Italy
5. Carpe Noctem, Budapest, Hungary
6. The Riverhouse Backpackers, Cardiff, Wales
7. Lisbon Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
8. Greg & Tom Hostel, Krakow, Poland
9. The Naughty Squirrel Backpackers Hostel, Riga, Latvia
10. Lisboa Central Hostel, Lisbon, Portugal

Melhores albergues por continente:

North America:
1. ACBB Hostel Niagara, Niagara Falls, Canada
2. USA Hostels San Diego, San Diego, USA
3. Clarence Castle, Toronto, Canada

Latin America:
1. Hostel Lao, Mendoza, Argentina
2. American del Sur Hostel Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
3. Hostel Estoril, Buenos Aires, Argentina

Asia:
1. Sitting on the City Walls Courtyard Hostel, Beijing, China
2. Chinese Box Courtyard Hostel, Beijing, China
3. Nagasaki International Youth Hostel AKARI, Nagasaki, Japan

Oceania:
1. Jailhouse Accommodation, Christchurch, New Zealand
2. Sydney Central YHA, Sydney, Australia
3. Backpack Oz, Adelaide, Australia

Africa:
1. Dahab Dorms, Dahab, Egypt
2. Riad Massine II, Marrakech, Morocco
3. The Backpack & Africa Travel Centre, Cape Town, South Africa

Eastern Europe:
1. Carpe Noctem, Budapest, Hungary
2. Greg & Tom Hostel, Krakow, Poland
3. The Naughty Squirrel Backpackers Hostel, Riga, Latvia

Categorias especiais:
• Cleanest Hostel: Academy Hostel, Florence, Italy
• Best Staff: Riverhouse Backpackers, Cardiff, Wales
• Most Secure: Travellers House, Lisbon, Portugal
• Best Location: Academy Hostel, Florence, Italy
• Best Character: Living Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
• Most Fun: Carpe Noctem, Budapest, Hungary
• Most Improved: The South Beach Hostel, Miami, USA

Best Large Hostel (min 500 camas):
1. HI Chicago, Chicago, USA
2. Wake Up! Sydney Central, Australia
3. SmartCityHostels Edinburgh, Edinburgh, Scotland

Best Small Hostel (min 50 camas):
1. Hostel Majdas, Mostar, Bosnia & Herzegovina
2. Rossio Hostel, Lisbon, Portugal
3. Giovanni’s Home, Naples, Italy

Melhor cadeia de albergues:
1. Wombats
2. HI USA
3. Astor Hostels

Top Tour Company:
Allens Tours, Belfast, Northern Ireland

Best Tour:
Wild Wicklow Tour, Wicklow Ireland

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Ser fiel a um hotel pode ser vantajoso

Posted on 16 August 2009 by Pedro Serra

Ser fiel vale a pena. Pelo menos é isso que eu penso sempre que consigo viajar usando minhas milhagens.  Para quem viaja muito, saber que a cada três ou quatro vezes que você voar por uma companhia aérea vai conseguir uma outra passagem é um estimulo.  Pesquisando preços de hotéis e vantagens para a minha próxima viagem, vi que, além de ser fiel na poltrona de um avião, vale a pena ser fiel também traz vantagens na cama… de um hotel.

Os programas de fidelidade de grandes redes de hotéis vêm ganhando cada vez mais espaço no Brasil. O sistema pode ser igual ao das companhias aéreas, com troca de pontos por vantagens, ou funcionar mais como um clube: você paga uma taxa de adesão, uma anuidade e pode usufruir de diárias e descontos nos hotéis da rede, dependendo aí da data, do tempo de permanência e tal. Cada empresa possui um modelo diferente. Grandes redes hoteleiras, como Marriot e Accor, viram nos clubes de férias uma oportunidade de aumentar a taxa de ocupação e manter os clientes fieis às suas confortáveis camas.

Uma observação aqui: achei algumas reclamações de um lado e elogios aos programas de outro. O fato é que, se você não estudar bem o que cada um oferece e verificar se ele atende às suas necessidades, pode acabar achando que não vale a pena. Veja bem o que cada empresa oferece, se realmente você vai conseguir usufruir de todos os benefícios do programa e se os hotéis oferecidos pela empresa ficam dentro dos seus roteiros de viagem. Conversei com meu amigo Roberto, agente da Rio Travel, que confirmou isso. Segundo ele, as vantagens estão lá e são reais, basta saber usar da maneira correta.

Royal Holiday - A empresa possui mais de 2 mil associados no Brasil e mais de 78 mil em todo o mundo.  Os principais destinos dos associados da Royal Holiday são as belas praias mexicanas de Cancun e Cozumel, mas os membros têm à disposição mais de 180 destinos em 52 países, além de 3 mil rotas de cruzeiro pelos sete mares. No Brasil, os membros podem usufruir de hospedagens que vão dos hotéris da rede Othon a charmosas pousadas em Búzios. O objetivo é “brindar benefícios através de grandes descontos ou roteiros que permitam aos sócios economizar nas viagens.” A associação funciona no esquema de anuidade e dá direito a hospedagens, descontos em tarifas aéreas e aluguel de automóveis, agência de viagem exclusiva etc.

Veja os hotéis da Royal Holiday em Cancun:
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Marriot - A americana Marriott, que em 1984 criou o Marriott Vacation Club, possui 30 milhões de associados em todo o mundo e disponibiliza mais de 300 hotéis em 22 países. Os associados ao Marriott Rewards acumulam pontos a cada dólar gasto nos hotéis do grupo. Pontos que podem ser trocados por hospedagens, aluguel de carro, passagens aéreas etc. Mas, segundo 0 vice-presidente de relacionamento com o cliente da Marriott International, Bob Behrens, 90% das trocas são feitas em hospedagem e 10% em bilhetes .

Accor – Segundo o executivo Emanuel Baudart, de cada três hóspedes dos hotéis do grupo, um é associado ao programa de fidelidade. Ele está convencido que o brasileiro viaja “muito mais do que o europeu” e, por isso, a empresa vem oferecendo desde março o programa AClub por aqui. Os hóspedes podem resgatar pontos em hotéis de nove marcas do grupo (Sofitel, Pullman, MGallery, Novotel, Mercure, Suitehotel, Ibis, All Season e Accor Thalassa), somando mais de dois mil estabelecimentos em dezenas de países, e trocá-los por hospedagem ou por milhas de companhias aéreas parceiras.

Exclusive Resorts – esse é para quem tem dinheiro sobrando e não fica satisfeito com apenas uma suite presidencial. O número de associados aqui é bem menor, apenas 3 mil, mas também, quem é que pode pagar uma inscrição que vai de US$ 40 mil a US$ 120 mil e ainda desembolsar anualmente algo entre US$ 14 mil e US$ 60 mil? O diferencial aqui é o tipo de hospedagem: mais de 350 residências de luxo distribuídas por Europa, EUA, Costa Rica, México, Argentina e Tailândia.

Veja o vídeo de apresentação da Exclusive Resorts
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Hyatt: Aceita qualquer data do ano para troca de pontos por reserva-prêmio, que pode ser feita para qualquer categoria de apartamento, de acordo com o saldo acumulado. Os pontos são acumulados com os gastos feitos nos 735 hotéis e resorts Hyatt em 44 países em todo o mundo, e podem ser revertidos em milhas para uso em mais de 30 empresas parceiras.

IHG: Os pontos acumulados no programa não expiram e podem ser convertidos em produtos, certificados de compras e milhas para mais de 40 companhias aéreas, além de aluguel de carros. O programa permite ainda a transferência e compra de pontos. A inscrição é gratuita e pode ser feita pelo site ou nas recepções dos hotéis das bandeiras IHG, que no Brasil são InterContinental, Crowne Plaza, Holiday Inn, Holiday Inn Express e Staybridge Suites.

Starwood: Com a promessa de acesso aos hotéis da rede sem restrição de datas, cada membro acumula pontos de acordo com a estada que podem ser trocados por noites extras grátis, milhas em companhias aéreas, acesso a lounges vips, upgrades e outros benefícios. O grupo Starwood reúne as redes Le Meridien, Four Points, Westin, The Luxury Collection, aloft, Sheraton, Element, St. Regis e W Hotels.

Sol Melia: O programa contempla hospedagens grátis, aluguel de carros, passagens aéreas e outros produtos.

Bristol: Para cada R$ 1 gasto em hospedagem (diárias), será atribuído um ponto Price Free ao cartão do titular. Os pontos são convertidos conforme a tabela de valores para alta e baixa temporada nos hotéis da rede Bristol. Além da pontuação por hospedagem, o programa dá benefícios ao hóspede frequente, como acúmulo de pontos; 15 minutos de business center gratuitos; early check-in às 10h e late check-out às 14h. A rede Bristol tem 21 hotéis no Brasil.

Golden Tulip: O acúmulo de pontos é computado de acordo com o valor gasto (diferenciado para euros, dólares e libras esterlinas). O programa permite a troca de pontos por itens que vão além de milhas e hospedagem, tais como presentes, eletrônicos, casa, cozinha, viagens, experiências. A Rede Golden Tulip no Brasil fez uma parceria com a loja virtual Submarino, para que os clientes troquem seus vouchers por produtos no site. A Golden Tulip reúne 12 unidades no Brasil.

Hotelaria Brasil: Cada diária paga dá direito a crédito de no mínimo dez pontos.  Hotelaria Brasil administra bandeiras próprias como Matiz (3 e 4 estrelas) e bandeiras internacionais como Best Western e Sol Inn, do grupo Sol Melia.

Fonte: Jornal O Globo, Revista Isto É e sites das empresas.

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Lugares diferentes: para quem acha que o frio é psicológico

Posted on 18 March 2009 by Pedro Serra

Que tal passar a noite deitado sobre uma cama de gelo instalada em um quarto onde as temperaturas podem chegar a –5 graus? Se interessou? Pois é, tem maluco para tudo…

Ice Hotel

Ice Hotel

Separei aqui alguns dos mais famosos hotéis de gelo e neve. Nos primeiros, fiz questão de falar mais sobre a infra-estrutura e os serviços oferecidos para vocês terem uma ideia melhor do que é se hospedar em um hotel de gelo. Mais para o final, coloquei apenas uma pequena descrição, pois todos oferecem mais ou menos a mesma coisa: hospedagem, bar, restaurante, sauna, capela, galeria de arte e instalações aquecidas. Para visitar as páginas dos hotéis, basta clicar no nome deles.

Ante de vermos os hotéis, um quadrinho com dicas de como se vestir para aguentar temperaturas de até -6 graus:

Como se vestir em um hotel de gelo

Como se vestir em um hotel de gelo

Ice Hotel – Jukkasjärvi, Suécia

Começamos com o pioneiro Icehotel, que inspirou todos os outros. Localizado no Rio Torne, em Jukkasjärvi, Suécia, o hotel teve o seu começo em 1990 como um grande salão de exposição de arte em forma de iglu. Os visitantes, porém, começaram a passar a noite dentro do salão protegidos por casacos de pele e sacos-de-dormir. A moda pegou e, para a temporada seguinte, os organizadores resolveram criar um lodge para hospedar os visitantes. A cada ano, 5 mil toneladas de gelo são retiradas do rio Torne para dar vida a este monumento à água em estado sólido, que mereceu o título de uma das sete maravilhas da Suécia.

Ice Hotel

Ice Hotel

Com quase 20 anos de existência, o Icehotel cresceu e apresenta quartos luxuosos, um bar onde até os copos são de gelo e até uma igreja, onde são celebrados casamentos e missas. O hotel fica aberto à visitação do público durante o dia e fecha às 18h para a entrada dos hóspedes que vão passar a noite. As malas são deixadas na portaria e guardadas em uma área aquecida. Banheiros e quartos para trocar de roupa também são aquecidos. Os hóspedes dormem em sacos de dormir cobertos com um colchão e pele de rena.

Para os que não conseguem agüentar o frio da noite, o Icehostel oferece chalés e lodges aquecidos. Eles inclusive recomendam que você intercale acomodações frias e quentes, ficando o primeiro dia no hotel de gelo e desfrutando o resto da estadia relaxando em um quarto mais quentinho.

Ice Sculpture

Ice Sculpture

Um pacote de três dias saindo de Londres sai por 970 Libras, ou uns R$ 3 mil, incluindo parte aérea, traslados, uma noite no hotel de gelo e duas em quarto aquecido. Clique aqui para conferir os preços.

Lapônia, na Finlândia, além de ser a casa de Papai Noel, parece ser também a terra das construções de neve. Nada menos do que três complexos turísticos feitos de nada mais do que água congelada povoam a paisagem desta fria região do norte.

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

LummiLinna – Lapônia, Finlândia

LummiLinna, o castelo de gelo da cidade de Kemi, localizado no Golfo de Bothnia, é um complexo turístico com um hotel de 18 quartos, lounge aquecido, capela, restaurante e galeria de arte com esculturas de gelo. Contruido pela primeira vez em 1996, a área coberta pelo castelo tem variado de 13 mil a 20 mil metros quadrados, com uma construção de três andares. A torre mais alta construída tinha 20 metros de altura e a muralha mais longa, 1.000 metros.

Kemi restarant

Kemi restarant

A entrada para conhecer as instalações fica em 7 Euros. Para se hospedar no hotel, um quarto doublé sai por 130 Euros por pessoa. No restaurante, um ‘banquete real’, com uma sopa de entrada, um rosbife com batatas de prato principal e um chocolate quente de sobremesa, sai por 43 Euros. O hotel fecha em 12 de abril.

Clique aqui para fazer um tour virtual

Lainio SnowVillage – Lapônia, Finlândia

Todo ano, cerca de mil caminhões cheios de neve são usados para criar esse complexo de 7.500 metros quadrados. No hotel da SnowVillage, as temperaturas ficam entre 0 e –5 graus, mas os hóspedes podem desfrutar de um porão aquecido, com sauna , banheiros, lareira e alguns quartos. Enquanto no IceBar você desfruta de um drink quente em copo de gelo, no restaurante Lainio Krouvi você conhece a culinária local em um ambiente aquecido.

Os preços ficam em 180 Euros por pessoa em quarto single.

Igloo Village Kakslautanen – Lapônia, Finlândia

O hotel Kakslautanen é um pouco diferente dos outros, além de funcionar durante todo o ano, com chalés e restaurantes em estruturas fixas, a estrutura montadas para o inverno são individuais… pequenos iglus feitos de gelo ou vidro.

Igloo village

Igloo village

Enquanto do lado de fora as temperaturas podem chegar a –32 graus, dentro do iglu o hóspede fica ‘quentinho’ a, no máximo, -6 graus. As pequenas construções podem abrigar de 1 a 5 pessoas (quanto mais gente, mais quente). Para começar a manhã, há uma sauna dentro da vila, de onde, por um buraco no chão, pode-se mergulhar no rio gelado.

Igloos de vidro

Igloos de vidro

Quem preferir se hospedar no iglu de vidro, poderá desfrutar da vista para as luzes do norte e uma noite estrelada. Aqui, a temperatura fica acima de zero, graças aos vidros térmicos que protegem o hóspede.  Quem está hospedado no gelo e quiser apreciar a vista sem sentir frio, há ainda uma pirâmide de vidro de oito metros de altura bem no meio da.

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Hôtel de Glace – Quebec, Canadá

Há uns 10 quilômetros da cidade de Quebec fica o primeiro e único hotel de gelo das américas. Em sua primeira versão, em 2000, eram apenas 22 camas. Agora, já são 85, todas cobertas com pele de veado. Apenas os banheiros são aquecidos.

Hotel de glace

Hotel de glace

Para construir a estrutura, são usadas 5 mil toneladas de gelo e 15 mil de neve, formando arcos de até 6 metros sobre os quartos.

O hotel fica dentro do Duchesnay Winter Resort e, além da hospedagem, tem uma boate (N´Ice Club), um café, um escorrega de 15 metros e uma capela.

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Bâlea Lake Ice Hotel – Transilvânia, Romênia

Em 2006 foi construído o primeiro hotel de gelo do leste europeu. Incrustado nas montanhas Făgăraş, na Transilvânia, terra do famoso conde Drácula, a uma altitude de 2.034 metros, o Bâlea Lake Ice Hotel só é acessível através de teleféricos. A construção não é tão vultosa quanto as anteriores, apenas 10 quartos e uma pequena capela.

Ice hotel balea

Ice hotel balea

Noruega

Bjorli Ice Lodge – Bjorli, Noruega

Localizado em uma reserva natural no norte da Noruega, uma das principais atrações deste hotel de gelo é a natureza. Uma das recomendações feitas aos visitantes que têm sono leve é a de levar earplugs, para evitarem ser acordados pelo barulho do gelo estalando e dos lobos uivando à noite.

O preço para três dias, sendo um no hotel de gelo e dois em uma suite quentinha no Bjorligard Hotel fica em R$ 3,6 mil reais.

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Kirkenes Snow Hotel – Kirkenes, Noruega

O Korkenes foi construido pelo mesmo arquiteto responsável pelo Lainio Snow Village e traz todas as atrações do seu irmão: capela, quartos, bar, neve e muito gelo.  As diárias começam em 150 Euros por pessoa.

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Alta Igloo Hotel – Alta, Noruega

Com uma área de 2 mil metros quadrados, o hotel oferece aos visitantes 30 quartos (com temperaturas de até -6 graus), bar, restaurante, capela e sauna.

O preço de um pacote de pernoite fica em R$ 750, com jantar, hospedagem, sauna, café da manhã e traslado.

Alta igloo

Alta igloo

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Sexo na varanda de hotéis de luxo vira moda no Rio

Posted on 18 February 2009 by Pedro Serra

Peladoes no Fasano

Peladoes no Fasano

Parece que os gringos realmente deixaram o pudor de lado… depois dos alemães que trocaram de roupa no meio do aeroporto de Salvador, a moda agora é praticar o vuco-vuco nas varandas dos hotéis da orla carioca.

Semana passada um paparazzo flagrou cenas de sexo explícito na sacada do hotel Fasano de Ipanema. Eu tive acesso a todas as fotos, que não posso publicar aqui… primeiro porque não tenho autorização do fotógrafo, segundo porque este não é um site pornô. Mas, só para dar uma ideia, a moça parecia fazer ioga em uma cadeira enquanto o cara, de barraca mais do que armada… bom, vocês entenderam. No final, eles foram aplaudidos e saíram rindo e agradecendo ao público.

Segundo a reportagem do jornal Extra, isso está virando rotina:  ‘Nesse verão, calorzão na varanda, quase toda noite tem. Eles estão pagando uma bolada, é a fantasia do cara. Mas de dia foi a primeira vez que eu vi’ – conta Paulo Alves, de 40 anos, que trabalha no quiosque em frente ao Fasano.

E não foi só no Fasano não. Fotógrafos que cobriam a visita de Tom Cruise à cidade flagraram um outro hóspede, que tentava fazer fotos da sacada totalmente nu. Sua mulher só vestia lingerie.

Não sei não, mas acho que nesse quesito os europeus são bem mais liberais que a gente. É só ver que lá fora as praias de nudismo são muito mais comuns e que o topless é feito em qualquer praia, enquanto que no Brasil teve até gente presa por isso há pouco tempo. Bom… aí os caras chegam aqui, nós temos a fama de liberais (embora na verdade sejamos bem conservadores nesse quesito) e se soltam.

Acabei de lembrar de outro exemplo que ilustra bem isso… a Holanda recentemente liberou os casais de fazer sexo nos parques do país. É só lembrar de recolher as camisinhas depois e não fazer muito barulho para não incomodar a vizinhança que está tudo certo.

E você, já fez sexo na varanda de um hotel? O que acha da prática? Clique e deixe o seu comentário

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Albergues diferentes – do gigante dos céus aos cubículos de Londres

Posted on 17 January 2009 by Pedro Serra

divulgação

Jumbo Hostel, um 747 transformado em albergue - Foto: divulgação

Se você é daqueles que não consegue dormir dentro de avião, imagine usar um para se hospedar. Pois essa é a idéia por trás do Jumbo Hostel, um Boeing 747 transformado em albergue que fica estacionado em frente à pista do aeroporto Arlanda, na Suécia.

'Suite presidencial'

'Suite presidencial'

Ok, a vista pode não ser lá essas coisas, as janelas são pequenas e os banheiros apertados, mas a idéia me parece bem interessante. O avião foi dividido em 28 quartos para até quatro pessoas. A lotação do albergue é de 72 hóspedes, sendo que desses, dois poderão curtir a ’suite presidencial’, que fica no cockpit. O painel de controle, com todos os comandos e mostradores, foi mantido no lugar e, para brincar de ‘comandante’, o preço fica em 1.350 coroas suecas, mais ou menos uns R$ 385. Nos outros quartos, o pernoite sai por 350 coroas suecas, uns R$ 100.

O empreendedor por trás da ideia, o sueco Oscar Diös, está empolgado com a estréia do albergue: ‘ Além de oferecer mais uma alternativa para o pernoite no aeroporto, Estocolmo agora conta também com uma nova atração de peso. Isto deve aumentar o interesse pela cidade e pela região. O interesse é imenso, de operadores de turismo e organizações por todo o mundo’, conta ele, talvez exagerando um pouquinho.

O lounge

O lounge

O avião onde o Jumbo Hostel está instalado foi construido em 1976 e estava aposentado desde 2002 nos fundos do aeroporto. Para os próximos meses, quatro novos quartos estarão disponíveis aos visitantes, sendo que estes serão instalados no compartimento de motor do 747; Outra novidade, prevista para a primavera, é que os hospedes poderão usar as asas como um deque panorâmico.

Os primeiros hóspedes fizeram o chek-in no dia 15 de janeiro

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Do gigante dos céus às capsulas ao estilo japonês. A novidade nos aeroportos de Heatrow e Gatwick, em Londres, e Schiphol, em Amsterdam, são os Yotel, pequenos hotéis com cubículos para quem procura praticidade. A cabine premium tem apenas 10 metros quadrados, a standard, que sai a 69 libras (R$220), apenas 7 metros quadrados. Mas isso não quer dizer que você não vai ter conforto. Segundo o site do Yotel, você terá ‘tudo o que espera em um hotel de luxo, em um pequeno espaço’.

Yotel

Yotel

Só para dar uma idéia, as cabines premium têm local para guardar malas acima da cama, uma mesa de trabalho retrátil, com conexão para acesso gratuito à internet, uma TV de plasma com diversos canais a sua escolha, serviço de quarto 24 horas e uma cama que vira sofá ao toque de um botão.

Clique nos links para fazer um tour virtual de 360 graus nas cabines:

Premium
Lower Standard Cabin
Upper Standard Cabin

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Procon faz operação para fiscalizar hotéis e autua quatro no primeiro dia

Posted on 14 January 2009 by Pedro Serra

Hotel Praia Ipanema

Hotel Praia Ipanema

O Procon-RJ (Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor do Rio de Janeiro), começou nesta segunda-feira a chamada ‘Operação Hotéis’, para fiscalizar os estabelecimentos nessa época de lotação máxima. Logo no primeiro dia, quatro hotéis foram autuados.

Os ficais do órgão estão verificando se os hotéis, motéis e pousadas cumprem as regras do Código de Defesa do Consumidor. Eles não falaram nada sobre albergues, mas acredito que encontrariam muitas irregularidades em termos de documentação, já que a grande maioria desses estabelecimentos não tem alvará. Os ‘quesitos’ da fiscalização são qualidade dos alimentos, emissão de nota fiscal, medidas de orientação contra acidentes, permanência de salva-vidas nas piscinas, acessibilidade para idosos e portadores de necessidades especiais e a exposição de cartazes sobre hospedagem de menores desacompanhados e advertências sobre exploação sexual de crianças e adolescentes.

Sheraton

Sheraton

O coordenador de fiscalização do órgão, Marco Antônio da Silva, disse ter escolhido janeiro para realizar a operação porque é a época em que os hotéis estão mais cheios e aumenta o número de reclamações:
‘Em razão desse período de férias, aumenta um pouco o número de reclamações relativo a hotéis, motéis e pousadas no Procon. Então, para evitar esse aumento, o subsecretário do Procon-RJ, José Teixeira Fernandes, determinou que nós fiscalizemos hotéis e motéis do Estado, principalmente na cidade do Rio, que é o foco dos turistas’. Ele disse ainda que o maior problema dos estabelecimentos está na manipulação de alimentos na cozinha.

Neste primeiro dia da “Operação Hotéis”, os fiscais do Procon inspecionaram sete hotéis da zona sul do Rio e autuaram o Praia Ipanema, o Marina e o Marina All Suites, em Ipanema, e o Sheraton, no Leblon. Os agentes encontraram nas cozinhas desses estabelecimentos produtos com prazos de validade vencidos, entre eles, sucos, linguiças, queijos e cervejas.

Os hotéis que estiveram descumprindo as regras terão até dez dias para se adequarem. A multa pode variar de R$ 300 a R$ 5 milhões. A Operação Hotéis será realizada até o próximo dia 23 em cerca de 60 estabelecimentos flumineneses.

Se tiver notícia de outros hotéis na lista negra, atualizo o post.

E você, tem alguma reclamação sobre algum hotel na cidade??? Clique e comente

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Uma mochila nas costas e uma idéia na cabeça…

Posted on 26 February 2008 by Pedro Serra

backpacking in EuropeMochilar pode parecer tão simples quanto colocar uma mochila nas costas, pegar um avião, ônibus ou trem e ir… e realmente é, basta ter um dinheirinho no bolso e a vontade de aventurar-se. Como disse o fundador da Lonely Planet, Tony Wheeler, na introdução do seu primeiro guia de viagens, Across Ásia on the Cheap, “tudo o que você tem a fazer é decidir ir, e a parte mais difícil já está resolvida. Então vá!”.

Quando fiz a minha primeira viagem de mochilão pela Europa (foto), há quatro anos, fiquei dias lendo sites de dicas na internet, planejando roteiros, reservando albergues, vendo os dias grátis de museus. Pois bem, foi só eu chegar a Madrid que tudo foi esquecido e eu passei a viver um dia de cada vez: mudei os albergues, estiquei a minha estada em Amsterdam, diminui o tempo em Paris, visitei menos museus e passei mais tempo com os locais. Hoje, quando olho para trás, vejo que deixei de visitar diversos lugares que gostaria simplesmente por desorganização, mas sei também que, caso tivesse seguido todo o roteiro que preparei, minha viagem teria sido um saco, como aquelas excursões da CVC organizadas para velhinhos.

Lonely PlanetA minha sugestão então é, leia as dicas, mas não se prenda muito nisso. Elas serão muito úteis, mas cada um vai selecionar aquelas que têm mais a ver com o seu estilo de viagem. Eu vou começar pela mais básica de todas: compre um guia de viagens. Na minha humilde opinião, os da Lonely Planet são os melhores, mas os da Frommers também são muito bons, apenas não tão voltados para os mochileiros. Nestes guias você vai encontrar mapas, dicas de albergues, restaurantes, museus, boates e atrações, além de diversas referências históricas do lugar. Nesta minha viagem pela Europa, devo confessar que abri o guia poucas vezes, já que acabava pedindo as dicas dos locais e outros viajantes, mas sempre que precisei da sua ajuda, ele estava lá. Para ajudar na sua escolha, leia o post “Com que guia de viagem eu vou” aqui no Sem Destino.

Quanto ao destino, devo dizer que não sou muito a favor de conhecer diversos lugares em uma única viagem. Fiquei dois meses e meio na Europa, poderia ter conhecido sei lá quantas cidades, mas não troco por nada os meus dias relaxados na praia em Barcelona com os amigos que fiz por lá. Ainda me correspondo com eles e duas amigas minhas da Eslovênia já vieram me visitar. Acho difícil você criar este tipo de amizade se está pulando de um lugar para outro, além de não conhecer realmente a cidade e gastar muito tempo em ônibus, trem ou avião.

Locomoção – Definido o destino, é hora de pensar em meio de transporte. Para se deslocar dentro da Europa, uma das opções são as companhias aéreas low cost. Entre no site flylowcostairlines.org ou Skyscanner.net e pesquise os melhores preços. Talvez você até troque sua ida à Roma por uma viagem à Moscou por causa de uma promoção. Para dar uma idéia, meu irmão acaba de comprar para o ano que vem uma passagem Amsterdam / Berlim / Budapeste / Florença / Amsterdam por 250 Euros… em alta temporada. Uma passagem Amsterdam / Praga / Amsterdam está saindo por 100 Euros. Para vôos dentro dos EUA, tente o site da e.dreams e muitos outros, pesquise. Quando estiver organizando o itinerário dos vôos, aproveite para dar uma passadinha no site Frekfly, que oferece informações práticas sobre os aeroportos. Basta você colocar o aeroporto de saída e de chegada para saber o clima, a moeda local (e a taxa de conversão entre a moeda dos dois países), onde comer e se hospedar nas proximidades, além de fotos, depoimentos dos visitantes e a localização no GoooooogleMaps.

train stationOutra opção é fazer toda a viagem de trem, o que pode ser até parecer mais caro, mais demorado, mas nem sempre é. Confesso que gosto muito de viajar de trem – você pode ver os lugares por onde passa e conhece pessoas a bordo. O lado ruim é que as viagens podem levar algum tempo. De Madrid até Amsterdam, por exemplo, foi quase um dia inteiro. Para este tipo de viagem, você pode escolher um passe que cubra três países, quatro ou cindo países (que têm que ser fronteiriços) e uma combinação de dias e número de viagens. Os preços começam em 207 Euros para jovens abaixo de 25 anos, 270 Euros para adultos em grupos e 315 Euros para adultos sozinhos. Entre no site da Eurail e veja as possibilidades. E aqui vai uma pequena advertência, o Eurail não pode ser comprado na Europa. Você tem que comprá-lo antes de sair do Brasil. Nos Estados Unidos os trens também são uma excelente opção. Se você está em, digamos, Nova York, e quiser ir para Washington vai gastar uns US$130,00 em um dos trens da Amtrak.

Mas e aí, qual deles é melhor? Depende, as passagens de avião podem ser mais baratas, mas geralmente os vôos são para aeroportos longe da cidade, você gasta um tempão com check-in e tal e acaba, dependendo do vôo, se tem conexões, se desgastando muito mais. Lembre-se que em uma viagem de trem noturna você estará dormindo em uma cabine, descansado, além de economizar o dinheiro do albergue. Bom, há os ônibus também, bem mais baratos que os trens, porém mais lentos e menos confortáveis.

tramJá que estamos falando de locomoção nesta parte, vamos esgotar logo o assunto antes de passarmos para o próximo tópico. Quando você estiver dentro de uma cidade, nada de táxi. A maioria das cidades européias e americanas tem um excelente sistema de metrôs e ônibus, então por que você vai gastar o seu rico dinheirinho com essa bobagem? Apenas preste atenção na forma de pagamento. Em algumas cidades, não há roletas no metrô ou nos ônibus, ninguém te cobra nada, mas você tem que pagar mesmo assim, porque se o fiscal te pega sem o bilhete na mão, a multa é pesada. E não adianta falar com cara de bobo e sotaque de brasileiro que você não sabia… desconhecer as leis não é desculpa para não cumprí-las. Se não for muito – e eu me refiro aí a mais de 20 quarteirões – vá a pé. Não há melhor maneira de se conhecer uma cidade do que andando.

london undergroundPara ajudar na sua locomoção, pegue um dos muitos mapas disponíveis nos albergues, estações de metrô e guichês de informações ao turista (sim, eles têm isso por lá). Geralmente no começo parece impossível decifrar o mapa do metrô de Paris ou Londres, ou mesmo saber onde você está, mas depois que você aprende o macete da triangulação de ruas, fica tudo mais fácil.

A mochila – lembre-se que a sua mochila, para o bem ou para o mal, será a sua companheira inseparável de viagem. Nela você terá tudo o que precisa, mas qualquer coisa supérflua que colocar lá dentro vai acarretar em um peso extra que, após um dia inteiro de viagem, em um metrô lotado em Nova York, podem realmente te deixar estressado, ou pior, com uma baita dor nas costas.

Uma mochila de 75 litros é mais do que suficiente. Leve também uma outra, pequena, para usar no dia-a-dia. Quando for comprar a mochila, teste ela nas suas costas e veja se encaixa direito. Não é uma boa idéia levar nada de muito valor, já que você vai se hospedar em albergues e, por mais que nesses lugares eles disponibilizem um pequeno armário, nada garante que ele vai estar intacto quando você voltar do seu passeio até o Louvre. Já o dinheiro, os cartões e os documentos devem ficar o tempo todo com você, em uma daquelas pochetes que ficam junto ao corpo. Nada de deixar na mochila.

Vamos a uma pequena lista do que levar:

Despertador – porque você vai precisar acordar para horários de avião ou trens, ou para não perder o café da manhã do albergue, ou mesmo no trem, para não perder a estação.

Lençóis – alguns albergues cobram extra por eles ou, dependendo em que mafuá você for se enfiar, eles podem estar sujos, sei lá. Muitas pessoas recomendam levar, eu não levei e não tive problemas.

Lanterna – você vai entrar no quarto escuro, vindo de alguma boite, e não vai querer acender a luz e acordar seus companheiros de quarto, né?

Higiene – não preciso nem falar em escova e pasta de dentes. Lembre-se também que albergues não são hotéis e não terão shampoo e sabonetes esperando por vocês. Levem seus artigos de higiene básico. Leve também os medicamentos básicos que toma para problemas simples. Você não vai conseguir explicar o que é uma aspirina em Moscou, ou que precisa de um antiácido em Praga.

Garfo, faca, colher – para você comprar uma comida na rua e comer no albergue, ou fazer um piquenique no parque.

Caderno
– para escrever o telefone e email dos amigos que fizer, além de dicas de lugares para ir e qualquer outra coisa que você achar interessante.

Cadeado – para trancar as malas e fechar os armários nos albergues.

Documentos – não preciso dizer passagens, passaporte, eurail, reservas de albergues impressas. É bom tirar também a carteirinha de estudante internacional, não só pelos descontos, mas porque alguns albergues a exigem. Verifique também a exigência de vacinação em alguns países. Com esse surto de febre amarela, é capaz de mais países exigirem isso.

Eletrônicos – máquina fotográfica e MP3 player. Se o seu cartão de memória ficar cheio, há muitos lugares onde você pode passar tudo para CD. Mas não esqueça de pedir para checar o CD antes de sair, pois foi exatamente assim que eu perdi quase todas as minhas fotos da Europa.

mapLivros – Guia de viagem e, se você vai fazer muitas viagens de trem, talvez alguma coisa para ler nesses deslocamentos. Resista à idéia de levar livros para ler na viagem, geralmente eles voltam sem que você tenha lido uma única página, além de serem um grande peso na mochila.

Roupas – aí o negócio é mais complicado, porque depende muito do lugar para onde você vai, do clima, da sua personalidade e tal. O mais importante é você não se empolgar, pensar em roupas versáteis, leves, que sirvam tanto para o dia quanto para a noite. Uma boa idéias são as calças que viram bermuda. Pense menos na aparência e mais na utilidade das roupas, afinal você é um mochileiro. Outra dica é que os sapatos podem ser amarrados do lado de fora da mochila para ocupar menos espaço.

Você também pode levar umas camisas do Brasil, dessas baratinhas de camelô, para servir de moeda de troca ou para agradar algum amigo novo.

Hospedagem – se você é um mochileiro, você vai para um albergue. Há opções de hotéis baratos tanto nos EUA como na Europa, mas qual é a graça? Em um albergue você conhece pessoas de todos os países, descobre o que fazer, encontra companhia para passear pela cidade. Existem diversos sites onde você pode pesquisar albergues em todo o mundo, como o Hostel Bookers, o Hostel World, o Hostels of Europe e a Hosteling International, conhecida aqui no Brasil como albergues da juventude.

E como você vai escolher o seu albergue? É difícil se você não conhece a cidade saber se vai estar em uma boa localização. Complicado também é saber se o albergue realmente oferece aquilo que está sendo divulgado no site. Em Madrid, os banheiros do albergue que escolhi não tinham chuveiro, apenas uma banheira meio suja. Já em Paris, todo dia os caras vinham e recolhiam as camas onde eu e meu irmão estávamos dormindo exatamente às 8 horas da manhã (até hoje isso é um mistério para mim). Para tentar saber mais sobre o albergue, tente reservar diretamente com eles. Mande um email cheio de perguntas, ou melhor ainda, ligue e veja como é o atendimento (pelo Skype, claro, para não gastar uma fortuna). Geralmente, pelo atendimento você já pode sentir mais ou menos o que te espera.

Se você tem um orçamento apertado ou quer conhecer melhor a cultura dos países que vai visitar, aí a opção é ficar na casa de alguém por lá. Você pode até achar estranho se hospedar com uma pessoa que nunca viu antes, mas são cada vez mais comuns os sites de relacionamento no estilo do Orkut onde as pessoas se oferecem para receber viajantes em suas casas. Você vai lá, faz o seu perfil, começa a criar uma rede de amizades e, quando for planejar a sua viagem, simplesmente começa a procurar pessoas que combinem com você nos países que vai visitar. Os sites Couch Surfing e Hospitality Club são os mais conhecidos, mas há outros. Para saber mais sobre isso, leia o post “Surfando os sofás do mundo” no meu blog Sem Destino.

Carteiras de descontos – Algumas carteirinhas oferecem descontos em albergues, passes de trem, museus, teatros, restaurantes, etc. A mais conhecida é a Carteira Internacional de Estudantes, a mesma que temos aqui no Brasil. A Carteira do Alberguista oferece desconto em hospedagem em diversos albergues. Já a Carteira do Jovem é para aqueles que já não são mais estudantes, mas ainda não passaram dos 25 anos.

Alimentação – Isso vai depender do seu orçamento, mas se ele estiver apertado (como o da maioria dos mochileiros), tente escolher um albergue que ofereça café da manhã. Alguns albergues maiores, inclusive, não se incomodam se você fizer um sanduíche extra e colocar na mochila. A maioria possui também uma cozinha onde você pode preparar a sua própria refeição, fique ligado apenas nas regras em relação à geladeira. Compre uma garrafa d´água em um supermercado, longe dos locais turísticos. Digo isso porque a minha falta de programação me fez comprar uma bem em baixo da Torre Eiffel, pela bagatela de 5 euros.

Se você fuma, lembre-se que os cigarros na Europa e nos Estados Unidos são absurdamente caros, e que você está autorizado a levar até dois pacotes do Brasil.

Bom, dicas não faltam, mas acho que as principais estão aí. O resto é com vocês. Como falei no começo, não se prenda tanto no planejamento. Chegando lá, vai tudo mudar mesmo. Se você tiver um roteiro prevendo uma visita ao Van Gogh Museum no primeiro dia, vai encontrar um grupo de australianos no albergue e acabar em algum bar do Red Light District. E se tudo der errado e você estiver em Madri, sem dinheiro, dormindo no banco de uma praça as 7 da manhã esperando o seu vôo que só sai à meia noite (como aconteceu comigo), lembre-se que isso será uma excelente história para contar aos amigos quando você voltar para casa.

PS.:
Se você vai mochilar pelo Brasil e passar pelo Rio de Janeiro, leia o meu post “De Mochilão no Rio de Janeiro” e a “Lista de albergues do Rio de Janeiro”, que embora esteja um pouco desorganizada, é a mais completa da internet. Para quem escolheu São Paulo como destino, leia a “Lista de albergues e hotéis baratos em São Paulo“.

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