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Apesar do frio, Cataratas do Iguaçu são uma opção no inverno

Posted on 21 July 2010 by Pedro Serra

Estou indo para o Sul na semana que vem, e pensei em extender a minha viagem até as Cataratas do Iguaçu. O frio que faz por lá nessa época do ano, porém, me fez pensar duas vezes e pesquisar melhor se realmente vale a pena. Fui então atrás do pessoal da assessoria de imprensa da Cataratas do Iguaçu S.A., empresa que administra o parque onde estão as quedas d´água. Eles não só me encorajaram como ainda enviaram um release com fotos para comprovar que não era só papo de assessor. Vamos a ele então:

cataratas do iguacu no inverno

Grupo enfrenta o frio para ver as Cataratas do Iguaçu - Foto: Wemerson Augusto/divulgação

Turistas destacam o charme de visitar as Cataratas no inverno

“A baixa temperatura registrada no Sul nos últimos dias agradou aos turistas no Parque Nacional do Iguaçu. A mudança no clima tornou o passeio uma experiência mais especial. Isso porque as Cataratas ganharam a companhia de muita neblina, garoa e vento. O fenômeno mudou o comportamento dos visitantes.

Diferente dos dias quentes, quando os turistas preferem as passarelas e trilhas para observar as quedas “de pertinho”, desta vez o local mais concorrido é o mirante do elevador. Nele, os turistas observam e retratam o espetáculo da natureza em muitas fotos, sem descuidar de suas tocas, blusas, luvas e cachecóis.

Durante o inverno, o parque revela outros segredos da sua fauna e da flora. O florir do Ipê Roxo, árvore símbolo de Foz do Iguaçu, é um dos fascínios da estação. Já a umidade da floresta aumenta a sensação de proximidade com a natureza. A maioria dos animais, por sua vez, diminui as aparições. Os quatis, por exemplo, pensam duas vezes antes de saírem das tocas.

cataratas do iguacu no inverno

Do calor do norte para o frio do sul - Foto: Wemerson Augusto / divulgação

Um grupo de paraenses foi surpreendido pelo frio nas Cataratas. Os amigos saíram há poucos dias do Norte sob uma temperatura de 35 graus. “Nós estávamos lá no maior calor e chegamos aqui, esse frio lascado. A mudança foi brusca e interessante. É uma oportunidade para muitos nortistas sentir o que são as Cataratas no inverno”, destacou Adelson Barra, guia de turismo em Belém (PA).

Para o casal de advogados Gesiani e Frankmar Sousa, o passeio foi espetacular. “Não poderia ser melhor. Foi excelente. Viemos pra cá pra comemorar o término de nossa faculdade. Entregamos o nosso trabalho de conclusão em um dia, no outro, embarcamos para conhecer este lugar maravilhoso. Estamos muitos contentes de brindar esse momento com esta temperatura. As quedas ficaram ainda mais bonitas”.

cataratas do iguacu no inverno

Pai e filho curtindo a vista das cataratas - foto: Wemerson Augusto

Já o biólogo Dorival e o filho Guilherme vieram de Bauru (SP) munidos de agasalhos para contemplar o vento nas passarelas e mirantes. “Andar pelas trilhas e sentir este clima é bem gostoso. Não é à toa que este cenário tem visibilidade internacional. Já fiz muitas viagens com meus alunos, mas nada se compara a esta”, revelou Dorival.

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A Copa do Mundo sobe o Morro da Urca

Posted on 02 July 2010 by Pedro Serra

morro da urca rio de janeiro

A vista do Morro da Urca - Foto: Pedro Serra

O Morro da Urca é a primeira parada do bondinho para quem vai ao Pão de Açucar. Lá, acontecem grandes shows, festas, uma bela virada de ano novo e, agora, uma animada transmissão dos jogos do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Aproveitando que trabalho na editoria de esportes e que tinha que descobrir um lugar legal para assistir ao jogo contra o Chile e fazer matéria para o jornal (sendo que já estava cansando da tal da Fifa Fan Fest), corri para o cartão postal. Nada menos do que 2 mil pessoas tiveram a mesma ideia que eu e as filas na entrada do bondinho estavam gigantes. Ainda bem que, graças ao meu crachá de repórter, passei na frente de todo mundo.

Deixo aqui o vídeo que eu fiz do passeio, o primeiro que eu realmente consigo acertar o encodamento em HD. Esse blog está ficando chique, com vídeos em High Definition (para assistir no melhor formato, siga o link para a página do Sem Destino no Vimeo.

http://www.vimeo.com/12987838
morro da urca

Torcida reunida - Foto: Pedro Serra

Lomadee, uma nova espécie na web. A maior plataforma de afiliados da América Latina

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Pessoas idiotas + balões = queimadas

Posted on 01 July 2010 by Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

O que faz um idiota com um balão??? No Rio de Janeiro, uma queimada que acabou com a vegetação de uma área de proteção ambiental, além de por em risco a vida de sei lá quantas pessoas. No dia seguinte ao grande estrago (que quem não viu pode se informar melhor aqui), o vai e vem de helicópteros tentando apagar focos de incêndio pelos morros da cidade ainda era intenso. Tirei um tempinho de minha volta diária pela Lagoa para fazer essas imagens.

http://www.vimeo.com/12713249

Se você conhece algum baloeiro, primeiro diga que ele é um idiota por mim, depois, ligue para o disque-denúncia (no Rio 21*2253-1177). Além de colocar um imbecil na cadeia (pois soltar balões é crime) e ajudar a salvar as florestas (e as pessoas) do estrago causado por um balão, você ainda pode descolar uns R$ 2 mil em recompensa.

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Veja abaixo um vídeo do YouTube com a queimada:

YouTube Preview Image

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Um gringo perdido no Rio de Janeiro

Posted on 16 May 2010 by Pedro Serra

Conheci o Seth durante minha última viagem a Paraty. Expatriado, trabalhando no Brasil em uma empresa do setor petrolífero, o gringo tinha chegado ao Brasil havia dois meses. Durante a viagem, eu e outro amigo conversávamos sobre os problemas do Brasil, especialmente sobre a falta de educação de algumas pessoas e do sentimento de que temos que levar vantagem em tudo, seja no trânsito ou na política. Seth ouvia a tudo calado, mas eu notava que ele estava silenciosamente concordando com tudo o que dizíamos e acho que só não falou nada por educação. Durante a viagem, ele me prometeu que enviaria um texto para ser publicado no blog. Agradeci, pensando que seria mais uma dessas pessoas que prometem colaborar com a página e depois desaparecem. Até que, na semana passada, recebi um excelente texto que conta todo o sentimento de um gringo tentando se adaptar à vida no Rio de Janeiro.

Seth desbravando a cidade

Seth desbravando a cidade

Confira abaixo o relato de Seth na versão que eu fiz em português. Para quem gosta de ler o original, copiei o texto logo depois:

“Nós já ouvimos essa história antes: rapaz viaja para uma terra estrangeira, ignorante da língua e da cultura, mas abraça o novo com vigor e rapidamente se adapta ao seu novo ambiente. Este sou eu… exceto pela parte do “rapidamente se adapta”. Cheguei no Rio há mais de três meses e, enquanto o choque inicial foi um esmagador tapa na cara, que talvez também me tenha aberto os olhos, a dor da transição ainda não evoluiu para o prometido êxtase cultural. Me sinto como uma chave quadrada em meio a milhares de buracos redondos. E não importa o que eu faça, não acho uma maneira de me encaixar a eles. Se mudar-se para um país é tão estimulante quanto muitos viajantes afirmam ser, eu seria o primeiro a levantar uma sobrancelha.

Eu não sei. Às vezes, quando me vejo reclamando que as pessoas no Brasil não fazem sentido, tento me lembrar que, na verdade, poucos de nós no mundo fazem. Se eu não entendo nem as pessoas do meu país, como posso eu entendê-las aqui, sem uma forma de me comunicar? Se eu pudesse, eu lhe diria novamente aquilo que você provavelmente já sabe: que a falta do idioma correto é uma grave desvantagem. Um cego pode falar como ele está se sentindo. Um paraplégico pode empurrar sua carreira de rodas para um restaurante e ter uma refeição com amigos. Um surdo pode ler o seu caminho através de um aeroporto e viajar para seu destino favorito. E um mudo ainda pode balançar sua cabeça em compreensão ao que os outros dizem. Eu não posso fazer nenhuma dessas coisas. Nesta cidade, me sinto tão útil quanto uma pequena criança chorona. Sim, eu gosto de reclamar (talvez muito e frequentemente) que aprender outra língua é difícil. Mas, em meio aos meus murmúrios, estou simplesmente observando que a vida isolado da normalidade é tão difícil quanto se pode imaginar. Mesmo para uma pessoa como eu, que afirma gostar dos desafios deste tipo de isolamento.

Paisagem na janela

Paisagem na janela - foto: Seth Miller

Como um americano, com pouco conhecimento além da vida rural onde cresci, passei a achar a nova vida nesta calorenta cidade à beira-mar bem frígida. Talvez seja apenas a falta de uma comunidade que eu conheça, como alguém que está longe da familiaridade do lar, mas as sutilezas e os problemas da cidade são grandemente amplificados. O que se tornou rotina para muitos no Rio de Janeiro, virou para mim um trabalho em aceitar coisas que eu não posso modificar. Coisas que eu não entendo. Das favelas aos seguranças, a uma fricção aqui que torna a vida mais difícil. Mas nessa dificuldade, eu também encontro esperança. Vejo uma mendiga na rua todos, ignorada e abandonada – simplesmente um produto da insanidade de um sistema que não está nem aí. Mesmo assim, ela sorri para mim. Eu vejo motoristas rudemente bloqueando o caminho de outros tentando se livrar da estagnação do tráfego irracional da cidade. Mesmo assim, em ma rara ocasião, um para, permitindo que eu atravesse a rua. Ou a pequena garota que eu conheci após a chuva. Aí está uma boa história…

Um dia eu estava voltando do trabalho, andando pela calçada em Botafogo após uma forte chuva. As ruas estavam alagadas com aproximadamente 20 centímetros de água. Sendo um gringo invencível, com pouca tolerância para esse tipo de inconveniência, eu já havia tirado meus sapatos para achar o meu caminho, descalço, pela água barrenta (Hoje estou convencido de que ignorância é coragem. O que eu vi boiando na água me fez ver a virtude da paciência). Conforme os minutos passavam enquanto continuava seguindo adiante e a água ia subindo a minha perna, uma garotinha de aproximadamente 7-8 anos apareceu do nada. Ela ficou parada às margens da calçada, calmamente olhando para o rio que eu havia acabado de cruzar na minha audaciosa corrida de volta para casa. E quando ela olhou para mim, eu parei. Era uma linda garotinha. Sem a necessidade de um idioma eu sabia que ela estava tentando chegar em casa. Carregava uma pequena bolsa, provavelmente da farmácia próxima. Apontei para o outro lado da rua. Ela confirmou com um aceno de cabeça. Estendi os braços, ela embarcou, e eu a carreguei para o outro lado, colocando-a na calçada seca. Ela apenas riu e seguiu o seu caminho. Esse episódio fez a minha vinda para o Brasil valer a pena. Sem necessidade de português.

Há bondade em todos. Se a fictícia raça superior de Hitler algum dia existisse, seria uma que incluisse todas as raças, pois cada uma tem sua força. Há alegria, bondade e generosidade aqui no Brasil como eu raramente experimentei antes. Algo que eu venho vagarosamente aceitando. A pequena garota me ajudou mais do que eu a ajudei. Ela foi a minha luz nesta cidade, me deu um propósito para estar aqui. Ela mais uma vez me lembrou que os que precisam de ajuda neste mundo são os que acabam dando mais.  Os que já abriram mão de algo sabem que são aqueles para quem se dá que fazem a vida valer a pena. Atualmente, estou morando no Rio de Janeiro. Por quê? Não sei direito. Mas. enquanto eu estou aqui, vou aprendendo aos poucos que, desorientado como fico neste lugar, eu às vezes preciso de ajuda. E se eu deixar o meu orgulho ficar no caminho de outros que me ajudam quando eu preciso, estarei tomando aquilo que não me é de direito: ajudar e ser ajudado. Menos que isso, e não seríamos humanos”.

Um gringo no Rio de Janeiro

O texto original, em inglês:

“We’ve all heard the old story before: a boy travels to a foreign land, ignorant of the languages and the culture, but then embraces the newness with vigor and quickly adapts to his new environment.  This is me…except for the “quickly adapts” part.  I have been in Rio now for over 3 months.  And while at first the shock was an overwhelming and perhaps eye-opening smack across the face, the pain of transition has not yet evolved into one of promised, cultural bliss.  I feel like that annoying, square peg amidst thousands of round holes.  And no matter what I do I can’t seem to make myself fit in.  If moving to another country is as exhilarating as many world travelers proclaim I would be the first to raise an eyebrow.

I don’t know.  Sometimes when I find myself complaining that people here in Brazil don’t make sense I try to remember that, in reality, few of us in this world do.  And if I don’t even understand people at home how am I supposed to understand them here without any way to communicate?  If I could, I’d tell you again what you likely already know: that the lack of the correct language is a grave handicap.  A blind man can say how he is feeling.  A lame man can roll his wheelchair into a restaurant to have a meal with his friends.  A deaf man can read his way through an airport to travel to his favorite destination.  And a mute person can still nod his head in understanding.   I can do none of these things.  In this city, I feel as useful as a small, whining child.  Yes, I like to complain (perhaps too much and too often) that learning another language is difficult.  But through my mutterings I am simply observing that life secluded from that of normality is as hard as one might imagine.  Even for a person such as myself who claims to enjoy the challenges of such isolation.

As an American, with little knowledge beyond my rural, homegrown ways, I have found the new life in this warm city by the sea to be quite frigid.   Perhaps it is simply the void of a community I know but, as someone who is away from the familiarity of home, the subtleties and blemishes of this city are greatly amplified.  What has become routine for many in Rio has for me become a chore in accepting things that I cannot change.   Things I don’t understand.  From favelas to security guards, there is a friction here that makes it difficult to live.  But in these difficulties, I also find hope.  I see a homeless lady on the street each day I pass by, ignored and abandoned—simply a product of the mind-twisting insanity of a machine that doesn’t care.  Yet she gives me a smile.   I see driver’s rudely blocking the paths of others trying to break free of the stagnation of irrational city traffic.  Yet on a rare occasion one stops to let me cross the street.  Or the little girl I met after the rain.  There’s a story…

One day when returning from work, I was walking along the sidewalk in Botafogo after a heavy rain.  The streets were flooded with probably about 20 cm of water.  Me, being an invincible gringo, with little tolerance for such inconveniences, had already taken off my shoes so as to wade barefoot through the grimy water.  (Ignorance is courage I now realize as what I saw floating in that water has me convinced of the virtues of patience.)  As the minutes passed while wading forward and the water continued to deepen around my knees I suddenly came upon a small girl.  Probably 7-8 years old, the little girl stood on the shore of the sidewalk calmly looking at the river of water I had just crossed in my brash rush towards home.  And when she looked at me I stopped.  She was a beautiful little girl.  And without the need for language I knew that she was trying to get home.  She carried a small bag.  I assume from the pharmacy nearby.  I pointed to the other side of the road.  She nodded.  I put out my arms.  She climbed on board.  And I carried her across.  I set her down on the dry sidewalk.  She smiled and went on her way.  It made my trip to Brazil worth it.  No Portuguese needed”.

There is goodness in everyone.  If the fictitious master race of Hitler ever was to exist it would be one that included all the races.  For each one has its strengths.  An old truth yes, but one that the wars of this world prove few recognize as practical.  There is a joy, goodness and generosity here in Brazil I have rarely experienced before.  Something I have been slow in accepting.  That small girl helped me more than I helped her.  She was my light in this city.  She gave me a purpose for being here.  She again reminded me that it is those that need help in this world that give the most.  To anyone who has ever given away something knows, it is those to whom you give that make life worth living.   Currently I find myself in Rio.  Why?  I don’t quite know yet.  But while I am here I am slowly learning that, as evident by my bewilderment of this place, I sometimes need help as well.   And if I let my pride get in the way of others helping me when I need it, I am taking away that which is not mine to take.  To help and to be helped.  Anything less and we would not be human.

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Rio Restaurant Week – 90 restaurantes, um só preço

Posted on 13 May 2010 by Pedro Serra

Até o dia 23 de maio, o Rio de Janeiro sedia mais uma edição da Restaurant Week, uma maratona gastronômica com 90 restaurantes participantes em todas as regiões da cidade. A receita é simples: entrada, prato principal e sobremesa por R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar… mais R$ 1, que será doado a uma instituição de caridade, como ocorre em todas as cidades que sediam o evento. No Rio de Janeiro, a escolhida foi a fundação Crescer e Viver.

O evento nasceu há 18 anos em Nova York e, desde então, acontece em mais de 100 cidades ao redor do mundo. No Brasil, já passou por São Paulo, Brasília, Recife e está em sua segunda edição no Rio de Janeiro. Assim que terminar a edição carioca, começa a primeira em Curitiba, que vai até o dia 06 de junho. Para os cardápios e uma lista completa dos restaurantes, visite o site da Restaurant Week.

Rio restaurant week 2010

Separei aqui alguns restaurantes que eu pretendo ir… todos na Zona Sul e fora de shoppings (odeio ir a esses lugares).

Zaza Bistrô

Zaza Bistrô - foto: divulgação

Zazá Bistro
Rua Joana Angélica, 40 – Ipanema
Tel.: 2247-9102

Almoço e jantar:
Entrada – salada da casa ou samosas (pastéis indianos)
Prato principal – Penne de grano duro com tomates semi-secos, brocoli al dente e amêndoas
ou
Farfale integral com frango orgânico e lâminas de abobrinha, ricota defumada e crocante de ervas
Sobremesa – Cubinhos de manga marinados com gengibre, hortelã e limão, com farofa super crocante ed amêndoas e calda caseira de frutas vermelhas
ou
Brownie de chocolate

Meza Bar

Meza Bar - foto: divulgação

Meza Bar
Rua Capitão Salomão, 69 – Botafogo
Tel.: 3239-1951

Só jantar:
Entrada – Tabule de Quinoa com Kafta
ou
Salada Chevre Chaud
Prato principal – Sanduiche aberto de Frango Crocante com Caesar Salad e Crisp de Parma
ou
Hamburguer aberto preparado com Pêras e Cogumelos, servido com Molho Gorgonzola
Sobremesa – Brigadeiro de Limão Siciliano com Praliné de Pistache
ou
Bananas ao Rum com Mousse de Chocolate com Café

Stravaganze Pizzaria

Stravaganze Pizzaria - foto: divulgação

Stravaganze Pizzaria
Rua Maria Quitéria, 132 – Ipanema
Tel.: 2323-2391

Só jantar:
Entrada – Cornicione de Sal Grosso e Alecrim
ou
Bruschetta Melanzane
ou
Salada Leggera
Prato principal - Pizzas Brotinho com 16cm: Margherita, Romana e Colorita
Sobremesa - Mousse de chocolates preto
ou
Ovos Moles de Aveiro com sorvete de canela
ou
Crumble di Mele e Pere diet

Garcia & Rodrigues

Garcia & Rodrigues - foto: divulgação

Garcia & Rodrigues
Av.Ataulfo de Paiva, 1251 – Leblon
Tel.: 3206-4109

Almoço e jantar:
Entrada – Pêra Assada com Gorgonzola e Nozes
ou
Creme de Couve-flor
Prato principal - Medalhão de filet ao Poivre com Gratin de Batatas
ou
Brandade de Bacalhau
Sobremesa - Crème Brûlée
ou
Terrine de chocolate com Maracujá

Benkei Sushi

Benkei Sushi - foto: divulgação

Benkei Sushi
Av.Henrique Dumont, 71 – Ipanema
2540-4830

Almoço e jantar (veja o cardápio do jantar):
Entrada: Sunomono e Harumaki de Salmon
ou
Harumaki de salmon, tartar de salmon e atum
Prato principal: Combinado Atum e Salmon, Kakiague de Legumes (Tempura), Mini Camarão empanado, Gyoza, Hot Filadelfia e
Missoshiru
Sobremesa: Harumaki de banana com açucar e canela

Aquim

Aquim - foto: divulgação

Aquim
Av. Ataulfo de Paiva, 1240. Lj.B – Leblon
Tel.: 2512-4670

Só almoço
Entrada: Martine de Pupunha com Torradas de Focaccia e Confit de Limão Siciliano
Ou
Petit Gâteau de Parmegiano com Erva e Saladinha de Rúcula
Prato principal: Filé de Truta em Leite de Coco, Farofa de Gengibre e Couve Crocante
Ou
Risoto de Abóbora com Especiarias e Gorgonzola
Sobremesa: Coração de Laranja com Chocolate Branco e Calda de Chocolate
Ou
Financier de Frutas Secas com Creme de Damasco

Arab

Arab - foto: divulgação

Arab
Av.Atlântica, 1936. Lj.A – Copacabana
Tel.: 2235-6698

Só jantar
Entrada: Borreka de Queijo
Ou
Brik (pastel Marroquino recheado de queijo feta, cordeiro e espinafre ou massarela de búfala, queijo feta e nozes)
Ou
Falafel e Hommus
Prato principal: Shish Kebbab com fatouch de Gaza
Ou
Pernil de Cordeiro com Couscous Marroquino
Ou
Kafta com Mjadra
Sobremesa: Belewa
Ou
Fatayer de morango ou damasco com queijo cabra quente
Ou
Ataife de Nozes

00 cozinha contemporânea

00 cozinha contemporânea - foto: divulgação

00 Cozinha Contemporânea
Av.Padre Leonel Franca, 240 – Gávea
Tel.: 2540-8041

Só jantar
Entrada: Bolinhos do Pacífico
ou
Salada de camarão com papaya
Prato principal: Gnocchi 00 Lounge (de barôa com gorgonzola e tomates confit)
ou
Filé 00 (Mignon grelhado com purê de barôa, tempura de banana da terra crocante com raiz forte em neve)
Sobremesa: Tarte pecado
ou
Charlote Branca

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Um brasileiro entre os melhores restaurantes do mundo

Posted on 27 April 2010 by Pedro Serra

Chef Alex Atala

Chef Alex Atala

O chef Alex Atala parece realmente reinar sozinho não só no Brasil, mas em toda a América do Sul. A cada ano, seu restaurante D.O.M., em São Paulo, vem subindo posições no ranking da Restaurant Magazine, de Londres, com os 50 melhores restaurantes do mundo. Se na estreia, em 2002, Atala ocupava a lanterninha, em oito anos conseguiu subir para a 18ª posição. A melhora se deu principalmente nos últimos dois anos, quando ultrapassou nada menos do que 22 concorrentes. O D.O.M. ainda recebeu, pela quinta vez, o prêmio de melhor restaurante da América do Sul (meio óbvio, já que ele é o único representante do continente entre os 50 melhores).

“Este é um ano diferente, atípico, com grandes subidas e grandes descidas. Estou muito satisfeito com essa colocação e muito feliz por estar mais um ano entre os 50 melhores do mundo. Gostaria de ver mais brasileiros e sulamericanos neste prêmio”, disse o chef, que recebeu o prêmio junto com seis de seus colaboradores, a maioria vestindo uma camiseta com a foto do lavador de pratos do restaurante, o gambiano Ali, que não pôde ir ao evento por não ter conseguido visto de entrada no país. “É um trabalho de equipe”, declarou.

50 best restaurantsUma das grandes subidas a que Atala se referia é a do restaurante Noma, da Dinamarca, que conseguiu a proeza de tirar o pentacampeonato do espanhol El Buli, do ‘alquimista da cozinha’ Ferran Adriá, que, como belo prêmio de consolação, ganhou o título de Chef da Década. Como já havia dito no post sobre Ferran Adriá e seus picolés de caipirinha, o chef planeja fechar o restaurante a partir de 2012 e transformá-lo em um “laboratório de investigação da alta cozinha” (whatever that means…). O espanhol foi ovacionado de pé e fez um discurso de despedida.

” Hoje é um dia especial porque é o último dia que vou receber um prêmio do mundo da gastronomia, mas que ninguém pense que vou lhes deixar. Com o novo projeto poderemos dar muito mais ao mundo da cozinha”, prometeu Adriá.

O terceiro lugar na lista ficou com o vice-campeão do ano passado, o inglês The Fat Duck. Entre os 10 primeiros, há quatro espanhóis, três americanos, um inglês e um italiano, além do campeoníssimo dinamarquês. O primeiro francês só aparece na 11ª posição.

DOM restaurante em São Paulo

DOM restaurante - São Paulo

Sobre o D.O.M.
Aberto no final de 1999, com o intuito de resgatar sabores da cozinha brasileira sob um olhar contemporâneo, o D.O.M. Restaurante completou recentemente dez anos. Para celebrar sua trajetória, a casa passou por uma repaginada radical e apresentou mudanças no serviço e no cardápio para oferecer um patamar ainda mais alto de excelência.

Segundo José Roberto Moreira do Valle, decorador responsável pela nova ambientação, o restaurante ficou mais privativo e ganhou uma atmosfera mais clean e sóbria. Sem perder, no entanto, o ar descontraído, arrojado, características marcantes do chef.

Para revisitar sucessos do passado, Alex Atala transformou seu cardápio em um registro de sua história. O menu-degustação passa a vislumbrar o futuro, com criações do chef. Já o cardápio fixo volta seu olhar para o passado, para clássicos que marcaram a gastronomia do país. Alguns destaques reeditados são fettuccine de palmito à carbonara (2004) e raia na manteiga de garrafa com tomilho limão, mandioquinha defumada, brócolis e espuma de amendoim (2007).

No Brasil, o D.O.M. possui cotação máxima no “Guia 4 Rodas” e já ganhou prêmios como melhor cozinha contemporânea da capital paulista, pelas revistas “Gula” e “Veja São Paulo”, e melhor restaurante do ano, pela revista “Prazeres da Mesa”.

Clique aqui para ver os 50 melhores restaurantes do mundo

Clique aqui para ver do 51º ao 100º colocado

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Passeio de blogueiros por Santa Tereza

Posted on 22 March 2010 by Pedro Serra

Sabendo eu que a Royal Holiday estava trazendo blogueiros para o Rio de Janeiro, não poderia deixar de dar uma de bom anfitrião e me juntar ao grupo, principalmente sabendo que minha amiga Jana, do Jeguiando, estaria entre eles. Após checar o roteiro, resolvi almoçar com o pessoal no restaurante Aprazível, em Santa Tereza, e passear pelas ruas do bairro, que eu adoro. A trupe era formada pela Jana, do Jeguiando, Andréia, do Mundo Afora, Mari, do Saia pelo Mundo e Pelo Mundo, e Júnior, do Viajar é Preciso, além dos representantes da Royal Holiday Mila e Denis.

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

O Aprazível é superbadalado, vira e mexe você encontra um artista por lá, e fica em um lugar lindo, em uma rua do mesmo nome, lá no alto de Santa Tereza, com uma vista linda. O lugar é todo aberto, com teto de sapê, vigas de madeira e uma belíssima vista para o Centro do Rio de Janeiro e toda a Baía de Guanabara. No pôr do sol, o lugar é realmente incrível. Infelizmente, os elogios ao restaurante param por aí. Já havia comido no local uma vez e tive muitos problemas com o serviço, mas dei o crédito, pensando que poderia ter sido um dia ruim, o garçom tinha brigado com a namorada, o fogão estivesse quebrado… sei lá. O fato é que, neste domingo, a história se repetiu. Atendentes mal preparados, errando e esquecendo pedidos, sem dar a mínima atenção para os clientes. Eu não relevo serviço ruim nem em boteco, quanto mais em um restaurante que cobra R$ 59 por um prato principal (no meu caso, um medalhão muito do comum com uma batata totalmente seca), R$ 20 por uma sobremesa (um sorvetinho de tapioca com uma calda de açaí, também nada demais) e R$ 5 pelo cafézinho. No final, a minha conta saiu por exatos R$ 100… e a comida nem era lá essas coisas. Cheguei a conclusão de que, no Aprazível, você paga mais pelo local do que pela comida.

Blogueiros em Santa Tereza - Júnior, Andréia, Mari e Mila - Foto: Pedro Serra

Blogueiros em Santa Tereza - Júnior, Andréia, Mari e Mila - Foto: Pedro Serra

Infelizmente, após as horas esperando pela comida, pela conta, pelo cafézinho, acabou nos sobrando pouco tempo para passear pelo bairro, mas o pequeno passeio que fizemos já valeu a pena. Adoro Santa Tereza, a arquitetura, os casarões antigos, os bondinhos passando, a vista para o Rio de Janeiro… minha dica então é, se você quer curtir o bairro, suba de bondinho até o Largo dos Guimarães, e coma em qualquer um dos diversos restaurantes que há por ali. O Aprazível é muito bonitinho, mas tem que trabalhar muito para merecer a minha visita novamente. O que realmente compensou foi a companhia de pessoas maravilhosas que transformaram a angustiante espera em diversão.

Para dicas sobre Santa Tereza (com restaurantes, endereços e dicas sobre o bondinho) visite o post ‘Rio de Janeiro – o guia completo’.

A cozinha mais demorada do mundo - foto: Pedro Serra

A cozinha mais demorada do mundo - foto: Pedro Serra

Meu medalhão - R$ 60 por isso?

Meu medalhão - R$ 60 por isso?

A arquitetura do restaurante é um ponto positivo - foto: Pedro Serra

A arquitetura do restaurante é um ponto positivo - foto: Pedro Serra

A vista para o Rio de Janeiro é linda, mas não compensa os problemas - foto: Pedro Serra

A vista para o Rio de Janeiro é linda, mas não compensa os problemas - foto: Pedro Serra

O bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

O bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Uma obra de arte (o fusquinha faz parte do grafite) - foto: Pedro Serra

Uma obra de arte (o fusquinha faz parte do grafite) - foto: Pedro Serra

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Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Posted on 17 February 2010 by Pedro Serra

Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Foto: Pedro Serra

Besides all the colors, lights and gliter of the samba schools parades, the women in the Sambadrome of Rio de janeiro during carnival were a spectagle of their own… all fit, tanned, covered with Svarovski cristals and dying to appear on TV. Wherever there was a camera, there they were, all smiling and dancing, begging for a flash. And the camera of Blog Sem Destino was there, in the middle of the action, always searching for the best angle (if you know what I mean). I separated here some of the best shots, but you can see the whole picture set on Sem Destino’s Flickr page.

Aproveite e veja um dos vídeos que eu fiz para o Jornal Extra – depois coloco outros

Nicole Bahls na Mangueira

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Trabalhadores, uni-vos… e vamos viajar

Posted on 05 February 2010 by Pedro Serra

Com um ano cheio de feriados ‘enforcáveis’ caindo na quinta ou na sexta-feira, governo e associações de turismo viram uma forma de dar um ‘gás’ no setor. Os trabalhadores terão pacotes com valores mensais em R$ 70 para destinos turísticos como Porto Seguro e a expectativa é que mais de 500 mil famílias embarquem no programa. Adaptando um dos mais famosos gritos de protesto do socialismo, retirado do Manifesto Comunista de Karl Marx e Friedrich Engels… Trabalhadores do Brasil, uni-vos, arrumemos nossas malinhas e vamos curtir uma micareta na Bahia.

Confira as informações da repórter Danielle Abreu, publicadas no Jornal Extra da última quarta-feira.

Os trabalhadores com conta bancária ativa poderão viajar pelo Brasil, a partir de março, pagando R$ 69,80 por mês, ao longo de um ano. É o que prevê o programa “Férias do Trabalhador Brasileiro”, da Associação Brasileira de Cooperativas e Clubes de Turismo Social (Abrastur), numa parceria que envolve o Ministério do Turismo, a Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH) e a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade (Contratuh).

O objetivo do programa é incentivar os trabalhadores a viajarem nos feriados. Segundo a Abrastur, serão mais de 500 mil pacotes turísticos, de sete diárias, com café da manhã e um acompanhante, a escolha dos participantes. A viagem poderá ser marcada depois do pagamento da primeira parcela.

Há ainda a previsão de ceder o direito de utilização das diárias a parentes. As operadoras de turismo conveniadas com a Abrastur vão comercializar os pacotes, e as inscrições dos interessados serão feitas pelos sindicatos das categorias.

O pagamento mensal deverá ser feito por débito em conta num dos bancos participantes do programa. A reserva deverá ser feita com pelo menos 15 dias de antecedência.

Meta

A meta do programa é a de que, em três anos, mais de 500 mil famílias viajem pelo país e que 3,5 milhões de diárias sejam utilizadas nos hotéis conveniados.

— Queremos proporcionar a saúde preventiva por intermédio do lazer e do descanso. O programa vai oferecer isso nos principais destinos turísticos brasileiros. Queremos também consolidar o turismo como ferramenta de inclusão social — disse Paulo de Brito Freitas, presidente da Abrastur.

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Os museus do Brasil

Posted on 05 September 2007 by Pedro Serra

Confesso que conheço mais museus fora do que dentro do Brasil. Não, não é nada do que me orgulhar. Afinal sou brasileiro, com muito orgulho, com muito amor. Mas acredito que isso tem dois motivos. O primeiro é que, quando viajamos, queremos conhecer mais esse tipo de lugar. E tendo morado nos Estados Unidos e feito um tour pela Europa, museus é que não faltaram para mim lá fora. O segundo é que os museus brasileiros, muitas vezes, não empolgam muito.

Recentemente estive em Tiradentes e fiquei decepcionado ao visitar o Museu Padre Toledo. O Padre foi um dos Inconfidentes e a casa era uma das mais ricas da então Vila de São José Del Rei. Mas o museu conta com uma meia dúzia de peças envelhecidas e não conta muito a história do que aconteceu ali. Eu logo fiz uma comparação com o museu da Batalha de Gettysburg, na Pennsylvania, EUA, onde o museu, na verdade, é a cidade inteira. No que foi o campo de batalha, há pessoas vestidas como na guerra. Na casa do museu propriamente dito, há mapas explicativos, objetos, roupas da época, gravuras, etc, etc, etc, contando tudo o que aconteceu, como aconteceu, porque aconteceu e quando aconteceu. Ok, o investimento lá é muito maior. Mas nós temos criatividade… Tiradentes recebe milhares de visitantes por ano, não deveria se basear apenas na arquitetura e na Maria Fumaça para entreter seus visitantes, deveria contar um pouco melhor sua história.

Menino com Peão - Reynaldo FonsecaQuanto à arte, temos excelentes artistas nacionais… Candido Portinari, Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral e muitos, muitos outros. Eu sou primo (de segundo grau) de dois grandes pintores pernambucanos de projeção internacional. Qualquer apartamento dos membros da minha família é uma verdadeira exposição de obras de Reynaldo Fonseca e Lucia Helena. Cresci vendo seus quadros. Reynaldo foi aluno de Candido Portinari e me lembro de, durante minha infância, ter medo de andar pela sala à noite por causa dos olhos nos quadros, que seguiam meus passos.

Leque - Reynaldo Fonseca

Quadros de Reynaldo Fonseca. À direita, Menino com Peão, à esquerda, Leque.

Mas vamos aos museus então…

A página Guia dos Museus tem links para os principais museus do Brasil, dividido por estados. Infelizmente o cara que fez a página quis ganhar uns trocados e colocou alguns pop-ups… mas se você usa um bloqueador, não deve ter problemas. Tentei localizar outras páginas, mas nenhuma era tão completa ou estava tão atualizada com os links… mesmo nesta página, muitos dos links estão quebrados, então você tem que se virar para achar… eu tentei aqui dar uma ajudinha, colocando sempre os links para páginas mais completas quando o Guia dos Museus falhava.

Aqui vão algumas dicas de museus que visitei ou que acho interessante:

Rio de Janeiro:

Urutu - Tarsila do AmaralMAM – Museu de Arte Moderna – Um incêndio em 1978 destruiu boa parte de um acervo que contava com peças de Picasso, Salvador Dali, Miró, Max Ernst, entre outros. A solidariedade de artistas, governos e colecionadores ajudou o museu a voltar a funcionar, mas foi a doação de Gilberto Chateaubriand, em 1993, que realmente colocou o museu de volta à cena. Hoje o MAM conta com em seu acervo com obras de Anita Malfatti, Tarsila do Amaral (o Urutu, imagem à direita), Lasar Segall, Di Cavalcanti, Ismael Nery, Vicente do Rego Monteiro, Cândido Portinari, Pancetti, Goeldi e Djanira, além de uma grande exposição de mais de quatro mil obras de fotógrafos brasileiros e exposições temporárias.

MAC NiteróiNiterói:

MAC – Museu de Arte Contemporânea – O prédio do museu já é uma obra de arte. Projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer, parece um disco voador, emoldurado pela Bahia de Guanabara, com uma belíssima vista para o Rio de Janeiro. O acervo do MAC conta com 369 obras próprias e 1.217 obras da coleção de João Sattamini, que incluem artistas como Hélio Oiticica, Amílcar de Castro, Carlos Vergara, entre outros.

Petrópolis:

Museu Imperial – O museu é a antiga casa de verão de Dom Pedro II, na cidade por ele criada com um nome que o homenageia. Petrópolis, a cidade de Pedro. Documentos, móveis e objetos fazem parte do acervo, além do próprio palácio e seus muitos quartos. Uma das curiosidades é que o visitante tem que calçar pantufas para andar pelo museu, para não estragar o chão de madeira. É comum vê-los deslizando pelos cômodos. O museu também oferece um show, que ilumina o palácio de diferentes formas ao som de música.

São Paulo:

A Estudante - Anita Malfati (MASP)MASP – Museu de Arte de São Paulo – Outro que tem o prédio como uma obra de arte. O forte de seu acervo está nas obras francesas e italianas. O museu possui a maior e mais completa coleção de obras de arte ocidental da América Latina. No lado dos Italianos, podemos citar obras de Sandro Botticelli, Paolo Veronese, Alessandro Magnasco, Giovanni Boldini, entre muitos outros. Entre os franceses, nomes como Nicolas Poussin, os impressionistas Manet, Degas, Cézanne, Monet e Renoir, o fauvista Matisse e o cubista Picasso. Também estão lá obras de Max Ernst, Goya e meus favoritos Miro e Van Gogh. Ahhh… tem brasileiros também. Esculturas de aleijadinho, pinturas de Portinari, Lasar Segal, Anita Malfatti(A Estudante, imagem à direita), Di Cavalcanti. Tem ainda arte asiática, africana, inglesa, americana… fotografia, arqueologia, moda e vestuário, biblioteca… uff uff uff.

Paisagem - Tarsila do Amaral (MAM-SP)MAM – Museu de Arte Moderna – Apesar de se autodenominar de arte moderna, o museu reúne um acervo de quatro mil obras de arte contemporânea brasileira, entre elas, pinturas de Candido Portinari, Emiliano Di Cavalcanti, Tarsila do Amaral (Paisagem, imagem à esquerda) e Victor Brecheret.

Belo Horizonte:

MAP – Museu de Arte da Pampulha – Mais um prédio projetado por Oscar Niemeyer, centro do denominado “conjunto arquitetônico da Pampulha”, proposto por Juscelino Kubitscheck. Seus jardins foram projetados por Burle Marx e conta com esculturas de August Zamoyski, José Pedrosa e Alfredo Ceschiatti. O museu se destaca mais por organizar exposições de arte contemporânea do que por seu acervo, mas conta com obras de Portinari, Di Cavalcanti e Alfredo Volpi.

Recife:

Instituto Ricardo Brennand – Um castelo Medieval no meio de Recife já é o suficiente para instigar uma visita a este museu. Mas a visão de Ricardo Brennand era maior do que apenas uma construção megalomaníaca e lá se encontram uma exposição de armas brancas e armaduras medievais, uma pinacoteca com obras do pintor holandês Albert Eckhout, que veio ao Brasil durante o século 17 retratar paisagens e cotidiano, e uma biblioteca composta por obras raras que pertenceram ao historiador José Antônio Gonçalves de Mello e ao escritor Édson Nery da Fonseca

Instituto Ricardo Brennand - Recife

Manaus:

Teatro AmazonasMuseu do Teatro Amazonas – Construído nos estilos neo-clássico e art-noveau durante o ciclo da borracha, no final do século 19, o prédio possui em sua arquitetura ornamentos que fazem referências a compositores e dramaturgos clássicos como Mozart, Chopin, Rossini e Moliére.

Ok… vou parar por aqui… o resto é com vocês. Se alguém tiver alguma dica para dar, sinta-se a vontade para usar os comentários… afinal eles estão ai para isso mesmo

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