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Cataratas do Iguaçu… impressionante

Posted on 06 January 2012 by Pedro Serra

Há alguns anos, quando hospedei duas amigas eslovênas na minha casa, fiquei impressionado quando elas me disseram que iam pegar um ônibus até o Paraná, visitar as Cataratas do Iguaçu e voltar no dia seguinte. Já havia visto vídeos e fotos de lá, mas não não conseguia compreender o que levava duas gringas a cruzar meio país para conhecer o que, para mim, não passava de uma enorme cachoeira. Quando elas voltaram felizes e sorridentes com a viagem, fiquei intrigado. No entanto, só puder realmente compreender o que tudo aquilo representava este ano, quando recebi o convite para o BlogTurFoz e pude, finalmente, conhecer as tais “enormes cachoeiras”… felizmente contamos com o apoio da Gol Linhas Aéreas para o projeto, e eu não tive que enfrentar sei lá quantas horas chacoalhando no Busão. (uma observação, este post foi escrito em 2011, mas só foi publicado em 2012)

Sim, as Cataratas são tudo aquilo que minhas amigas eslovênas disseram e talvez mais. Se Foz do Iguaçu é o segundo destino brasileiro mais visitado pelos estrangeiros motivados a lazer (perdendo apenas para o meu Rio de Janeiro) muito disso se deve a esse conjunto de 275 quedas d´água do Rio Iguaçu , que deve fechar esse ano com uma visitação recorde de 1,3 milhão de pessoas. Escolhidas recentemente como uma das dez maravilhas da natureza, as Cataratas se dividem entre o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, no lado brasileiro, e o Parque Nacional Iguazú, em Misiones, no lado argentino, que eu ainda não tive a oportunidade de conhecer.

A visita às quedas d’água foi parte do BlogTur Foz, encontro de blogueiros realizado em Foz do Iguaçu e organizado pelo Maurício Oliveira, do Trilhas e Aventuras, e patrocinado pelos amigos da Loumar Turismo.

Uma das coisas que me chamou a atenção logo de cara foi a organização do turismo nas Cataratas (aliás, isso é algo normal em Foz). O valor do ingresso para brasileiros é de R$ 16,50 (turistas do Mercosul pagam R$ 24 e do resto do mundo, R$33) e o melhor é sentir que vale a pena pagar esse preço. O trajeto do centro de recepção dos visitantes até as Cataratas em si é feito em ônibus de dois andares modernos, o que permite que a gente aprecie toda a natureza do local enquanto espera para, finalmente, ver as quedas d’água. Apesar da ansiedade, paramos para um excelente almoço no Restaurante Porto Canoas, localizado ás margens do rio na parte superior das Cataratas.

Com o estômago forrado, hora de finalmente ficar cara a cara com aquela massa d´água, uma emoção realmente grande, que podia ser vista nos rostos de todos os blogueiros participantes do Blog Tur, mesmo os que já haviam estado ali. Começamos pela parte alta das Cataratas, descemos de elevador até a base e seguimos por uma ponte até o meio do rio. Alguns de nós compraram capas (por R$ 5) para se proteger do spray de água, mas outros, como nosso amigo Thiago Busarello, fizeram questão de se molhar. Diziam que fazia parte do processo. Estar aos pés das quedas d´água realmente é um momento daqueles momentos que nos faz sentir pequenos perante a natureza… literalmente. Assista ao vídeo para ter uma idea do que eu estou falando… mas para realmente entender, você tem que visitar o lugar!

A trilha ainda continua descendo até o Hotel das Cataratas, uma construção de 1939 (mas que só foi inaugurada em 1958) com 50 quartos às margens do Rio Iguaçu. Quem preferir, pode também fazer a trilha ao contrário, subindo o rio até dar de cara com as Cataratas.

Uma das curiosidades sobre o local é que Santos Dumont, o pai da aviação, é um dos patronos do lugar. Isso se deve ao fato de ele ter sido um dos grandes incentivadores do turismo na região. Ao visitar o local em 1916, o aviador ficou tão impressionado que pressionou o então governador do Paraná para que o local, até então uma propriedade privada, fosse transformado em parque nacional. A atitude lhe valeu uma estátua de bronze que hoje saúda a chegada dos visitantes ao parque.

Durante toda a trilha, é possível ver vários coatis, um dos animais símbolos do local. Mas cuidado, pois o que os bichinhos têm de bonito, têm de malandros também. Não dê mole com seus pertences, ainda mais se tiver comida dentro, sob o risco de você ser “assaltado” por uma horda de coatis, como no vídeo abaixo, retirado do YouTube:

YouTube Preview Image

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Participaram do BlogTur em Foz do Iguaçu

Os Blogueiros: Maurício Oliveira (Trilhas e Aventuras), Átila Ximenes (Vou Contigo), Carol Wieser(Travel Forever), Carol May (Dicas e Roteiros de Viagens), Ana Catarina (Turista Profissional), Jana Calaça (Jeguiando), Julie Fank (De Mochila),Clarissa Donda (Dondeando por aí), João Aguiar(Viajando no Mundo), Flávia Vieira (Viajar é Tudo de Bom), Vinícius Raupp(Inquietos), Deise de Oliveira (Viagem pelo Mundo), Pedro Serra (Sem Destino) e Thiago Busarello(Vida de Turista).

Os Parceiros: Trilhas e Aventuras (Realização), Agência Loumar TurismoHotel Bella Italia(Patrocínio) e Gol Linhas Aéreas Inteligentes (Transportadora Aérea)

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Laguardia, País Vasco – uma viagem diferente

Posted on 27 October 2011 by Pedro Serra

Quando viajo, tento sempre encaixar no roteiro lugares onde conheça alguém. Ter um local ao seu lado é garantia de um olhar diferenciado sobre o lugar, uma visão de quem vive aquilo em seu dia a dia. Em minha última viagem para a Espanha, tive o prazer de contar com conhecidos em quase todos os lugares aonde fui, graças ao Twitter e à minha recente viagem a Cuba, onde fui estudar cinema e conheci diversos espanhóis. E foram exatamente esses amigos espanhóis que me proporcionaram a melhor parte da viagem, uma visita a Laguardia, em Rioja Alavessa, País Vasco, lugar que dificilmente entraria nos meus planos se não fosse por eles.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco - Foto: Pedro Serra

A região de Rioja Alavessa é conhecida por suas vinícolas e pela cidade medieval de Laguardia. Combinei que ia passar um dia na casa de um desses meus amigos ‘cubanos’, proprietário de uma pousada e uma bodega que funciona no mesmo local em Laguardia desde 1619. Duas madrilenhas, dois canários (não o pássaro, mas locais das Ilhas Canárias… tum tum tzz) e um italiano que mora em Barcelona resolveram se juntar a mim para matar as saudades de nossos dias em San Antonio de los Baños. Foi aí que começou a nascer uma das viagens mais divertidas da minha vida.

Assista ao vídeo da viagem:

Após alguns dias curtindo o Festival de San Mateo em Logroño, capital da região de La Rioja (que é diferente de Rioja Alavessa e não está no País Vasco) seguimos em uma furgoneta velha, sem bancos para os passageiros, ar condicionado ou qualquer outro luxo maior (mas com um potente sistema de som de onde saia a música da banda Ojos de Brujo nas alturas), agora tendo como companhia um mexicano enólogo com um sonho de virar rapper. Chegando em Laguardia, me senti realizando o antigo sonho de conhecer cidades medievais da Europa. Fundada em 1164, Laguardia é rodeada de muralhas e, segundo meu amigo, recebeu este nome por proteger, do alto de uma montanha com vista para todos os lados, o reino de Navarra. Daí seu nome completo de “La Guardia de la Sonsierra Navarra”.

La Guardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Galera reunida para a viagem na furgoneta azul - Foto: Isabela de Bragança

La Guardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Parte externa da cidade - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

As estreitas ruas de Laguardia - Foto: Pedro Serra

Apenas caminhar pelas estreitas ruas da cidade já estaría de bom tamanho para mim, mas tivemos a oportunidade ainda de fazer uma degustação de vinhos na Bodega Mayor de Migueloa e provar de um menu degustação com o que havia de melhor na culinária local (vantagens de se estar com o dono do estabelecimento). Mesmo sem beber álcool, apreciei o momento saboreando um bom mosto (uma espécie de suco e uva) e as explicações de nosso amigo rapper/enólogo mexicano sobre a diferença entre um vinho crianza e um joven, o armazenamento dos tonéis e a construção da bodega (escavada em pedra a oito metros do solo, com 80% de humidade e que mantém a mesma temperatura o ano todo). Para os mortais, a visita á bodega com desgustação de vinhos sai a 5 Euros e o almoço a 30 Euros por cabeça (vinho incluído). Confesso que, pelo banquete de rei que tive, achei um preço mais do que justo.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Bodega e posada Mayor de Migueloa - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

'Barricas' de vinho na bodega - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Nosso amigo rapper/enólogo mexicano - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Alguns dos deliciosos 'pinchos' - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Mas voltemos a falar sobre a cidade… Dificilmente mencionada nos guias de viagem (inclusive o que eu estava usando) Laguardia é um excelente ponto de partida para se conhecer a região vinícola de Rioja Alavessa. Hoje em dia, a muralha externa da cidade, construída no século 14, está salpicada de janelas, mas ainda é possível vislumbrar o tempo em que aquela era a principal barreira entre os habitantes e exércitos inimigos. Os túneis e passagens que hoje servem de armazenamento para os vinhos são na verdade escavações feitas pelos moradores de antigamente para estocar alimento e bebidas, temendo um período de cerco. Da primeira construção presente no local, um castelo do século 10, ainda restam as duas torres dos sinos. As igrejas de Sta.Maria de los Reyes e de San Juan Bautista ficam cada uma em um extremo da cidade, que pode ser cruzada em apenas 10 minutos a pé. A praça principal da cidade abriga a prefeitura e um curioso relógio com bonecos que dançam a passacalla, tradicional de Laguardia. Os dançarinos entram em ação com hora marcada: de outubro a maio, às 12, 14, 17 e 20h; e de junho a setembro às 12, 13, 14, 17, 20 e 22h.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Uma das torres de Laguardia - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

A vida passa lentamente em Laguardia - Foto: Pedro Serra

Outro horário que vale ficar atento é ao do por-do-sol. Após um passeio pelo vilarejo, minha recomendação é pegar uma garrafa de vinho (ou duas) e sentar na praça em frente à muralha para observar o sol se pondo por trás das vinícolas. Garanto que será um momento difícil de esquecer, como foi para mim.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Vista para as vinícolas de Rioja Alavessa - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Apreciando o por do sol - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

O time reunido - Foto: Transeunte que estava passando pelo local

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Puente Vizcaya, a ‘outra atração de Bilbao’

Posted on 16 October 2011 by Pedro Serra

Bilbao, na Espanha, é conhecida principalmente por hospedar uma filial do Guggenheim… Para falar a verdade, isso é muito pouco para uma cidade que, desde a instalação do museu, ganhou fama mundial. Mas eu tinha certeza de que havia algo mais para se fazer por lá do que apenas visitar o prédio projetado pelo arquiteto Frank Gehry.

Puente Vizcaya - Bilbao

A minha suspeita foi confirmada quando eu recebi um pequeno panfleto falando sobre uma tal de Puente Vizcaya. Pois bem, a atração é a mais antiga ponte transportadora do mundo, construída em 1893. Diferentemente das outras pontes, nesta os veículos e pessoas são transportadas por uma espécie de balsa suspensa por cabos que faz a travessia entre os bairros de Portugalete e Las Arenas.

Puente Vizcaya - Bilbao

Assista ao vídeo para entender um pouco mais sobre a Puente Vizcaya

O preço da travessia entre os dois lados é de 30 centavos de Euro e realmente é uma sensação diferente. Mas a verdadeira emoção está em pegar o elevador e cruzar os 160 metros da ponte a pé, a uma altura de 45 metros do chão. O passeio custa 5 Euros, mas não é muito recomendado para quem sofre de vertigem. O piso da ponte é feito de ripas de madeira, que permitem ver a água do rio lá embaixo. Além disso, a ponte balança com o vento. Confesso que demorei um tempo para me acostumar a isso. Mas enfrentar o medo de altura vale a pena, pois a vista da saída do Rio Bilbao para o mar é incrível, com uma bela visão para a cidade lá embaixo. A ponte fica afastada do centro de Bilbao. Para chegar lá, basta pegar o metrô para a estação de Portugalete ou de Areeta. Cada uma fica de um lado da margem do Rio, próximas à ponte, então você pode chegar por uma e sair por outra.

Puente Vizcaya - BilbaoPuente Vizcaya - Bilbao

Após este passeio, descobri outras diversas atrações na cidade, como o bairro de Casco Viejo (ou cidade velha) e o estádio conhecido como La Catedral, que estarão em outros posts aqui no blog. Após um puxão de orelhas dos meus amigos do blog About Basque Country, me sinto obrigado a explicar que o post faz uma ironia com a forma com que Bilbao é vendida aos turistas, como se só existisse o Guggenheim na cidade. Confesso que da forma como foi publicado originalmente, isso não tinha ficado muito claro… o que me obrigou a fazer uma pequena mudança no primeiro parágrafo (algo que não costumo fazer, mas realmente entendi a frustração deles com o que estava escrito). Aproveitando as informações do AboutBC, esclareço que Bilbao oferece duas orquestras sinfônicas, cada uma com a sua própria temporada, uma temporada de ópera, um dos três museus generalistas mais importantes da Espanha, uma cidade velha exemplar, uma estrutura urbana e um conjunto arquitetônico de interesse internacional, um Museu Etnográfico Basco de enorme interesse, um Museu Marítimo, salas de exposição, vários museus especializados e uma oferta gastronômica extraordinária (ainda mais levando-se em conta que, hoje em dia, alguns dos melhores chefs do mundo são bascos).

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Parque das Aves, uma grata surpresa em Foz do Iguaçu

Posted on 16 October 2011 by Pedro Serra

Foz do Iguaçu foi um destino que me surpreendeu por diversas vezes. Para quem viajou esperando encontrar um turismo totalmente dependente de Itaipu e das cataratas, as visitas a lugares como a mesquita, o templo budista e o Parque das Aves foram gratas surpresas, sendo que a maior delas realmente foi esta última.

Parque das Aves - Foz do IguaçuParque das Aves - Foz do Iguaçu

Tenho um pouco de implicância com zoológicos e parques do tipo no Brasil. Geralmente são lugares mal cuidados, mal cheirosos e com pouca quantidade e variedade de espécies. Considero estes geralmente como engana-turistas. Por isso fiquei um pouco ressabiado ao saber que íamos visitar o lugar. Não preciso dizer que, como estávamos no BlogTurFoz, com tudo organizado pelo Trilhas e Aventuras e a Loumar Turismo e seus parceiros, eu nem havia me dado ao trabalho de pesquisar muito sobre Foz do Iguaçu antes da viagem… talvez por isso mesmo, tenha tido tantas (boas) surpresas.

Parque das Aves - Foz do IguaçuParque das Aves - Foz do Iguaçu

Pois qual não foi a minha surpresa ao chegar no Parque das Aves e descobrir que o lugar é limpo e organizado, que os viveiros são integrados à natureza e que o parque, mais do que ganhar dinheiro com os turistas, tem um trabalho de conscientização. Aliado a isso, uma variedade de 900 tipos de aves de 150 espécies, guias que sabem do que estão falando e, o melhor, a possibilidade de estar bem pertinho dos animais.

Parque das Aves - Foz do Iguaçu

Assista ao vídeo e conheça um pouco mais deste paraíso das aves em Foz do Iguaçu.

O Parque das Aves funciona diariamente de 8h30 às 17h30. O passeio dura entre 1 e 2 horas e custa R$ 18,00.

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BlogTurFoz

Os Blogueiros: Maurício Oliveira (Trilhas e Aventuras), Átila Ximenes (Vou Contigo), Carol Wieser(Travel Forever), Carol May (Dicas e Roteiros de Viagens), Ana Catarina (Turista Profissional), Jana Calaça(Jeguiando), Julie Fank (De Mochila), Clarissa Donda (Dondeando por aí), João Aguiar(Viajando no Mundo), Flávia Vieira (Viajar é Tudo de Bom), Vinícius Raupp (Inquietos), Deise de Oliveira (Viagem pelo Mundo), Pedro Serra (Sem Destino) e Thiago Busarello (Vida de Turista).

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#BlogTurFoz – Blogueiros opinam sobre as atrações de Foz do Iguaçu

Posted on 19 August 2011 by Pedro Serra

Um destino, 14 blogueiros, muitas atrações… esse foi o BlogTurFoz, evento que reuniu a nata da blogosfera viajante (incluindo, claro, este que vos fala) para conhecer todos os atrativos de Foz do Iguaçu e ainda debater a importância das páginas pessoais na divulgação do turismo nacional. Acompanhe agora o primeiro vídeo da viagem, com a opinião de alguns dos blogueiros sobre os atrativos de Foz, e não deixe de ler o meu post sobre as transformações sofridas por Foz do Iguaçu.

Conheça abaixo quem são os 14 blogueiros do BlogTur:

blogueiros foz do iguacu blogturfoz

Os Blogueiros: Maurício Oliveira (Trilhas e Aventuras), Átila Ximenes (Vou Contigo), Carol Wieser(Travel Forever), Carol May (Dicas e Roteiros de Viagens), Ana Catarina (Turista Profissional), Jana Calaça (Jeguiando), Julie Fank (De Mochila),Clarissa Donda (Dondeando por aí), João Aguiar(Viajando no Mundo), Flávia Vieira (Viajar é Tudo de Bom), Vinícius Raupp (Inquietos), Deise de Oliveira (Viagem pelo Mundo), Pedro Serra (Sem Destino) e Thiago Busarello (Vida de Turista).

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Roda de capoeira em Copacabana

Posted on 15 August 2011 by Pedro Serra

Aproveitando um domingão de sol no Rio de Janeiro, fui à praia de Copacabana conhecer a roda de capoeira do Mestre Marrom, aproveitando a visita de Boca Rica e Brandão, dois grandes mestres baianos, à cidade. Quando era mais novo, até me aventurei no esporte, mas hoje em dia prefiro ficar de fora e apreciar a plasticidade dessa mistura de dança com luta que nos remete às raízes do povo brasileiro.  O vídeo faz parte de um projeto maior de documentário que estou realizando aos poucos, mas não podia deixar essas belas imagens armazenadas no meu computador até o fim do projeto. Como vocês poderão notar, o foco está na música e na sonoridade da capoeira.

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Descobrindo São Paulo com uma personal guide

Posted on 13 July 2011 by Pedro Serra

Geralmente prefiro desvendar os lugares por conta própria, torcendo o nariz para tours guiados ou qualquer coisa que me prenda a um roteiro. No entanto, fiquei curioso ao descobrir o site Unique in SP, que oferecia tours customizados com a “personal guide” Flavia Liz Di Paolo. Aproveitando minha visita a São Paulo para as gravações do comercial com a Ford, entrei em contato com ela e marcamos um passeio pela cidade. Como tinha pouco tempo disponível, escolhi o quick tour, mas pedi para incluir um pouco de grafite e arte urbana no caminho.

Flavia Liz tour sao paulo

Flavia Liz em um raro momento de descanso durante o tour

A possibilidade de montar tours diferentes foi o que primeiro me chamou a atenção no site. Ver que havia um roteiro específico para arte urbana também ajudou. Mas o que realmente me fez vencer a minha resistência a passeios guiados foi ler um pouco sobre a personal guide. Flavia Liz fala cinco línguas, morou em diferentes lugares da Europa e EUA, tem paixão por arte urbana, arquitetura, moda, design, arte contemporânea e, principalmente, por São Paulo. Fazer um tour com ela é ser metralhado com informações sobre a cidade, ao ritmo de mil palavras por minuto. História, cultura, arquitetura, sociedade… o que você sempre (e nunca) quis saber sobre São Paulo, mas nunca teve um guia com conhecimento o bastante para te contar. Seu amor pela cidade também contagia, e deixou esse carioca aqui um pouco mais paulistano.

Assista ao vídeo do passeio:

Por isso tudo, Flavia Liz é bem requisitada. Jornalistas internacionais, diplomatas, altos executivos e toda sorte de peixe grande estão entre seus clientes, o que também lhe garante acesso irrestrito a alguns dos lugares mais badalados da Terra da Garoa. Mas com a mesma desenvoltura com que passeia na high society, a personal guide desfila com seus cabelos loiros pelas favelas onde leva seus clientes e discute de igual para igual com grafiteiros e artistas plásticos.

No tour que fiz com um produtor de cinema espanhol e um escritor americano, conhecemos o centro histórico da cidade, onde vimos prédios e ruas importantes, fomos à Vila Madalena, visitamos o Beco do Batman (lugar coberto por grafite), galeria de arte, lojas de chapéus e, no deslocamento entre um lugar e outro, não ficamos nem um minuto sem receber informações interessantes sobre o que passava pela janela do carro. Hiperativa ao extremo, Flavia Liz não consegue ficar um segundo sem mostrar algo interessante de sua cidade amada. Mesmo quando fomos jantar na semana seguinte, ela fazia questão de tomar os caminhos mais interessantes, em detrimento dos mais rápidos, para que nõs não ficássemos sem conhecer um pouco mais de São Paulo. Um curso intensivo, mas nunca cansativo, que eu recomendo a todos que realmente queiram conhecer a maior cidade do país.

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Sem Destino pega carona em carro da Stock Car

Posted on 04 July 2011 by Pedro Serra

Para quem já havia andado em um aviãozinho da Red Bull Air Race (clique para relembrar esta aventura), acreditava que pegar carona em um Stock Car seria como um passeio no parque. Eu estava enganado. A velocidade que o carro atinge logo na saída é assustadora. Levando-se em conta que estamos a centímetros do chão, essa sensação é ainda maior. Mas o pior de tudo é a freada, quando o piloto está a mais de 200 km por hora, a curva chegando, e ele sem dar o menor sinal de que vai apertar o freio, algo que só faz no último segundo possível.

No sábado, pude andar com o piloto Tuka Rocha – o mesmo que no domingo teve que abandonar o carro ainda em chamas no meio da corrida – e com o piloto de testes Anselmo. Devo agradecer aos dois por terem me dado o gostinho de, mesmo no banco do carona, sentir um pouco da emoção que, para eles, é apenas mais um dia de trabalho. Assista ao vídeo:

Stock Car

Stock Car

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Cuba: Callejón de Hamel – um espetáculo audiovisual

Posted on 02 May 2011 by Pedro Serra

O Callejón de Hamel, no bairro de Cayo Hueso, Havana, é um espetáculo audiovisual… uma rua cheia de cores, arte e música. Desde o pórtico de entrada, o que se vê são esculturas, pinturas e enormes murais que valorizam a cultura cubana, suas tradições e religião. O projeto, nascido em 1990, foi idealizado pelo pintor e escultor Salvador González, autor da maioria das obras ali expostas. A ideia, porém, foi abraçada pela comunidade, que participa ativamente tanto ajudando González com seus projetos artísticos quanto fazendo a manutenção do local, organizando eventos de música ou vendendo drinks.

Assista ao vídeo do Callejón de Hamel

O melhor dia para visitar o local é domingo, quando acontecem os shows de rumba. É nesse dia, ao som de tambores frenéticos e com a rua cheia, que se pode sentir toda a energia do local. Esqueça os vendedores insistentes (algo normal em Cuba) e deixe-se levar pelo som enquanto observa as imagens e esculturas psicodélicas criadas por González. Não deixe de visitar o seu ateliê e conhecer suas obras. Não deixe também de tomar o drink criado por ele e que só é vendido ali… chamado de Negron, a bebida contém limão, água, mel, açúcar, menta e, claro, rum. O preço é um pouco salgado (5 CUC – se você não sabe o que é um CUC, leia meu post sobre o dinheiro cubano), mas lembre-se que você está visitando uma galeria de arte e assistindo a um show de rumba sem pagar nada… então não custa ajudar os caras.

E, para ter um pouco de sorte na vida, não deixe de tocar o sino que fica próximo a entrada do Callejón. Apesar da imagem sinistra, ele é feito para atrair bons fluidos.

Leia mais sobre Cuba:

  1. Havana Vieja, Cuba
  2. Cuba, modo de usar #1 – Dinheiros e banheiros
  3. Cuba, uma introdução

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Havana Vieja, Cuba

Posted on 05 April 2011 by Pedro Serra

Com tanto material que eu filmei em Cuba, separar as melhores imagens e decidir como ia mostrá-las aos fiéis leitores do Sem Destino acabou levando um pouco mais de tempo. Decidi então que ia começar pelo óbvio: Havana Vieja, o bairro mais conhecido e turístico da capital cubana, cheio de cores, músicas e muitos contrastes. De um lado, prédios renovados, pintados e belos que abrigam os melhores (e mais caros) restaurantes da cidade, com uma horda de turistas passeando pelas ruas. De outro, construções caindo aos pedaços que servem de moradia para os cubanos e abrigam biroscas que vendem sanduiches e pizzas na moeda local. Assistam ao primeiro vídeo da série sobre Cuba:

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