Archive | TV Sem Destino

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Club Med Rio das Pedras

Posted on 03 September 2010 by Pedro Serra

Acompanhe a TV Sem Destino em um passeio pelo Club Med Rio das Pedras. E aguardem o post com todas as informações para você também poder curtir esse paraíso.

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Seguindo a Rota do Sol Poente – Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa

Posted on 17 August 2010 by Pedro Serra

Continuando nosso passeio por Florianópolis, após uma dia comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição, chegamos às belas praias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Para aproveitar toda a beleza do lugar, o melhor é chegar por alí perto da hora do por do sol, apreciando a vista para o centro da cidade ao fundo, contrastando com a natureza do lugar e o mar calmo, afinal não é à toa que a região é conhecida como a Rota do Sol Poente. Escolha um dos muitos restaurantes à beira-mar (a especialidade são as ostras e mariscos) e assista ao espetáculo.

Florianopolis sambaqui santo antonio de lisboa

Por do Sol em Santo Antonio de Lisboa

Santo Antônio de Lisboa foi onde os primeiros imigrantes açorianos se instalaram, em meados do século XVII, e é a região da ilha que mais conserva a arquitetura e a cultura dos colonizadores. Dependendo da sua sorte (ou programação, que não é o meu forte) você pode pegar um dos muitos eventos religiosos e culturais que remetem a esses primeiros moradores do lugar.

Infelizmente eu não comi por lá e não saberia indicar um restaurante para vocês, mas, quem quiser tomar um bom café e comer um bolinho pode ir direto para o Coisas de Maria João, na divisa entre as duas praias. O lugar, além de agradável e com uma decoração bem colorida, vende as mais variadas peças de artesanato.

Confira o belo pôr do sol no vídeo abaixo:

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Comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição

Posted on 11 August 2010 by Pedro Serra

Para quem acompanha o Sem Destino no Twitter ou no Flickr, não é nenhuma novidade. Para os desplugados deste universo, acabo de voltar de uma viagem de uma semana a Florianópolis. Passei frio, calor, me diverti, me irritei, gostei, odiei… todos aqueles sentimentos que a gente só tem quando uma viagem realmente vale a pena. Fui salvo muitas vezes pelas dicas do amigo @gusbelli, do blog Viajar e Pensar, que deve ter ficado meio de saco cheio de me ver choramingando porque não achava restaurantes abertos na cidade (mas é verdade, os caras fecham para o almoço… em outro post explico isso melhor).

Um dos lugares onde eu mais me diverti na ilha, com certeza, foram as dunas da Lagoa da Conceição, onde eu mostrei toda a minha habilidade no sandboarding (como vocês poderão constatar no vídeo abaixo). O aluguel da pranchinha custa R$ 20/hora (sentado ou em pé), e vale cada centavo. Agora, prepare-se para um bom exercício, porque descer é fácil, mas a subida é cruel.

Assistam ao vídeo:

E aguardem pois ainda tem posts com vídeo do Beto Carreiro World, Boate Pacha, por do sol em Sambaqui, Blumenau…

Não deixe de ver as fotos da viagem no Flickr do Sem Destino

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Conheçam o Fuscão da Seleção

Posted on 06 July 2010 by Pedro Serra

Fim de festa, Brasil fora da Copa do Mundo, e eu postando um vídeo sobre o Fuscão da Seleção. Pois é, trabalho na editoria de esportes de um jornal e, durante a Copa, não tive tempo para nada. Só agora estou tendo tempo de editar vídeos e fotos que tirei nesse último mês.

Fuscao da selecao

Eu, no comando do Fuscão da Seleção, em Queimados

Essa figura aqui eu descobri em um passeio lá por Queimados, região metropolitana do Rio de Janeiro. Cinco amigos se juntaram, compraram um fusca caindo aos pedações por R$ 400… investiram cerca de R$ 3 mil e o resultado ficou bem bacana. Então, without further ado, apresento a vocês o Fuscão da Seleção:

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A Copa do Mundo sobe o Morro da Urca

Posted on 02 July 2010 by Pedro Serra

morro da urca rio de janeiro

A vista do Morro da Urca - Foto: Pedro Serra

O Morro da Urca é a primeira parada do bondinho para quem vai ao Pão de Açucar. Lá, acontecem grandes shows, festas, uma bela virada de ano novo e, agora, uma animada transmissão dos jogos do Brasil na Copa do Mundo da África do Sul. Aproveitando que trabalho na editoria de esportes e que tinha que descobrir um lugar legal para assistir ao jogo contra o Chile e fazer matéria para o jornal (sendo que já estava cansando da tal da Fifa Fan Fest), corri para o cartão postal. Nada menos do que 2 mil pessoas tiveram a mesma ideia que eu e as filas na entrada do bondinho estavam gigantes. Ainda bem que, graças ao meu crachá de repórter, passei na frente de todo mundo.

Deixo aqui o vídeo que eu fiz do passeio, o primeiro que eu realmente consigo acertar o encodamento em HD. Esse blog está ficando chique, com vídeos em High Definition (para assistir no melhor formato, siga o link para a página do Sem Destino no Vimeo.

morro da urca

Torcida reunida - Foto: Pedro Serra

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Pessoas idiotas + balões = queimadas

Posted on 01 July 2010 by Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

Vegetação ainda em chamas no Parque da Catacumba - Foto: Pedro Serra

O que faz um idiota com um balão??? No Rio de Janeiro, uma queimada que acabou com a vegetação de uma área de proteção ambiental, além de por em risco a vida de sei lá quantas pessoas. No dia seguinte ao grande estrago (que quem não viu pode se informar melhor aqui), o vai e vem de helicópteros tentando apagar focos de incêndio pelos morros da cidade ainda era intenso. Tirei um tempinho de minha volta diária pela Lagoa para fazer essas imagens.

Se você conhece algum baloeiro, primeiro diga que ele é um idiota por mim, depois, ligue para o disque-denúncia (no Rio 21*2253-1177). Além de colocar um imbecil na cadeia (pois soltar balões é crime) e ajudar a salvar as florestas (e as pessoas) do estrago causado por um balão, você ainda pode descolar uns R$ 2 mil em recompensa.

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero retira água da Lagoa para combater incêndio - Foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Helicóptero combate incêndio no Parque da Catacumba - foto: Pedro Serra

Veja abaixo um vídeo do YouTube com a queimada:

YouTube Preview Image

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A Red Bull me deu asas…

Posted on 20 May 2010 by Pedro Serra

Tem coisas que só o jornalismo faz por você. Quando eu poderia imaginar que voaria a praia de Copacabana, de cabeça para baixo, em um aviãozinho da Red Bull Air Race. Pois bem, na semana retrasada foi isso que eu fiz, graças a um crachá no peito e muita cara de pau. Assim que recebi os primeiros releases sobre a corrida aérea no Rio de Janeiro, já enviei um email para o pessoal da assessoria de imprensa falando sobre algumas pautas e, no meio, perguntei sobre a possibilidade do voo. Detalhe, ainda faltava quase um mês para o evento. Me surpreendi com a velocidade do “claro, vamos marcar” que eu recebi do pessoal… tanto que nem acreditei, e enchi o saco dos caras com emails sobre o passeio. (Assista aos vídeos no final do post)

Sergio Pla, meu piloto

Sergio Pla, meu piloto

No dia, fui o primeiro a chegar (meu voo estava marcado para as 8h) e o último a decolar (por causa do tráfego aéreo no aeroporto Santos Dummont, a pista só foi liberada às 14h). Durante a espera, encontrei com o Di Ferrero, vocalista do NX Zero, que também ia fazer o media flight. Como ele tinha compromissos (e eu precisava de uma cobaia), deixei-oir na minha frente. Logo depois apareceu o Marcelo Barreto, do Sportv, que também pediu encarecidamente para passar na minha frente. Sem problemas… aproveitei para colher algumas informações quando eles voltaram, o que me tranquilizou. Estranhamente, eu não estava nervoso, nem com medo, nem ansioso. Esperei pacientemente pelo retorno das minhas cobaias, tomei um Red Bull, belisquei alguma coisa no belo buffet oferecido aos jornalistas (só não pude comer muito, sob o risco de colocar tudo para fora no primeiro looping).

Pronto para partir

Pronto para partir

Finalmente chegou a minha vez. Colocar o macacão, o colete salva-vidas e… o paraquedas. Aliás, pior do que colocar o paraquedas foi ouvir as instruções do piloto espanhol Sergio Pla: “Se eu gritar pula, pula, pula… é para pular. Pelo menos é isso que eu vou fazer”, disse ele, enquanto me explicava como me soltar do cinto, me jogar do avião e abrir o paraquedas. Outra coisa que me preocupou foi a manete de abertura da cabine, que ficava estrategicamente posicionado ao lado do botão para tirar fotos da câmera do avião (que seria operada por mim). Fiquei me imaginando apertando o botão errado e voooooshhh!!!

Finalmente decolamos… o aeroporto foi ficando pequeno, passamos o Pão de Açucar e logo estávamos sobre a praia de Copacabana. “estas listo, Pedro?”, perguntou o piloto, e antes que eu pudesse responder, já estávamos mergulhando sobre o Forte do Posto 6, onde foi instalado um gate igual ao da competição para que nós pudéssemos ter a mesma sensação que os pilotos… bom, mais ou menos a mesma sensação, porque os profissionais chegam a aturar forças de até 12G, enquanto eu cheguei a uns 6G, no máximo. E olha que não é pouco, a cada descida e subida, tinha que apertar a perna e a barriga e respirar forte para não ver o meu sangue descer todo para o dedão do pé e eu desmaiar.

Copacabana upside down...

Copacabana upside down...

Após três passagens pelo gate, chegou a hora do grande looping. Sergio guiava o meu olhar, para que eu sempre tivesse um horizonte e não me perdesse entre o céu e a terra. “mira a la derecha, delante, detrás”… enquanto isso, eu via o horizonte girando, a praia de Copacabana virando céu e, vagarosamente, voltando para o seu devido lugar. Foram dois desses, com algumas variações e um pouco mais de emoção no segundo. Com o calor da cabine, os loopings e a força G, meu corpo já dava sinais de desgate… era chegada a hora de voltar.

Antes, porém, demos algumas voltas ao redor do Cristo Redentor, enquanto esperávamos pela liberação da pista de pouso. Passamos tão perto que, quando dei um tchauzinho para os turistas, eles efusivamente acenaram de volta. Pista liberada, pouso tranquilo (se é que se pode chamar de tranquilo um pouso de lado. Como a frente do avião é mais alta, os pilotos pousam praticamente na perpendicular, para poder ver a altura da aeronave. No último segundo, eles corrigem e tocam o solo). Nesse momento eu já estava bufando dentro do avião, pronto para estender a mão e pegar o famoso saquinho para depositar o almoço… felizmente não foi necessário. Desci do avião com a certeza de ter vivido uma experiência única, além de ter causado a inveja de boa parte dos meus amigos e seguidores do Twitter, que acompanharam a aventura em tempo real.

Assista ao vídeo do passeio:

Matéria que eu fiz com Di Ferrero, do NX Zero, e Marcelo Cordeiro, do Sportv, que também voaram:

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De barco pelo Saco do Mamanguá

Posted on 09 April 2010 by Pedro Serra

Havia lido sobre o Saco do Mamanguá em uma matéria do jornal O Globo há cerca de um mês e fiquei com aquilo na cabeça. A chance de visitar o local, porém, veio antes do que eu imaginava, com essa minha inesperada viagem a Paraty. O Mamanguá é o único fiorde brasileiro e estende-se por oito quilômetros até o mais bem preservado manguezal da Baía da Ilha Grande. O local é uma área de preservação ambiental onde muitos ricos e famosos dividem espaço com uma comunidade tradicional de caiçaras. O cenário é composto pelo tom esverdeado do mar que se encontra com as montanhas repletas de árvores.  O local é acessível apenas por barco, que você pode alugar em Paraty Mirim, um distrito a cerca de 30 quilômetros de Paraty.

Acompanhem o vídeo abaixo e aguardem o post completo sobre o passeio aqui no blog, na segunda-feira (assista em tela cheia ou no modo HD na página do Vimeo)

Leia o post sobre o primeiro dia da viagem a Paraty, com a Procissão do Fogaréu, Mergulho na Ilha dos Ratos, mergulho na Cachoeira da Estrada e um passeio até a Praia de Trindade.

Assista ao vídeo do primeiro dia da viagem:


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Semana Santa em Paraty – 1º dia

Posted on 06 April 2010 by Pedro Serra

Estava com vontade de ir a Paraty desde que, na Semana Santa de 2007, visitei Tiradentes e conheci a Estrada Real, por onde os escravos transportavam o ouro que seguiria para Portugal na época do Brasil Colônia. A cidade mineira era o ponto de partida da rota do metal, que era carregado nas costas por 1.200 quilômetros de caminhos de pedra até sua irmã aqui no Rio de Janeiro e embarcada em navios. A viagem durava cerca de 95 dias. Em 1707, porém, com a abertura de um novo caminho, Paraty deixou de ser o porto de saída do metal, passou a se dedicar à produção de cachaça, ainda teve um boom econômico com o ciclo do café, mas, em 1888, com a abolição da escravatura, a cidade foi simplesmente esquecida, e sua população de 16 mil habitantes reduzida a pouco mais de 600.

Paraty ao anoitecer - Foto: Pedro Serra

Paraty ao anoitecer - Foto: Pedro Serra

Esse esquecimento permitiu que a cidade, com construções que datam do século XVI, mantivesse sua arquitetura preservada, e é exatamente aí que está o seu charme. O redescobrimento só veio nos anos 70, com a abertura da estrada Rio-Santos, permitindo que uma horda de turistas de todas as partes do mundo visitassem a cidade.

Depois dessa pequena aula de história patrocinada pelo Google, vamos ao relato da viagem, uma das melhores que fiz em muito tempo. Recentemente fiz viagens que vão ficar para sempre guardadas na memória, como Cancun, Nova York, Califórnia, Buenos Aires e até o sertão da Bahia, onde fui fazer uma investigação sobre pedofilia para o jornal onde trabalho e conheci uma realidade totalmente diferente. Mas Paraty foi especial.

Paraty ao amanhecer - Foto: Pedro Serra

Paraty ao amanhecer - Foto: Pedro Serra

Aproveitando que minha mulher e meu filho embarcaram para Paris e Amsterdam, resolvi voltar as origens, ou seja, ficar em albergue, gastar pouco e fazer muito. O hostel escolhido foi o Misti Chill, premiado em 2008 com o “Best Atmosphere Award” do site Hostel Bookers. O preço, R$ 135 por quatro noites em um quarto com seis camas, ficou muito abaixo do que eu pagaria em um quarto de pousada, se estivesse viajando com a família (cerca de R$ 200 a diária). Arrumei dois amigos aventureiros, Fábio e Seth, um americano radicado no Rio de Janeiro há apenas dois meses e lá fomos nós.

Por coincidência, viajei para Paraty exatamente na mesma época que estive em Tiradentes, a Semana Santa. Chegamos na quita-feira à noite, após enfrentar uma Rio-Santos marcada pelos recentes deslizamentos de terra causados pela chuva. No nosso primeiro passeio, nos deparamos com a Procissão do Fogaréu, onde todos carregam tochas pela cidade acompanhando uma imagem de Jesus e pessoas vestidas como soldados romanos, simbolizando a prisão de Cristo. A visão da cidade toda apagada, iluminada apenas pelas tochas dos fiéis entoando os seus hinos religiosos realmente é de arrepiar.

Paraty - Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

Paraty - Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

Paraty - Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

Procissão do Fogaréu - Foto: Pedro Serra

No dia seguinte, acordamos cedo para aproveitar o dia, que começou com um mergulho na Ilha dos Ratos e outro na Ilha Comprida. A saída com a operadora Adrenalinha Mergulho, indicada pelos amigos da Xdivers, ficou em R$ 90, mais R$ 20 por peça de equipamento alugado. Para o gringo, que foi apenas acompanhar, o passeio saiu a R$ 60. Na primeira descida, água quente, boa visibilidade e alguma vida marinha, com peixes, moréia, arraia. Na segunda, a visibilidade caiu muito, em alguns trechos, eu não enxergava um palmo na frente do meu nariz, me perdi do meu dupla, mas, mesmo assim, me diverti. Para mim, o importante é estar debaixo d’água, o resto é o resto. Depois do mergulho, ainda apreciamos o passeio de barco de volta a Paraty, observando aquela paisagem que mistura o azul esverdeado do mar da região com o verde das montanhas.

Paraty

O segundo destino do dia era a praia de Trindade, mas pegamos uma carona com o acaso e acabamos em uma belíssima cachoeira, à beira da Rio-Santos. O fato é que nos perdemos, passamos a divisa para São Paulo e, quando procurávamos um lugar para retornar, demos de cara com a Cachoeira da Estrada, uma queda d’água belíssima a cerca de 30 quilômetros de Paraty. Nem vou descrever o local… uma imagem vale mais do que mil palavras. Assista abaixo o vídeo do primeiro dia de viagem (melhor visto em tela cheia, no modo HD).


Após lavar a alma (e o nosso equipamento de mergulho) na cachoeira, seguimos finalmente para Trindade. A cidadezinha surge, lotada de turistas, hippies e famílias, no meio do nada após cerca de 30 minutos em uma estradinha íngrime, sinuosa, e cercada de verde por todos os lados. É aqui também que começa a trilha para a Praia do Sono, famosa por sua beleza. Pegamos uma mesinha na areia, pedimos algo para beber e comer, e simplesmente apreciamos a bela vista proporcionada por aquela mistura de cores que eu já citei, apenas acrescida dos tons de amarelo do pôr do sol.

Trindade - Foto: Pedro Serra

Trindade - Foto: Pedro Serra

Trindade - Foto: Pedro Serra

Trindade - Foto: Pedro Serra

À noite, voltamos para mais um passeio pela cidade, entrando nas diversas lojas de artesanato, móveis, objetos de arte e tudo o que você possa imaginar. O jantar acabou sendo um pastel de 30 centímetros, famoso na cidade, que eu e o Seth odiamos, mas que, a julgar pela cara de satisfação do Fábio e pela lotação do lugar, devia estar uma delícia.

O pastel gigante - Foto: Pedro Serra

O pastel gigante - Foto: Pedro Serra

Comércio de Paraty - Foto: Pedro Serra

Comércio de Paraty - Foto: Pedro Serra

No passeio, ainda pudemos ver os passos com suas portas abertas. Esses passos são como pequenos altares, que representam o caminho de Cristo até a crucificação e passam o ano todo fechados, podendo ser vistos apenas durante a Semana Santa.

Passos - Foto: Pedro Serra

Paraty - Passos - Foto: Pedro Serra

Passos - Foto: Pedro Serra

Passos - Foto: Pedro Serra

Veja mais fotos no Flickr do Sem Destino

Leia sobre o segundo dia de viagem a Paraty e assista ao vídeo com o passeio de barco ao Saco do Mamanguá.

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Domingão no Jardim Botânico

Posted on 26 March 2010 by Pedro Serra

Created by Portugal’s king D.João VI when he brought his court to Brazil running away from Napoleon Bonaparte, in 1908, Rio de Janeiro’s Botanical Garden is home to thousands of species of rare plants and trees. It is an excelend place to go for a walk, appreciate nature, have a picknick or simply sit back and relax. Join Sem Destino in this walk on the park and wait for the next post, with all the information you need for visiting this echological sanctuary right in the middle of an urban jungle.

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Jardim Botânico
Jardim Botânico Street, 1008
Entrance: R$ 5,00 (around US$ 3,00)


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