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‘Comida di Buteco’ chega ao Rio de Janeiro

Posted on 01 June 2010 by Pedro Serra

Um boteco pode ser um bom lugar para bebericar um chopinho gelado com amigos e jogar conversa fora comendo um bom bolinho de bacalhau. Alguns estabelecimentos, porém, levam essa experiência a um outro patamar, com a bebida servida na temperatura certa, um bom atendimento, um local limpinho e, principalmente, comidinhas que vão além do trivial. Por nos proporcionar tudo isso, esses estabelecimento merecem um prêmio… e é exatamente para isso que existe o concurso “Comida di Buteco“, que chegou ao Rio de Janeiro no último de 28 de maio, com 31 restaurantes competindo, e vai até o dia 27 de junho… ou seja, jogos da Copa do Mundo à tarde, botequinho para comemorar à noite, como bem sugere o texto de divulgação do evento:

COMIDA DI BUTECO 2010 RIO DE JANEIRO“Junho de 2010 é mês de Copa. E de cozinha também! Pelo menos para os cariocas, que terão um motivo a mais, além dos jogos do Brasil, para se mobilizarem em torno de uma boa mesa de bar. Enquanto os 32 países classificados para o maior evento do futebol mundial se enfrentam nos gramados da África Sul, aqui no Rio os 31 melhores botequins da cidade disputarão os prêmios da terceira edição do concurso Comida di Buteco, que acontece entre os dias 28 de maio (sexta-feira) e 27 de junho (domingo) na cidade.

A diferença entre as duas “competições” é que no Rio de Janeiro não haverá perdedores. Com o evento, todo mundo ganha, uma vez que o Comida di Buteco tem como objetivo principal resgatar e promover a culinária de raiz. E nesse quesito, a novidade da edição deste ano é de dar água na boca: todos os petiscos concorrentes são inéditos e exclusivos, desenvolvidos pelos estabelecimentos especialmente para o festival.

Para fazer parte dessa festa, não precisa ser convocado. Basta ir a um dos botecos participantes, comer o petisco e dar a sua nota. Você tem acesso à lista dos “convocados” através do site: www.comidadibuteco.com.br Como já ocorreu nos últimos anos, o ganhador sai de uma decisão compartilhada entre o julgamento popular e os votos de um júri de especialistas. Para ser eleito o melhor boteco o estabelecimento deve zelar pelo atendimento, temperatura da bebida e higiene. O peso de cada voto é o seguinte: 70% para o petisco concorrente, 10% para o atendimento, 10% para a bebida e 10% para a higiene do local.

Assim como no futebol, a democracia se institui de fato no boteco. Entendendo e valorizando o botequim, como um dos mais importantes espaços da sociabilidade do brasileiro, o mote da campanha do Comida di Buteco esse ano é uma declaração de amor ao boteco. Da zona sul ao subúrbio, as torcidas misturam raças, crenças, diferenças sociais, no botequim e no campo. Com o slogan “Em cada coração bate um buteco, em cada buteco batem vários corações” a Free Produções, realizadora do evento, pretende mobilizar torcidas, superando o número de mais de 200 mil pessoas que visitaram os 31 concorrentes de 2009. Ano de copa, ano de boteco! A culinária será o tempero especial desse campeonato para quem for assistir aos jogos nos estabelecimentos participantes.

Nascido 11 anos atrás em Belo Horizonte, o concurso é um dos mais importantes eventos do calendário da gastronomia nacional, com repercussão em todo o país e no exterior.
O evento já atingiu proporções nacionais e esse ano a agenda do Comida di Buteco envolve as capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e ainda as cidades: Campinas, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto ( SP ), Além de Ipatinga, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia ( MG )”.

Para saber mais, siga o Twitter do evento: @_comidadibuteco

Vamos então à lista dos botecos participantes:

GRUPO ESTREANTE:

BOTECO ANGU DO GOMES

Na cama com Gomes

ANGU DO GOMES (Saúde/Centro)

Prato: Na Cama com Gomes / R$12 a unidade.

Rua Sacadura Cabral, 17, Largo da Prainha, Saúde. Tel. 2233-4561. Sábado e Domingo não abre. Segunda a Quinta 11h até 23h, Sexta 11h até 2h.

BAR 20 (Ipanema)

Prato: 20 Comer / R$ 16,50 a porção

Rua Henrique Dumont 85, loja B.Tel. 2239-0546. Segunda não abre, Terça e Quarta de 12h até 24h, de Quinta até Sábado de 12h até 1h, Domingo 12h até 22h.

Boteco Bar do Picote

Empanado do Picote

BAR PICOTE (Flamengo)

Prato:  Empanado do Picote / R$20 a porção

Rua Marques de Paraná 128, loja C. Tel. 2552-1799. De Segunda a sábado de 7h até 1h, Domingo de 9h até 23h.

CALDO BELEZA (Flamengo)

Prato:  Mocotó Beleza / R$10

Rua Senador Vergueiro 238, Flamengo — 2554-4841. Segunda a sábado, das 17h à meia-noite. Domingo não abre. C.C.: Todos.

Boteco da Gema

Fondue da Gema

DA GEMA (Tijuca)

Prato:  Fondue da Gema / R$20

Rua Barão de Mesquita, 615, loja C/D. Tel.2208-9414. Segunda não abre. Terça e Quarta das 17h até 24h, Quinta das 17h até 1h, Sexta das 15h até 2h, sábado das 12h até 2h, domingo e feriado 12h até 22h. * Esse horário é somente durante o concurso Comida di Buteco.

NORDESTINO CARIOCA (Jacarepaguá – Anil)

Prato: Caldo de Caridade / R$ 7 a unidade

Av. Sargento Carlos Argemiro Camargo, 49. Tel. 3412-3353. Segunda não abre. Terça a Quinta das 10h até 22h, Sexta e Sábado das 10h até 24h, Domingos e Feriados 10h até 18h.

PETISQUEIRA MARTINHO (Ilha do Governador)

Prato: Petisquim / R$16,50

Praia do Jequiá, 33, Ribeira. Tel. 3396-6404. De segunda a terça não abre. Quarta e Quinta das 17h30 até 24h, Sexta das 17h até 2h, sábado e feriado 11h30 até 2h, Domingo 11h30 até 22h30.

SABOR DA MORENA (Botafogo)

Prato: Entocado da Morena / R$ 14 a unidade

Rua São Manoel 43. Tel. 2541-4756. Segunda-feira não abre. Terça-feira a sábado de 17h até 1h.

Boteco Santa saideira

Pedacinho do Norte

SANTA SAIDEIRA (Santa Teresa)

Prato: Pedacinho do Norte / R$30 a porção

Rua do Progresso, numero 5, Largo das Neves. Tel. 3233-0122.  Horário de funcionamento de Domingo a quinta de 10h até 24h, sexta e sábado de 10h até 2h.

GRUPO  -  ZONA SUL

ADEGA DO CESARE (Copacabana)

Prato: Gurjões mistos com molho tártaro / R$ 15

Rua Joaquim Nabuco, 44, loja A/B. Tel. 2523-1429. De segunda a domingo das 10h30 até 1h.

ADEGA PÉROLA (Copacabana)

Prato: Bolinho de Siri / R$ 14 a porção

Rua Siqueira Campos, 138 A.Tel. 2255-9425. Horário de funcionamento de segunda a sábado de 10h até 24h. Domingo não abre.

BAR URCA (Urca)

Prato: Casquinha a Vila do Chã / R$ 12 a unidade

Rua Candido Gaffrée, 205 – Urca. Tel. 2295-8744. Segunda a sexta, das 7h às 23h30, sábado 8h as 23h30. Domingo, das 8h30h às 20h.

BOTECO SALVAÇÃO (Botafogo)

Prato: Coxinha Invertida / R$ 12,90 a porção

Rua Henrique de Novaes, 55 – Botafogo.         Tel. 2539-0216. Segunda a quinta, das 18h às 02h, Sexta 18h às 4h. Sábado das 20h às 03h. Domingo, das 15h às 23h.

Boteco Pavão Azul

Ressuscitaram o Camarão

PAVÃO AZUL (Copacabana)

Prato: Ressuscitaram o Camarão / R$10 a unidade

Rua Hilário de Gouveia, 71, lojas A e B – Copacabana. 2236-2381. Segunda a sábado, das 12h às 24h. Domingo, das 12h às 20h.

REAL CHOPP (Copacabana)

Prato: Kibinho de Bacalhau / R$ 12 a porção

Rua Barata Ribeiro, 319 – Copacabana. Tel. 2547-6673. Segunda a Domingo, das 7h às 2h.

GRUPO – LAPA, CENTRO E PRAÇA DA BANDEIRA

ACONCHEGO CARIOCA (Praça da Bandeira)

Prato: Futrica na Roça / R$28 a porção

Rua Barão de Iguatemi, 388 A – Praça da Bandeira. 2273-1035. Terça a Sábado, das 12h às 23h.  Domingo e Feriado das 12h às 18h.

ANTIGAMENTE (Centro)

Prato: Seleção Brasileira / R$ 16 a porção

Rua do Ouvidor, 43 – Centro. 2507-5040. Segunda a Sexta, 11h30 às 24h. Sábado, das 12h às 19h. Domingo não abre.

BECO DO RATO (Lapa)

Prato: Fígado Sustado / R$ 18 a porção

Rua Joaquim Silva, 11 – Lapa. 2508-5600. Horário de funcionamento: Segunda, de 8haté 24h, Terça 8h até 2h, Quarta 8h até 24h, Quinta 8h até 1h, Sábado 16h até 24h, Domingo não abre.

CACHAÇARIA MANGUE SECO (Lapa)

Prato: Camarão Atolado / R$ 9.00 a unidade

Rua do Lavradio, 23 – Centro. Tel. 3852-1947. Segunda e Terça 11h as 23h30, Quarta e Quina de11h à 1h, sexta e sábado 11h às 2h30.

GRACIOSO (Saúde / Praça Mauá)

Prato: Jabazinho / R$ 3 a unidade

Rua Sacadura Cabral, 97 – Saúde. Tel. 2263-5028. Segunda a Sexta, das 6h às 21h. Não abre nos finais de semana.

PETIT PAULLETE (Praça da Bandeira)

Prato: Crocrevet do Let / R$ 32 a porção

Rua Barão de Iguatemi, 408 – Praça da Bandeira. 2502-2649. Segunda a Domingo de 12h Até 24h. * Esse horário é válido somente durante o concurso Comida di Buteco.

GRUPO – ZONA NORTE: TIJUCA, GRAJAÚ, ETC.

Boteco Cachambeer

Explode Cabritão

CACHAMBEER (Cachambi)

Prato: Explode Cabritão / R$ 39,90

Rua Cachambi, 475.  Tel. 2501-8465. Terça a sexta de 16h até 24h. Sábado das 12h até 24h, domingo das 11h30 às 18h.

SIRI (Vila Isabel)

Prato: Fuzuê de Camarão

Rua dos Artistas, 02 – Vila Isabel. 2208-6165.  Todos os dias de 11h30 as 23h30.

BAR DA AMENDOEIRA (Maria da Graça)

Prato: Show de Bola / R$ 3 a unidade

Rua Conde de Azambuja, 881,lj A e B.Tel. 2501-4175. Segunda a Quinta de 6h30 até 22h, Sexta de 6h30 até 23h, Sábado 6h30 Até 20h. Domingo não abre.

Boteco Enchendo Linguica

Das Tripas Coração

ENCHENDO LINGUIÇA (Grajaú)

Prato: Das Tripas Coração / R$36 a porção

Avenida Engenheiro Richard, 02, loja A – Grajaú. 2576-5727. Todos os dias a partir das 11h.

VARNHAGEN (Maracanã)

Prato; Espírito de Porco / R$ 14

Praça Varnhagen, 14 A – Maracanã. 2254-3062. Segunda a Sexta, das 07h às 20h. Sábados, Domingos e Feriados, 08h às 17h.

GRUPO – ILHA DO GOVERNADOR

PONTAPÉ

Prato: Baião Carioca / R$9.50 a unidade

Praia da Ribeira 63, Ribeira. Tel. 3495-2285.     Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira, 18h até 24h, sábado 12h até 24h, Domingo 12h até 17h.  Segunda-feira não abre.

GRUPO – ZONA OESTE

ACADEMIA DA CACHAÇA (Barra)

Campeão do concurso em 2009

Prato: Tapioca Carioquinha / R$17,30

Av. Armando Lombardi, 800, loja 65L. Tel. 2492-1159. Domingo a quinta de 12h ate 1h, Sexta e Sábado, 12h às 2h.

BAIXO ARAGUAIA (Jacarepaguá)

Prato: Picanha ao molho Especial / R$30

Rua Araguaia, 1709 – Freguesia. Tel.3392-3760. Segunda a quinta-feira das 18h às 24h, sexta 18h ate 1h, Sábado 12h ate 1h, Domingo e Feriado, 12h às 24h.

GRUPO – SUBÚRBIO

BAR DA PORTUGUESA (Ramos)

Prato: Punheta da Dondon / R$25 a porção

Rua Custódio Nunes, 155 – Ramos. 2260-8979. Terça a Sexta, das 17h às 24h. Sábado e Domingo, das 10h às 18h, Segunda-feira não abre.

ORIGINAL DO BRÁS (Brás de Pina)

Campeão da edição 2008 e segundo colocado em 2009.

Prato: Brasileirinho Original / R$18

Rua Guaporé, 680, lojas A e B – Brás de Pina. 3866-1313. Segunda não abre. Terça a Quinta, das 16h às 23h. Sexta e Sábado, das 14h às 24h. Domingo, das 13h30h às 17h. Segunda-feira não abre.

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A Red Bull me deu asas…

Posted on 20 May 2010 by Pedro Serra

Tem coisas que só o jornalismo faz por você. Quando eu poderia imaginar que voaria a praia de Copacabana, de cabeça para baixo, em um aviãozinho da Red Bull Air Race. Pois bem, na semana retrasada foi isso que eu fiz, graças a um crachá no peito e muita cara de pau. Assim que recebi os primeiros releases sobre a corrida aérea no Rio de Janeiro, já enviei um email para o pessoal da assessoria de imprensa falando sobre algumas pautas e, no meio, perguntei sobre a possibilidade do voo. Detalhe, ainda faltava quase um mês para o evento. Me surpreendi com a velocidade do “claro, vamos marcar” que eu recebi do pessoal… tanto que nem acreditei, e enchi o saco dos caras com emails sobre o passeio. (Assista aos vídeos no final do post)

Sergio Pla, meu piloto

Sergio Pla, meu piloto

No dia, fui o primeiro a chegar (meu voo estava marcado para as 8h) e o último a decolar (por causa do tráfego aéreo no aeroporto Santos Dummont, a pista só foi liberada às 14h). Durante a espera, encontrei com o Di Ferrero, vocalista do NX Zero, que também ia fazer o media flight. Como ele tinha compromissos (e eu precisava de uma cobaia), deixei-oir na minha frente. Logo depois apareceu o Marcelo Barreto, do Sportv, que também pediu encarecidamente para passar na minha frente. Sem problemas… aproveitei para colher algumas informações quando eles voltaram, o que me tranquilizou. Estranhamente, eu não estava nervoso, nem com medo, nem ansioso. Esperei pacientemente pelo retorno das minhas cobaias, tomei um Red Bull, belisquei alguma coisa no belo buffet oferecido aos jornalistas (só não pude comer muito, sob o risco de colocar tudo para fora no primeiro looping).

Pronto para partir

Pronto para partir

Finalmente chegou a minha vez. Colocar o macacão, o colete salva-vidas e… o paraquedas. Aliás, pior do que colocar o paraquedas foi ouvir as instruções do piloto espanhol Sergio Pla: “Se eu gritar pula, pula, pula… é para pular. Pelo menos é isso que eu vou fazer”, disse ele, enquanto me explicava como me soltar do cinto, me jogar do avião e abrir o paraquedas. Outra coisa que me preocupou foi a manete de abertura da cabine, que ficava estrategicamente posicionado ao lado do botão para tirar fotos da câmera do avião (que seria operada por mim). Fiquei me imaginando apertando o botão errado e voooooshhh!!!

Finalmente decolamos… o aeroporto foi ficando pequeno, passamos o Pão de Açucar e logo estávamos sobre a praia de Copacabana. “estas listo, Pedro?”, perguntou o piloto, e antes que eu pudesse responder, já estávamos mergulhando sobre o Forte do Posto 6, onde foi instalado um gate igual ao da competição para que nós pudéssemos ter a mesma sensação que os pilotos… bom, mais ou menos a mesma sensação, porque os profissionais chegam a aturar forças de até 12G, enquanto eu cheguei a uns 6G, no máximo. E olha que não é pouco, a cada descida e subida, tinha que apertar a perna e a barriga e respirar forte para não ver o meu sangue descer todo para o dedão do pé e eu desmaiar.

Copacabana upside down...

Copacabana upside down...

Após três passagens pelo gate, chegou a hora do grande looping. Sergio guiava o meu olhar, para que eu sempre tivesse um horizonte e não me perdesse entre o céu e a terra. “mira a la derecha, delante, detrás”… enquanto isso, eu via o horizonte girando, a praia de Copacabana virando céu e, vagarosamente, voltando para o seu devido lugar. Foram dois desses, com algumas variações e um pouco mais de emoção no segundo. Com o calor da cabine, os loopings e a força G, meu corpo já dava sinais de desgate… era chegada a hora de voltar.

Antes, porém, demos algumas voltas ao redor do Cristo Redentor, enquanto esperávamos pela liberação da pista de pouso. Passamos tão perto que, quando dei um tchauzinho para os turistas, eles efusivamente acenaram de volta. Pista liberada, pouso tranquilo (se é que se pode chamar de tranquilo um pouso de lado. Como a frente do avião é mais alta, os pilotos pousam praticamente na perpendicular, para poder ver a altura da aeronave. No último segundo, eles corrigem e tocam o solo). Nesse momento eu já estava bufando dentro do avião, pronto para estender a mão e pegar o famoso saquinho para depositar o almoço… felizmente não foi necessário. Desci do avião com a certeza de ter vivido uma experiência única, além de ter causado a inveja de boa parte dos meus amigos e seguidores do Twitter, que acompanharam a aventura em tempo real.

Assista ao vídeo do passeio:

Matéria que eu fiz com Di Ferrero, do NX Zero, e Marcelo Cordeiro, do Sportv, que também voaram:

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Um gringo perdido no Rio de Janeiro

Posted on 16 May 2010 by Pedro Serra

Conheci o Seth durante minha última viagem a Paraty. Expatriado, trabalhando no Brasil em uma empresa do setor petrolífero, o gringo tinha chegado ao Brasil havia dois meses. Durante a viagem, eu e outro amigo conversávamos sobre os problemas do Brasil, especialmente sobre a falta de educação de algumas pessoas e do sentimento de que temos que levar vantagem em tudo, seja no trânsito ou na política. Seth ouvia a tudo calado, mas eu notava que ele estava silenciosamente concordando com tudo o que dizíamos e acho que só não falou nada por educação. Durante a viagem, ele me prometeu que enviaria um texto para ser publicado no blog. Agradeci, pensando que seria mais uma dessas pessoas que prometem colaborar com a página e depois desaparecem. Até que, na semana passada, recebi um excelente texto que conta todo o sentimento de um gringo tentando se adaptar à vida no Rio de Janeiro.

Seth desbravando a cidade

Seth desbravando a cidade

Confira abaixo o relato de Seth na versão que eu fiz em português. Para quem gosta de ler o original, copiei o texto logo depois:

“Nós já ouvimos essa história antes: rapaz viaja para uma terra estrangeira, ignorante da língua e da cultura, mas abraça o novo com vigor e rapidamente se adapta ao seu novo ambiente. Este sou eu… exceto pela parte do “rapidamente se adapta”. Cheguei no Rio há mais de três meses e, enquanto o choque inicial foi um esmagador tapa na cara, que talvez também me tenha aberto os olhos, a dor da transição ainda não evoluiu para o prometido êxtase cultural. Me sinto como uma chave quadrada em meio a milhares de buracos redondos. E não importa o que eu faça, não acho uma maneira de me encaixar a eles. Se mudar-se para um país é tão estimulante quanto muitos viajantes afirmam ser, eu seria o primeiro a levantar uma sobrancelha.

Eu não sei. Às vezes, quando me vejo reclamando que as pessoas no Brasil não fazem sentido, tento me lembrar que, na verdade, poucos de nós no mundo fazem. Se eu não entendo nem as pessoas do meu país, como posso eu entendê-las aqui, sem uma forma de me comunicar? Se eu pudesse, eu lhe diria novamente aquilo que você provavelmente já sabe: que a falta do idioma correto é uma grave desvantagem. Um cego pode falar como ele está se sentindo. Um paraplégico pode empurrar sua carreira de rodas para um restaurante e ter uma refeição com amigos. Um surdo pode ler o seu caminho através de um aeroporto e viajar para seu destino favorito. E um mudo ainda pode balançar sua cabeça em compreensão ao que os outros dizem. Eu não posso fazer nenhuma dessas coisas. Nesta cidade, me sinto tão útil quanto uma pequena criança chorona. Sim, eu gosto de reclamar (talvez muito e frequentemente) que aprender outra língua é difícil. Mas, em meio aos meus murmúrios, estou simplesmente observando que a vida isolado da normalidade é tão difícil quanto se pode imaginar. Mesmo para uma pessoa como eu, que afirma gostar dos desafios deste tipo de isolamento.

Paisagem na janela

Paisagem na janela - foto: Seth Miller

Como um americano, com pouco conhecimento além da vida rural onde cresci, passei a achar a nova vida nesta calorenta cidade à beira-mar bem frígida. Talvez seja apenas a falta de uma comunidade que eu conheça, como alguém que está longe da familiaridade do lar, mas as sutilezas e os problemas da cidade são grandemente amplificados. O que se tornou rotina para muitos no Rio de Janeiro, virou para mim um trabalho em aceitar coisas que eu não posso modificar. Coisas que eu não entendo. Das favelas aos seguranças, a uma fricção aqui que torna a vida mais difícil. Mas nessa dificuldade, eu também encontro esperança. Vejo uma mendiga na rua todos, ignorada e abandonada – simplesmente um produto da insanidade de um sistema que não está nem aí. Mesmo assim, ela sorri para mim. Eu vejo motoristas rudemente bloqueando o caminho de outros tentando se livrar da estagnação do tráfego irracional da cidade. Mesmo assim, em ma rara ocasião, um para, permitindo que eu atravesse a rua. Ou a pequena garota que eu conheci após a chuva. Aí está uma boa história…

Um dia eu estava voltando do trabalho, andando pela calçada em Botafogo após uma forte chuva. As ruas estavam alagadas com aproximadamente 20 centímetros de água. Sendo um gringo invencível, com pouca tolerância para esse tipo de inconveniência, eu já havia tirado meus sapatos para achar o meu caminho, descalço, pela água barrenta (Hoje estou convencido de que ignorância é coragem. O que eu vi boiando na água me fez ver a virtude da paciência). Conforme os minutos passavam enquanto continuava seguindo adiante e a água ia subindo a minha perna, uma garotinha de aproximadamente 7-8 anos apareceu do nada. Ela ficou parada às margens da calçada, calmamente olhando para o rio que eu havia acabado de cruzar na minha audaciosa corrida de volta para casa. E quando ela olhou para mim, eu parei. Era uma linda garotinha. Sem a necessidade de um idioma eu sabia que ela estava tentando chegar em casa. Carregava uma pequena bolsa, provavelmente da farmácia próxima. Apontei para o outro lado da rua. Ela confirmou com um aceno de cabeça. Estendi os braços, ela embarcou, e eu a carreguei para o outro lado, colocando-a na calçada seca. Ela apenas riu e seguiu o seu caminho. Esse episódio fez a minha vinda para o Brasil valer a pena. Sem necessidade de português.

Há bondade em todos. Se a fictícia raça superior de Hitler algum dia existisse, seria uma que incluisse todas as raças, pois cada uma tem sua força. Há alegria, bondade e generosidade aqui no Brasil como eu raramente experimentei antes. Algo que eu venho vagarosamente aceitando. A pequena garota me ajudou mais do que eu a ajudei. Ela foi a minha luz nesta cidade, me deu um propósito para estar aqui. Ela mais uma vez me lembrou que os que precisam de ajuda neste mundo são os que acabam dando mais.  Os que já abriram mão de algo sabem que são aqueles para quem se dá que fazem a vida valer a pena. Atualmente, estou morando no Rio de Janeiro. Por quê? Não sei direito. Mas. enquanto eu estou aqui, vou aprendendo aos poucos que, desorientado como fico neste lugar, eu às vezes preciso de ajuda. E se eu deixar o meu orgulho ficar no caminho de outros que me ajudam quando eu preciso, estarei tomando aquilo que não me é de direito: ajudar e ser ajudado. Menos que isso, e não seríamos humanos”.

Um gringo no Rio de Janeiro

O texto original, em inglês:

“We’ve all heard the old story before: a boy travels to a foreign land, ignorant of the languages and the culture, but then embraces the newness with vigor and quickly adapts to his new environment.  This is me…except for the “quickly adapts” part.  I have been in Rio now for over 3 months.  And while at first the shock was an overwhelming and perhaps eye-opening smack across the face, the pain of transition has not yet evolved into one of promised, cultural bliss.  I feel like that annoying, square peg amidst thousands of round holes.  And no matter what I do I can’t seem to make myself fit in.  If moving to another country is as exhilarating as many world travelers proclaim I would be the first to raise an eyebrow.

I don’t know.  Sometimes when I find myself complaining that people here in Brazil don’t make sense I try to remember that, in reality, few of us in this world do.  And if I don’t even understand people at home how am I supposed to understand them here without any way to communicate?  If I could, I’d tell you again what you likely already know: that the lack of the correct language is a grave handicap.  A blind man can say how he is feeling.  A lame man can roll his wheelchair into a restaurant to have a meal with his friends.  A deaf man can read his way through an airport to travel to his favorite destination.  And a mute person can still nod his head in understanding.   I can do none of these things.  In this city, I feel as useful as a small, whining child.  Yes, I like to complain (perhaps too much and too often) that learning another language is difficult.  But through my mutterings I am simply observing that life secluded from that of normality is as hard as one might imagine.  Even for a person such as myself who claims to enjoy the challenges of such isolation.

As an American, with little knowledge beyond my rural, homegrown ways, I have found the new life in this warm city by the sea to be quite frigid.   Perhaps it is simply the void of a community I know but, as someone who is away from the familiarity of home, the subtleties and blemishes of this city are greatly amplified.  What has become routine for many in Rio has for me become a chore in accepting things that I cannot change.   Things I don’t understand.  From favelas to security guards, there is a friction here that makes it difficult to live.  But in these difficulties, I also find hope.  I see a homeless lady on the street each day I pass by, ignored and abandoned—simply a product of the mind-twisting insanity of a machine that doesn’t care.  Yet she gives me a smile.   I see driver’s rudely blocking the paths of others trying to break free of the stagnation of irrational city traffic.  Yet on a rare occasion one stops to let me cross the street.  Or the little girl I met after the rain.  There’s a story…

One day when returning from work, I was walking along the sidewalk in Botafogo after a heavy rain.  The streets were flooded with probably about 20 cm of water.  Me, being an invincible gringo, with little tolerance for such inconveniences, had already taken off my shoes so as to wade barefoot through the grimy water.  (Ignorance is courage I now realize as what I saw floating in that water has me convinced of the virtues of patience.)  As the minutes passed while wading forward and the water continued to deepen around my knees I suddenly came upon a small girl.  Probably 7-8 years old, the little girl stood on the shore of the sidewalk calmly looking at the river of water I had just crossed in my brash rush towards home.  And when she looked at me I stopped.  She was a beautiful little girl.  And without the need for language I knew that she was trying to get home.  She carried a small bag.  I assume from the pharmacy nearby.  I pointed to the other side of the road.  She nodded.  I put out my arms.  She climbed on board.  And I carried her across.  I set her down on the dry sidewalk.  She smiled and went on her way.  It made my trip to Brazil worth it.  No Portuguese needed”.

There is goodness in everyone.  If the fictitious master race of Hitler ever was to exist it would be one that included all the races.  For each one has its strengths.  An old truth yes, but one that the wars of this world prove few recognize as practical.  There is a joy, goodness and generosity here in Brazil I have rarely experienced before.  Something I have been slow in accepting.  That small girl helped me more than I helped her.  She was my light in this city.  She gave me a purpose for being here.  She again reminded me that it is those that need help in this world that give the most.  To anyone who has ever given away something knows, it is those to whom you give that make life worth living.   Currently I find myself in Rio.  Why?  I don’t quite know yet.  But while I am here I am slowly learning that, as evident by my bewilderment of this place, I sometimes need help as well.   And if I let my pride get in the way of others helping me when I need it, I am taking away that which is not mine to take.  To help and to be helped.  Anything less and we would not be human.

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Rio Restaurant Week – 90 restaurantes, um só preço

Posted on 13 May 2010 by Pedro Serra

Até o dia 23 de maio, o Rio de Janeiro sedia mais uma edição da Restaurant Week, uma maratona gastronômica com 90 restaurantes participantes em todas as regiões da cidade. A receita é simples: entrada, prato principal e sobremesa por R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar… mais R$ 1, que será doado a uma instituição de caridade, como ocorre em todas as cidades que sediam o evento. No Rio de Janeiro, a escolhida foi a fundação Crescer e Viver.

O evento nasceu há 18 anos em Nova York e, desde então, acontece em mais de 100 cidades ao redor do mundo. No Brasil, já passou por São Paulo, Brasília, Recife e está em sua segunda edição no Rio de Janeiro. Assim que terminar a edição carioca, começa a primeira em Curitiba, que vai até o dia 06 de junho. Para os cardápios e uma lista completa dos restaurantes, visite o site da Restaurant Week.

Rio restaurant week 2010

Separei aqui alguns restaurantes que eu pretendo ir… todos na Zona Sul e fora de shoppings (odeio ir a esses lugares).

Zaza Bistrô

Zaza Bistrô - foto: divulgação

Zazá Bistro
Rua Joana Angélica, 40 – Ipanema
Tel.: 2247-9102

Almoço e jantar:
Entrada – salada da casa ou samosas (pastéis indianos)
Prato principal – Penne de grano duro com tomates semi-secos, brocoli al dente e amêndoas
ou
Farfale integral com frango orgânico e lâminas de abobrinha, ricota defumada e crocante de ervas
Sobremesa – Cubinhos de manga marinados com gengibre, hortelã e limão, com farofa super crocante ed amêndoas e calda caseira de frutas vermelhas
ou
Brownie de chocolate

Meza Bar

Meza Bar - foto: divulgação

Meza Bar
Rua Capitão Salomão, 69 – Botafogo
Tel.: 3239-1951

Só jantar:
Entrada – Tabule de Quinoa com Kafta
ou
Salada Chevre Chaud
Prato principal – Sanduiche aberto de Frango Crocante com Caesar Salad e Crisp de Parma
ou
Hamburguer aberto preparado com Pêras e Cogumelos, servido com Molho Gorgonzola
Sobremesa – Brigadeiro de Limão Siciliano com Praliné de Pistache
ou
Bananas ao Rum com Mousse de Chocolate com Café

Stravaganze Pizzaria

Stravaganze Pizzaria - foto: divulgação

Stravaganze Pizzaria
Rua Maria Quitéria, 132 – Ipanema
Tel.: 2323-2391

Só jantar:
Entrada – Cornicione de Sal Grosso e Alecrim
ou
Bruschetta Melanzane
ou
Salada Leggera
Prato principal - Pizzas Brotinho com 16cm: Margherita, Romana e Colorita
Sobremesa - Mousse de chocolates preto
ou
Ovos Moles de Aveiro com sorvete de canela
ou
Crumble di Mele e Pere diet

Garcia & Rodrigues

Garcia & Rodrigues - foto: divulgação

Garcia & Rodrigues
Av.Ataulfo de Paiva, 1251 – Leblon
Tel.: 3206-4109

Almoço e jantar:
Entrada – Pêra Assada com Gorgonzola e Nozes
ou
Creme de Couve-flor
Prato principal - Medalhão de filet ao Poivre com Gratin de Batatas
ou
Brandade de Bacalhau
Sobremesa - Crème Brûlée
ou
Terrine de chocolate com Maracujá

Benkei Sushi

Benkei Sushi - foto: divulgação

Benkei Sushi
Av.Henrique Dumont, 71 – Ipanema
2540-4830

Almoço e jantar (veja o cardápio do jantar):
Entrada: Sunomono e Harumaki de Salmon
ou
Harumaki de salmon, tartar de salmon e atum
Prato principal: Combinado Atum e Salmon, Kakiague de Legumes (Tempura), Mini Camarão empanado, Gyoza, Hot Filadelfia e
Missoshiru
Sobremesa: Harumaki de banana com açucar e canela

Aquim

Aquim - foto: divulgação

Aquim
Av. Ataulfo de Paiva, 1240. Lj.B – Leblon
Tel.: 2512-4670

Só almoço
Entrada: Martine de Pupunha com Torradas de Focaccia e Confit de Limão Siciliano
Ou
Petit Gâteau de Parmegiano com Erva e Saladinha de Rúcula
Prato principal: Filé de Truta em Leite de Coco, Farofa de Gengibre e Couve Crocante
Ou
Risoto de Abóbora com Especiarias e Gorgonzola
Sobremesa: Coração de Laranja com Chocolate Branco e Calda de Chocolate
Ou
Financier de Frutas Secas com Creme de Damasco

Arab

Arab - foto: divulgação

Arab
Av.Atlântica, 1936. Lj.A – Copacabana
Tel.: 2235-6698

Só jantar
Entrada: Borreka de Queijo
Ou
Brik (pastel Marroquino recheado de queijo feta, cordeiro e espinafre ou massarela de búfala, queijo feta e nozes)
Ou
Falafel e Hommus
Prato principal: Shish Kebbab com fatouch de Gaza
Ou
Pernil de Cordeiro com Couscous Marroquino
Ou
Kafta com Mjadra
Sobremesa: Belewa
Ou
Fatayer de morango ou damasco com queijo cabra quente
Ou
Ataife de Nozes

00 cozinha contemporânea

00 cozinha contemporânea - foto: divulgação

00 Cozinha Contemporânea
Av.Padre Leonel Franca, 240 – Gávea
Tel.: 2540-8041

Só jantar
Entrada: Bolinhos do Pacífico
ou
Salada de camarão com papaya
Prato principal: Gnocchi 00 Lounge (de barôa com gorgonzola e tomates confit)
ou
Filé 00 (Mignon grelhado com purê de barôa, tempura de banana da terra crocante com raiz forte em neve)
Sobremesa: Tarte pecado
ou
Charlote Branca

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Conhece a Serra do Vulcão? Nem eu

Posted on 08 April 2010 by Pedro Serra

Vocês já tinham ouvido falar da Serra do Vulcão? Nem eu… morando em uma cidade como o Rio de Janeiro, às vezes nos surpreendemos com novas descobertas. Recebi ontem um release do grupo Aventureiros de Nova Iguaçu falando sobre uma caminhada ecológica – que acontece no dia 11 de abril e sobre a qual eu ainda vou falar no final do post – no tal do lugar. Fiquei curioso, achando que se tratava de algum passeio fora do Rio de Janeiro, mas me surpreendi ao descobrir que a tal da Serra do Vulcão fica logo ali, em Nova Iguaçu, para quem não sabe, um municipio da Região Metropolitana. Fui então perguntar ao oráculo (A.K.A. Google) what the f**k era aquele lugar. A minha surpresa foi ainda maior.

Serra do Vulcão - Nova Iguacu - Rio de Janeiro

Serra do Vulcão - Nova Iguaçu - Rio de Janeiro

Segundo o site Overmundo, “no final da década de 70, os geólogos André Calixto Vieira e Victor de Carvalho Klein descobriram o primeiro – e, há quem diga, o único – vulcão brasileiro. Localizado na Serra de Madureira, no Maciço de Gericinó, ele está extinto há cerca de 40 milhões de anos. Segundo os pesquisadores, sua boca tinha um quilômetro e meio, sua altura era de 300 metros, e, em erupção, o vulcão lançava rochas incandescentes de até duas toneladas”. Como é que eu não sabia disso???

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

Pois bem, parece que o local abriga diversas trilhas e duas rampas de voo livre. Lá de cima, é possível ver Nova Iguaçu, a Serra de Tinguá, a Lagoa de Sepetiba, além de boa parte do Rio de Janeiro. Para se chegar ao topo, dependendo da trilha, são cerca de 2h a 3h de caminhada. Um caminho mais longo leva a um local de onde é possível ver vestígios do vulcão.

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

As caminhadas organizadas pelo pessoal da ONG Aventureiros de Nova Iguaçu, que comemora cinco anos de sua fundação, costumam juntar mais de 100 pessoas, só não sei como vai estar o caminho após todas essas chuvas. Eu, infelizmente, não poderei ir, mas já estou me organizando para conhecer a Serra do Vulcão na primeira oportunidade que tiver. Para quem se interessou, aí vão as informações sobre o passeio:

As inscrições estão abertas e custam R$ 20.  O encontro será às 7h. Os participantes serão divididos em dois grupos de acordo com o preparo físico e a disposição dos caminhantes, sendo liderados por guias devidamente autorizados. A caminhada terá duração de três horas e meia, com nível de dificuldade de moderado a difícil, até a rampa de vôo livre, a 850 metros de altura. O ponto de encontro é às 7h, em frente à Universidade de Nova Iguaçu.

Mais informações no site da Aventureiros de Nova Iguaçu ou nos telefones 2668-2263 e 7617-7710

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

Serra do Vulcão

Serra do Vulcão - foto: divulgação

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Domingão no Jardim Botânico

Posted on 26 March 2010 by Pedro Serra

Created by Portugal’s king D.João VI when he brought his court to Brazil running away from Napoleon Bonaparte, in 1908, Rio de Janeiro’s Botanical Garden is home to thousands of species of rare plants and trees. It is an excelend place to go for a walk, appreciate nature, have a picknick or simply sit back and relax. Join Sem Destino in this walk on the park and wait for the next post, with all the information you need for visiting this echological sanctuary right in the middle of an urban jungle.

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Jardim Botânico
Jardim Botânico Street, 1008
Entrance: R$ 5,00 (around US$ 3,00)


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Passeio de blogueiros por Santa Tereza

Posted on 22 March 2010 by Pedro Serra

Sabendo eu que a Royal Holiday estava trazendo blogueiros para o Rio de Janeiro, não poderia deixar de dar uma de bom anfitrião e me juntar ao grupo, principalmente sabendo que minha amiga Jana, do Jeguiando, estaria entre eles. Após checar o roteiro, resolvi almoçar com o pessoal no restaurante Aprazível, em Santa Tereza, e passear pelas ruas do bairro, que eu adoro. A trupe era formada pela Jana, do Jeguiando, Andréia, do Mundo Afora, Mari, do Saia pelo Mundo e Pelo Mundo, e Júnior, do Viajar é Preciso, além dos representantes da Royal Holiday Mila e Denis.

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

O Aprazível é superbadalado, vira e mexe você encontra um artista por lá, e fica em um lugar lindo, em uma rua do mesmo nome, lá no alto de Santa Tereza, com uma vista linda. O lugar é todo aberto, com teto de sapê, vigas de madeira e uma belíssima vista para o Centro do Rio de Janeiro e toda a Baía de Guanabara. No pôr do sol, o lugar é realmente incrível. Infelizmente, os elogios ao restaurante param por aí. Já havia comido no local uma vez e tive muitos problemas com o serviço, mas dei o crédito, pensando que poderia ter sido um dia ruim, o garçom tinha brigado com a namorada, o fogão estivesse quebrado… sei lá. O fato é que, neste domingo, a história se repetiu. Atendentes mal preparados, errando e esquecendo pedidos, sem dar a mínima atenção para os clientes. Eu não relevo serviço ruim nem em boteco, quanto mais em um restaurante que cobra R$ 59 por um prato principal (no meu caso, um medalhão muito do comum com uma batata totalmente seca), R$ 20 por uma sobremesa (um sorvetinho de tapioca com uma calda de açaí, também nada demais) e R$ 5 pelo cafézinho. No final, a minha conta saiu por exatos R$ 100… e a comida nem era lá essas coisas. Cheguei a conclusão de que, no Aprazível, você paga mais pelo local do que pela comida.

Blogueiros em Santa Tereza - Júnior, Andréia, Mari e Mila - Foto: Pedro Serra

Blogueiros em Santa Tereza - Júnior, Andréia, Mari e Mila - Foto: Pedro Serra

Infelizmente, após as horas esperando pela comida, pela conta, pelo cafézinho, acabou nos sobrando pouco tempo para passear pelo bairro, mas o pequeno passeio que fizemos já valeu a pena. Adoro Santa Tereza, a arquitetura, os casarões antigos, os bondinhos passando, a vista para o Rio de Janeiro… minha dica então é, se você quer curtir o bairro, suba de bondinho até o Largo dos Guimarães, e coma em qualquer um dos diversos restaurantes que há por ali. O Aprazível é muito bonitinho, mas tem que trabalhar muito para merecer a minha visita novamente. O que realmente compensou foi a companhia de pessoas maravilhosas que transformaram a angustiante espera em diversão.

Para dicas sobre Santa Tereza (com restaurantes, endereços e dicas sobre o bondinho) visite o post ‘Rio de Janeiro – o guia completo’.

A cozinha mais demorada do mundo - foto: Pedro Serra

A cozinha mais demorada do mundo - foto: Pedro Serra

Meu medalhão - R$ 60 por isso?

Meu medalhão - R$ 60 por isso?

A arquitetura do restaurante é um ponto positivo - foto: Pedro Serra

A arquitetura do restaurante é um ponto positivo - foto: Pedro Serra

A vista para o Rio de Janeiro é linda, mas não compensa os problemas - foto: Pedro Serra

A vista para o Rio de Janeiro é linda, mas não compensa os problemas - foto: Pedro Serra

O bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

O bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Bondinho de Santa Tereza - foto: Pedro Serra

Uma obra de arte (o fusquinha faz parte do grafite) - foto: Pedro Serra

Uma obra de arte (o fusquinha faz parte do grafite) - foto: Pedro Serra

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Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Posted on 17 February 2010 by Pedro Serra

Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Foto: Pedro Serra

Besides all the colors, lights and gliter of the samba schools parades, the women in the Sambadrome of Rio de janeiro during carnival were a spectagle of their own… all fit, tanned, covered with Svarovski cristals and dying to appear on TV. Wherever there was a camera, there they were, all smiling and dancing, begging for a flash. And the camera of Blog Sem Destino was there, in the middle of the action, always searching for the best angle (if you know what I mean). I separated here some of the best shots, but you can see the whole picture set on Sem Destino’s Flickr page.

Aproveite e veja um dos vídeos que eu fiz para o Jornal Extra – depois coloco outros

Nicole Bahls na Mangueira

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Preparando-se para estrear na Avenida

Posted on 13 February 2010 by Pedro Serra

Credenciais, telefone, rádio, caneta, bloco...

Credenciais, telefone, rádio, caneta, bloco...

Sei que eu acabei de começar a escrever sobre a viagem a Buenos Aires, mas acho que, como tudo no Brasil, vou ter que dar uma pausa para o carnaval. Este ano estrearei na Avenida, mas não vou de camarote, carro alegórico, nem arquibancada… sou destaque de chão, com papel e caneta na mão (fora os periféricos… câmera, celular, rádio, notebook). Como jornalista, fui destacado para cobrir o desfile das escolas de samba do Grupo Especial do Rio de Janeiro no Sambódromo. Credencial na mão, comecei a separar o material necessário, e acho que vou ter que levar um mucamo comigo para carregar tudo… ou então correr para a sala de imprensa entre uma escola e outra para bater matéria, editar vídeos, salvar fotos e sei lá mais o que. Vida de repórter multimídia é isso aí. Ainda bem que eu posso trabalhar de bermuda… e que eu estou credenciado para o camarote da Brahma. Mas a boa notícia para os leitores do Sem Destino é que isso tudo deve render boas histórias para o blog, então aguardem os posts, tweets, fotos no Flickr e vídeos.

Se você está procurando um bloco de rua para animar o seu carnaval, dê uma olhada nas listas que eu preparei com mais de 200 desfiles espalhados pela cidade:

Blocos da Zona Sul

Blocos da Lapa, Centro e Sta.Teresa

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Os Blocos do Rio – Centro, Lapa e Sta.Teresa

Posted on 26 January 2010 by Pedro Serra

bloco das carmelitas

Bloco das Carmelitas

Essa região do Rio é a que tem os melhores blocos de carnaval. Longe da pegação, brigas e tumultos da Zona Sul, os desfiles do Centro, Lapa e Santa Teresa primam pela animação e, mesmo lotados, tranquilidade. Em muitos, é normal você ver muita gente fantasiada, famílias e um clima mais descontraído. Os que eu gosto e indico são o Céu na Terra, Boitatá, Carmelitas, Escravos da Mauá, Devotos de Madá e o Cordão da Bola Preta. Não que os outros sejam ruins, mas eu não conheço, então não posso indicar.

Para ver a lista dos blocos da Zona Sul, clique aqui.

29 de janeiro – Sexta

 
Centro Bloco da Rua Larga Praça Regente Feijó, Marechal Floriano, Av. Passos, Presidente Vargas, retornando a praça Regente Feijó – 14 às 20 h

30 de janeiro – Sábado

 
Centro Banda da Estudantina Musical Praça Mauá, Avenida Rio Branco, Rua da Carioca, seguindo até a Praça Tiradentes, onde dispersa em frente a Estudantina Musical – 17 às 22 h
S.Cristovão Boêmios de S. Cristóvão Largo Pedro Lubian, Rua Fonseca Teles, Rua São Cristóvão – 14 às 20 h
  Tamborim Sensação O percurso será todo realizado no entorno do Campo de São Cristóvão, saindo do HSBC até a estátua de Luiz Gonzaga – 14 às 19 h

5 de fevereiro – Sexta

 
Centro Bloco da Saúde do Sindsprev Sacadura Cabral, Praça Mauá, Avenida Rio Branco, seguindo até a Cinelândia – 14 às 20 h
  Cordão do Bola Preta Praça Mauá, Avenida Rio Branco, seguindo por esta até a Cinelândia – 18 às 22 h
Lapa Afroreggae Trio Elétrico/Palco –  em frente aos Arcos da Lapa – 19 às 0 h
Sta Teresa Badalo de Sta Teresa Largo das Neves, Rua Progresso, Rua Oriente, retornando pela Oriente, Progresso até o Largo das Neves – 19 à 01 h.

6 de fevereiro – Sábado

 
Centro Banda da Conceição Praça Mj. Valo, Rua Jogo da Bola, Ladeira do Escorrega, Sacadura Cabral, Av.Rio Branco, Marechal Floriano, Praça Mauá – 16 às 20 h
  Bloco da SAARA Praça do Mascate, Rua Buenos Aires, Praça da República, Rua da Alfândega, Rua Regente Feijó – 12 às 18 h
Lapa Embaixadores da Folia – Pierrot da Madrugada Concentração até à meia-noite, saindo pelas ruas do Lavradio, Resende, Mem de Sá e Gomes Freire – 20 às 04 h
  Espreme que sai Saida da Rua do Lavradio, seguindo pela Rua do Senado até a Ubaldino do Amaral – 14 às 18 h
Sta Teresa Bloco de Conga Largo do Curvelo. Sem desfile – 13 às 18 h
  Céu na Terra Percurso feito a bordo do bondinho – Linha Paula Matos – Largo do Curvelo ao Largo das Neves –  08 às 13 h
  Rio Maracatu O cortejo segue do Largo dos Guimarães até o Largo do Curvelo – 15 às 19 h
Sto Cristo Pinto Sarado Travessa Sara até Praça Marechal Hermes, nº 63 (quadra da Vizinha Faladeira) – 15 às 19 h
S.Cristovão Bloco das Piranhas da Academia Força X General Padilha, São Januário, Carneiro de Campos, Teixeira Junior, Almeiro de Moura, General Padilha – 16 às 22 h

7 de fevereiro – Domingo

 
Estácio Deixa Falar Largo da Bica, Estácio de Sá, Salvador de Sá, Frei Caneca e Rua São Carlos – 13 às 23 h
Glória Arteiros da Glória Rua da Glória, Rua do Catete, Pedro Américo, Largo da Glória, Rua Augusto Severo – 16 às 21 h
Lapa Banda da Amizade Rua Tadeu Kosciusko, Rua do Riachuelo, Av. Mem de Sá, Rua do Lavradio – 14 às 22 h
Rio Comprido Eu Choro Curto, mas
Rio Comprido
Rua Tenente Vieira Sampaio. Sem desfile – 12 às 18 h
  Papudinho do Rio Comprido Rua Barão de Petrópolis, Aristides Lobo, Paulo de Frontim, Praça do Rio Comprido – 10 às 20 h
S.Cristovão Perereca Imperial Rua São Cristóvão, Fonseca Teles, Rua Mineira, Euclides da Cunha – 16 às 22 h
Saúde Escravos da Mauá Largo de São Francisco da Prainha, Sacadura Cabral, Rio Branco, Marechal Floriano – 10 às 17 h

8 de fevereiro – Segunda

 
Lapa Devotos de Madá Rua do Lavradio, entre a Rua do Senado e a Visconde do Rio Branco – 21 às 03 h

10 de fevereiro – Quarta

 
Centro Regula mas Libera Teófilo Otoni, Rua da Candelária, Av. Rio Branco – 17 às 23 h

11 de fevereiro – Quinta

 
Centro Banda da Rua
do Mercado
Rua do Mercado,  7 de Setembro, Rua da Quitanda, Rua do Rosário, Rua Buenos Aires, CCBB – 16 às 22 h
  Bloco dos Impussivi Professor Lélio Gama, Almirante Barroso, Rua México, Graça Aranha – 17 às 23 h
  É Pequeno, Mas vai Crescer Alexandre Mackenzie, entre a Senador Pompeu e a Barão de São Felix – 19 às 24 h
Sta Teresa Badalo de Sta Teresa Sem desfile, o bloco se apresenta parado no Largo das Neves – 19 à 01 h

12 de fevereiro – Sexta

 
Centro Bloco dos Aposentados Avenida Rio Branco, entre a Candelária e a Cinelândia onde dispersa – 15 às 19 h
  Boca que Fala Araújo Porto Alegre, Rua México, Nilo Peçanha, av. Rio Branco, Cinelândia – 18 às 22 h
  Embaixadores da Folia Avenida Rio Branco, Avenida Beira Mar, Mem de Sá, Rua do Lavradio, praça Braguinha – 17 às 23 h
  Rival sem Rival Álvaro Alvim, Senador Dantas, Rua do Passeio, Cinelândia – 17 às 23 h
  Vestiu uma camisinha listrada e saiu por aí Avenida Rio Branco, saindo da Candelária até a Cinelândia – 16 às 20 h
  Xodó da Cinelândia Rua Alcindo Guanabara. Sem desfile – 10 às 14 h
Glória Banana no Bacalhau Praça Luiz de Camões, Rua do Russel, Avenida Beira Mar, Praça Paris – 16 às 22 h
Lapa Afroreggae Trio Elétrico/Palco  em frente aos Arcos da Lapa – 19 às 0 h
  Boêmios da Lapa Travessa Mosquera, Av. Mem de Sá, Riachuelo – 19 às 23 h
Sta Teresa Carmelitas R. Dias de Barros, Largo do Curvelo, Largo dos Guimarães – 14 às 19 h
Saúde Escorrega mas não cai Ladeira do Escorrega, Sacadura Cabral, Praça Mauá, Rio Branco, Marechal Floriano – 18 às 24 h

13 de fevereiro – Sábado

 
Bairro de Fátima Bloco do B. de Fátima Pça Pres. Aguirre Cerda, Av. Nossa Senhora de Fátima, R. do Riachuelo, Mem de Sá – 16 às 20 h
Centro Bloco do Zé Pereira Escola Villa-Lobos, Rua da Carioca, Praça Tiradentes, 7 de setembro – 13 às 16 h
  Cordão do Bola Preta Avenida Rio Branco, da Cinelândia à presidente Vargas – 7:30 às 15 h
  Embaixadores da Folia – Alvorada Avenida Rio Branco, da São Bento à Almirante Barroso. Antes do Bola Preta – 5 às 8:30
  Fazendários do Amor Rua Debret, entre as ruas Almirante Barroso e Araújo Porto Alegre. Sem desfile – 11 às 16 h
  Xodó da Cinelândia Rua Alcindo Guanabara. Sem desfile – 10 às 14 h
Gamboa Cordão da Prata Preta Sacadura Cabral, Leôncio de Albuquerque, Pedro Ernesto, Livramento – 16 às 22 h
Glória Bloco do Sassaricando Rua do Russel, do nº 496 ao nº 258 – 13 às 19 h
  Bloco Show do Antonio Carlos Rua do Russel, Avenida Beira Mar, Rua Augusto Severo – Cinelândia – 12 às 16 h
Lapa Carioca da Gema Lavradio, Rua dos Arcos, Praça Cardeal Câmara, em frente a Fundição Progresso – 15 às 21 h
  Multibloco Rua do Resende, da Mem de Sá à Gomes Freire – 11 às 16 h
  O Berro da Viúva Rua Gomes Freire. Sem deslocamento – 12 às 18 h
  Os Mariocas Rua Joaquim Silva, Arcos da Lapa, Av. Mem de Sá – 14 às 18 h
  Pega pra Sambar Av. Gomes Freire, em frente ao nº 226. Sem desfile – 12 às 18 h
Sta Teresa Aconteceu Largo das Neves, Rua Progresso, Rua Oriente e Rua Aurea -  14 às 20 h
  Céu na Terra Desfile a pé – sem carro de som – Praça Odilo Costa Neto, Rua Oriente, Rua Progresso, Largo das Neves – 06 às 12 h

14 de fevereiro – Domingo

 
Bairro de Fátima Banda do B.de Fátima Praça Presidente Aguirre Cerda, Rua do Riachuelo, Av. Mem de Sá, Rua Carlos Sampaio – 11 às 15 h
Centro Bambas da Curuzu Rua do Curuzu, Praça Augustina, Major Fonseca, Coronel Brandão, Justino de Souza – 16 às 22 h
  Cordão do Boitatá Rua do Mercado, Praça XV, Rua 7 de setembro, Rua da Assembléia e volta à Pça XV, com palco no qual acontece o baile de encerramento – 07 às 16 h
Estácio Envergo mas não quebro Rua Sampaio Ferraz, Rua Estácio de Sá, Barão de Ubá, Rua do Matoso – 14 às 20 h
Glória Banda da Glória Rua da Glória, esquina com Candido Mendes. Sem desfile – 16 às 22 h
  Barão de Guaratiba Rua Barão de Guaratiba, Rua Pedro Américo, Rua do Catete – 16 às 22 h
Lapa Acadêmicos dos Arcos Rua Joaquim Silva, travessa Mosquera, Av. Mem de Sá, Arcos da Lapa – 19 às 24 h
  Banda dos Inválidos Invalidos, Riachuelo, Lavradio, Mém de Sá, Inválidos – 16 às 22 h
  Ratos da Lapa Arcos da Lapa, Mem de Sá, Gomes Freire, Riachuelo – 14 às 20 h
Paquetá Unidos de São Roque Rua Furquim Werneck, da praia José Bonifácio a Praça Pedro Bruno – 21 à 01 h
Sta Teresa Bonde da Folia Pascoal Carlos Magno, Largo dos Guimarães, Largo do Curvelo – 11 às 17 h

15 de fevereiro – Segunda

 
Bairro de Fátima Bloco do B. de Fátima Praça Presidente Aguirre Cerda,Rua do Riachuelo, Rua do Resende,  Av. Mem de Sá – 16 às 20 h
Glória Arteiros da Glória Rua da Glória, Rua do Catete, Pedro Américo, Rua do Catete, Largo da Glória – 16 às 21 h
Lapa Associação Carnavalesca Os Infiéis Praça Alexandre Herculano – 17 às 21 h
  Banda da Amizade Rua Tadeu Kosciusko, Rua do Riachuelo, Av. Mem de Sá, Rua do Lavradio – 14 às 22 h
  Banda dos Inválidos Inválidos, Mém de Sá, Riachuelo, Resende – 16 às 22 h
  Bloco dos Sem Noção Av. Mem de Sá, Rua do Lavradio, Rua do Senado, Riachuelo, Lavradio – 12 às 17 h
  Mão de Lata Rua do Lavradio, Rua do Senado, Riachuelo, Lavradio – 17 às 22 h
Sta Teresa Aconteceu Largo dos Guimarães, Rua Paschoal Carlos Magno, Rua Monte Alegre – 14 às 20 h
  Aquecimento Global Apresentação na Praça da Rua Áurea, sem desfile – 15 às 19 h
  Maracutaia Praça Odilo Costa Neto, Largo dos Guimarães – 16 às 20 h
  Os Mariocas Rua Áurea, Monte Alegre, Largo dos Guimarães, Largo do Curvelo – 15 às 21 h
  Songoro Cosongo Largo da Neves, Rua Progresso, Rua do Oriente, Praça Odilo Costa Neto – 09 às 15 h
S.Cristovão Bloco das Piranhas
do São Roque
Rua Frolick, Figueira de Melo, São Cristóvão, Rua do Exército – 16 às 22 h

16 de fevereiro – Terça

 
Bairro de Fátima Banda do Bairro de Fátima Praça Presidente Aguirre Cerda, Riachuelo, Rua do Resende, Av. Mem de Sá, Av. Nossa Senhora de Fátima – 11 às 15 h
Catumbi Vai quem quer Segue pela Rua Catumbi até a Rua do Chichorro – 19 às 23 h
Centro Embaixadores da Folia Avenida Rio Branco, da Rua do Rosário a Cinelândia. Desfile oficial – 18 às 19 h
  Orquestra Voadora Segue pelo Aterro, do MAM até o anfiteatro do aterro – 15 às 21 h
  Parada Carioca Aterro do Flamengo (Pista sentido Centro), do Mam até a altura do Porção Rio’s – 14 às 20 h
Estácio Envergo mas não quebro Rua Sampaio Ferraz, Rua Estácio de Sá, Barão de Ubá, com retorno pela Rua do Matoso – 14 às 20 h
  Muvuca do S. Carlos Rua São Carlos, Estácio de Sá, Haddock Lobo, Rua São Carlos – 15 às 21 h
Gamboa Coração das Meninas Rua do Livramento, Rua da Gamboa, Rua Sacadura Cabral, Rua do Livramento – 15 às 21 h
Glória Banda da Glória Rua da Glória, esquina com Candido Mendes. Sem desfile – 16 às 22 h
Lapa Banda das Quengas Rua Washington Luiz, Av. Mem de Sá, Pça da Cruz Vermelha, Riachuelo, Washington Luiz – 16 às 22 h
  Banda dos Inválidos Invalidos, Riachuelo, Lavradio, Mém de Sá, Inválidos – 16 às 22 h
  Quizomba  Rua dos Arcos, Mém de Sá, Augusto Severo, Rua dos Arcos, em frente ao Circo Voador – 10 às 16 h
Sta Teresa Carmelitas Largo dos Guimarães, Rua Almirante Alexandrino, até o Largo do Curvelo – 8 às 14 h
  Embalo de Sta Teresa Almirante Alexandrino, Largo dos Guimarães, onde se apresenta por 2 horas e retorna ao local de partida – 13 às 18 h
  Frevo de Santa Teresa Largo do Curvelo, Almirante Alexandrino, Largo dos Guimarães – 14 às 18 h
S.Cristovão Bloco das Piranhas
do São Roque
Rua Frolick, Figueira de Melo, São Cristóvão, Rua do Exército – 16 às 22 h

17 de fevereiro – Quarta

 
Estácio Apuração dos Embaixadores da folia Largo do Estácio – Rua Salvador de Sá. Não há desfile – 13 às 20 h
Sta Teresa Me enterra na quarta Ladeira do Castro, Rua Áurea, Monte Alegre até em frente ao bar do Gomes, Largo do Curvelo – 17 às 22 h

18 de fevereiro – Quinta

 
Centro Voltar pra quê? Álvaro Alvim, Senador Dantas, Evaristo da Veiga, Rio Branco, Alcindo Guanabara – 18 às 23 h

19 de fevereiro – Sexta

 
Lapa Boêmios da Senado Rua do Senado, 206 – 14 às 20 h
  Só Tamborins Rua da Lapa, Av. Mem de Sá, Rua Gomes Freire, Rua do Riachuelo – 19 às 23 h

20 de fevereiro – Sábado

 
 Centro Banda da Amizade Rua Tadeu Kosciusko, Riachuelo, Mem de Sá, Lavradio, Carlos Sampaio – 14 às 22 h
  Berço do Samba Arcos da Lapa, Mem de Sá, Gomes Freire, Rua do Riachuelo – 20 às 24 h
  Vaca Atolada dos Embaixadores da folia Av. Gomes Freire, Riachuelo, Lavradio, Resende, Gomes Freire – 16 às 21 h
S.Cristovão Bloco das Piranhas
do São Roque
Rua Frolick, Figueira de Melo, São Cristóvão, Rua do Exército – 16 às 22 h

21 de fevereiro – Domingo

 
Centro Monobloco Av. Rio Branco com presidente Vargas até a Cinelândia – 8 às 15 h
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