Archive | Posts quentes

Tags: , , , , ,

Club Med Rio das Pedras

Posted on 03 September 2010 by Pedro Serra

Acompanhe a TV Sem Destino em um passeio pelo Club Med Rio das Pedras. E aguardem o post com todas as informações para você também poder curtir esse paraíso.

Comments (1)

Tags: , , , ,

Os hotéis de lua de mel das celebridades

Posted on 02 September 2010 by Pedro Serra

Procurando um lugar para passar a sua lua de mel? Que tal então seguir os passos dos astros de Hollywood e se hospedar em alguns dos melhores hotéis do mundo? Entre destinos exóticos, serviços VIP e acomodações de luxo, não há dúvidas de que as celebridades tem um ótimo gosto na hora de escolher o destino para uma lua de mel perfeita. Veja agora a lista com os 10 melhores hotéis frequentados por famosos em lua de mel.

Four Seasons Hualalai

Four Seasons Hualalai

1 – Four Seasons Resort Hualalai - Kailua-Kona, Havaí

Brian Austin Green e Megan Fox

Brian Austin Green e Megan Fox

Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Megan Fox e Brian Austin Green
Preço médio da diária: US$ 704 a US$ 1.120
O resort fica localizado na maior ilha do arquipélago (e que dá nome ao estado americano), em uma localidade histórica que já foi devastada pela lava dos vulcões e hoje abriga diversos hotéis de luxo. O Four Seasons Hualalai é conhecido pela qualidade do serviço e organização. Hóspedes são tratados como celebridade neste paraíso havaiano com toalhas resfriadas, Spray de água termal Evian e limpadores de óculos escuros.

Las Ventanas Al Paraiso

Las Ventanas al Paraiso

2 – Las Ventanas Al Paraiso - San Jose del Cabo, México

Chris Martin e Gwyneth Paltrow

Chris Martin e Gwyneth Paltrow

Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Chris Martin e Gwyneth Paltrow; Kate Beckinsale e Len Wiseman
Preço médio da diária: US$ 629 a US$ 1.187
Este resort possui um ‘departamento de romance’, responsável por, entre outras coisas, preparar o quarto para a chegada do casal, organizar um passeio pela praia em uma carruagem puxada por cavalos brancos ou mesmo contratar um caballero mexicano para aparecer em seu cavalo branco (eles tem fixação por isso) no meio de um jantar romântico trazendo um bouquet de rosas… está duvidando? Dê uma olhada no site deles. Além das estravagâncias românticas, o hotel ainda oferece massagem para o casal no quarto, opções de jantares privativos, aromaterapia…

Saint Regis Bora Bora

Saint Regis Bora Bora

Nicole Kidman e Keith Urban

Nicole Kidman e Keith Urban

3 – The Saint Regis Bora Bora Resort - Bora Bora, Polinésia Francesa
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Nicole Kidman e Keith Urban
Preço médio da diária: US$ 809 a US$ 1.189
Com bangalôs espaçosos plantados sobre uma água de cor azul turquesa, esse retiro é um perfeito esconderijo para celebridades e um sonho para nós mortais.

Four seasons resort Bali

Four seasons resort Bali

Christina Aguilera e Jordan Bratman

Christina Aguilera e Jordan Bratman

4 – Four Seasons Resort Bali - Jimbaran, Bali
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Christina Aguilera e Jordan Bratman
Preço médio da diária: US$ 608 a US$ 939
Recém-casados famosos são atraídos para esse resort pela fantástica vista para o mar, serviços discretos e atividades como as massagens balinesas e aulas de culinária.

One&Only Reethi Rah

One&Only Reethi Rah

Fergie e Josh Duhamel

Fergie e Josh Duhamel

5 – One&Only Reethi Tah – Ilhas Maldivas
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Fergie e Josh Duhamel
Preço médio da diária: US$ 864 a US$ 1.285
Elegante e tranquilo, esse resort impressiona pelas areias brancas, fauna e flora exuberantes e milhões de estrelas no céu durante a noite.

Cap Juluca

Cap Juluca

Courteney Cox Arquette e David Arquette

Courteney Cox Arquette e David Arquette

6 – Cap Juluca – West End, Anguilla
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: David Arquette e Courteney Cox
Preço médio da diária: US$ 500 a US$ 701
Com a vista para a água cristalina de Anguilla, território britânico no caribe, a brisa constante do mar, areias brancas e um por do sol de tirar o fôlego, este é o cenário perfeito para uma lua de mel.

San Ysidro Ranch

San Ysidro Ranch

Jacqueline e John F. Kennedy

Jacqueline e John F. Kennedy

7 – San Ysidro Ranch – Santa Barbara, Califórnia
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Marc Anthony e Jennifer Lopez; John F. Kennedy e Jacqueline Kennedy; Danny Moder e Julia Roberts
Preço médio da diária: US$ 495 a US$ 1.150
Um belo cenário, privacidade e serviço de qualidade atraíram diversos famosos para esse retiro de luxo, incluindo os Kennedy’s. Há inclusive um chalé em homenagem a passagem do casal pelo hotel, em 1953.

fregrate Island

fregrate Island

Jennifer Aniston e Brad Pitt

Jennifer Aniston e Brad Pitt

8 – Fregrate Island Private – Fregrate Island, Seychelles
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Jennifer Aniston e Brad Pitt; Paul McCartney e Heather Mills
Preço médio da diária: US$ 3.029
As villas deste resort localizado em uma ilha particular já vêm preparadas com mordomo, piscina privativa, Jacuzzi e um grande terraço, perfeito para escapar dos papparazzi.

Parrot Cay

Parrot Cay

Ben Affleck e Jennifer Garner

Ben Affleck e Jennifer Garner

9 – Parrot Cay – Providenciales, Turks and Caicos Islands
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Ben Affleck e Jennifer Garner; Jerry Seinfeld e Jessica Sklar, Ashlee Simpson e Pete Wentz
Preço médio da diária: US$ 620 a US$ 1.370
Este resort localizado em um território britânico no Caribe é conhecido como um destino para relaxamento e rejuvenecimento. Os famosos podem passar o dia tostando ao sol de suas praias privativas ou recebendo mimos no spa de classe mundial.

El Careyes

El Careyes

Seal e Heidi Klum

Seal e Heidi Klum

10 – El Careyes Beach Resort – Careyes, México
Celebridades que passaram a lua de mel por lá: Seal e Heidi Klum
Preço médio da diária: US$ 264
Localizado fora das áreas mais turísticas, o resort é uma jóia escondida que atrai famosos e recém-casados em busca de romance e reclusão.

Com informações do site Trip Advisor

Comments (2)

Tags: , , , , , , ,

Seguindo a Rota do Sol Poente – Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa

Posted on 17 August 2010 by Pedro Serra

Continuando nosso passeio por Florianópolis, após uma dia comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição, chegamos às belas praias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Para aproveitar toda a beleza do lugar, o melhor é chegar por alí perto da hora do por do sol, apreciando a vista para o centro da cidade ao fundo, contrastando com a natureza do lugar e o mar calmo, afinal não é à toa que a região é conhecida como a Rota do Sol Poente. Escolha um dos muitos restaurantes à beira-mar (a especialidade são as ostras e mariscos) e assista ao espetáculo.

Florianopolis sambaqui santo antonio de lisboa

Por do Sol em Santo Antonio de Lisboa

Santo Antônio de Lisboa foi onde os primeiros imigrantes açorianos se instalaram, em meados do século XVII, e é a região da ilha que mais conserva a arquitetura e a cultura dos colonizadores. Dependendo da sua sorte (ou programação, que não é o meu forte) você pode pegar um dos muitos eventos religiosos e culturais que remetem a esses primeiros moradores do lugar.

Infelizmente eu não comi por lá e não saberia indicar um restaurante para vocês, mas, quem quiser tomar um bom café e comer um bolinho pode ir direto para o Coisas de Maria João, na divisa entre as duas praias. O lugar, além de agradável e com uma decoração bem colorida, vende as mais variadas peças de artesanato.

Confira o belo pôr do sol no vídeo abaixo:

Comments (1)

Tags: , , , , , , , ,

Comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição

Posted on 11 August 2010 by Pedro Serra

Para quem acompanha o Sem Destino no Twitter ou no Flickr, não é nenhuma novidade. Para os desplugados deste universo, acabo de voltar de uma viagem de uma semana a Florianópolis. Passei frio, calor, me diverti, me irritei, gostei, odiei… todos aqueles sentimentos que a gente só tem quando uma viagem realmente vale a pena. Fui salvo muitas vezes pelas dicas do amigo @gusbelli, do blog Viajar e Pensar, que deve ter ficado meio de saco cheio de me ver choramingando porque não achava restaurantes abertos na cidade (mas é verdade, os caras fecham para o almoço… em outro post explico isso melhor).

Um dos lugares onde eu mais me diverti na ilha, com certeza, foram as dunas da Lagoa da Conceição, onde eu mostrei toda a minha habilidade no sandboarding (como vocês poderão constatar no vídeo abaixo). O aluguel da pranchinha custa R$ 20/hora (sentado ou em pé), e vale cada centavo. Agora, prepare-se para um bom exercício, porque descer é fácil, mas a subida é cruel.

Assistam ao vídeo:

E aguardem pois ainda tem posts com vídeo do Beto Carreiro World, Boate Pacha, por do sol em Sambaqui, Blumenau…

Não deixe de ver as fotos da viagem no Flickr do Sem Destino

Comments (3)

Tags: , , , , , , ,

Alasca: faculdade, livros, pescaria e ursos

Posted on 06 August 2010 by Pedro Serra

Após o sucesso da primeira colaboração, onde contou das dificuldades de adaptação ao Rio de Janeiro, meu amigo made in the USA Seth Miller nos presenteia com uma nova história. Desta vez, Seth relembra seus tempos de faculdade no Alasca, quando estudava, pescava e matava ursos… espera aí, matava ursos???  Bom, leiam a história que vale a pena. Desta vez, deixei o original em inglês em primeiro, porque realmente ele é muito melhor que a minha versão. Apesar de eu dominar a língua, e já ter até dado aulas no Berlitz, descobri que é muito difícil fazer versões de textos como esses, com metáforas e afins. Tem coisas que realmente funcionam melhor em inglês. Isso não quer dizer que a versão brazuca não valha a pena… então, se você não domina o idioma da rainha, pule essa parte cheia de Y, K, Ws e letras dobradas e leia a história no bom e velho português.

Seth em uma pescaria em Kodiac, Alasca

Seth em uma pescaria em Kodiac, Alasca

An Alaskan Solution – by Seth Miller

'Go ahead, make my day'

It was my second year in Alaska. I was 20. My classes at the University of Alaska in the town of Fairbanks would begin the following week.  I had already moved into my dorm room and on this particular day I went down to the college bookstore to purchase an irritating amount of overpriced engineering textbooks.  Upon my return to my residents’ hall I set my $500 bag of books down behind me as I pondered what snack to purchase from one of the dispensing machines in the commons.  Deciding on a Snickers bar I turned to leave only to find I wouldn’t need to lug my heavy books any farther.  They were gone.  Stolen books are not something a poor college student has any appreciation for and, as was my only option at the time, I found myself bounding down hallways and across campus in attempt to hunt down the dirty crook who had deemed my assets worth taking advantage of.   Two hours later, in an angry sweat, I concluded my futile quest with the slam of my dorm room door and a slew of profanities that could paint a wall red.

I was angry.  And I knew I had to get out.  I had to escape the confines of this cheating and conniving world.  I had to get out into the grand wilderness—the thing I came to Alaska for in the first place.  Grabbing my fishing pole, the half melted Snickers bar, and my 44’ revolver I bought off some old guy (away from the snooping eyes of government regulation I proudly add), I headed out my door.  My college sat on the edge of the world…forest and tundra for hundreds of miles northward, captured only by the civilization of the Purdue Bay oil rigs of the Arctic Ocean.   Hiking hastily through millions of small, bent spruce trees, like a forest of old people, I finally came to my favorite fishing spot:  the remains of an old mountain cut in two by the forceful thrust of a dark stream—a melted diamond, crystal clear, and beautiful.   By then, the giant rolling shapes of the Alaskan interior had put me back in my place of insignificance and I was calmer.  There was no one to be mad at out here.  Unhooking my line from my pole I began to cast.

Alaska

It was still.  The little birds that flew through the air quietly confirmed that I was indeed alone out here.  Positioning myself against a white birch tree I casted and watched my line smoothly glide through the trickling glitter between the rocks.  Pulling my lure from the water I marveled at the fact that fish actually found themselves willing to bite such an ugly thing.  I really wasn’t expecting to catch anything but as expectation always has it, it wasn’t long before I was fighting my first fish.  And it was big.  From the glowing white shape of it, I knew I had myself a handsome, silver salmon—one of the best tasting fish in the world.  My pole bending towards the water, my arms tense but steady, I pulled, reeled, fought, let out some line, pulled, reeled, fought, and let out some more line.  Problem was, with each foot of line I reeled in, I had to let out two more in order to keep the fish from breaking it.  The fish was strong and it was getting away around a bend in the river.  In a desperate attempt to avoid this from happening, I kicked off my shoes and, with socks on, jumped into the shallow river.  Immediately I questioned the wisdom of my move as the icy water clawed at my legs.  But the fish was getting away and I was determined to bring it in.

The fish moved quickly using the river current to propel itself as far away from my lustful grasp as possible.  Around the bend in the river it went.  Terrified that my line might get caught in the brush lining the shore I ran through the icy water wincing as the spray soaked my shirt—my pole in a precarious “U” shape.   Suddenly my line went slack.  I let a high pitched squeal of alarm (I only speak of here out of my reverence for comedy) as I watched my fishing rod spring to its original, straight shape.  My head down, I slowly shuffled through the water reeling in my droopy line hoping that the fish at least left me the dignity of my lure.  As I rounded the bend in the river I suddenly found myself paralyzed.   There was my fish.  It was still on my line.  But it was hovering above the water.  It hovered there…in the mouth of giant grizzly.  What strikes me funny now thinking back is that my first thought wasn’t “run for your life” or “shit, I’m going to die,” rather the very first thought I had involved the same ping of irritation I had when I realized my books had been stolen.  I was just mad that this uncharitable bear wanted to claim ownership of my prize.  Of course it took but a second for my thoughts to revert back to the more appropriate: “shit, I’m going to die.”

Alaska

There I was.  Like a shivering, undercompensated hero holding a pathetic excuse for a sword, I stood staring at this giant beast eating the fish I now gladly presumed a proper penance for the sin of my presence.   Dilemma was, the bear didn’t recognize I was there yet.  Knowing that startling this creature would not be wise, I slowly backed one little step at a time  Terrified that my throbbing heart beat would give me away, I made my way towards a bush on the shore I hoped could hide me from view.  The funny thing with Alaskan streams however is that there are lots of rocks.  And some of these slippery little bastards enjoy the rare, millennial opportunity to trip up any unwary victim that dares tread on them.  Today was my lucky day of course and down I went with a splash.  The rest is pretty much a blur.  I remember standing up.  The bear, now knowing I was there, looked directly at me—its body inflating with tense muscles, eyes dark and red.  I turned to run, but since I was running knee deep against the current of an angry river I found myself in one of those dreams where no matter how much effort, panic or perseverance I put into my forward movement, my speed could barely rival that of McDonald’s biggest fan.  Hearing the grunting momentum behind me I turned to meet my destroyer…until I remembered my 44’ resting on my hip.  Clawing at the snap I pull the heavy piece of metal up, pointed at the spray of water, fur and claws bounding towards me…and fired.

I only remember firing twice, but looking at my cylinder a day later I confirmed that, yes, I had fired all six bullets.  I don’t remember much about the actual event.  Just a beating heart, panting, coldness, and collapsing on the floor of my dorm room some time later.  I had gone into shock…the kind where your body takes over for you in times of emergency.  I survived; or at least someone did the surviving for me.  Perhaps shock is when God takes over your body for a while—steers your life so you don’t crash.  I don’t know.  But when I gathered the courage to go back out to the river two days later to collect my shoes and fishing pole, I found the leftovers of my actions in the form of a bloody mountain of dark hair and sharp teeth.  Bullet right through the left eye.  And let me tell you, bullets usually don’t stop the charging mass of a bear…their skull is too thick and muscle too heavy.  Now, while staring at my kill that day, I could have reminisced about my life, about why I was saved or what purpose I now had to fulfill, but instead I whipped out my knife and after a couple hours of novice hacking I had myself a crudely cut bear hide.  Next day, I sold these highly illegal remains to an old, retired Eskimo friend of mine for $500 which, as logic would have it, funded the re-buying of my stolen textbooks.  And that’s pretty much the end of this tale.   Moral being: there is a solution to every problem—even if you have to kill an Alaskan grizzly to find one.

Alaska

Jeitinho do Alasca – por Seth Miller

Eu estava com 20 anos e era o meu segundo ano no Alasca minhas aulas na Universidade do Alaska, na cidade de Fairbanks, iam começar na semana seguinte. Eu havia me mudado para um novo dormitório e, neste dia em particular, fui à livraria da universidade para comprar uma quantidade absurda de caríssimos livros de engenharia. Ao voltar para o saguão dos residentes, coloquei a minha bolsa com US$ 500 em livros atrás de mim enquanto pensava no lanche que iria comprar em uma dessas maquininhas. Após decidir por uma barra de Snickers, virei-me para ir embora e descobri que não teria mais que carregar meus pesados livros… eles haviam sumido. Ter os livros roubados não é algo que um pobre estudante aprecia muito. Como única opção na época, quando vi estava percorrendo os corredores e cruzando o campus na tentativa de encontrar o pivete que achou que as minhas coisas valiam a pena ser levadas. Duas horas depois, suado e chateado, conclui minha busca fútil batendo a porta do meu dormitório com força e soltando uma enxurrada de palavrões que envergonhariam muita gente.

Eu estava com raiva. E sabia que tinha que sair daquele lugar. Eu tinha que escapar deste mundo corrupto e conivente. Eu tinha que fugir da civilização – o grande motivo para eu ter vindo para o Alasca. Peguei minha vara de pescar, minha barra de Snicker já meio derretida e o meu revólver calibre 44´ que eu comprei de algum coroa (longe dos olhos intrometidos do governo, posso dizer orgulhosamente), e segui o meu caminho. Minha universidade ficava na fronteira com o fim do mundo. Florestas e tundras por centenas de quilômetros ao norte, onde a única civilização eram os trabalhadores dos poços de petróleo da Purdue Bay, no Oceano Ártico. Caminhando apressadamente através de milhões de galhos e troncos de árvores, finalmente cheguei ao meu local de pesca favorito: os restos de uma velha montanha cortada ao meio pela força das águas escuras de um córrego, como um diamante derretido, transparente, e lindo. Neste momento, a geografia do Alasca, com suas formas gigantes, já haviam me colocado de volta ao meu devido lugar de insignificância e eu estava mais calmo. Não havia ninguém para eu ter raiva. Soltei o anzol da vara e comecei a pescar.

Tudo estava calmo. Os pequenos pássaros que voavam silenciosamente confirmavam que eu realmente estava sozinho ali. Apoiado em uma árvore, lancei o anzol e assisti enquanto a linha descia com a corrente que serpenteava as rochas. Ao puxar a minha isca para fora d´água, me maravilhei com o fato de os peixes realmente sentirem vontade de morder aquela coisa nojenta. Eu realmente não tinha expectativa de pegar nenhum peixe, mas não demorou muito para eu pescar o primeiro. E era grande. Pelo formato e o brilho branco, eu sabia que havia pego um belo salmão prateado – um dos peixes mais saborosos do mundo. Com a minha vara empenando em direção à água, meus braços tensos, mas firmes, eu puxei, enrolei, briguei, dei um pouco de linha, e puxei, enrolei, briguei, e dei mais um pouco de linha. O problema era que a cada metro de linha que eu puxava, eu tinha que soltar dois para que o peixe não a arrebentasse. O peixe era forte e estava escapando. Em uma tentativa desesperada de evitar que isso acontecesse, eu tirei os meus sapatos com um chute e, ainda de meias, pulei na água rasa. Imediatamente questionei a inteligência do meu ato, enquanto a água congelante subia pelas minhas pernas. Mas o peixe estava escapando, e eu estava determinado a pescá-lo.
O peixe se mexia rapidamente usando a corrente do rio para se afastar o máximo possível de mim. E lá foi ele contornando a curva do rio. Temendo que minha linha se enrroscasse nos arbustos que encobriam a costa, eu corri pela água congelanda, tremendo enquanto a minha camisa se encharcava com os pingos – minha vara já em formato de “U”. Derepente, a linha ficou solta. Eu soltei um gritinho agudo alarmado (que eu só conto por ser um amante de comédias) enquanto eu olhava para a minha vara voltando ao seu formato original. De cabeça baixa, eu vagarosamente comecei a seguir a linha pela água, na esperança de que o peixe houvesse ao menos me deixado a dignidade da minha isca. Quando eu contornei a curva do rio, eu repentinamente fiquei paralizado. Lá estava o meu peixe. Ele ainda estava preso à linha. Mas ele estava se debatendo acima da água. Ele estava se debatendo… na boa de um urso gigante. O que eu acho engraçado ao me recordar da cena é que meu primeiro pensamento não foi “salve-se quem puder” ou “merda, eu vou morrer”. Em vez disso, o primeiro pensamento que tive envolvia a mesma irritação que tive quando eu vi que meus livros haviam sido roubados. Claro que me levou menos de um segundo para que eu caisse na real e pensasse um mais apropriado “merda, eu vou morrer”.

E lá estava eu, tremendo e parecendo um herói patético segurando o que seria a minha patética espada. Fiquei parado, assistindo à besta gigante comer o peixe, uma penitência pelo pecado de minha presença. O dilema era, o urso ainda não havia notado que eu estava lá. Sabendo que alarmar essa criatura não seria muito esperto de minha parte, eu vagarosamente recuei um passo por vez. Temendo que a batida do meu coração iria me denunciar, eu consegui chegar a um arbusto na margem do rio que eu esperava conseguisse me esconder. Uma coisa interessante sobre os rios no Alasca é que eles tem muitas rochas. E algumas dessas bastardas escorregadias não perdem a chance de derrubar vítimas desavisadas que ousam pisar nelas. Hoje era o meu dia de sorte e lá fui eu para dentro d´água. A minha memória depois disso é embaçada. Lembro de ter me levantado. O urso, agora sabendo que eu estava ali, olhou diretamente para mim – seu corpo inflando com os músculos tensos, os olhos escuros e vermelhos. Eu virei para correr, mas como eu estava imerso até o joelho indo contra a forte correnteza do rio, me senti como em um daqueles sonhos em que não interessa o quanto de esforço, pânico ou perseverança você coloque, é impossível alcançar até o maior dos fans do McDonald´s. Ouvindo o grunhido crescer atrás de mim, eu me virei para encarar o meu destruidor… até que me lembrei do revólver 44´ que eu carregava na cintura. Rapidamente puxei aquele pesado pedaço de metal, apontei na direção daquela mistura de sprai de água, garras e pelo que vinham na minha direção… e atirei.

Eu me lembro de só ter dado dois tiros, mas ao olhar o tambor da arma no dia seguinte ví que, sim, eu havia dado todos os seis tiros. Eu não lembro muito do que aconteceu. Só do coração batendo forte, a respiração ofegante, o frio e depois, desmaiando no chão do meu dormitório algum tempo depois. Eu havia entrado em choque… do tipo em que o seu corpo toma conta de tudo para você em casos de emergência. Eu sobrevivi; ou pelo menos alguém me fez sobreviver. Talvez o choque seja quando Deus assume o comando do seu corpo por um tempo, dirigindo a sua vida para que você não sofra um acidente. Eu não sei. Mas quando eu finalmente tive coragem de voltar ao rio dois dias depois para pegar os meus sapatos e a minha vara de pescar, eu encontrei as sobras da minha ação na forma de uma montanha de sangue, pelos negros e dentes afiados. Uma bala bem no meio do olho esquerdo. E deixe-me dizer uma coisa, balas geralmente não param um urso em ataque… seus crânios são muito espessos e os músculos muito pesados. Agora, enquanto eu olhava para o meu abate naquele dia, poderia ter refletido sobre a minha vida, sobre o porquê de eu ter sido salvo ou qual propósito eu agora teria que cumprir na vida, mas em vez disso eu peguei a minha faca e, depois de algumas horas de dificuldade de principiante, eu tinha em mãos um casaco de pele de urso. No dia seguinte, eu vendi este altamente ilegal produto para um velho amigo esquimó por US$500 o que, ironicamente, acabou custeando a compra dos meus livros que haviam sido roubados. E este é o fim da história, a moral sendo: há uma solução para cada problema, mesmo que você tenha que matar um urso para encontrá-la.

An Alaskan Solution

It was my second year in Alaska. I was 20. My classes at the University of Alaska in the town of Fairbanks would begin the following week.  I had already moved into my dorm room and on this particular day I went down to the college bookstore to purchase an irritating amount of overpriced engineering textbooks.  Upon my return to my residents’ hall I set my $500 bag of books down behind me as I pondered what snack to purchase from one of the dispensing machines in the commons.  Deciding on a Snickers bar I turned to leave only to find I wouldn’t need to lug my heavy books any farther.  They were gone.  Stolen books are not something a poor college student has any appreciation for and, as was my only option at the time, I found myself bounding down hallways and across campus in attempt to hunt down the dirty crook who had deemed my assets worth taking advantage of.   Two hours later, in an angry sweat, I concluded my futile quest with the slam of my dorm room door and a slew of profanities that could paint a wall red.

I was angry.  And I knew I had to get out.  I had to escape the confines of this cheating and conniving world.  I had to get out into the grand wilderness—the thing I came to Alaska for in the first place.  Grabbing my fishing pole, the half melted Snickers bar, and my 44’ revolver I bought off some old guy (away from the snooping eyes of government regulation I proudly add), I headed out my door.  My college sat on the edge of the world…forest and tundra for hundreds of miles northward, captured only by the civilization of the Purdue Bay oil rigs of the Arctic Ocean.   Hiking hastily through millions of small, bent spruce trees, like a forest of old people, I finally came to my favorite fishing spot:  the remains of an old mountain cut in two by the forceful thrust of a dark stream—a melted diamond, crystal clear, and beautiful.   By then, the giant rolling shapes of the Alaskan interior had put me back in my place of insignificance and I was calmer.  There was no one to be mad at out here.  Unhooking my line from my pole I began to cast.

It was still.  The little birds that flew through the air quietly confirmed that I was indeed alone out here.  Positioning myself against a white birch tree I casted and watched my line smoothly glide through the trickling glitter between the rocks.  Pulling my lure from the water I marveled at the fact that fish actually found themselves willing to bite such an ugly thing.  I really wasn’t expecting to catch anything but as expectation always has it, it wasn’t long before I was fighting my first fish.  And it was big.  From the glowing white shape of it, I knew I had myself a handsome, silver salmon—one of the best tasting fish in the world.  My pole bending towards the water, my arms tense but steady, I pulled, reeled, fought, let out some line, pulled, reeled, fought, and let out some more line.  Problem was, with each foot of line I reeled in, I had to let out two more in order to keep the fish from breaking it.  The fish was strong and it was getting away around a bend in the river.  In a desperate attempt to avoid this from happening, I kicked off my shoes and, with socks on, jumped into the shallow river.  Immediately I questioned the wisdom of my move as the icy water clawed at my legs.  But the fish was getting away and I was determined to bring it in.

The fish moved quickly using the river current to propel itself as far away from my lustful grasp as possible.  Around the bend in the river it went.  Terrified that my line might get caught in the brush lining the shore I ran through the icy water wincing as the spray soaked my shirt—my pole in a precarious “U” shape.   Suddenly my line went slack.  I let a high pitched squeal of alarm (I only speak of here out of my reverence for comedy) as I watched my fishing rod spring to its original, straight shape.  My head down, I slowly shuffled through the water reeling in my droopy line hoping that the fish at least left me the dignity of my lure.  As I rounded the bend in the river I suddenly found myself paralyzed.   There was my fish.  It was still on my line.  But it was hovering above the water.  It hovered there…in the mouth of giant grizzly.  What strikes me funny now thinking back is that my first thought wasn’t “run for your life” or “shit, I’m going to die,” rather the very first thought I had involved the same ping of irritation I had when I realized my books had been stolen.  I was just mad that this uncharitable bear wanted to claim ownership of my prize.  Of course it took but a second for my thoughts to revert back to the more appropriate: “shit, I’m going to die.”

There I was.  Like a shivering, undercompensated hero holding a pathetic excuse for a sword, I stood staring at this giant beast eating the fish I now gladly presumed a proper penance for the sin of my presence.   Dilemma was, the bear didn’t recognize I was there yet.  Knowing that startling this creature would not be wise, I slowly backed one little step at a time  Terrified that my throbbing heart beat would give me away, I made my way towards a bush on the shore I hoped could hide me from view.  The funny thing with Alaskan streams however is that there are lots of rocks.  And some of these slippery little bastards enjoy the rare, millennial opportunity to trip up any unwary victim that dares tread on them.  Today was my lucky day of course and down I went with a splash.  The rest is pretty much a blur.  I remember standing up.  The bear, now knowing I was there, looked directly at me—its body inflating with tense muscles, eyes dark and red.  I turned to run, but since I was running knee deep against the current of an angry river I found myself in one of those dreams where no matter how much effort, panic or perseverance I put into my forward movement, my speed could barely rival that of McDonald’s biggest fan.  Hearing the grunting momentum behind me I turned to meet my destroyer…until I remembered my 44’ resting on my hip.  Clawing at the snap I pull the heavy piece of metal up, pointed at the spray of water, fur and claws bounding towards me…and fired.

I only remember firing twice, but looking at my cylinder a day later I confirmed that, yes, I had fired all six bullets.  I don’t remember much about the actual event.  Just a beating heart, panting, coldness, and collapsing on the floor of my dorm room some time later.  I had gone into shock…the kind where your body takes over for you in times of emergency.  I survived; or at least someone did the surviving for me.  Perhaps shock is when God takes over your body for a while—steers your life so you don’t crash.  I don’t know.  But when I gathered the courage to go back out to the river two days later to collect my shoes and fishing pole, I found the leftovers of my actions in the form of a bloody mountain of dark hair and sharp teeth.  Bullet right through the left eye.  And let me tell you, bullets usually don’t stop the charging mass of a bear…their skull is too thick and muscle too heavy.  Now, while staring at my kill that day, I could have reminisced about my life, about why I was saved or what purpose I now had to fulfill, but instead I whipped out my knife and after a couple hours of novice hacking I had myself a crudely cut bear hide.  Next day, I sold these highly illegal remains to an old, retired Eskimo friend of mine for $500 which, as logic would have it, funded the re-buying of my stolen textbooks.  And that’s pretty much the end of this tale.   Moral being: there is a solution to every problem—even if you have to kill an Alaskan grizzly to find one.

Comments (0)

Tags: , , , , , ,

A Red Bull me deu asas…

Posted on 20 May 2010 by Pedro Serra

Tem coisas que só o jornalismo faz por você. Quando eu poderia imaginar que voaria a praia de Copacabana, de cabeça para baixo, em um aviãozinho da Red Bull Air Race. Pois bem, na semana retrasada foi isso que eu fiz, graças a um crachá no peito e muita cara de pau. Assim que recebi os primeiros releases sobre a corrida aérea no Rio de Janeiro, já enviei um email para o pessoal da assessoria de imprensa falando sobre algumas pautas e, no meio, perguntei sobre a possibilidade do voo. Detalhe, ainda faltava quase um mês para o evento. Me surpreendi com a velocidade do “claro, vamos marcar” que eu recebi do pessoal… tanto que nem acreditei, e enchi o saco dos caras com emails sobre o passeio. (Assista aos vídeos no final do post)

Sergio Pla, meu piloto

Sergio Pla, meu piloto

No dia, fui o primeiro a chegar (meu voo estava marcado para as 8h) e o último a decolar (por causa do tráfego aéreo no aeroporto Santos Dummont, a pista só foi liberada às 14h). Durante a espera, encontrei com o Di Ferrero, vocalista do NX Zero, que também ia fazer o media flight. Como ele tinha compromissos (e eu precisava de uma cobaia), deixei-oir na minha frente. Logo depois apareceu o Marcelo Barreto, do Sportv, que também pediu encarecidamente para passar na minha frente. Sem problemas… aproveitei para colher algumas informações quando eles voltaram, o que me tranquilizou. Estranhamente, eu não estava nervoso, nem com medo, nem ansioso. Esperei pacientemente pelo retorno das minhas cobaias, tomei um Red Bull, belisquei alguma coisa no belo buffet oferecido aos jornalistas (só não pude comer muito, sob o risco de colocar tudo para fora no primeiro looping).

Pronto para partir

Pronto para partir

Finalmente chegou a minha vez. Colocar o macacão, o colete salva-vidas e… o paraquedas. Aliás, pior do que colocar o paraquedas foi ouvir as instruções do piloto espanhol Sergio Pla: “Se eu gritar pula, pula, pula… é para pular. Pelo menos é isso que eu vou fazer”, disse ele, enquanto me explicava como me soltar do cinto, me jogar do avião e abrir o paraquedas. Outra coisa que me preocupou foi a manete de abertura da cabine, que ficava estrategicamente posicionado ao lado do botão para tirar fotos da câmera do avião (que seria operada por mim). Fiquei me imaginando apertando o botão errado e voooooshhh!!!

Finalmente decolamos… o aeroporto foi ficando pequeno, passamos o Pão de Açucar e logo estávamos sobre a praia de Copacabana. “estas listo, Pedro?”, perguntou o piloto, e antes que eu pudesse responder, já estávamos mergulhando sobre o Forte do Posto 6, onde foi instalado um gate igual ao da competição para que nós pudéssemos ter a mesma sensação que os pilotos… bom, mais ou menos a mesma sensação, porque os profissionais chegam a aturar forças de até 12G, enquanto eu cheguei a uns 6G, no máximo. E olha que não é pouco, a cada descida e subida, tinha que apertar a perna e a barriga e respirar forte para não ver o meu sangue descer todo para o dedão do pé e eu desmaiar.

Copacabana upside down...

Copacabana upside down...

Após três passagens pelo gate, chegou a hora do grande looping. Sergio guiava o meu olhar, para que eu sempre tivesse um horizonte e não me perdesse entre o céu e a terra. “mira a la derecha, delante, detrás”… enquanto isso, eu via o horizonte girando, a praia de Copacabana virando céu e, vagarosamente, voltando para o seu devido lugar. Foram dois desses, com algumas variações e um pouco mais de emoção no segundo. Com o calor da cabine, os loopings e a força G, meu corpo já dava sinais de desgate… era chegada a hora de voltar.

Antes, porém, demos algumas voltas ao redor do Cristo Redentor, enquanto esperávamos pela liberação da pista de pouso. Passamos tão perto que, quando dei um tchauzinho para os turistas, eles efusivamente acenaram de volta. Pista liberada, pouso tranquilo (se é que se pode chamar de tranquilo um pouso de lado. Como a frente do avião é mais alta, os pilotos pousam praticamente na perpendicular, para poder ver a altura da aeronave. No último segundo, eles corrigem e tocam o solo). Nesse momento eu já estava bufando dentro do avião, pronto para estender a mão e pegar o famoso saquinho para depositar o almoço… felizmente não foi necessário. Desci do avião com a certeza de ter vivido uma experiência única, além de ter causado a inveja de boa parte dos meus amigos e seguidores do Twitter, que acompanharam a aventura em tempo real.

Assista ao vídeo do passeio:

Matéria que eu fiz com Di Ferrero, do NX Zero, e Marcelo Cordeiro, do Sportv, que também voaram:

Comments (2)

Tags: , , , , , , , ,

Leitores do Sem Destino comentam as festas de réveillon do Rio de Janeiro

Posted on 05 January 2010 by Pedro Serra

Como sempre que faço os posts sobre o réveillon vejo um monte de gente me perguntando sobre essa ou aquela festa, resolvi já me preparar para próxima virada e perguntar aos meus fiéis leitores espalhados pelo Brasil como foi a virada deles. Assim, com as opiniões já postadas aqui no Sem Destino, vai ficar mais fácil você se decidir em qual festa vai passar a virada para 2011. Sei que ainda falta muito tempo, mas, quando chegar novembro, dezembro, vocês vão me agradecer. Separei as opiniões por estado, aproveitando para jogar no meio algumas histórinhas engraçadas que acabei colhendo nos meus contatos com os amigos do Sem Destino. Lembrando que, para não ficar com um post de 2km, dei uma cortada em alguns textos, mas sem alterar nenhuma palavra. Conforme for recebendo mais comentários e fotos, vou postando aqui. Se você quiser participar, mande um email para djpedroserra@gmail.com.

Rio de Janeiro -

 
 
 
Camila (esq.) no MAM

Camila (esq.) no MAM

MAM – Camila Azevedo saiu lá de Natal, no Rio Grande do Norte, e não queria se meter em furada. Escolheu a festa no MAM e saiu satisfeita:

“Passei o reveillon no MAM e sem dúvida foi a melhor escolha que fiz… ambiente maravilhoso, pessoas bonitas, muitos ambientes com vários estilos de músicas, buffet perfeito, banheiros limpos, as bebidas estavam maravilhosas conforme combinado… não faltou nada… tudo funcionou muito bem. Ou seja, para quem está atrás de comodidade e praticidade vá para esse réveillon que com certeza não se arrependerá”.

Hotel Intercontinental – Sem uma boa alma que me mandasse comentários sobre a festa no Intercontinental, recorri ao meu colega de redação Edgard Maciel de Sá para contar como foi o evento. Lembrando da cara dele de satisfação no plantão do dia 1º (sim, nós estávamos trabalhando, firmes e fortes… mais fortes do que firmes), já sabia que seriam palavras de elogio:
“Fui pela primeira vez à festa do hotel Intercontinental, o Réveillon Carioca, e gostei muito do evento. O espaço do hotel é bem grande e, apesar de bem cheio, não estava difícil de se movimentar pelos ambientes da festa. A distribuição de bebidas também era eficiente, com garçons circulando e bares onde era possível se servir em poucos minutos. Eram dois salões com músicas. Um com DJ e um som mais techno e o ambiente principal, com um palco, que começou com DJ e depois teve Ivo Meirelles com a bateria da Mangueira e MC Marcinho. Na hora da virada, a maioria dos presentes saiu do hotel para ver os fogos na Praia de São Conrado. Em outro ambiente do hotel, funcionava o restaurante, com jantar (entre 0h30 e 3h30) e café da manhã (das 4h às 8h)”.
 
 

 

Costa Brava – Quem escolheu o réveillon do Costa Brava parece não ter saído muito satisfeito. Uma pena, pois o clube é ótimo e eu já fui a grandes festas lá. A organização realmente deve ter se esmerado em fazer besteira. Os comentários foram os piores possíveis, a ponto de o leitor Jonnas, que levou a namorada gaúcha e oito amigos de Sampa para a festa, pensar em entrar na Justiça:

“Fiz uma propaganda enorme sobre o visual, festa open bar com Absolut e Red Bull… simplesmente meia noite e quinze já nao tinha energético no bar da piscina. O pior nem foi isso, em alguns bares encontrava-se red bull mas sob o encanto de uma vodca chamada OROSTOFF. Foram 650 reais, meus e de minha namorada, jogados no lixo. Passei raiva até para conseguir um copo de água pra ver o sol nascer… Me senti feito de otário e isso não acaba aqui. Vou tomar algumas medidas judiciais”.

Vanessa Andrade reclamou também da falta de mesas e do estacionamento:

“NUNCA aqui no Rio estive em uma festa tão ruim!! Já começou errado. Chegamos às 19:40 hs e ficamos rodando para tentar estacionar. Uma fila enorme nos esperava do lado de fora. Quando entrei (20:50hs), SUPRESA! Não tinha mesa. Uma amiga minha estava com a mãe que não podia ficar muito tempo em pé. A “organizadora” pediu que nos levantássemos porque o “evento” não foi feito para ficarmos sentados e que não colocaram mesas porque neste caso não caberia a metada das pessoas que estavam lá. Em outras palavras “O FOCO É DINHEIRO!!” Para piorar a comida foi um horror, a bebida acabou antes da hora, o café da manhã não existiu( tinha suco quente e NADA para comer)”.

Já o Thiago também reclamou do buffet e do estacionamento, mas acabou se divertindo mesmo assim:

“Logo que cheguei tive problemas, prometeram estacionamento, cheguei por volta das 21:00 e simplesmente falaram que eu só poderia colocar o carro em outro estacionamento. Lá em baixo, e voltar de van, que cobrava pela subida. Passando essa prova, entramos. A festa em si estava muito boa, não tenho o que reclamar de bebidas nem do primeiro buffet, agora, por volta das 3:00 o buffet estava horrível, uma fila gigantesca, que cheguei a ponto de desistir. Na balança geral o saldo foi positivo. Mesmo com esses dois problemas, gostei da festa”.

Riocentro - Mais uma festa que não recebeu boas avaliações dos leitores do Sem Destino. Segundo a colaboradoa Bruna Natal, por uma estranha coincidência este evento foi produzido pelo mesmo pessoal que organizou o réveillon do Costa Brava…

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

“A festa que acabei indo – e me arrependendo profundamente – foi a do Riocentro. Tudo péssimo!!! A comida muito aquém da prometida. Tinham pouquíssimas variações – bem diferente do que foi ofertado. Bebida? Até 24:30h (cheguei na festa às 23h) eu só havia conseguido beber 1 copo de cerveja e super quente, porque o lugar onde pegava a bebida as pessoas estavam tentando se matar. Lá pelas 1:30h as pessoas que conseguiram sobreviver à seca já conseguiam pegar cerveja sem se matar. Aí tava até menos quente. Refrigerante? Só 1 copo a noite toda. Espumante? Acho que nem Sidra deve ser tão ruim. Os garçons que serviam as bebidas (dentro do tal bar) às vezes se reuniam num canto, ficavam rindo e não atendiam ninguém com a galera gritando.

Banheiro feminino é sempre um horror… Mas 4 cabines (além daqueles imundos banheiros químicos que não tive coragem de ir) para cerca de 800 mulheres é simplesmente sem cometários. Mas tudo bem, como quase não conseguia pegar bebida e a gente suava bastante, não precisava ir tanto ao banheiro. Saí quase 2h e o Jorge Ben Jor que tava programado para começar à 1h nem tinha aparecido”.

Por aí – Quem não se aventurou pelas (caras) festas pagas, parece ter passado um réveillon mais tranquilo, como é o caso da Ana Rosa, que achou uma solução simples em cima da hora:

“Decidimos às 21:00 do dia 31!!! Eu não gosto de “muvuca” e minha família é grande (ou seja, tudo muito caro)… Assim, queríamos algo tranquilo e mais barato. Acabamos passando em um dos quiosques da Lagoa Rodrigo de Freitas. Foi ótimo, tinha DJ animado, vimos os fogos de longe, e depois ficamos dançando e as crianças brincando. Muito bom mesmo. Grata surpresa e solução melhor do que a encomenda”.

Débora Fridman optou pelas areias de Copacabana, seu marido teve a câmera roubada, mas ela não pareceu se importar, maravilhada que estava com os fogos:

“No final das contas, como as festas estava muito caras, acabei indo pra copacabana mesmo. Sai de ipanema e fui andando até a altura da Paula Freitas, tudo bem tranquilo. Quanto mais perto de Copa, maior a quantidade de gente, parecia procissão, mas todo mundo num clima muito legal. Nãao vi aquela poluiçãao de ambulantes pelo caminho. Chegando a Copa, muuuuuito cheio.. mas dava pra andar tranquilamente. Infelizmente, nossa camera foi roubada. Estava no bolso do meu marido e, quando fomos ver, ela tinha sumido. Apesar disso, achei bem calmo, um clima ameno, não tinha aquelas pessoas só na espreita de você dar bobeira e te assaltarem. Os fogos… MARAVILHOSOS!!!!! INDISCRITÍVEL!!!!

Comments (1)

Tags: , , , , , , , , , ,

Descontos para você curtir Nova York em janeiro e fevereiro

Posted on 24 December 2009 by Pedro Serra

Se você está pensando em visitar Nova York entre janeiro e fevereiro, aí vai uma dica para você economizar alguns dolares. Com 200 promoções no cardápio, o Real Deal Winter, da organização de marketing e turismo NYC & Company, incluem entradas de atrações no esquema 2-por-1, créditos de US$ 50 em hotéis e descontos de 50% em estadias nas noites de domingo. Também há promoções em entradas de tearos, circos, tours… e até consultas médicas. Para usufruir, basta entrar no site escolher o programa e imprimir um voucher. Se você for fazer a reserva por telefone, há um código da promoção na página.
Confira abaixo algumas das promoções:
Atrações -
Madame Tussauds - compra uma entrada, leva outra.
Bronx Zoo - 50% de desconto na entrada de criança com a compra de uma de adulto.
The Jewish Museum - 50% de desconto.
Empire State Observatory - 50% de desconto no mapa
City Pass - passe com entrada para seis principais atrações de NY (Empire State, Museu de História Natural, Guggenheim, Metropolitan, MoMA e Cruseiro para a Estátua da Liberdade e Ellis Island) – Compre US$ 140 em tickets por US$ 79 e fure as filas.
Restaurantes
Angus McIndoe Restaurant e B.Smith’s restaurant - segundo prato com 50% de desconto.
Russian Tea Room – Compre um buffet de caviar e ganhe 50% de desconto no segundo.
Noite –
The Bubble Louge  – Compre uma taça de champagne e gnhe 50% de desconto na outra.
Comix – 50% de deconto na entrada
Hotéis - em diversos hotéis, como o InterContinental New York Barclay e o SoHo Grand Hotel, fique um mínimo de duas noites (tendo chegado entre quinta e sábado) e ganhe um crédito de US$ 50 em comida e bebida e US$ 50 de crédito para usar em estadia em julho ou agosto de 2010.

———————————————————————————

Assista a vídeos exclusivos na TV Sem Destino

Veja todas as fotos das minhas viagem pelo mundo no Flickr do Sem Destino

Se você veio parar nesse post direto de algum mecanismo de busca, clique aqui para ler as outras matérias na página incial do Sem Destino.

Para ler as notícias fresquinhas do Sem Destino, assine o RRS Feed do blog

Siga o Sem Destino no Twitter – clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Comments (0)

Advertise Here

Flickr do Sem Destino

Veja mais fotos

Advertise Here
Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes