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Roteiro relâmpago de Buenos Aires

Posted on 05 March 2010 by Pedro Serra

Mi Buenos Aires querido

Mi Buenos Aires querido - Foto: Pedro Serra

Não recomendo fazer o que eu fiz, mas eu não tive escolha. Convidado pela Royal Holiday a conhecer Buenos Aires, fiquei empolgado com a viagem e esperava trazer muitas informações para meus queridos leitores, mas eis que acabei encontrando no caminho com a famigerada Lady Murphy, e fui acometido de uma crise de dor nas costas que me impediu de sair do hotel por dois dias. Fiz alguns passeios, sempre mancando. Conheci Porto Madero, a noite de San Telmo e um belo restaurante chamado Casal de Catalunya, sobre o qual ainda vou falar aqui. Mas só fui melhorar no último dia, e contei com a compreensão do pessoal da Royal Holiday, que estendeu minha estadia no hotel por mais um dia e remarcou minha passagem. Com isso, ganhei mais 24 horas na capital da Argentina. Pois bem, como conhecer uma cidade em apenas um dia??? Com o peso baratinho, vejo muitos brasileiros fazendo viagens de fim de semana para lá, então, se você pretende embarcar nessa (o que, repito, eu não recomendo, afinal, para mim, um destino turístico deve ser esmiuçado e aproveitado), então confira o meu roteiro relâmpago de Buenos Aires.

Se você tem pouco tempo, nada de andar de ônibus, ou entrar em um daqueles city tours com um monte de gente que demora horas para embarcar e desembarcar. Pegue um taxi todinho só para você. Os caras cobram por hora, e o valor pode variar de 30 a 50 pesos, então negocie. Levando em conta que você vai demorar umas oito horas nesse roteiro (se, diferentemente de mim, resolver parar para almoçar e ficar parando para fazer comprinhas), vai acabar gastando uns R$100 a R$ 200. É por isso também que não recomendo fazer isso se você estiver sozinho. Junte um grupo que o passeio sai mais em conta (lembrando que estamos falando em velocidade x economia).

O ideal é fazer isso no fim de semana, evitando o trânsito pesado da capital. Se for no domingo, melhor, pois você ainda pode aproveitar a feirinha de antiguidades de San Telmo. Só cuidado para não ficar muito tempo olhando as bugigangas por lá, afinal “the clock is ticking”.

Eu dei a sorte de encontrar um taxista gente boa, veterano da guerra das Malvinas, que já foi motorista de Daniela Mercury em Buenos Aires… excelente contador de histórias e profundo conhecedor da capital. Assim que conseguir achar o telefone dele, que anotei em algum lugar e até hoje não sei onde está, coloco aqui.

De taxi em Buenos Aires

De taxi em Buenos Aires - foto: Pedro Serra

Antes, algumas considerações. Use apenas os radio-taxis… são iguais aos taxis comuns, mas têm o nome da empresa na parte traseira. Isso é uma garantia, pois, como no Brasil, há muitos motoristas que gostam de ficar rodando sem motivo, ou com o taximetro “viciado”, ou ainda que dão o troco em notas falsas. Para evitar este último problema, tenha sempre em mãos dinheiro trocado.

Falando em dinheiro, evite levar dólares para trocar por pesos. Você acaba perdendo duas vezes na conversão. Ou troque o seu dinheiro no Brasil, ou então procure uma casa de câmbio longe dos centros turísticos. A diferença pode ser absurda. Em uma casa, queriam pagar 1,57 pesos pelo real, em outra, consegui 2 pesos por R$1. Evite também pagar diretamente com Real ou dolar, a conversão nunca vale a pena.

Vamos ao roteiro então:

Começamos por La Boca, o bairro que foi povoado por imigrantes e ganhou um colorido todo especial por causa disso. As duas principais atrações da região são o estádio do Boca Juniors e El Caminito.

El Caminito – meu lugar favorito na cidade, a rua tem restaurantes, obras de arte, shows de cultura argentina, feirinha e muita cor. Bom para simplesmente passear, tirar fotos, ouvir uma boa música. Há restaurantes no local, mas prefiro dar dicas de coisas menos voltadas para os turistas, então vamos em frente (tempo estimado 40 minutos).

El Caminito

El Caminito - Foto: Pedro Serra

La Bombonera – o estádio do Boca Juniors é melhor apreciado em um dia de jogo, com a torcida espremida na famosa caixa de bombons (daí o nome), mas você não terá tempo para isso. Se você não é fã de futebol, nem perca o seu tempo. A entrada custa 16 pesos (se quiser visitar o museu, é um pouco mais caro, mas eu não recomendo). Entre, empurre algumas pessoas para tirar uma foto com a estátua do Maradona, veja o estádio por dentro, imagine como seria um gol do Mengão ali em uma final de Copa Libertadores, e siga viagem. (tempo estimado 30 minutos).

La Bombonera

La Bombonera - Foto: Pedro Serra

Puerto Madero – a melhor definição do local me foi dada por Fabián, meu guia: “isto aqui é uma ilha da fantasia, fora da realidade de Buenos Aires”. Pois bem, o local era um porto totalmente abandonado, e foi restaurado para se tornar o local mais caro da cidade. Vale um passeio pelas margens do rio, olhando os prédios modernos. Há restaurantes famosos entre os turistas, como o ‘Siga la vaca’, mas, como eu disse, minha dica para o almoço fica para depois. (tempo estimado 40 minutos).

Puerto Madero

Puerto Madero - Foto: Pedro Serra

Plaza de Mayo – o local tem esse nome por causa da Revolução de maio de 1811, quando se iniciou o processo de independência da Argentina. O passeio começa pela Catedral Metropolitana de Buenos Aires, com um belíssimo interior, onde se encontra o mausoléu do General San Martin. Margeando a praça, entre no Museu Histórico do Calbido, onde você encontrará objetos vinculados à Revolução de Maio. Depois, dê uma caminhada pela praça, onde as Mães de Maio faziam seus protestos durante a ditadura e onde o povo se juntava para ouvir Juan Perón e Eva Perón fazerem seus discursos da sacada da Casa Rosada. Se você tiver sorte, ou azar, dependendo do seu ponto de vista, poderá acompanhar um dos muitos protestos que acontecem no local, ainda mais em um período político meio conturbado no país. Siga então para a sede do governo e visite a sala dos presidentes. (tempo estimado 1h30m).

Plaza de Mayo

Plaza de Mayo - Foto: Pedro Serra

El Calbido

El Calbido - Foto: Pedro Serra

San Telmo – Pelos meus cálculos, você já deve estar morrendo de fome, dependendo da hora em que começou o seu passeio. Siga então para o Casal de Catalunya, em San Telmo. O restaurante funciona no edifício do Centro Cultural da Comunidade Catalã, não tem letreiro na porta e você tem que tocar a campainha para entrar. Mas vai se surpreender quando o fizer. O lugar é lindo, diferente, e você pode apreciar excelentes tapas (tempo estimado 1h30m)
Casal de Catalunya – calle Chacabuco, 863. – San Telmo
Almoço nos finais de semana: 12h30/ 15h

Após almoçar, hora de fazer a digestão dando uma boa caminhada. Para isso, nada melhor do que passear pela feira de artesanato de San Telmo e suas bugigangas. (tempo estimado: depende de você, mas lembre-se que o relógio está correndo. Vou colocar 1h).

Recoleta – Hora de “see dead people”. Peça para o seu guia levá-lo ao bairro da Recoleta, onde se encontra o famoso Cemitério da Recoleta com as tumbas de Eva Perón, Carlos Gardel e outros personagens históricos da Argentina. No caminho, dê umas voltinhas pelo bairro chique, olhando os prédios. No cemitério, dê uma olhada no mapa para não se perder. O interessante aqui é que cada tumba é uma verdadeira obra de arte, e que, em muitas, os caixões ficam expostos (tempo estimado 1h, contando o passeio pelo bairro).

La Flor Gigante – entre um destino e outro, dependendo do caminho que você pegar, peça para o guia/taxista dar uma parada na Flor Gigante, uma bela escultura de metal que se abre durante o dia e, durante a noite, fecha e fica iluminada (vale dar uma passadinha para vê-la das duas maneiras).

La Flor Gigante

La Flor Gigante - foto: Pedro Serra

Monumento aos mortos na Guerra das Malvinas – o monumento lembra o dos americanos mortos no Vietnã, em Washington… um muro com o nome das pessoas. O interessante é que ele fica do outro lado da rua do ‘Relógio dos ingleses’. (tempo estimado:  15 minutos).

Monumento aos mortos na Guerra das Malvinas

Monumento aos mortos na Guerra das Malvinas - Foto: Pedro Serra

Calle Florida - a rua dos turistas. Cuidado com seus pertênces. Aqui há apresentações de artistas de rua e lojas. Não sou muito fã deste tipo de lugar, mas vale o passeio. (tempo estimado: 1h)

Museus – Com tão pouco tempo, quem vai querer ficar enfurnado em um museu? Pois bem, eu! Dependendo, claro, do que estiver em exposição. Quando eu estava lá, havia duas mostras, uma no Malba (Museo de Arte Latinoamericano de Buenos Aires), com Andy Warhol, e outra no Museu de Belas Artes, com Antônio Berni. Se tiver uma exposição assim, coloque na balança, pode valer a pena (tempo estimado: 2h, mas você vai ter que abrir mão de alguma outra coisa).

Malba - foto: Pedro Serra

Malba - foto: Pedro Serra

Bom, hora de voltar para o hotel, dispensar o taxi, tomar um banho, dar uma descansada e se preparar para o passeio noturno.

El Cuartito – ouve-se tanto falar na carne de Buenos Aires e eu, só para ser do contra, vou indicar uma pizzaria. Mas a El Cuartito é um caso a parte, não só pelas pizzas e empanadas (os pastéis de lá), mas também pelo clima. O local, com estilo cantina meio botecão e decorado com quadros e fotos de futebol e personalidades do tango, é frequentado por portenhos e turistas, que se aboletam nas mesas e comem até em pé nos balcões. É interessante ver o malabarismo dos pizzaiolos tentando servir todo mundo. Agradeço muito a Andrea, da Royal Holiday, que me apresentou o local aos 45 do segundo tempo, pouco antes de eu retornar ao Brasil (tempo estimado 1h30).
El Cuartito – Talcahuano, 937 – Recoleta

El Cuartito

El Cuartito - foto: Pedro Serra

Las Cañitas – Após saborear uma boa pizza, hora de tomar uns drinks, ver gente bonita e simplesmente curtir a noite. A rua Baez concentra diversos bares e restaurantes, com mesas na calçada e um vai e vem de pessoas de todas as espécies, cores e tamanhos. Se você não tiver gostado da dica da pizzaria e não dispensa comer uma boa carne, o La Fonda del Polo é uma boa opção de parrilla, o equivalente às nossas churrascarias. Se estiver em grupo, peça cada um um corte diferente de carne, para degustar todos os sabores da carne argentina.
La Fonda del Polo – Calle Báez, 301.

Assista ao vídeo do passeio:
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Veja todas as fotos no Flickr do Sem Destino

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Os melhores aplicativos de Iphone para você viajar

Posted on 02 March 2010 by Pedro Serra

Aplicativos para Iphone

Aplicativos para Iphone

Separei aqui alguns dos aplicativos para Iphone que podem ajudá-lo a economizar, encontrar lugares para se divertir e fugir, ou não se meter, em uma roubada. Esse post vai estar em constante atualização, conforme eu for achando novos aplicativos.
Wi-Fi Finder – Dependendo do seu plano, pode sair bem caro usar as redes Edge e 3G do seu Iphone quando você está fora do país. Às vezes, é até melhor desligá-las (é só abrir o ’settings’, procurar ‘networks’ e desabilitar o ‘data roaming’). Felizmente, você ainda pode contar com as redes wi-fi quando tiver uma emergência como, digamos, saber quem foi eliminado no paredão do Big Brother. Com mais de 285 mil hotspots catalogados em 139 países, Ji Wire’s Wi-Fi Finder facilita o trabalho de encontrar redes pagas e gratuitas. Se você conhece alguma rede Wi-Fi que não está catalogada (tipo aquela do seu vizinho que não sabe colocar senha no roteador), pode enviar para o aplicativo e compartilhar com seus colegas Iphonicos. O aplicativo também está disponível para Ipod Touch.

How Fast (Free) – Você alguma vez já ficou se perguntando a que velocidade o trem, ou ônibus, ou bicicleta estava indo? Com o How Fast ficou possível descobrir. O aplicativo usa a sua localização no GPS para calcular a sua velocidade, independente do meio de transporte.

Track Thing Lite (Free) – este aplicativo baseado no sistema de GPS do Iphone armazena estatísticas em tempo real sobre suas atividades. Sabe quando você dá aquele passeio pelo Louvre e quer saber quantos quilômetros andou e em quanto tempo, só para depois poder contar aos amigos… ou quando aluga uma bicicleta para passear por Amsterdam? Então, é para isso que ele serve.

Shazam (Free) – Você está em uma boate em Barcelona e toca uma música que você gostou muito… pois bem, pode deixar que o Shazam descobre quem é o artista.

Sit or Squat

Sit or Squat

Sit or Squat – Encontrar um banheiro limpinho pode ser muito difícil dependendo de onde você esteja. Com o Sit or Squat (algo como, sente ou fique de cócoras), fica mais fácil encontrar um banheiro onde você possa relaxar e, quem sabe, até ler um jornal.

Gate Maps ($0.99) – este aplicativo ajuda você a achar o caminho até o seu portão de embarque naqueles aeroportos complicados e cheios de caminhos estranhos. Excelente se você, como eu, está sempre atrasado para embarcar.

Flight Track ($4.99) – veja os horários e acompanhe em tempo real os voos com esse aplicativo.

Flight Update ($4.99) – mesma coisa do anterior, mesmo preço.

G-Park ($0.99)- o aplicativo funciona da seguinte maneira: você estaciona o seu carro e ativa o programa. Na hora de voltar, basta perguntar para ele onde deixou o veículo. Minha cabeça, porém, já foi além… Você está na feira de antiguidades de San Telmo, em Buenos Aires, e viu algo de que gostou, mas não quer comprar na hora. É só marcar e voltar ali depois. Serve para marcar pontos de encontro em locais confusos também.

Point me there

Point me there

Point me there ($2.99) – Mais ou menos como o anterior, só que usando uma bússola para orientação. É possível armazenar até 30 locais no aplicativo.

Podcasts – no Itunes é possível encontrar um grande número de Podcasts com roteiros à pé, como o New York Times Weekend Explorer . Os de museus, como o Metropolitan ou Smithsonian geralmente são gratuitos.

Frommer’s - Os guias da Frommer’s continuam sendo, ao lado dos da Lonely Planet, os melhores. Então, nada melhor do que tê-los no seu Iphone.

Zagat – um dos melhores sites de reviews de restaurantes, hotéis e afins também tem o seu aplicativo.

Taxi Magic (free) – Precisa de um taxi nos Estados Unidos. Basta mandar uma mensagem de texto e esperar.

Wikime ($0.99) – o aplicativo procura artigos da Wikipedia baseado na sua localização. Muito com se você quer saber o nome daquele prédio estranho em uma pracinha de Praga.

Urbanspoon (free) – não consegue decidir onde comer? deixe que o Urbanspoon decide para você. Basta sacudir o telefone que ele indica um lugar.
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De taxi por Buenos Aires

Posted on 23 February 2010 by Pedro Serra

Entre um city tour, os ônibus de turismo da prefeitura (16 pesos por um dia inteiro, mas sem passar em muitos lugares), metrôs e taxis, escolhi a última opção. Fechei um pacote em 30 pesos por hora, mas tive a minha disposição um motorista amigo de Daniela Mercury, veterano da Guerra das Malvinas e profundo conhecedor da capital argentina. Acompanhe a TV Sem destino na primeira parte deste passeio por Buenos Aires com nosso guia Fabián, e aguarde os próximos episódios e os posts com todas as informações sobre a cidade.

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Veja também as fotos no Flickr do Sem Destino.

leia o post ‘Um dia no Malba com Antonio Berni e Andy Warhol’.

Pedro Serra viajou a convite da Royal Holiday.

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Making of – FrenetiK Crew: Vinyl Edition

Posted on 22 February 2010 by Pedro Serra

Falei no mês passado sobre a festa FrenetiK Crew: Vinyl Edition que estamos organizando na boate Pista 3, em Botafogo, aqui no Rio. Semana passada fizemos a edição de carnaval, mais uma vez com casa cheia até de manhã. Finalmente neste domingo acabei de editar o vídeo da sessão de fotos que fizemos para a divulgação do evento, ainda em janeiro, comigo e os DJs Andre Araujo, Mike Frugaletti, Pedro Piu, Rodrigo Correia e Vivi Seixas. As fotos, que vocês já puderam ver aqui e no Flickr do Sem Destino, são de ana Alexandrino.

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Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Posted on 17 February 2010 by Pedro Serra

Carnaval: as mulheres da Sapucaí

Foto: Pedro Serra

As mulheres na Sapucai deram um show à parte. Rainhas, musas, destaques, passistas… todas saradas, bronzeadas, cheias de Svarovsky e loucas para aparecer. Era só ver uma câmera que lá vinham elas, todas serelepes, ávidas por um flash. E a câmera do Sem Destino estava sempre a postos, em busca do melhor ângulo. Separei aqui algumas das melhores fotos, mas você pode ver todas no Flickr do Sem Destino.

Aproveite e veja um dos vídeos que eu fiz para o Jornal Extra – depois coloco outros

Nicole Bahls na Mangueira

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Leitores do Sem Destino comentam as festas de réveillon do Rio de Janeiro

Posted on 05 January 2010 by Pedro Serra

Como sempre que faço os posts sobre o réveillon vejo um monte de gente me perguntando sobre essa ou aquela festa, resolvi já me preparar para próxima virada e perguntar aos meus fiéis leitores espalhados pelo Brasil como foi a virada deles. Assim, com as opiniões já postadas aqui no Sem Destino, vai ficar mais fácil você se decidir em qual festa vai passar a virada para 2011. Sei que ainda falta muito tempo, mas, quando chegar novembro, dezembro, vocês vão me agradecer. Separei as opiniões por estado, aproveitando para jogar no meio algumas histórinhas engraçadas que acabei colhendo nos meus contatos com os amigos do Sem Destino. Lembrando que, para não ficar com um post de 2km, dei uma cortada em alguns textos, mas sem alterar nenhuma palavra. Conforme for recebendo mais comentários e fotos, vou postando aqui. Se você quiser participar, mande um email para djpedroserra@gmail.com.

Rio de Janeiro -

 
 
 
Camila (esq.) no MAM

Camila (esq.) no MAM

MAM – Camila Azevedo saiu lá de Natal, no Rio Grande do Norte, e não queria se meter em furada. Escolheu a festa no MAM e saiu satisfeita:

“Passei o reveillon no MAM e sem dúvida foi a melhor escolha que fiz… ambiente maravilhoso, pessoas bonitas, muitos ambientes com vários estilos de músicas, buffet perfeito, banheiros limpos, as bebidas estavam maravilhosas conforme combinado… não faltou nada… tudo funcionou muito bem. Ou seja, para quem está atrás de comodidade e praticidade vá para esse réveillon que com certeza não se arrependerá”.

Hotel Intercontinental – Sem uma boa alma que me mandasse comentários sobre a festa no Intercontinental, recorri ao meu colega de redação Edgard Maciel de Sá para contar como foi o evento. Lembrando da cara dele de satisfação no plantão do dia 1º (sim, nós estávamos trabalhando, firmes e fortes… mais fortes do que firmes), já sabia que seriam palavras de elogio:
“Fui pela primeira vez à festa do hotel Intercontinental, o Réveillon Carioca, e gostei muito do evento. O espaço do hotel é bem grande e, apesar de bem cheio, não estava difícil de se movimentar pelos ambientes da festa. A distribuição de bebidas também era eficiente, com garçons circulando e bares onde era possível se servir em poucos minutos. Eram dois salões com músicas. Um com DJ e um som mais techno e o ambiente principal, com um palco, que começou com DJ e depois teve Ivo Meirelles com a bateria da Mangueira e MC Marcinho. Na hora da virada, a maioria dos presentes saiu do hotel para ver os fogos na Praia de São Conrado. Em outro ambiente do hotel, funcionava o restaurante, com jantar (entre 0h30 e 3h30) e café da manhã (das 4h às 8h)”.
 
 

 

Costa Brava – Quem escolheu o réveillon do Costa Brava parece não ter saído muito satisfeito. Uma pena, pois o clube é ótimo e eu já fui a grandes festas lá. A organização realmente deve ter se esmerado em fazer besteira. Os comentários foram os piores possíveis, a ponto de o leitor Jonnas, que levou a namorada gaúcha e oito amigos de Sampa para a festa, pensar em entrar na Justiça:

“Fiz uma propaganda enorme sobre o visual, festa open bar com Absolut e Red Bull… simplesmente meia noite e quinze já nao tinha energético no bar da piscina. O pior nem foi isso, em alguns bares encontrava-se red bull mas sob o encanto de uma vodca chamada OROSTOFF. Foram 650 reais, meus e de minha namorada, jogados no lixo. Passei raiva até para conseguir um copo de água pra ver o sol nascer… Me senti feito de otário e isso não acaba aqui. Vou tomar algumas medidas judiciais”.

Vanessa Andrade reclamou também da falta de mesas e do estacionamento:

“NUNCA aqui no Rio estive em uma festa tão ruim!! Já começou errado. Chegamos às 19:40 hs e ficamos rodando para tentar estacionar. Uma fila enorme nos esperava do lado de fora. Quando entrei (20:50hs), SUPRESA! Não tinha mesa. Uma amiga minha estava com a mãe que não podia ficar muito tempo em pé. A “organizadora” pediu que nos levantássemos porque o “evento” não foi feito para ficarmos sentados e que não colocaram mesas porque neste caso não caberia a metada das pessoas que estavam lá. Em outras palavras “O FOCO É DINHEIRO!!” Para piorar a comida foi um horror, a bebida acabou antes da hora, o café da manhã não existiu( tinha suco quente e NADA para comer)”.

Já o Thiago também reclamou do buffet e do estacionamento, mas acabou se divertindo mesmo assim:

“Logo que cheguei tive problemas, prometeram estacionamento, cheguei por volta das 21:00 e simplesmente falaram que eu só poderia colocar o carro em outro estacionamento. Lá em baixo, e voltar de van, que cobrava pela subida. Passando essa prova, entramos. A festa em si estava muito boa, não tenho o que reclamar de bebidas nem do primeiro buffet, agora, por volta das 3:00 o buffet estava horrível, uma fila gigantesca, que cheguei a ponto de desistir. Na balança geral o saldo foi positivo. Mesmo com esses dois problemas, gostei da festa”.

Riocentro - Mais uma festa que não recebeu boas avaliações dos leitores do Sem Destino. Segundo a colaboradoa Bruna Natal, por uma estranha coincidência este evento foi produzido pelo mesmo pessoal que organizou o réveillon do Costa Brava…

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

Bruna flagrou a briga por um copo de bebida

“A festa que acabei indo – e me arrependendo profundamente – foi a do Riocentro. Tudo péssimo!!! A comida muito aquém da prometida. Tinham pouquíssimas variações – bem diferente do que foi ofertado. Bebida? Até 24:30h (cheguei na festa às 23h) eu só havia conseguido beber 1 copo de cerveja e super quente, porque o lugar onde pegava a bebida as pessoas estavam tentando se matar. Lá pelas 1:30h as pessoas que conseguiram sobreviver à seca já conseguiam pegar cerveja sem se matar. Aí tava até menos quente. Refrigerante? Só 1 copo a noite toda. Espumante? Acho que nem Sidra deve ser tão ruim. Os garçons que serviam as bebidas (dentro do tal bar) às vezes se reuniam num canto, ficavam rindo e não atendiam ninguém com a galera gritando.

Banheiro feminino é sempre um horror… Mas 4 cabines (além daqueles imundos banheiros químicos que não tive coragem de ir) para cerca de 800 mulheres é simplesmente sem cometários. Mas tudo bem, como quase não conseguia pegar bebida e a gente suava bastante, não precisava ir tanto ao banheiro. Saí quase 2h e o Jorge Ben Jor que tava programado para começar à 1h nem tinha aparecido”.

Por aí – Quem não se aventurou pelas (caras) festas pagas, parece ter passado um réveillon mais tranquilo, como é o caso da Ana Rosa, que achou uma solução simples em cima da hora:

“Decidimos às 21:00 do dia 31!!! Eu não gosto de “muvuca” e minha família é grande (ou seja, tudo muito caro)… Assim, queríamos algo tranquilo e mais barato. Acabamos passando em um dos quiosques da Lagoa Rodrigo de Freitas. Foi ótimo, tinha DJ animado, vimos os fogos de longe, e depois ficamos dançando e as crianças brincando. Muito bom mesmo. Grata surpresa e solução melhor do que a encomenda”.

Débora Fridman optou pelas areias de Copacabana, seu marido teve a câmera roubada, mas ela não pareceu se importar, maravilhada que estava com os fogos:

“No final das contas, como as festas estava muito caras, acabei indo pra copacabana mesmo. Sai de ipanema e fui andando até a altura da Paula Freitas, tudo bem tranquilo. Quanto mais perto de Copa, maior a quantidade de gente, parecia procissão, mas todo mundo num clima muito legal. Nãao vi aquela poluiçãao de ambulantes pelo caminho. Chegando a Copa, muuuuuito cheio.. mas dava pra andar tranquilamente. Infelizmente, nossa camera foi roubada. Estava no bolso do meu marido e, quando fomos ver, ela tinha sumido. Apesar disso, achei bem calmo, um clima ameno, não tinha aquelas pessoas só na espreita de você dar bobeira e te assaltarem. Os fogos… MARAVILHOSOS!!!!! INDISCRITÍVEL!!!!

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Descontos para você curtir Nova York em janeiro e fevereiro

Posted on 24 December 2009 by Pedro Serra

Se você está pensando em visitar Nova York entre janeiro e fevereiro, aí vai uma dica para você economizar alguns dolares. Com 200 promoções no cardápio, o Real Deal Winter, da organização de marketing e turismo NYC & Company, incluem entradas de atrações no esquema 2-por-1, créditos de US$ 50 em hotéis e descontos de 50% em estadias nas noites de domingo. Também há promoções em entradas de tearos, circos, tours… e até consultas médicas. Para usufruir, basta entrar no site escolher o programa e imprimir um voucher. Se você for fazer a reserva por telefone, há um código da promoção na página.
Confira abaixo algumas das promoções:
Atrações -
Madame Tussauds - compra uma entrada, leva outra.
Bronx Zoo - 50% de desconto na entrada de criança com a compra de uma de adulto.
The Jewish Museum - 50% de desconto.
Empire State Observatory - 50% de desconto no mapa
City Pass - passe com entrada para seis principais atrações de NY (Empire State, Museu de História Natural, Guggenheim, Metropolitan, MoMA e Cruseiro para a Estátua da Liberdade e Ellis Island) – Compre US$ 140 em tickets por US$ 79 e fure as filas.
Restaurantes
Angus McIndoe Restaurant e B.Smith’s restaurant - segundo prato com 50% de desconto.
Russian Tea Room – Compre um buffet de caviar e ganhe 50% de desconto no segundo.
Noite –
The Bubble Louge  – Compre uma taça de champagne e gnhe 50% de desconto na outra.
Comix – 50% de deconto na entrada
Hotéis - em diversos hotéis, como o InterContinental New York Barclay e o SoHo Grand Hotel, fique um mínimo de duas noites (tendo chegado entre quinta e sábado) e ganhe um crédito de US$ 50 em comida e bebida e US$ 50 de crédito para usar em estadia em julho ou agosto de 2010.

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