Archive | Por Aí

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Seguindo a Rota do Sol Poente – Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa

Posted on 17 August 2010 by Pedro Serra

Continuando nosso passeio por Florianópolis, após uma dia comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição, chegamos às belas praias de Sambaqui e Santo Antônio de Lisboa. Para aproveitar toda a beleza do lugar, o melhor é chegar por alí perto da hora do por do sol, apreciando a vista para o centro da cidade ao fundo, contrastando com a natureza do lugar e o mar calmo, afinal não é à toa que a região é conhecida como a Rota do Sol Poente. Escolha um dos muitos restaurantes à beira-mar (a especialidade são as ostras e mariscos) e assista ao espetáculo.

Florianopolis sambaqui santo antonio de lisboa

Por do Sol em Santo Antonio de Lisboa

Santo Antônio de Lisboa foi onde os primeiros imigrantes açorianos se instalaram, em meados do século XVII, e é a região da ilha que mais conserva a arquitetura e a cultura dos colonizadores. Dependendo da sua sorte (ou programação, que não é o meu forte) você pode pegar um dos muitos eventos religiosos e culturais que remetem a esses primeiros moradores do lugar.

Infelizmente eu não comi por lá e não saberia indicar um restaurante para vocês, mas, quem quiser tomar um bom café e comer um bolinho pode ir direto para o Coisas de Maria João, na divisa entre as duas praias. O lugar, além de agradável e com uma decoração bem colorida, vende as mais variadas peças de artesanato.

Confira o belo pôr do sol no vídeo abaixo:

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Comendo areia nas dunas da Lagoa da Conceição

Posted on 11 August 2010 by Pedro Serra

Para quem acompanha o Sem Destino no Twitter ou no Flickr, não é nenhuma novidade. Para os desplugados deste universo, acabo de voltar de uma viagem de uma semana a Florianópolis. Passei frio, calor, me diverti, me irritei, gostei, odiei… todos aqueles sentimentos que a gente só tem quando uma viagem realmente vale a pena. Fui salvo muitas vezes pelas dicas do amigo @gusbelli, do blog Viajar e Pensar, que deve ter ficado meio de saco cheio de me ver choramingando porque não achava restaurantes abertos na cidade (mas é verdade, os caras fecham para o almoço… em outro post explico isso melhor).

Um dos lugares onde eu mais me diverti na ilha, com certeza, foram as dunas da Lagoa da Conceição, onde eu mostrei toda a minha habilidade no sandboarding (como vocês poderão constatar no vídeo abaixo). O aluguel da pranchinha custa R$ 20/hora (sentado ou em pé), e vale cada centavo. Agora, prepare-se para um bom exercício, porque descer é fácil, mas a subida é cruel.

Assistam ao vídeo:

E aguardem pois ainda tem posts com vídeo do Beto Carreiro World, Boate Pacha, por do sol em Sambaqui, Blumenau…

Não deixe de ver as fotos da viagem no Flickr do Sem Destino

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Teresópolis revisitada

Posted on 10 June 2010 by Pedro Serra

Teresópolis, cidade serrana localizada a cerca de 100 kms do Rio de Janeiro, é uma velha conhecida minha. Foi ali que passei boa parte da minha infância, em fins de semana e férias inesquecíveis. Tanto no frio do inverno quanto no calor do verão, era para lá que eu corria sempre que tinha alguma folguinha da minha árdua vida de estudante. Lá, fiz amigos, tive namoradas, arrumei confusões e aprendi a, entre muitas outras coisas, a não misturar whisky com cachaça. Então, foi com muito prazer que eu recebi o convite do pessoal da pousada Urikana e do site Serra Carioca para passar um fim de semana na cidade. Continuo tendo casa lá, mas vou menos do que gostaria. Além disso, fiquei empolgado de conhecer uma outra Teresópolis, a das pousadas chiques, que eu só passava na porta.

Teresopolis - Mirante do Soberbo

Mirante do Soberbo

A pousada Urikana foi feita para você não querer sair de lá, com lareira e hidromassagem nos quartos, sauna, massagem, trilhas, campo de minigolfe e um excelente restaurante. Mesmo assim, conseguimos ser mais fortes (até porque estávamos com o nosso filho de dois anos, que não curte muito esse tipo de programa) e fomos dar umas voltas pela cidade.

teresopolis - Pousada Urikana

Pousada Urikana

teresopolis - Pousada Urikana

Pousada Urikana

Assista ao vídeo que fiz sobre a pousada:

Teresópolis é uma cidade grande, com shoppings, cinemas, McDonalds, etc… as opções de lazer para os turistas, porém, não são muito variadas. Se você gosta de comprar, tire um dia para passear pela Feirinha do Alto, onde, garimpando, você pode encontrar coisas bem legais para comprar. Próximo à feira, ficam os cavalinhos e charretes. Meu filho, urbano ao extremo, com pouco contato com animais a não ser por cachorros de estimação, adorou o passeio. Eu e minha mulher não nos animamos tanto. Para quem tem filhos, o trenzinho animado é muito divertido. O passeio sai da pracinha do alto e dá uma volta de cerca de 30 minutos por alguns `pontos turísticos`, mas o mais engraçado é o pessoal fantasiado de personagens de desenho que acompanham o trem. Confesso que resisti muito a ir, mas depois, me diverti.

Teresópolis - passeio à cavalo

Aiôôô, Silver...

Teresópolis

O trenzinho animado

Outro lugar bom para um passeio é o Parque Nacional da Serra dos Órgãos, localizado na entrada da cidade. O parque possui a maior piscina natural do Brasil, áreas para pic-nic e bons locais de caminhada. No verão, uma das opções é descer um pouco a serra, até a subsede do parque, com diversas cachoeiras. A falta de investimento em turismo da cidade acabou com um dos lugares que eu mais gostava por lá, a Cascata dos Amores, uma cachoeira no estilo escorrega, ou tobogã, onde eu me divertia muito na infância.
Apreciar a bela vista é uma boa forma de passar o tempo por lá. Para isso, siga para o mirante do Soberbo, também na entrada da cidade (onde eu tirei a foto abaixo), de onde se pode avistar o Grande Rio, a Baía de Guanabara e o pico do Dedo de Deus, o mais famoso da região.

Teresópolis - mirante do Soberbo

Mirante do Soberbo

Para os apreciadores do futebol, vale uma visita ao Centro de Treinamento da CBF, onde a seleção se prepara para as competições (pelo menos antes do Dunga resolver levar todo mundo para o Paraná). O local pode ser visitado durante as férias e nos fins de semana mediante autorização. Tel.: (21) 2642-1610 begin_of_the_skype_highlighting              (21) 2642-1610      end_of_the_skype_highlighting.

Para comer, deixo aqui três dicas, mas há excelentes restaurantes na cidade toda.
Pode parecer meio estranho você ir para a serra para comer peixe, mas o Sushi Terê tem um excelente cardápio e rodízio a um precinho bem camarada. Na sobremesa, não deixa de provar o Hot Jaca.
Sushi Terê
Rua José Elias Zaquem, 307 – Agriões
Tel.: (21)2743-0151

Teresópolis - Sushi terê

Sushi terê

No friozinho da cidade, nada melhor do que comer um bom fondue. O Indalo, no Alto, é um dos melhores.
Idalo
Praça John Fitzgerald Kennedy, 10 – Alto
(21)2642-0015

O meu preferido, porém, é uma velha e tradicional cantina italiana localizada na Várzea, o centro da cidade. O local se chama A Italiana e sempre que vou lá, acabo pedindo a mesma coisa, lembrando da minha infância. A mistura não é das mais corretas, mas who cares? Filé a Parmeggiana com macarrão ao alho e óleo acompanhado com fritas… isso mesmo, macarrão com fritas. Se você passar por lá, pode pedir que não vai se arrepender.
A Italiana
Rua J.J.de Araújo Regadas, 95 – Várzea
(21)2742-2565

A noite de Teresópolis não é das mais animadas, e os locais que abrem geralmente fecham rapidamente. A exceção é um bar chamado Sancho Panza, no Alto. Vale uma passada por lá para uma cerveja, ou algo mais quente no inverno.
Sancho Panza
Av.Oliveira Botelho, 76 – Alto
(21)2642-6760

O Serra Carioca:
Criado em 2009, o Serra Carioca é o maior portal de reservas do Estado do Rio de Janeiro. A empresa é parte do Grupo HEL (Hotéis, Eventos e lazer), que hoje divulga os melhores hotéis do Brasil, e um dos principais objetivos da Serra Carioca é de divulgar as cidades de Teresópolis, Petrópolis e Nova Friburgo.

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‘Comida di Buteco’ chega ao Rio de Janeiro

Posted on 01 June 2010 by Pedro Serra

Um boteco pode ser um bom lugar para bebericar um chopinho gelado com amigos e jogar conversa fora comendo um bom bolinho de bacalhau. Alguns estabelecimentos, porém, levam essa experiência a um outro patamar, com a bebida servida na temperatura certa, um bom atendimento, um local limpinho e, principalmente, comidinhas que vão além do trivial. Por nos proporcionar tudo isso, esses estabelecimento merecem um prêmio… e é exatamente para isso que existe o concurso “Comida di Buteco“, que chegou ao Rio de Janeiro no último de 28 de maio, com 31 restaurantes competindo, e vai até o dia 27 de junho… ou seja, jogos da Copa do Mundo à tarde, botequinho para comemorar à noite, como bem sugere o texto de divulgação do evento:

COMIDA DI BUTECO 2010 RIO DE JANEIRO“Junho de 2010 é mês de Copa. E de cozinha também! Pelo menos para os cariocas, que terão um motivo a mais, além dos jogos do Brasil, para se mobilizarem em torno de uma boa mesa de bar. Enquanto os 32 países classificados para o maior evento do futebol mundial se enfrentam nos gramados da África Sul, aqui no Rio os 31 melhores botequins da cidade disputarão os prêmios da terceira edição do concurso Comida di Buteco, que acontece entre os dias 28 de maio (sexta-feira) e 27 de junho (domingo) na cidade.

A diferença entre as duas “competições” é que no Rio de Janeiro não haverá perdedores. Com o evento, todo mundo ganha, uma vez que o Comida di Buteco tem como objetivo principal resgatar e promover a culinária de raiz. E nesse quesito, a novidade da edição deste ano é de dar água na boca: todos os petiscos concorrentes são inéditos e exclusivos, desenvolvidos pelos estabelecimentos especialmente para o festival.

Para fazer parte dessa festa, não precisa ser convocado. Basta ir a um dos botecos participantes, comer o petisco e dar a sua nota. Você tem acesso à lista dos “convocados” através do site: www.comidadibuteco.com.br Como já ocorreu nos últimos anos, o ganhador sai de uma decisão compartilhada entre o julgamento popular e os votos de um júri de especialistas. Para ser eleito o melhor boteco o estabelecimento deve zelar pelo atendimento, temperatura da bebida e higiene. O peso de cada voto é o seguinte: 70% para o petisco concorrente, 10% para o atendimento, 10% para a bebida e 10% para a higiene do local.

Assim como no futebol, a democracia se institui de fato no boteco. Entendendo e valorizando o botequim, como um dos mais importantes espaços da sociabilidade do brasileiro, o mote da campanha do Comida di Buteco esse ano é uma declaração de amor ao boteco. Da zona sul ao subúrbio, as torcidas misturam raças, crenças, diferenças sociais, no botequim e no campo. Com o slogan “Em cada coração bate um buteco, em cada buteco batem vários corações” a Free Produções, realizadora do evento, pretende mobilizar torcidas, superando o número de mais de 200 mil pessoas que visitaram os 31 concorrentes de 2009. Ano de copa, ano de boteco! A culinária será o tempero especial desse campeonato para quem for assistir aos jogos nos estabelecimentos participantes.

Nascido 11 anos atrás em Belo Horizonte, o concurso é um dos mais importantes eventos do calendário da gastronomia nacional, com repercussão em todo o país e no exterior.
O evento já atingiu proporções nacionais e esse ano a agenda do Comida di Buteco envolve as capitais Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Salvador, Goiânia e ainda as cidades: Campinas, São José do Rio Preto e Ribeirão Preto ( SP ), Além de Ipatinga, Montes Claros, Poços de Caldas e Uberlândia ( MG )”.

Para saber mais, siga o Twitter do evento: @_comidadibuteco

Vamos então à lista dos botecos participantes:

GRUPO ESTREANTE:

BOTECO ANGU DO GOMES

Na cama com Gomes

ANGU DO GOMES (Saúde/Centro)

Prato: Na Cama com Gomes / R$12 a unidade.

Rua Sacadura Cabral, 17, Largo da Prainha, Saúde. Tel. 2233-4561. Sábado e Domingo não abre. Segunda a Quinta 11h até 23h, Sexta 11h até 2h.

BAR 20 (Ipanema)

Prato: 20 Comer / R$ 16,50 a porção

Rua Henrique Dumont 85, loja B.Tel. 2239-0546. Segunda não abre, Terça e Quarta de 12h até 24h, de Quinta até Sábado de 12h até 1h, Domingo 12h até 22h.

Boteco Bar do Picote

Empanado do Picote

BAR PICOTE (Flamengo)

Prato:  Empanado do Picote / R$20 a porção

Rua Marques de Paraná 128, loja C. Tel. 2552-1799. De Segunda a sábado de 7h até 1h, Domingo de 9h até 23h.

CALDO BELEZA (Flamengo)

Prato:  Mocotó Beleza / R$10

Rua Senador Vergueiro 238, Flamengo — 2554-4841. Segunda a sábado, das 17h à meia-noite. Domingo não abre. C.C.: Todos.

Boteco da Gema

Fondue da Gema

DA GEMA (Tijuca)

Prato:  Fondue da Gema / R$20

Rua Barão de Mesquita, 615, loja C/D. Tel.2208-9414. Segunda não abre. Terça e Quarta das 17h até 24h, Quinta das 17h até 1h, Sexta das 15h até 2h, sábado das 12h até 2h, domingo e feriado 12h até 22h. * Esse horário é somente durante o concurso Comida di Buteco.

NORDESTINO CARIOCA (Jacarepaguá – Anil)

Prato: Caldo de Caridade / R$ 7 a unidade

Av. Sargento Carlos Argemiro Camargo, 49. Tel. 3412-3353. Segunda não abre. Terça a Quinta das 10h até 22h, Sexta e Sábado das 10h até 24h, Domingos e Feriados 10h até 18h.

PETISQUEIRA MARTINHO (Ilha do Governador)

Prato: Petisquim / R$16,50

Praia do Jequiá, 33, Ribeira. Tel. 3396-6404. De segunda a terça não abre. Quarta e Quinta das 17h30 até 24h, Sexta das 17h até 2h, sábado e feriado 11h30 até 2h, Domingo 11h30 até 22h30.

SABOR DA MORENA (Botafogo)

Prato: Entocado da Morena / R$ 14 a unidade

Rua São Manoel 43. Tel. 2541-4756. Segunda-feira não abre. Terça-feira a sábado de 17h até 1h.

Boteco Santa saideira

Pedacinho do Norte

SANTA SAIDEIRA (Santa Teresa)

Prato: Pedacinho do Norte / R$30 a porção

Rua do Progresso, numero 5, Largo das Neves. Tel. 3233-0122.  Horário de funcionamento de Domingo a quinta de 10h até 24h, sexta e sábado de 10h até 2h.

GRUPO  -  ZONA SUL

ADEGA DO CESARE (Copacabana)

Prato: Gurjões mistos com molho tártaro / R$ 15

Rua Joaquim Nabuco, 44, loja A/B. Tel. 2523-1429. De segunda a domingo das 10h30 até 1h.

ADEGA PÉROLA (Copacabana)

Prato: Bolinho de Siri / R$ 14 a porção

Rua Siqueira Campos, 138 A.Tel. 2255-9425. Horário de funcionamento de segunda a sábado de 10h até 24h. Domingo não abre.

BAR URCA (Urca)

Prato: Casquinha a Vila do Chã / R$ 12 a unidade

Rua Candido Gaffrée, 205 – Urca. Tel. 2295-8744. Segunda a sexta, das 7h às 23h30, sábado 8h as 23h30. Domingo, das 8h30h às 20h.

BOTECO SALVAÇÃO (Botafogo)

Prato: Coxinha Invertida / R$ 12,90 a porção

Rua Henrique de Novaes, 55 – Botafogo.         Tel. 2539-0216. Segunda a quinta, das 18h às 02h, Sexta 18h às 4h. Sábado das 20h às 03h. Domingo, das 15h às 23h.

Boteco Pavão Azul

Ressuscitaram o Camarão

PAVÃO AZUL (Copacabana)

Prato: Ressuscitaram o Camarão / R$10 a unidade

Rua Hilário de Gouveia, 71, lojas A e B – Copacabana. 2236-2381. Segunda a sábado, das 12h às 24h. Domingo, das 12h às 20h.

REAL CHOPP (Copacabana)

Prato: Kibinho de Bacalhau / R$ 12 a porção

Rua Barata Ribeiro, 319 – Copacabana. Tel. 2547-6673. Segunda a Domingo, das 7h às 2h.

GRUPO – LAPA, CENTRO E PRAÇA DA BANDEIRA

ACONCHEGO CARIOCA (Praça da Bandeira)

Prato: Futrica na Roça / R$28 a porção

Rua Barão de Iguatemi, 388 A – Praça da Bandeira. 2273-1035. Terça a Sábado, das 12h às 23h.  Domingo e Feriado das 12h às 18h.

ANTIGAMENTE (Centro)

Prato: Seleção Brasileira / R$ 16 a porção

Rua do Ouvidor, 43 – Centro. 2507-5040. Segunda a Sexta, 11h30 às 24h. Sábado, das 12h às 19h. Domingo não abre.

BECO DO RATO (Lapa)

Prato: Fígado Sustado / R$ 18 a porção

Rua Joaquim Silva, 11 – Lapa. 2508-5600. Horário de funcionamento: Segunda, de 8haté 24h, Terça 8h até 2h, Quarta 8h até 24h, Quinta 8h até 1h, Sábado 16h até 24h, Domingo não abre.

CACHAÇARIA MANGUE SECO (Lapa)

Prato: Camarão Atolado / R$ 9.00 a unidade

Rua do Lavradio, 23 – Centro. Tel. 3852-1947. Segunda e Terça 11h as 23h30, Quarta e Quina de11h à 1h, sexta e sábado 11h às 2h30.

GRACIOSO (Saúde / Praça Mauá)

Prato: Jabazinho / R$ 3 a unidade

Rua Sacadura Cabral, 97 – Saúde. Tel. 2263-5028. Segunda a Sexta, das 6h às 21h. Não abre nos finais de semana.

PETIT PAULLETE (Praça da Bandeira)

Prato: Crocrevet do Let / R$ 32 a porção

Rua Barão de Iguatemi, 408 – Praça da Bandeira. 2502-2649. Segunda a Domingo de 12h Até 24h. * Esse horário é válido somente durante o concurso Comida di Buteco.

GRUPO – ZONA NORTE: TIJUCA, GRAJAÚ, ETC.

Boteco Cachambeer

Explode Cabritão

CACHAMBEER (Cachambi)

Prato: Explode Cabritão / R$ 39,90

Rua Cachambi, 475.  Tel. 2501-8465. Terça a sexta de 16h até 24h. Sábado das 12h até 24h, domingo das 11h30 às 18h.

SIRI (Vila Isabel)

Prato: Fuzuê de Camarão

Rua dos Artistas, 02 – Vila Isabel. 2208-6165.  Todos os dias de 11h30 as 23h30.

BAR DA AMENDOEIRA (Maria da Graça)

Prato: Show de Bola / R$ 3 a unidade

Rua Conde de Azambuja, 881,lj A e B.Tel. 2501-4175. Segunda a Quinta de 6h30 até 22h, Sexta de 6h30 até 23h, Sábado 6h30 Até 20h. Domingo não abre.

Boteco Enchendo Linguica

Das Tripas Coração

ENCHENDO LINGUIÇA (Grajaú)

Prato: Das Tripas Coração / R$36 a porção

Avenida Engenheiro Richard, 02, loja A – Grajaú. 2576-5727. Todos os dias a partir das 11h.

VARNHAGEN (Maracanã)

Prato; Espírito de Porco / R$ 14

Praça Varnhagen, 14 A – Maracanã. 2254-3062. Segunda a Sexta, das 07h às 20h. Sábados, Domingos e Feriados, 08h às 17h.

GRUPO – ILHA DO GOVERNADOR

PONTAPÉ

Prato: Baião Carioca / R$9.50 a unidade

Praia da Ribeira 63, Ribeira. Tel. 3495-2285.     Horário de funcionamento: Terça a sexta-feira, 18h até 24h, sábado 12h até 24h, Domingo 12h até 17h.  Segunda-feira não abre.

GRUPO – ZONA OESTE

ACADEMIA DA CACHAÇA (Barra)

Campeão do concurso em 2009

Prato: Tapioca Carioquinha / R$17,30

Av. Armando Lombardi, 800, loja 65L. Tel. 2492-1159. Domingo a quinta de 12h ate 1h, Sexta e Sábado, 12h às 2h.

BAIXO ARAGUAIA (Jacarepaguá)

Prato: Picanha ao molho Especial / R$30

Rua Araguaia, 1709 – Freguesia. Tel.3392-3760. Segunda a quinta-feira das 18h às 24h, sexta 18h ate 1h, Sábado 12h ate 1h, Domingo e Feriado, 12h às 24h.

GRUPO – SUBÚRBIO

BAR DA PORTUGUESA (Ramos)

Prato: Punheta da Dondon / R$25 a porção

Rua Custódio Nunes, 155 – Ramos. 2260-8979. Terça a Sexta, das 17h às 24h. Sábado e Domingo, das 10h às 18h, Segunda-feira não abre.

ORIGINAL DO BRÁS (Brás de Pina)

Campeão da edição 2008 e segundo colocado em 2009.

Prato: Brasileirinho Original / R$18

Rua Guaporé, 680, lojas A e B – Brás de Pina. 3866-1313. Segunda não abre. Terça a Quinta, das 16h às 23h. Sexta e Sábado, das 14h às 24h. Domingo, das 13h30h às 17h. Segunda-feira não abre.

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A Red Bull me deu asas…

Posted on 20 May 2010 by Pedro Serra

Tem coisas que só o jornalismo faz por você. Quando eu poderia imaginar que voaria a praia de Copacabana, de cabeça para baixo, em um aviãozinho da Red Bull Air Race. Pois bem, na semana retrasada foi isso que eu fiz, graças a um crachá no peito e muita cara de pau. Assim que recebi os primeiros releases sobre a corrida aérea no Rio de Janeiro, já enviei um email para o pessoal da assessoria de imprensa falando sobre algumas pautas e, no meio, perguntei sobre a possibilidade do voo. Detalhe, ainda faltava quase um mês para o evento. Me surpreendi com a velocidade do “claro, vamos marcar” que eu recebi do pessoal… tanto que nem acreditei, e enchi o saco dos caras com emails sobre o passeio. (Assista aos vídeos no final do post)

Sergio Pla, meu piloto

Sergio Pla, meu piloto

No dia, fui o primeiro a chegar (meu voo estava marcado para as 8h) e o último a decolar (por causa do tráfego aéreo no aeroporto Santos Dummont, a pista só foi liberada às 14h). Durante a espera, encontrei com o Di Ferrero, vocalista do NX Zero, que também ia fazer o media flight. Como ele tinha compromissos (e eu precisava de uma cobaia), deixei-oir na minha frente. Logo depois apareceu o Marcelo Barreto, do Sportv, que também pediu encarecidamente para passar na minha frente. Sem problemas… aproveitei para colher algumas informações quando eles voltaram, o que me tranquilizou. Estranhamente, eu não estava nervoso, nem com medo, nem ansioso. Esperei pacientemente pelo retorno das minhas cobaias, tomei um Red Bull, belisquei alguma coisa no belo buffet oferecido aos jornalistas (só não pude comer muito, sob o risco de colocar tudo para fora no primeiro looping).

Pronto para partir

Pronto para partir

Finalmente chegou a minha vez. Colocar o macacão, o colete salva-vidas e… o paraquedas. Aliás, pior do que colocar o paraquedas foi ouvir as instruções do piloto espanhol Sergio Pla: “Se eu gritar pula, pula, pula… é para pular. Pelo menos é isso que eu vou fazer”, disse ele, enquanto me explicava como me soltar do cinto, me jogar do avião e abrir o paraquedas. Outra coisa que me preocupou foi a manete de abertura da cabine, que ficava estrategicamente posicionado ao lado do botão para tirar fotos da câmera do avião (que seria operada por mim). Fiquei me imaginando apertando o botão errado e voooooshhh!!!

Finalmente decolamos… o aeroporto foi ficando pequeno, passamos o Pão de Açucar e logo estávamos sobre a praia de Copacabana. “estas listo, Pedro?”, perguntou o piloto, e antes que eu pudesse responder, já estávamos mergulhando sobre o Forte do Posto 6, onde foi instalado um gate igual ao da competição para que nós pudéssemos ter a mesma sensação que os pilotos… bom, mais ou menos a mesma sensação, porque os profissionais chegam a aturar forças de até 12G, enquanto eu cheguei a uns 6G, no máximo. E olha que não é pouco, a cada descida e subida, tinha que apertar a perna e a barriga e respirar forte para não ver o meu sangue descer todo para o dedão do pé e eu desmaiar.

Copacabana upside down...

Copacabana upside down...

Após três passagens pelo gate, chegou a hora do grande looping. Sergio guiava o meu olhar, para que eu sempre tivesse um horizonte e não me perdesse entre o céu e a terra. “mira a la derecha, delante, detrás”… enquanto isso, eu via o horizonte girando, a praia de Copacabana virando céu e, vagarosamente, voltando para o seu devido lugar. Foram dois desses, com algumas variações e um pouco mais de emoção no segundo. Com o calor da cabine, os loopings e a força G, meu corpo já dava sinais de desgate… era chegada a hora de voltar.

Antes, porém, demos algumas voltas ao redor do Cristo Redentor, enquanto esperávamos pela liberação da pista de pouso. Passamos tão perto que, quando dei um tchauzinho para os turistas, eles efusivamente acenaram de volta. Pista liberada, pouso tranquilo (se é que se pode chamar de tranquilo um pouso de lado. Como a frente do avião é mais alta, os pilotos pousam praticamente na perpendicular, para poder ver a altura da aeronave. No último segundo, eles corrigem e tocam o solo). Nesse momento eu já estava bufando dentro do avião, pronto para estender a mão e pegar o famoso saquinho para depositar o almoço… felizmente não foi necessário. Desci do avião com a certeza de ter vivido uma experiência única, além de ter causado a inveja de boa parte dos meus amigos e seguidores do Twitter, que acompanharam a aventura em tempo real.

Assista ao vídeo do passeio:

Matéria que eu fiz com Di Ferrero, do NX Zero, e Marcelo Cordeiro, do Sportv, que também voaram:

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Um gringo perdido no Rio de Janeiro

Posted on 16 May 2010 by Pedro Serra

Conheci o Seth durante minha última viagem a Paraty. Expatriado, trabalhando no Brasil em uma empresa do setor petrolífero, o gringo tinha chegado ao Brasil havia dois meses. Durante a viagem, eu e outro amigo conversávamos sobre os problemas do Brasil, especialmente sobre a falta de educação de algumas pessoas e do sentimento de que temos que levar vantagem em tudo, seja no trânsito ou na política. Seth ouvia a tudo calado, mas eu notava que ele estava silenciosamente concordando com tudo o que dizíamos e acho que só não falou nada por educação. Durante a viagem, ele me prometeu que enviaria um texto para ser publicado no blog. Agradeci, pensando que seria mais uma dessas pessoas que prometem colaborar com a página e depois desaparecem. Até que, na semana passada, recebi um excelente texto que conta todo o sentimento de um gringo tentando se adaptar à vida no Rio de Janeiro.

Seth desbravando a cidade

Seth desbravando a cidade

Confira abaixo o relato de Seth na versão que eu fiz em português. Para quem gosta de ler o original, copiei o texto logo depois:

“Nós já ouvimos essa história antes: rapaz viaja para uma terra estrangeira, ignorante da língua e da cultura, mas abraça o novo com vigor e rapidamente se adapta ao seu novo ambiente. Este sou eu… exceto pela parte do “rapidamente se adapta”. Cheguei no Rio há mais de três meses e, enquanto o choque inicial foi um esmagador tapa na cara, que talvez também me tenha aberto os olhos, a dor da transição ainda não evoluiu para o prometido êxtase cultural. Me sinto como uma chave quadrada em meio a milhares de buracos redondos. E não importa o que eu faça, não acho uma maneira de me encaixar a eles. Se mudar-se para um país é tão estimulante quanto muitos viajantes afirmam ser, eu seria o primeiro a levantar uma sobrancelha.

Eu não sei. Às vezes, quando me vejo reclamando que as pessoas no Brasil não fazem sentido, tento me lembrar que, na verdade, poucos de nós no mundo fazem. Se eu não entendo nem as pessoas do meu país, como posso eu entendê-las aqui, sem uma forma de me comunicar? Se eu pudesse, eu lhe diria novamente aquilo que você provavelmente já sabe: que a falta do idioma correto é uma grave desvantagem. Um cego pode falar como ele está se sentindo. Um paraplégico pode empurrar sua carreira de rodas para um restaurante e ter uma refeição com amigos. Um surdo pode ler o seu caminho através de um aeroporto e viajar para seu destino favorito. E um mudo ainda pode balançar sua cabeça em compreensão ao que os outros dizem. Eu não posso fazer nenhuma dessas coisas. Nesta cidade, me sinto tão útil quanto uma pequena criança chorona. Sim, eu gosto de reclamar (talvez muito e frequentemente) que aprender outra língua é difícil. Mas, em meio aos meus murmúrios, estou simplesmente observando que a vida isolado da normalidade é tão difícil quanto se pode imaginar. Mesmo para uma pessoa como eu, que afirma gostar dos desafios deste tipo de isolamento.

Paisagem na janela

Paisagem na janela - foto: Seth Miller

Como um americano, com pouco conhecimento além da vida rural onde cresci, passei a achar a nova vida nesta calorenta cidade à beira-mar bem frígida. Talvez seja apenas a falta de uma comunidade que eu conheça, como alguém que está longe da familiaridade do lar, mas as sutilezas e os problemas da cidade são grandemente amplificados. O que se tornou rotina para muitos no Rio de Janeiro, virou para mim um trabalho em aceitar coisas que eu não posso modificar. Coisas que eu não entendo. Das favelas aos seguranças, a uma fricção aqui que torna a vida mais difícil. Mas nessa dificuldade, eu também encontro esperança. Vejo uma mendiga na rua todos, ignorada e abandonada – simplesmente um produto da insanidade de um sistema que não está nem aí. Mesmo assim, ela sorri para mim. Eu vejo motoristas rudemente bloqueando o caminho de outros tentando se livrar da estagnação do tráfego irracional da cidade. Mesmo assim, em ma rara ocasião, um para, permitindo que eu atravesse a rua. Ou a pequena garota que eu conheci após a chuva. Aí está uma boa história…

Um dia eu estava voltando do trabalho, andando pela calçada em Botafogo após uma forte chuva. As ruas estavam alagadas com aproximadamente 20 centímetros de água. Sendo um gringo invencível, com pouca tolerância para esse tipo de inconveniência, eu já havia tirado meus sapatos para achar o meu caminho, descalço, pela água barrenta (Hoje estou convencido de que ignorância é coragem. O que eu vi boiando na água me fez ver a virtude da paciência). Conforme os minutos passavam enquanto continuava seguindo adiante e a água ia subindo a minha perna, uma garotinha de aproximadamente 7-8 anos apareceu do nada. Ela ficou parada às margens da calçada, calmamente olhando para o rio que eu havia acabado de cruzar na minha audaciosa corrida de volta para casa. E quando ela olhou para mim, eu parei. Era uma linda garotinha. Sem a necessidade de um idioma eu sabia que ela estava tentando chegar em casa. Carregava uma pequena bolsa, provavelmente da farmácia próxima. Apontei para o outro lado da rua. Ela confirmou com um aceno de cabeça. Estendi os braços, ela embarcou, e eu a carreguei para o outro lado, colocando-a na calçada seca. Ela apenas riu e seguiu o seu caminho. Esse episódio fez a minha vinda para o Brasil valer a pena. Sem necessidade de português.

Há bondade em todos. Se a fictícia raça superior de Hitler algum dia existisse, seria uma que incluisse todas as raças, pois cada uma tem sua força. Há alegria, bondade e generosidade aqui no Brasil como eu raramente experimentei antes. Algo que eu venho vagarosamente aceitando. A pequena garota me ajudou mais do que eu a ajudei. Ela foi a minha luz nesta cidade, me deu um propósito para estar aqui. Ela mais uma vez me lembrou que os que precisam de ajuda neste mundo são os que acabam dando mais.  Os que já abriram mão de algo sabem que são aqueles para quem se dá que fazem a vida valer a pena. Atualmente, estou morando no Rio de Janeiro. Por quê? Não sei direito. Mas. enquanto eu estou aqui, vou aprendendo aos poucos que, desorientado como fico neste lugar, eu às vezes preciso de ajuda. E se eu deixar o meu orgulho ficar no caminho de outros que me ajudam quando eu preciso, estarei tomando aquilo que não me é de direito: ajudar e ser ajudado. Menos que isso, e não seríamos humanos”.

Um gringo no Rio de Janeiro

O texto original, em inglês:

“We’ve all heard the old story before: a boy travels to a foreign land, ignorant of the languages and the culture, but then embraces the newness with vigor and quickly adapts to his new environment.  This is me…except for the “quickly adapts” part.  I have been in Rio now for over 3 months.  And while at first the shock was an overwhelming and perhaps eye-opening smack across the face, the pain of transition has not yet evolved into one of promised, cultural bliss.  I feel like that annoying, square peg amidst thousands of round holes.  And no matter what I do I can’t seem to make myself fit in.  If moving to another country is as exhilarating as many world travelers proclaim I would be the first to raise an eyebrow.

I don’t know.  Sometimes when I find myself complaining that people here in Brazil don’t make sense I try to remember that, in reality, few of us in this world do.  And if I don’t even understand people at home how am I supposed to understand them here without any way to communicate?  If I could, I’d tell you again what you likely already know: that the lack of the correct language is a grave handicap.  A blind man can say how he is feeling.  A lame man can roll his wheelchair into a restaurant to have a meal with his friends.  A deaf man can read his way through an airport to travel to his favorite destination.  And a mute person can still nod his head in understanding.   I can do none of these things.  In this city, I feel as useful as a small, whining child.  Yes, I like to complain (perhaps too much and too often) that learning another language is difficult.  But through my mutterings I am simply observing that life secluded from that of normality is as hard as one might imagine.  Even for a person such as myself who claims to enjoy the challenges of such isolation.

As an American, with little knowledge beyond my rural, homegrown ways, I have found the new life in this warm city by the sea to be quite frigid.   Perhaps it is simply the void of a community I know but, as someone who is away from the familiarity of home, the subtleties and blemishes of this city are greatly amplified.  What has become routine for many in Rio has for me become a chore in accepting things that I cannot change.   Things I don’t understand.  From favelas to security guards, there is a friction here that makes it difficult to live.  But in these difficulties, I also find hope.  I see a homeless lady on the street each day I pass by, ignored and abandoned—simply a product of the mind-twisting insanity of a machine that doesn’t care.  Yet she gives me a smile.   I see driver’s rudely blocking the paths of others trying to break free of the stagnation of irrational city traffic.  Yet on a rare occasion one stops to let me cross the street.  Or the little girl I met after the rain.  There’s a story…

One day when returning from work, I was walking along the sidewalk in Botafogo after a heavy rain.  The streets were flooded with probably about 20 cm of water.  Me, being an invincible gringo, with little tolerance for such inconveniences, had already taken off my shoes so as to wade barefoot through the grimy water.  (Ignorance is courage I now realize as what I saw floating in that water has me convinced of the virtues of patience.)  As the minutes passed while wading forward and the water continued to deepen around my knees I suddenly came upon a small girl.  Probably 7-8 years old, the little girl stood on the shore of the sidewalk calmly looking at the river of water I had just crossed in my brash rush towards home.  And when she looked at me I stopped.  She was a beautiful little girl.  And without the need for language I knew that she was trying to get home.  She carried a small bag.  I assume from the pharmacy nearby.  I pointed to the other side of the road.  She nodded.  I put out my arms.  She climbed on board.  And I carried her across.  I set her down on the dry sidewalk.  She smiled and went on her way.  It made my trip to Brazil worth it.  No Portuguese needed”.

There is goodness in everyone.  If the fictitious master race of Hitler ever was to exist it would be one that included all the races.  For each one has its strengths.  An old truth yes, but one that the wars of this world prove few recognize as practical.  There is a joy, goodness and generosity here in Brazil I have rarely experienced before.  Something I have been slow in accepting.  That small girl helped me more than I helped her.  She was my light in this city.  She gave me a purpose for being here.  She again reminded me that it is those that need help in this world that give the most.  To anyone who has ever given away something knows, it is those to whom you give that make life worth living.   Currently I find myself in Rio.  Why?  I don’t quite know yet.  But while I am here I am slowly learning that, as evident by my bewilderment of this place, I sometimes need help as well.   And if I let my pride get in the way of others helping me when I need it, I am taking away that which is not mine to take.  To help and to be helped.  Anything less and we would not be human.

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Rio Restaurant Week – 90 restaurantes, um só preço

Posted on 13 May 2010 by Pedro Serra

Até o dia 23 de maio, o Rio de Janeiro sedia mais uma edição da Restaurant Week, uma maratona gastronômica com 90 restaurantes participantes em todas as regiões da cidade. A receita é simples: entrada, prato principal e sobremesa por R$ 27,50 no almoço e R$ 39,00 no jantar… mais R$ 1, que será doado a uma instituição de caridade, como ocorre em todas as cidades que sediam o evento. No Rio de Janeiro, a escolhida foi a fundação Crescer e Viver.

O evento nasceu há 18 anos em Nova York e, desde então, acontece em mais de 100 cidades ao redor do mundo. No Brasil, já passou por São Paulo, Brasília, Recife e está em sua segunda edição no Rio de Janeiro. Assim que terminar a edição carioca, começa a primeira em Curitiba, que vai até o dia 06 de junho. Para os cardápios e uma lista completa dos restaurantes, visite o site da Restaurant Week.

Rio restaurant week 2010

Separei aqui alguns restaurantes que eu pretendo ir… todos na Zona Sul e fora de shoppings (odeio ir a esses lugares).

Zaza Bistrô

Zaza Bistrô - foto: divulgação

Zazá Bistro
Rua Joana Angélica, 40 – Ipanema
Tel.: 2247-9102

Almoço e jantar:
Entrada – salada da casa ou samosas (pastéis indianos)
Prato principal – Penne de grano duro com tomates semi-secos, brocoli al dente e amêndoas
ou
Farfale integral com frango orgânico e lâminas de abobrinha, ricota defumada e crocante de ervas
Sobremesa – Cubinhos de manga marinados com gengibre, hortelã e limão, com farofa super crocante ed amêndoas e calda caseira de frutas vermelhas
ou
Brownie de chocolate

Meza Bar

Meza Bar - foto: divulgação

Meza Bar
Rua Capitão Salomão, 69 – Botafogo
Tel.: 3239-1951

Só jantar:
Entrada – Tabule de Quinoa com Kafta
ou
Salada Chevre Chaud
Prato principal – Sanduiche aberto de Frango Crocante com Caesar Salad e Crisp de Parma
ou
Hamburguer aberto preparado com Pêras e Cogumelos, servido com Molho Gorgonzola
Sobremesa – Brigadeiro de Limão Siciliano com Praliné de Pistache
ou
Bananas ao Rum com Mousse de Chocolate com Café

Stravaganze Pizzaria

Stravaganze Pizzaria - foto: divulgação

Stravaganze Pizzaria
Rua Maria Quitéria, 132 – Ipanema
Tel.: 2323-2391

Só jantar:
Entrada – Cornicione de Sal Grosso e Alecrim
ou
Bruschetta Melanzane
ou
Salada Leggera
Prato principal - Pizzas Brotinho com 16cm: Margherita, Romana e Colorita
Sobremesa - Mousse de chocolates preto
ou
Ovos Moles de Aveiro com sorvete de canela
ou
Crumble di Mele e Pere diet

Garcia & Rodrigues

Garcia & Rodrigues - foto: divulgação

Garcia & Rodrigues
Av.Ataulfo de Paiva, 1251 – Leblon
Tel.: 3206-4109

Almoço e jantar:
Entrada – Pêra Assada com Gorgonzola e Nozes
ou
Creme de Couve-flor
Prato principal - Medalhão de filet ao Poivre com Gratin de Batatas
ou
Brandade de Bacalhau
Sobremesa - Crème Brûlée
ou
Terrine de chocolate com Maracujá

Benkei Sushi

Benkei Sushi - foto: divulgação

Benkei Sushi
Av.Henrique Dumont, 71 – Ipanema
2540-4830

Almoço e jantar (veja o cardápio do jantar):
Entrada: Sunomono e Harumaki de Salmon
ou
Harumaki de salmon, tartar de salmon e atum
Prato principal: Combinado Atum e Salmon, Kakiague de Legumes (Tempura), Mini Camarão empanado, Gyoza, Hot Filadelfia e
Missoshiru
Sobremesa: Harumaki de banana com açucar e canela

Aquim

Aquim - foto: divulgação

Aquim
Av. Ataulfo de Paiva, 1240. Lj.B – Leblon
Tel.: 2512-4670

Só almoço
Entrada: Martine de Pupunha com Torradas de Focaccia e Confit de Limão Siciliano
Ou
Petit Gâteau de Parmegiano com Erva e Saladinha de Rúcula
Prato principal: Filé de Truta em Leite de Coco, Farofa de Gengibre e Couve Crocante
Ou
Risoto de Abóbora com Especiarias e Gorgonzola
Sobremesa: Coração de Laranja com Chocolate Branco e Calda de Chocolate
Ou
Financier de Frutas Secas com Creme de Damasco

Arab

Arab - foto: divulgação

Arab
Av.Atlântica, 1936. Lj.A – Copacabana
Tel.: 2235-6698

Só jantar
Entrada: Borreka de Queijo
Ou
Brik (pastel Marroquino recheado de queijo feta, cordeiro e espinafre ou massarela de búfala, queijo feta e nozes)
Ou
Falafel e Hommus
Prato principal: Shish Kebbab com fatouch de Gaza
Ou
Pernil de Cordeiro com Couscous Marroquino
Ou
Kafta com Mjadra
Sobremesa: Belewa
Ou
Fatayer de morango ou damasco com queijo cabra quente
Ou
Ataife de Nozes

00 cozinha contemporânea

00 cozinha contemporânea - foto: divulgação

00 Cozinha Contemporânea
Av.Padre Leonel Franca, 240 – Gávea
Tel.: 2540-8041

Só jantar
Entrada: Bolinhos do Pacífico
ou
Salada de camarão com papaya
Prato principal: Gnocchi 00 Lounge (de barôa com gorgonzola e tomates confit)
ou
Filé 00 (Mignon grelhado com purê de barôa, tempura de banana da terra crocante com raiz forte em neve)
Sobremesa: Tarte pecado
ou
Charlote Branca

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Uma estalagem europeia em Gramado

Posted on 02 May 2010 by Pedro Serra

Finalmente a temperatura começa a dar uma baixada (pelo menos aqui no Rio de Janeiro, o que não quer dizer muito) e a ideia de passar um fim de semana na serra comendo fondue logo me vem a mente. A opção mais simples para mim é simplesmente pegar o carro e dirigir por menos de 1h até as cidades de Teresópolis (onde tenho casa), ou Petrópolis (onde amigos têm casa). Esse ano, porém, queria fazer algo diferente e comecei a procurar um bom hotel em um lugar também um pouco óbvio… a Serra Gaúcha, mais precisamente, Gramado. Contei com a ajuda da minha amiga @luc_agnese e descobri um estabelecimento que me chamou a atenção. Vou começar então as minhas dicas para o inverno por ele.

Estalagem St. Hubertus

Estalagem St. Hubertus - foto: divulgação

O lugar se chama Estalagem St.Hubertus, localizada em frente a um dos mais belos cenários da Serra Gaúcha, o Lago Negro, à 2 km do centro de Gramado. O lugar tem aquele jeitinho de estalagem europeia, não só na arquitetura, mas também no cenário, na decoração… e no friozinho. Nos quartos, edredons de plumas de ganso, móveis de época pintados a mão e lustres de cristal contrastam com grandes TVs de LCD e banheiras de hidromassagem. Por tudo isso, o hotel foi o primeiro do Rio Grande do Sul a fazer parte da Associação de Hotéis Roteiros de Charme, formada por estabelecimentos que se diferenciam pelo luxo, design e atendimento. Além disso, já foi citado pelo Condé Nast Johansens, considerado a bíblia dos guias da hotelaria de luxo nas Américas.

St.Hubertus - Gramado

Quanto aos preços… bem, os preços estão dentro dos padrões para um hotel com edredons de plumas de ganso e lençois 100% algodão, 600 fios (só estão fora é dos meus padrões… alguém conhece um bom albergue por R$ trintão em Gramado aí???). Em baixa temporada (entre janeiro e março), a diária no quarto mais simples (que realmente de simples não tem nada) sai a R$ 290. Se você quiser se hospedar lá entre abril e novembro, vai desembolsar R$ 330 pelo mesmo quarto. Agora, se você for nos meses de julho ou dezembro, a conta sobe para R$ 430.

Bom, já que esse post já está ficando com um tom de plubieditorial, vou colocar algumas fotos do St.Hubertus e aí vocês vão entender melhor o porquê de eu estar escrevendo sobre o lugar.

St.Hubertus - Gramado

St.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoSt.Hubertus - GramadoPara reservas e preços, além de outros hotéis interessantes como o Parador Casa da Montanha Ecovillage, veja o site da Hotéis, Eventos e Lazer.

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De barco pelo Saco do Mamanguá

Posted on 09 April 2010 by Pedro Serra

Havia lido sobre o Saco do Mamanguá em uma matéria do jornal O Globo há cerca de um mês e fiquei com aquilo na cabeça. A chance de visitar o local, porém, veio antes do que eu imaginava, com essa minha inesperada viagem a Paraty. O Mamanguá é o único fiorde brasileiro e estende-se por oito quilômetros até o mais bem preservado manguezal da Baía da Ilha Grande. O local é uma área de preservação ambiental onde muitos ricos e famosos dividem espaço com uma comunidade tradicional de caiçaras. O cenário é composto pelo tom esverdeado do mar que se encontra com as montanhas repletas de árvores.  O local é acessível apenas por barco, que você pode alugar em Paraty Mirim, um distrito a cerca de 30 quilômetros de Paraty.

Acompanhem o vídeo abaixo e aguardem o post completo sobre o passeio aqui no blog, na segunda-feira (assista em tela cheia ou no modo HD na página do Vimeo)

Leia o post sobre o primeiro dia da viagem a Paraty, com a Procissão do Fogaréu, Mergulho na Ilha dos Ratos, mergulho na Cachoeira da Estrada e um passeio até a Praia de Trindade.

Assista ao vídeo do primeiro dia da viagem:


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Conhece a Serra do Vulcão? Nem eu

Posted on 08 April 2010 by Pedro Serra

Vocês já tinham ouvido falar da Serra do Vulcão? Nem eu… morando em uma cidade como o Rio de Janeiro, às vezes nos surpreendemos com novas descobertas. Recebi ontem um release do grupo Aventureiros de Nova Iguaçu falando sobre uma caminhada ecológica – que acontece no dia 11 de abril e sobre a qual eu ainda vou falar no final do post – no tal do lugar. Fiquei curioso, achando que se tratava de algum passeio fora do Rio de Janeiro, mas me surpreendi ao descobrir que a tal da Serra do Vulcão fica logo ali, em Nova Iguaçu, para quem não sabe, um municipio da Região Metropolitana. Fui então perguntar ao oráculo (A.K.A. Google) what the f**k era aquele lugar. A minha surpresa foi ainda maior.

Serra do Vulcão - Nova Iguacu - Rio de Janeiro

Serra do Vulcão - Nova Iguaçu - Rio de Janeiro

Segundo o site Overmundo, “no final da década de 70, os geólogos André Calixto Vieira e Victor de Carvalho Klein descobriram o primeiro – e, há quem diga, o único – vulcão brasileiro. Localizado na Serra de Madureira, no Maciço de Gericinó, ele está extinto há cerca de 40 milhões de anos. Segundo os pesquisadores, sua boca tinha um quilômetro e meio, sua altura era de 300 metros, e, em erupção, o vulcão lançava rochas incandescentes de até duas toneladas”. Como é que eu não sabia disso???

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

Pois bem, parece que o local abriga diversas trilhas e duas rampas de voo livre. Lá de cima, é possível ver Nova Iguaçu, a Serra de Tinguá, a Lagoa de Sepetiba, além de boa parte do Rio de Janeiro. Para se chegar ao topo, dependendo da trilha, são cerca de 2h a 3h de caminhada. Um caminho mais longo leva a um local de onde é possível ver vestígios do vulcão.

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

As caminhadas organizadas pelo pessoal da ONG Aventureiros de Nova Iguaçu, que comemora cinco anos de sua fundação, costumam juntar mais de 100 pessoas, só não sei como vai estar o caminho após todas essas chuvas. Eu, infelizmente, não poderei ir, mas já estou me organizando para conhecer a Serra do Vulcão na primeira oportunidade que tiver. Para quem se interessou, aí vão as informações sobre o passeio:

As inscrições estão abertas e custam R$ 20.  O encontro será às 7h. Os participantes serão divididos em dois grupos de acordo com o preparo físico e a disposição dos caminhantes, sendo liderados por guias devidamente autorizados. A caminhada terá duração de três horas e meia, com nível de dificuldade de moderado a difícil, até a rampa de vôo livre, a 850 metros de altura. O ponto de encontro é às 7h, em frente à Universidade de Nova Iguaçu.

Mais informações no site da Aventureiros de Nova Iguaçu ou nos telefones 2668-2263 e 7617-7710

Caminhada na Serra do Vulcão

Caminhada na Serra do Vulcão - foto: divulgação

Serra do Vulcão

Serra do Vulcão - foto: divulgação

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