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O lado B de São Paulo #1 – Plantação de café do Instituto Biológico

Posted on 28 January 2012 by Pedro Serra

São Paulo é uma cidade cheia de suspresas e tem coisas que você só encontra aqui. Nesta sexta-feira chuvosa, graças à personal guide Flavia Liz di Paolo, sobre a qual já escrevi aqui antes, conheci três desses lugares: a única plantação de café em uma metrópole no mundo, a única fonte de água mineral em uma metrópole no mundo (ou nas Américas, porque acabaram de me informar que em Paris tem uma… a cofirmar) e a única fábrica de balões da América Latina. Essas duas últimas serão temas de outros posts mais para a frente.

Estar em uma plantação de café no meio da cidade mais movimentada do Brasil é como entrar em um universo paralelo, deixando para trás a selva de pedra, o trânsito e toda a confusão da Terra da Garoa. Os pés de café estão espalhados por uma área de 10 mil metros quadrados bem no meio da Vila Mariana. A plantação faz parte do setor de sanidade vegetal do Instituto Biológico e é alvo de constantes estudos. O que é aprendido ali posteriormente é repassado para os plantadores, para que melhorem o cultivo de suas fazendas. O Instituto Biológico pode ser visitado por qualquer pessoa, mas vale a pena ligar para agendar antes, já que o local não é voltado para o turismo.


Uma de minhas grandes decepções foi não poder provar do café feito ali, pois toda a produção é doada para instituições de caridade. Até o café consumido pelos funcionários ali é comprado em supermercado. Isso porém deve mudar, pois há um movimento para melhorar a experiência do visitante, oferecendo uma degustação da bebida, venda de grãos e de souvenirs.

Outro ponto alto da visita é conhecer o prédio onde está instalada a sede do instituto, um prédio em Art Déco projetado pelo arquiteto Mário Whately cuja construção se iniciou em 1928 e só ficou pronta em 1945.

Em outra área do instituto pode-se visitar também o único jardim zoológico de insetos do Brasil. Nele é possível ver abelhas produzindo mel, lagartas produzindo o fio da seda, formigas trabalhando, cupins reciclando material orgânico, entre outras atrações. Infelizmente o jardim zoológico eu não tive tempo de visitar, mas já está na minha lista de coisas a fazer quando eu voltar para São Paulo com o meu filho.

Serviço:
Instituto Biológico
Av. Conselheiro Rodrigues Alves, 1252
Vila Mariana
Telefone: (11) 5087-1700
e-mail: dg@biologico.sp.gov.br
Site: http://www.biologico.sp.gov.br/

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Cataratas do Iguaçu… impressionante

Posted on 06 January 2012 by Pedro Serra

Há alguns anos, quando hospedei duas amigas eslovênas na minha casa, fiquei impressionado quando elas me disseram que iam pegar um ônibus até o Paraná, visitar as Cataratas do Iguaçu e voltar no dia seguinte. Já havia visto vídeos e fotos de lá, mas não não conseguia compreender o que levava duas gringas a cruzar meio país para conhecer o que, para mim, não passava de uma enorme cachoeira. Quando elas voltaram felizes e sorridentes com a viagem, fiquei intrigado. No entanto, só puder realmente compreender o que tudo aquilo representava este ano, quando recebi o convite para o BlogTurFoz e pude, finalmente, conhecer as tais “enormes cachoeiras”… felizmente contamos com o apoio da Gol Linhas Aéreas para o projeto, e eu não tive que enfrentar sei lá quantas horas chacoalhando no Busão. (uma observação, este post foi escrito em 2011, mas só foi publicado em 2012)

Sim, as Cataratas são tudo aquilo que minhas amigas eslovênas disseram e talvez mais. Se Foz do Iguaçu é o segundo destino brasileiro mais visitado pelos estrangeiros motivados a lazer (perdendo apenas para o meu Rio de Janeiro) muito disso se deve a esse conjunto de 275 quedas d´água do Rio Iguaçu , que deve fechar esse ano com uma visitação recorde de 1,3 milhão de pessoas. Escolhidas recentemente como uma das dez maravilhas da natureza, as Cataratas se dividem entre o Parque Nacional do Iguaçu, no Paraná, no lado brasileiro, e o Parque Nacional Iguazú, em Misiones, no lado argentino, que eu ainda não tive a oportunidade de conhecer.

A visita às quedas d’água foi parte do BlogTur Foz, encontro de blogueiros realizado em Foz do Iguaçu e organizado pelo Maurício Oliveira, do Trilhas e Aventuras, e patrocinado pelos amigos da Loumar Turismo.

Uma das coisas que me chamou a atenção logo de cara foi a organização do turismo nas Cataratas (aliás, isso é algo normal em Foz). O valor do ingresso para brasileiros é de R$ 16,50 (turistas do Mercosul pagam R$ 24 e do resto do mundo, R$33) e o melhor é sentir que vale a pena pagar esse preço. O trajeto do centro de recepção dos visitantes até as Cataratas em si é feito em ônibus de dois andares modernos, o que permite que a gente aprecie toda a natureza do local enquanto espera para, finalmente, ver as quedas d’água. Apesar da ansiedade, paramos para um excelente almoço no Restaurante Porto Canoas, localizado ás margens do rio na parte superior das Cataratas.

Com o estômago forrado, hora de finalmente ficar cara a cara com aquela massa d´água, uma emoção realmente grande, que podia ser vista nos rostos de todos os blogueiros participantes do Blog Tur, mesmo os que já haviam estado ali. Começamos pela parte alta das Cataratas, descemos de elevador até a base e seguimos por uma ponte até o meio do rio. Alguns de nós compraram capas (por R$ 5) para se proteger do spray de água, mas outros, como nosso amigo Thiago Busarello, fizeram questão de se molhar. Diziam que fazia parte do processo. Estar aos pés das quedas d´água realmente é um momento daqueles momentos que nos faz sentir pequenos perante a natureza… literalmente. Assista ao vídeo para ter uma idea do que eu estou falando… mas para realmente entender, você tem que visitar o lugar!

A trilha ainda continua descendo até o Hotel das Cataratas, uma construção de 1939 (mas que só foi inaugurada em 1958) com 50 quartos às margens do Rio Iguaçu. Quem preferir, pode também fazer a trilha ao contrário, subindo o rio até dar de cara com as Cataratas.

Uma das curiosidades sobre o local é que Santos Dumont, o pai da aviação, é um dos patronos do lugar. Isso se deve ao fato de ele ter sido um dos grandes incentivadores do turismo na região. Ao visitar o local em 1916, o aviador ficou tão impressionado que pressionou o então governador do Paraná para que o local, até então uma propriedade privada, fosse transformado em parque nacional. A atitude lhe valeu uma estátua de bronze que hoje saúda a chegada dos visitantes ao parque.

Durante toda a trilha, é possível ver vários coatis, um dos animais símbolos do local. Mas cuidado, pois o que os bichinhos têm de bonito, têm de malandros também. Não dê mole com seus pertences, ainda mais se tiver comida dentro, sob o risco de você ser “assaltado” por uma horda de coatis, como no vídeo abaixo, retirado do YouTube:

YouTube Preview Image

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Participaram do BlogTur em Foz do Iguaçu

Os Blogueiros: Maurício Oliveira (Trilhas e Aventuras), Átila Ximenes (Vou Contigo), Carol Wieser(Travel Forever), Carol May (Dicas e Roteiros de Viagens), Ana Catarina (Turista Profissional), Jana Calaça (Jeguiando), Julie Fank (De Mochila),Clarissa Donda (Dondeando por aí), João Aguiar(Viajando no Mundo), Flávia Vieira (Viajar é Tudo de Bom), Vinícius Raupp(Inquietos), Deise de Oliveira (Viagem pelo Mundo), Pedro Serra (Sem Destino) e Thiago Busarello(Vida de Turista).

Os Parceiros: Trilhas e Aventuras (Realização), Agência Loumar TurismoHotel Bella Italia(Patrocínio) e Gol Linhas Aéreas Inteligentes (Transportadora Aérea)

Acompanhe as postagens pelo Twitter através da Hashtag #BlogTurFoz e curta a Fanpage do BlogTur no Facebook.

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O que rolou nas festas do Réveillon 2012 no Rio de Janeiro

Posted on 02 January 2012 by Pedro Serra

Como faço todos os anos, preparei este post para que os leitores do Sem Destino possam deixar sua opinião sobre as festas de Réveillon do Rio de Janeiro e, assim, ajudar o pessoal a decidir onde curtir a virada no final do ano. Sei que os posts tem servido de ponto de partida para muita gente eleger suas festas, então sempre tomo o cuidado de não omitir opiniões. Tudo o que vocês vão ler abaixo foi escrito pelos nossos leitores e enviado para o email do blog. Se você também quiser participar e deixar a sua opinião, é só enviar o depoimento para blogsemdestino@gmail.com. Lembrando que o Sem Destino não tem NENHUMA ligação comercial, emocional, afetiva ou sexual com as festas, então TODAS as opiniões enviadas serão publicadas.

Réveillon Carioca – Hotel  Intercontinental
Maria Eduarda - Parabéns pelo seu blog!!!! Ele me ajudou bastante a decidir o meu destino da virada em 2011 e por isso gostaria de lhe dar um Feedback. Continue sempre nos atualizando. Eu passei a virada no Reveillon Carioca e como diz a funkeira Mc Perlla “Eu só saio daqui quando o DJ também sair” ; foi realmente o que aconteceu comigo!! Eu achei a estrutura maravilhosa, a comida e a bebida muito fartas e o atendimento de ótima qualidade. O mais bacana foi a festa prorrogar a saída do DJ para as 07:30, no qual estava programada para acabar às 07:00 hrs, deixando os seus convidados à vontade para a saída do evento.  O serviço de café da manhã foi fantástico e todos os funcionários nos atenderam com muita simpatia após o encerramento do evento.

Vanessa - Oi pessoal. Como foi através deste blog que decidi meu Reveillon 2011/2012 achei interessante encaminhar a minha opinião para ajudar aos demais na próxima virada.

Fui para o Reveillon Carioca no Intercontinental.   Realmente o Reveillon foi maravilhoso, comida e bebida a vontade, muito organizado, segurança excelente e muita, muita gente bonita.  Cheguei lá por volta das 19:00 hs porque queria deixar o carro em algum estacionamento ( o estacionamento do hotel  tem só 150 vagas) e liguei para o Fashion Mall e fui informada que o estacionamento não abriria. Também estávamos só com o pré-convite.  Como estava chovendo, ficamos (eu, meu marido e 3 amigos) no bar do hotel até aproximadamente as 20:00 hs quando fomos trocar os ingressos( a troca foi bem rápida). A entrada foi liberada pontualmente as 21:00 hs.  Tudo foi muito bem servido. Na hora da virada, os garçons ficam na saída com taças de champagne e vamos para a praia (pena que caiu um dilúvio). Ao voltar, a ceia já estava sendo servida. Neste ponto, acho  tem que melhorar. O salão é separado, a fila é enorme, mas ficamos pouco tempo porque fomos logo. Quando saí do salão a fila estava maior ainda. O problema é que são poucas mesas.  A ceia é servida até as 3:30 se não me engano, mas neste período o coktail volante pára e somente as bebidas continuam sendo servidas( na minha opinião, o cocktail deveria continuar sendo servido durante a ceia). Fiquei na fila durante 30 min e a ceia estava muito boa. Não fiquei para o café da manhã, mas um conhecido ficou e disse  que também estava bom. Uma ótima jogada é o espaço lounge dentro da pista eletrônica, como o evento não possui mesas e cadeiras, fora do salão da ceia, a galera descansa neste espaço.

Obs.: Por volta das 2:00 hs só tinha refrigerante e cerveja mas foi reposto meia hora depois. Quando fui embora, ainda tinha muita bebida. É um lugar para voltar mas ainda não considero o melhor do Rio, vou continuar procurando.

Réveillon Pão de Açucar – Urca
Priscilla
Gostaria de expressar minha decepção com o Reveillon Pão de Açúcar 2012. O serviço foi péssimo:
1- a comida servida só tinha nome bonito, pq estava bem abaixo das expectativas. As sobremesas não estavam sendo servidas com a variedade descrita no cardápio da festa. Realmente lamentável para o preço da festa. Esperava muito muito muito mais mesmo. Estava parecendo um self-service dos mais baratos.
2- As bebidas eram de qualidade, mas para consegui-las era um inferno. As pessoas só faltavam implorar para terem seu pedido acatado. A cerveja estava quente e as outras bebidas como energético com uísque eram misturadas de qualquer jeito, no desespero. A quantidade de gente servindo bebidas era ridiculamente pequena para a quantidade de pessoas que estavam na festa bebendo. Não havia nenhum garçom servindo. Só era possível conseguir bebida se espremendo entre as dezenas de pessoas.
3- As pessoas da organização era extremamente mal educadas e despreparadas. Havia uma mulher com camisa verde de monitora que estava agindo como se fosse a dona da festa, escurraçando quem estava com ingresso de pista e apoiava copos ou guarda-chuvas nas mesas do anfiteatro que não foram ocupadas desde o início da festa. Ela passou jogando tudo que estava em cima das mesas, incluindo copos cheios de bebida, molhando algumas pessoas. Ela sentou numa das mesas, comeu e bebeu champanhe. Quer dizer, eu que paguei uma grana pra ir a festa não podia sentar pq o ingresso não me permitia, mesmo as mesas estando vazias, mas essa imbecil fez isso. Isso foi a maior afronta, um absurdo completo. Nunca participei de uma festa tão cara e com tantos absurdos como essa. Odiei, dinheiro jogado no ralo. Não indico nem pra inimigo!!!!

Pat e Caique – Escolhi o Pão de Açucar, e concordo que o serviço estava péssimo, e apresentação da comida deixou a desejar mas estava saborasa mesmo comendo em talher de plástico…. A Banda e Dj Estavam legais, na chegada da festa implorei muito por uma bebida e a disposição dos bares estava lamentavel e amadora. Pelo preço dá para melhorar!!!!

Réveillon dos Amigos – Praia do Leblon
Leitora preferiu não se identificar - Fui no Reveillon dos Amigos, na praia do Leblon. Paguei 280 reais pelo ingresso e achei que não valeu. O buffet era pobre, com paes a metro e frutas. O serviço de banheiro era precário e nem consegui utilizá-los. Os bares que serviam caipivodkas estavam sempre lotados e todos perdiam muito tempo nas filas. Acredito que o evento tenha ficado grande demais e os organizadores nao deram conta da demanda.  Esse ano a tenda era gigante, com seguranças, pulseira para irmos até o mar, o esquema era legal, mas o serviço foi horrível. A tenda fica na altura da Rua Leblon e a festa  era p 800 pessoas! Ano que vem com certeza não estaremos lá.

Réveillon Chic – Armazém 6
Danielle – Pior Reveillon da minha vida!!!!!!!!!!!!! Como em 2011, 2012 foi um fiasco!!! não teve contagem regressiva, depois da meia noite só serviram champagne (isso pra quem conseguia pegar um mísero copo e quente)… qdo chegaram os wisks, o graçom mal conseguia servir… não tinha mais gelo… pedi guaraná em um dos bares, e a moça pegou DO CHÃO, uma soda…. UM ABSURDO!!!! DESRESPEITO, DESORGANIZAÇÃO!! não tinha chapelaria como no site…..
O garçom da mesa de salgados no fundo, estava completamente chapado!!! e sabe o menu no jantar????????? MACARRÃO PARAFUSO AO MOLHO BOLOGNESA!!! 270,00 pra comer macarrão parafuso???????????? RIDÍCULO!!! a única coisa válida foi a bateria da mangueira mas tb apenas 40 min!!! saímos a 1:30 da manhã da festa… saldo: 4 copos de wisk com guaraná, 2 deles sem gelo e 4 sanduíches de frango desfiado, q por sinal o da padaria da esquina é muuuuuuuuuuuuuuito melhor!!!! portanto, 270,00 jogados na lata do lixo!!!!!! e na hora de ir embora, uma fila de pessoas pedindo o $$ de volta!!! e Dj Marlbora chegando, sendo q a programação seria ele e bateria da Mangueira na Virada!!! NUNCA MAISSSSSSSS!!!!!

Priscila - Passei no Reveillon Chic e foi horrível! Estou muito decepcionada com as festas da Stillus Entretenimento, que foi quem organizou esse e o do Costa Brava. Como todos já falaram, desorganização total. Comida ruim, bebida quente, mal servido, sujo, um verdadeiro fiasco.

Pablo  - Fui o ganhador de dois ingressos da pista Premium para o Reveillon chic aqui no Blog Sem Destino, e como o processo para retirada dos ingressos foi um tanto quanto enrolado por culpa do pessoal da Stillus, como “pedido de desculpas” eles resolveram me dar dois ingressos de camarote Exclusive, o que acabou salvando a noite, pois, pelo que notei, quem ficou na pista sofreu um bocado. Estando no camarote não pude considerar a festa como ruim, porém, nem de longe vale o valor cobrado pelos ingresos, e o número de propagandas enganosas foi imenso:
- a promessa de estacionamento e entrada exclusivas para o camarote ficou só na promessa mesmo, estando a fila para o camarote tão desorganizada quanto a da pista;
- o serviço de bar não foi tão ruim no camarote, pois conseguíamos pegar as bebidas sem maiores dificuldades, porém, bebidas sem álcool só mesmo suco de manga e maracujá a noite toda… água e refrigerante acabaram antes das 2h da manhã. No início da festa estavam servindo Black Label, mas, após meia noite só vi garrafas de Red Label… a champagne prometida para o camarote na verdade foi um espumante nacional (que nem era dos mais conceituados) chamado Conde de Foucauld. A vodka Ciroc não faltou a noite toda, porém, os drinks de vodka se limitaram a “roskas” com manga e maracujá;
- no início o buffet até estava satisfatório, porém, bem antes de meia noite só encontrávamos mini sanduíches com pastinhas variadas, o jantar não serviu nada do que foi prometido, apenas macarrão ao sugo (puro Pomarola), macarrão aos 4 queijos, caldinho de feijão e lentilha… cadê aquele cardápio requintado prometido no site? O café da manhã também se resumiu a alguns bolos bem simples ( estou procurando os brownies até agora), pãezinhos, café e leite;
- as atrações até estavam a contento, com detaque para a banda Perdidos na Selva, João Gabriel e Mangueira. Os Djs fizeram bonito, apesar de que na hora em que saí da festa, por volta das 6h da manhã só tinham subido ao palco 2 DJs internacionais: Tyko’s Groove e Rudy Live. O desrespeito maior com o público foi a atração principal da festa, Naldo, não ter aparecido e nem dado satisfação sobre isso;
- os banheiros estavam fáceis de serem usados, porém, não existia banheiro masculino no camarote, os homens tinham que se deslocar um bom pedaço e atravessar a pista para usar o banheiro, que aliás ficava numa área sem cobertura, o que numa noite chuvosa não é uma coisa muito agradável, diga-se de passagem;
- a saída da festa foi complicada, já que o ponto de táxi prometido não existia e os poucos taxistas que passavam ali estavam escolhendo as corrida ou então cobrando valores absurdos para levarem as pessoas em locais relativamente perto, vi um taxista cobrar R$120 por uma corrida até Copacabana!

Bom, como disse acima, em termos gerais não considero a festa ruim, foi bem animada, o público bonito, pessoas simpáticas, não vi confusões nem brigas apesar da bebedeira, porém, a organização da Stillus não foi boa e se eu tivesse pago R$750 pelo ingresso de casal para o camarote teria me sentido enganado pela produtora. No próximo reveillon se for para comprar ingresso para uma festa, evitarei comprar para as realizadas pela Stillus, com certeza temos festas com custo-benefício bem melhor! Fora isso foi uma noite bem agradável e valeu muito a pena! Valeu Blog Sem Destino!

Réveillon Costa Brava – Joá

Silvana – Decepção TOTAL! 2h de trânsito (olha que eu moro perto), e só para entrar! Depois do trânsito, tem que andar uns 800m entre rua de paralelepípedo (ótimo para o salto alto) e uma passarela, na chuva. Logo na chegada a escova já foi para o brejo. Devido ao problema do trânsito chegamos 15 para a meia noite, e sapateando na lama fomos tentar pegar um champagne para o brinde… Copo de refrigerante de plástico, champagne quente… E TINHA ACABADO. Estou esperando até agora a contagem regressiva…

O palco não cabiam nem as mulatas dançando juntas com a bateria…. Caiu a parte frontal da lona improvisada… O som era abafado e teve microfonia na hora do show do Naldo (que aliás, durou só uns 20 minutos). Os banheiros tinham filas quilométricas…. Deprimível! Não entendi por que haviam dois ambientes se na maior parte do tempo tocou funk nos dois!

A comida, tipo buffet (self service) era péssima, enjoativa, e acabou logo no começo também. Ficamos esperando a resposição, e eis que surge um funcionário com um vasilhame ABERTO vindo da CHUVA, no meio do povo. Ele segurava com um pano de parto nas laterais, sinal de que estava quente… Um perigo, imagina se cai em cima de alguém? Não comemos aquilo, CLARO. Mas será que era seguro comer os outros pratos? Depois da reposição, tivemos que comer em pé pois não tinha mesas suficientes (pedir demais). Imagina comer com talheres de plástico, em pé. Procurei um garçom para os salgadinhos… Estou esperando até agora também.

Pegar qualquer bebida nos bares era quase uma missão impossível, você implorava, chorava, pedia, gritava, exigia, e nada… Engraçado que algumas pessoas chegavam com algo nas mãos, davam ao atendente e esse liberava garrafas de whisky, vodka ou latinhas de energético inteiras sem nenhuma demora. Na saída, o tal café da manhã tinha outra fila quilométrica, isso só para pegar um cachorro quente, quando chegou minha vez tinha acabado TUDO (olha que eu era uma das primeiras, pois saímos cedo, logo no começo do café. Para pegar um suco ou água tinha que subir tudo de novo.

Enfim, foi um gasto considerável com convite, vestido, salão, táxi, para ter uma noite de Chopada Universitária onde só consegui comer um partinho de capeleti e um copo de cerveja. Na próxima vez escolho melhor….

Antonio - um merda. Estacionamento com manobrista – MENTIRA; ponto de táxi – MENTIRA. Desolrganização total… uma vergonha. Passei a virada no carro. pq? não havia estacionamento e sim uma fila quilometrica para não vagas de carros. Produção de quinta… Lendo os comentários da Silvana vejo que foi muito bom não ter entrado..

Réveillon Sirena – Urca
Rafael –
Todos os anos sempre nos deparamos com erros primários sobre as festas fechadas no RJ. Ano passado decidi ir para o Costa Brava e foi decepcionante um clube como aquele se prestar a receber uma festa daquele nível. Esse ano resolvi ir no SIRENA- URCA e foi a melhor escolha que eu e meus amigos fizemos. A boite de Maresias fez bonito na cidade Maravilhosa. Logo na entrada não tinha fila e pensei que estava vazia a festa, mas estava apenas organizada. Separado por criancas, masculino, feminino e ingresso para casais. No salão principal, várias mesas e muitas famílias sentadas com crianças que poderiam optar por uma sala especial para menores. A pista eletrônica com bons Djs e um outro salão com um bom ar condicionado e ótima musica também. 2 salões para comidas, garçons com champagnes até de manhã. Bares com poucas pessoas, bons serviços de banheiros e pessoas educadas. O mais importante foi respeitar a promessa da vodka Grey Goose com Red Bull.

Receita simples para uma boa festa! Certeza de estar lá em 2013.

Réveillon MAM – Aterro do Flamengo
Paula -
O reveillon do MAM estava muito bem organizado, fartura de bebida e comida!! O único ponto negativo é que não é possível ver fogos. De resto atrações, comidas e bebidas demais

Leo - Simplesmente perfeita. Música para todo gosto, muita mulher bonita e sobrando, bebi Blue spirit com energético a noite toda e em nenhum momento peguei fila. Todas as bebidas sobravam, e tinha hora que queria dar um tempo com uma água mas os caras me convenciam a tomar energético, ou seja nada de miséria. A comida, muito boa por sinal nunca faltou, era reposta sempre antes de acabar, nada de filas. Ao contrário de outras festas no MAM não tinha barro, todo o ambiente fechado, isso é um grande diferencial em uma noite chuvosa como foi a do reveillon. O banheiro masculino realmente decepcionou mas não tem como os caras construirem banheiros em um local daquele pois lá não é um clube e sim um Museu. Agora com tanta mulher sobrando daquele jeito se eu não estivesse muito bem acompanhado com minha esposa eu jamais perderia tempo no banheiro olhando no espelho, ainda mais com o pessoal la fora querendo usar. Resumindo: Volto sem medo de me arrepender

Praia de Copacabana - com todo mundo falando sobre as festas pagas, quase esquecemos que em Copacabana rola o maior Réveillon do mundo. Ainda bem que a leitora Daiene lembrou de nos mandar esse relato sobre a festa nas areias da Princesinha do mar.
Daiene – Esse ano até pensei em curtir a virada do ano em alguma festa fechada, mas preferi conferir de perto como funciona o réveillon da praia de Copacabana. Depois de ler tantas reclamações sobre outros lugares, creio que consegui aproveitar mais a festa de graça, do que aqueles que pagaram valores absurdos a troco de pouca coisa. Abaixo, vou descrever as minhas opiniões sobre os prós e contras de se passar o ano novo na praia:
Comida – Depois de andar um pouco para escolher um lugar legal para jantar, eu e meu namorado decidimos comer no Alla Zingara (R. Belfort Roxo, 231). É bom procurar restaurantes que fiquem nas ruas paralelas a praia (e não na Av. Atlântica) porque o preço é melhor e a chance de encontrar uma vaguinha para sentar também. Conseguimos comer dois pratos ótimos e bem servidos por 50 reais (incluindo a bebida).
Chuva – O grande problema da noite. Muita gente com guarda-chuva atrapalhando a visão e a locomoção, e os poucos lugares cobertos (nas entradas dos hotéis) estavam lotados. O jeito era comprar uma capa para não passar o resto da noite ensopada.
Palco principal – Um horror, um inferno. A maior parte do público se concentra próximo ao palco principal e era impossível andar. Nem as ruas paralelas à Av. Atlântica davam vazão. Levamos muito tempo para conseguir sair da frente do Copacabana Pallace, pois não tinha como andar, as pessoas empurram e machucam. Dica: corte caminho pelas ruas de dentro.
Som – O som do palco não dá vazão! Se você se afastar um pouquinho, já não escuta quase nada. Só aumentaram o volume na apresentação do David Guetta.
Segurança – Achei bem policiado esse ano, não vi brigas e não vi ninguém reclamando de furtos ou coisas parecidas enquanto andava. O único problema são as pessoas que insistem em levar fogos para soltar no meio da multidão, o risco de acontecer um acidente é grande.
Bebidas – Para quem bebe cerveja, whisky e red bull, a ceia é farta. Muitos ambulantes vendendo em todos os lugares. A dificuldade foi conseguir um refrigerante ou uma água, acredite! Quase ninguém vendia água!
A volta – Como em todos os anos, ninguém consegue voltar pra casa com tranquilidade. A fila do metrô dá voltas e voltas, os ônibus passam lotados (muitos estavam presos no trânsito e nem conseguiam chegar) e os táxis cobram preços absurdos. Depois de andar até a enseada de Botafogo e parar mais de 20 taxistas, conseguimos um honesto para rodar no taxímetro.
Saldo Final: Os fogos compensam qualquer decepção que aconteça durante a festa. É lindo! As pessoas se emocionam e os 16 minutos parecem que passam num piscar de olhos. Quando acaba, sempre fica um gostinho de quero mais! E acho que voltarei, mas dessa vez, com mais experiência!

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Ibiza… é mais barato do que você imagina

Posted on 18 December 2011 by Pedro Serra

Confesso que quando a minha mulher deu a ideia de irmos para Ibiza no aniversário dela, fiquei pensando o que eu ia fazer lá. Tendo deixado os meus dias de DJ de música eletrônica para trás, não me empolgava com a ideia de fazer um roteiro recheado de boates, acordando tarde e perdendo boa parte do dia. Ainda bem que, por ser aniversário dela, me deixei convencer… e não me arrependi. Ibiza é uma viagem tanto para jovens em busca de badalação quanto para famílias procurando somba e água fresca, e essa foi a primeira coisa que me surpreendeu. É possível fazer um roteiro que passe longe das festas, curtindo as praias e a beleza da ilha. É claro que, estando lá, não íamos deixar de conhecer alguns dos maiores e melhores clubs do mundo, mas isso não era o motivo principal da nossa viagem. A segunda surpresa veio ao descobrir que dá para curtir Ibiza gastando pouco.

Ibiza é um destino que merece mais do que dois dias de visita. Com cerca de 570 quiliômetros, conhecer todos os cantos da ilha e suas belíssimas praias requer algo em torno de cinco dias. Infelizmente eu não tinha esse tempo todo, então adotei a velha estratégia do que eu chamo de “turismo de resultados”. Foram três dias intensos, mas que valeram a pena.

Diferentemente do que possa parecer, viajar para Ibiza não é tão caro, a não ser que você entre no circuito de boates e #bonsdrink. Uma noite de festa pode arruinar suas finanças. Só para dar uma ideia, chegamos na ilha durante o fechamento da temporada, com todas as boates fazendo suas festas de encerramento. Na Ushuaia, o ingresso saia por 60 Euros, bico seco. Na Space, o valor subiu para 80 Euros. Mesmo assim, há algumas formas de você economizar na hora de curtir as baladas. Uma delas é comprar o ingresso com antecedência. Diversos bares, restaurantes, lojas e promotores nas ruas vendem os ingressos. O da Space estava saindo a 60 Euros para quem comprasse antes. Outra forma de economizar é ficar ligado nos promotores que ficam zanzando pelas praias distribuindo pulseiras. Algumas dão direito a desconto, outras ao valor inteiro da entrada. Uma das praias onde se pode encontrar esses promotores é a de Ses Salines. Aproveitamos uma dessas pulseiras e curtimos uma animada noite 0800 na Space logo no primeiro dia. Bom, para falar a verdade, não foi tão 0800 assim… os drinks custam absurdamente caro. Em uma vodka com Redbull, gastamos cerca de 30 Euros. Exatamente por causa disso, é muito comum você ver as pessoas bebendo nos arredores da boate antes de entrar (#ficaadica)

Se você quiser curtir uma boate de graça, tem o Bora Bora, que já teve seus dias de glória no passado, mas que hoje está entregue a um público, digamos, pouco atrativo. Estive lá, curti a música, mas realmente não conseguimos ficar muito tempo.

Hospedagem em Ibiza também não é um bicho de sete cabeças. Há diversos bons hotéis com preços bem camaradas. Um deles é o Maritimo, na praia de Ses Figueretes, vizinha a Platja d’en Bossa, onde ficam algumas das melhores boates. O hotel fica em frente à praia e nós alugamos um excelente quarto com vista para o mar e todas as comodidades por cerca de 30 Euros a diária. Isso mesmo, menos de R$ 70 reais por um apartamento em frente à praia em um dos lugares mais badalados do mundo. Se fosse no Brasil, um hotel assim não sairia por menos de R$ 200. Outra opção na mesma rua do Maritimo é o Luxmar. Mesma comodidade e preços parecidos. Para quem gosta de albergues, o Hostal Giramundo é uma boa opção. O bom desses dois hotéis e do albergue é que eles ficam ao lado de um estacionamento público (e gratuito). Isso é muito importante, já que em Ibiza alugar um carro é mais do que necessário, e nem sempre é fácil (ou barato) arrumar um lugar para estacionar por lá, ainda mais na alta temporada.

O aluguel de carro na ilha é impressionantemente barato. Alugamos um pequeno Kia Picanto de quatro portas com ar condicionado por cerca de 30 euros a diária… um pouco mais com o seguro. Outra opção ainda mais barata é locar uma scooter, mas eu não recomendo. A ilha é grande e o deslocamento pode ser demorado rodando a 50 km/h. Além disso, o carro proporciona espaço para levar toalha, câmeras e afins e você ainda pode deixar tudo no veículo enquanto dá um mergulho. O aluguel da motinha sai por cerca de 15 Euros por dia.

Rodar por Ibiza não é complicado e dá para se guiar apenas com o mapa. Mesmo assim, um GPS pode ajudar a chegar em alguns lugares um pouco mais escondidos. As placas estão todas em Ibicenco, o dialeto nativo, uma variação do catalão, que junto com o espanhol são as línguas locais da ilha. Em Ibicenco, Ibiza é Eivissa e platja é praia. É comum alguns mapas virem em espanhol e, em vez de Ses Figueretes ou Ses Salines, como está escrito nas placas de trânsito, você vai encontrar Las Figueretas ou Las Salinas.

Uma coisa que os hotéis não têm é wi-fi gratuito. Há máquinas de wi-fi no lobby, mas o valor é absurdamente alto. Cerca de 1 euro por cinco minutos. Se você, como eu, é viciado em redes sociais, pode acabar gastando um bom dinheiro. Agora, se você aceitou minha sugestão e vai se hospedar em um dos hotéis que eu indiquei, almoce ou tome café da manhã no restaurante do Giramundo, o Macondo, e aproveite para pedir a senha do wi-fi deles.

Esses hotéis mais baratos também geralmente não têm café da manhã incluído na diária, mas isso também não é problema, pois comer em Ibiza também pode sair barato. No entorno dos hotéis de Ses Figueretes, na Carrer de Ramón Muntaner, é possível encontrar boas opções para você matar a sua fome matutina, vespertina ou mesmo noturna. Uma delas é o próprio Macondo. Outras são o Puerta del Sol e o Es Gresol.

Ok… já dei todas as dicas para você curtir a sua viagem a Ibiza com economia, agora é hora de falar sobre as atrações do lugar… Mas isso vai ficar para um outro post. Aguardem!!!

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Sem Destino no Desafio das Estrelas

Posted on 15 December 2011 by Pedro Serra

O Sem Destino participou no final de semana passado do Desafio das Estrelas de Futebol, no hotel Portobello. Não, eu não era uma das estrelas do evento, apenas um humilde blogueiro de câmera e bloquinho na mão a registrar tudo o que se passava. Fiquei feliz ao ver que, além da grande mídia (Rede Globo, sites, jornais e afins), os blogueiros também foram lembrados neste evento. Representando a blogosfera viajante estávamos eu, Suit-Me, do Viajando com Pimpolhos, a Flávia Vieira, do Viajar é Tudo de Bom, e a Clarissa Donda, do Dondeando Por Aí. Isso demonstra que cada vez mais os blogueiros vêm ocupando um espaço importante na divulgação de ações de marketing por parte das empresas.

Mas chega de blá, blá, blá e vamos ao evento. O Desafio das Estrelas é um evento que já acontece há alguns anos no hotel, mas sempre teve o vôlei como modalidade. Neste ano, a direção resolveu inovar e, além do evento de vôlei, que aconteceu em fevereiro, lançou o Desafio de futebol. Para levar mais emoção (e qualidade de bola) ao evento, jogadores em atividade foram chamados, como Renato Abreu, Emerson Sheik e o goleiro Ricardo Berna. No time dos ex-jogadores, quem marcou presença foi Washington Coração Valente, um dos organizadores da festa, Juninho Paulista, Fábio Luciano, Gilmar Rinaldi e outros.

Assista ao vídeo do evento:

Cada time, além de um jogador e um ex, contava ainda com celebridades. Kadu Molinterno foi um dos destaques do campeonato provando que velhice é um estado de espirito. Aos 59 anos, o ator correu mais do que muita gente, virou um paredão na defesa e ainda fez gols. Um exemplo a ser seguido. Tiago Rodrigues também mostrou que é bom de bola e foi o artilheiro do campeonato, com 14 gols. No gol, Carlos Bonow fez bonito. O ator da Record foi escolhido o paredão do campeonato. Cássio Reis, Max Fercondini, Eriberto Leão e Thierry Figueira também não fizeram feio. Caio Ribeiro, que atua como ex-jogador e celebridade, também esteve presente. Mas realmente a grande estrela do show foi o apresentador do Globo Esporte Alex Escobar. Figuraça que arrancou risos de todos durante o fim de semana.

A organização dos times - Foto: Pedro Serra

Washington sendo marcado por Kadu Molinterno - Foto: Pedro Serra

Alex Escobar também marcado pelo incansável Kadu - Foto: Pedro Serra

As blogueiras Flávia e Clarissa viraram repórteres esportivas, mas elas só queriam saber do Cássio Reis - Foto: Pedro Serra

Além dos jogos, a programação incluiu um show de Cláudio “A noite vai ser boa… tudo vai rolar…” Zoli e, no sábado, a banda encabeçada por Rodrigo Santos (do Barão Vermelho), tocando o melhor dos anos 80 e 90. Neste show, Washington mostrou que, além de marcar gols, também sabe cantar, e mandou um “Meu erro”, dos Paralamas do Sucesso, sem sair do tom (embora tenha esquecido a letra algumas vezes). Alex Escobar mais uma vez surpreendeu a todos e seduziu a platéia com a sua careca, a simpatia e um gogó de fazer inveja. Cantou umas quatro músicas e o público ficou triste quando ele desceu do palco.

Rodrigo Santos comanda o show no Portobello - Foto: Pedro Serra

Alex Escobar entretendo o público - Foto: Pedro Serra

Washington soltando a voz - Foto: Pedro Serra

Bonow, Thierry Figueira, Caio Ribeiro, Juninho Paulista, Washington e amigos se divertem durante o show - Foto: Pedro Serra

A arena lotou para acompanhar a festa - Foto: Pedro Serra

No domingo, a grande final. A disputa de terceiro lugar acabou sendo mais animada, com o time de Tiago Rodrigues, Caio Ribeiro, Renato Abreu, Hector Martinez, Juninho Paulista e sei lá mais quem ficando com a vitória. Este time, aliás, era o grande favorito do campeonato, mas se enrolou na areia e acabou de fora da final (que foi disputada em grama). Na final, o time de Washington derrotou o de Kadu Molinterno e Fábio Luciano.

Caio Ribeiro defende bola de Cássio Reis na disputa do 3º lugar - Foto: Pedro Serra

Mais legal até do que os jogos foi conviver com todas essas estrelas por um fim de semana. Estou acostumado a entrevistar jogadores de futebol e artistas no jornal onde eu trabalho, mas é diferente quando você os vê relaxados, curtindo um fim de semana com a família. Ficamos parceiros de piscina do Tiago Rodrigues e da Cristiane Dias (apresentadora do Esporte Espetacular), que também têm um filho chamado Gabriel, batemos papo com Bianca Rinaldi sobre crianças, resenhamos com o Washington e outros jogadores sobre os mais variados assuntos e, mesmo sabendo que eu era um jornalista (algo que às vezes espanta celebridades) todos estavam muito receptivos a um bom papo.

Washington bloqueia Fábio Luciano durante uma partida de vôlei - Foto: Pedro Serra

Gabriel brincando com as filhas de Bianca Rinaldi antes de o show começar - Foto: Pedro Serra

Juninho Paulista, Thiago Asmar, Rato, Caio Ribeiro e Paulo Cesar Grande em momento de descontração - Foto: Pedro Serra

Caio em momento tiete durante o show de Alex Escobar - Foto: Pedro Serra

Já estou ansioso para o evento do ano que vem… e podem esperar que ainda em post sobre o Portobello e o safari oferecido pelo hotel…

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Zupper chega ao mercado para simplificar a vida dos viajantes

Posted on 12 December 2011 by Pedro Serra


Com toda a sabedoria de quem já perambulou pelo mundo inteiro, o fundador da Lonely Planet, Tony Wheeler, deu uma boa explicação sobre como uma viagem deve ser encarada. Na introdução de seu primeiro livro, “Across Asia on the cheap”, Wheeler escreveu que “tudo o que você tem a fazer é decidir ir, e a parte mais difícil já está resolvida. Então vá!”. A parte mais difícil pode realmente ser você tomar a coragem e decidir viajar, mas com certeza a mais trabalhosa é fazer o seu roteiro, procurar os melhores preços e se programar para não se meter em furadas. E essa é exatamente a missão do Zupper, uma agência de viagens virtual que apresenta um portal de compras inteligentes e fácil de usar.

A forma como compramos nossas viagens mudou muito com a chegada das agências virtuais. Enquanto antes tínhamos um agente que resolvia todos os nossos problemas (criando outros, porque as viagens acabavam nunca tendo realmente a nossa cara), agora somos nós que desempenhamos esse papel, decidindo horários de partidas e chegadas, hotéis, passeios e afins. O que eu sempre senti falta foi de um contato mais humano onde pudesse, em caso de problemas, recorrer. E isso é algo que me chamou a atenção logo de cara no Zupper. O portal oferece diferentes formas de você se manter conectado com algo mais do que máquinas. Seja pelo 0800, por email, skype ou chat ao vivo, o viajante se sente mais seguro ao saber que, a qualquer momento, pode falar com alguém para tirar suas dúvidas. Em se tratando de um mercado como o Brasil, onde cada vez mais pessoas estão tendo acesso a viagens de turismo, acredito que isso seja imprescindível.

Mas eu acredito que o grande barato mesmo do Zupper sejam as opções de pesquisa que facilitam a sua vida. Sou um, digamos, heavy user de agências online, mas algo que eu sempre senti falta foi uma pesquisa que me permitisse buscar diversas datas de apenas uma vez, sem ter que ficar voltando para página inicial e inserindo novamente todos os dados. Ficava pensando “como é que ninguém pensou em algo para facilitar isso?”. Pois bem, o Zupper pensou, e eu agradeço por isso. Só para dar um exemplo: Se você é como eu e está sempre buscando o melhor preço, sabe que o valor de uma passagem pode variar muito se você viajar em uma segunda ou em uma sexta-feira. No Zupper você faz um pesquisa por Datas Flexíveis e pode ter o resultado da mesma viagem com sete dias para frente ou para trás da data escolhida. Pode parecer algo simples, mas ajuda muuuito quem está preparando o roteiro de uma viagem.

Veja o vídeo abaixo (juro que não tenho nada a ver com o fato de o personagem do vídeo se chamar Pedro):
YouTube Preview Image

Fiz uma pesquisa para Rio-São Paulo por datas muito flexíveis. Escolhi o dia 14 de janeiro, mas na verdade apenas sei que eu quero viajar em meados de janeiro. Descobri que realmente a melhor opção é sair no dia 21 e voltar no dia 25, com a passagem a R$ 164 pela Tam. Veja a imagem abaixo:

Há ainda pesquisa por próximos feriados, fins de semana (bom para quem viaja sempre para encontrar parentes ou aquela namorada distante), limite de preço (boa para quem viaja com um orçamento fechado), e o excelente Experiência Desejada, que funciona assim: gosta de praia? Decida quando quer viajar, escolha se quer uma praia nacional ou internacional e informe até quanto pretende gastar, o Zupper então fará a pesquisa e te apresentará, em um mapa, as melhores opções de viagens para aquele período. Genial!!! Eu escolhi esquiar em fevereiro e veja as opções que recebi:

Veja um exemplo da pesquisa por feriados, no caso escolhi o feriado da de 7 de setembro de 2012:

Especialista em voos, o Zupper firmou parceria com uma das melhores agências online para reserva de hoteis para turbinar sua parte de hospedagens. Sendo assim, quem faz uma busca por um quarto no Zupper está usando o bom sistema de dados e experiência da Booking.com.

E para fechar com chave de ouro a minha análise deste novo player do mercado, chegamos à parte de promoções, que funciona nos moldes dos sites de compra coletiva. Aqui, pacotes são apresentados aos clientes com preços especiais. Você reserva, mas só tem que pagar quando (e se) o pacote chegar ao número mínimo de compras. Só para dar uma ideia, a promoção deste domingo era para três noites em Buenos Aires voando Gol, com transfers e city tour a R$ 829,90. Nada mal.

Mas não fiquem apenas na opinião do Sem Destino, conheçam o Zupper, tirem suas próprias conclusões e voltem aqui dizendo o que acharam. Valem elogios, críticas, sugestões e dúvidas, que serão repassadas ao pessoal do portal.

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Os melhores ‘points’ para ver Barcelona do alto

Posted on 03 November 2011 by Pedro Serra

Barcelona é uma cidade linda e vibrante não importa de que ângulo você a observe. Vê-la do alto, porém, é uma boa chance para se testemunhar toda a sua grandiosidade e imponência. São diversos os lugares na cidade que permitem uma visão privilegiada, quase celestial, sobre a capital catalã, e o Sem Destino preparou um roteiro com os melhores deles.

Orla de Barcelona vista de Montjuïc - Foto: Pedro Serra

Roteiro Montjuïc

O Parque de Montjuïc é a maior área verde de Barcelona. A montanha onde ele está instalado recebeu diversos melhoramentos para a Exposição Mundial de 1929 e, posteriormente, para as Olimpíadas de 1992. É uma das minhas áreas favoritas da cidade e, por sua altitude, possui algumas das melhores vistas para a capital catalã. É lá que estão as três atrações abaixo.

Aeri del Port
Construido em 1931, O teleférico do porto faz o caminho entre a praia de Barceloneta e o miramar de Montjuïc. A viagem se inicia (ou termina, dependendo de onde você está) em um elevador que sobe os 57 metros da torre San Sebastián, de onde se pega uma das duas pequenas gôndolas para 15 passageiros que fazem o trajeto. Dependendo da procura, o fato de haver apenas duas gôndolas pode causar uma certa demora.
Assista ao vídeo do passeio:

O trajeto de 1,3 quilômetros tem seu ponto mais alto aos 101 metros de altura na torre de Jaume, que antigamente era outro ponto de embarque e desembarque, mas hoje está desativada. Cerca de dez minutos após deixar o porto, chegamos ao miramar, a 57 metros de altitude. De lá, é possível retornar no próprio teleférico após um bom café apreciando a vista para a cidade ou iniciar um passeio pelo parque de Montjuïc. A passagem de ida e volta custa 15 Euros e apenas uma perna sai por 10 Euros. O teleférico funciona nos meses quentes entre 10h30 e 20h e nos meses mais frios entre 12h e 17h30.

Saída do teleférico na torre San Sebastián - Foto: Pedro Serra

Vista da torre de Jaume, a mais alta do percurso - Foto: Pedro Serra

Vista do Mirador, o ponto final do teleférico - Foto: Pedro Serra

Museo Nacional d’Art de Catalunya (Palau Nacional) / Font Màgica
Também nas cercanias do parque de Montjuïc, o museu de arte proporciona uma boa vista sobre a Plaza de España. A fonte mágica, que fica bem em frente ao museu, é um belo espetáculo misturando águas dançantes, música e uma iluminação bem colorida. Construída para a exposição mundial de 1929, bem como seu vizinho o Palácio Nacional que abriga o museu, a fonte é uma atração imperdível de Barcelona. O local é perfeito para um drink enquanto se observa o por do sol e se aguarda o início do espetáculo na fonte mágica. Clique aqui para ver os horários da fonte e aqui para saber mais sobre o museu.

O Palau Nacional, que abriga o MNAC - Foto: Pedro Serra

Vista do Palau Nacional - Foto: Pedro Serra

Teleferic de Montjuïc / Castell de Montjuïc
O Castell de Montjuïc começou como uma fortificação em 1640. Após 54 anos, o local se tornou um castelo e, em todos seus anos de história, já defendeu a cidade, foi capturado por tropas inimigas, bombardeou Barcelona para acabar com uma rebelião e serviu de prisão militar e local para execuções. Além de todo o seu passado histórico, o castelo tem uma das mais belas vistas da cidade. Para chegar até ele, o melhor caminho é o teleférico de Montjuic. Totalmente reformado em 2007, o teleférico possui três estações, iniciando-se a viagem no Parc Montjuïc, uma estação intermediária no Mirador (onde só é possível embarcar e desembarcar na descida) e o Castell. A viagem, feita em gôndolas para oito pessoas, tem 752 metros e duração de cerca de oito minutos. O valor de ida e volta é de cerca de 9 Euros. Há algumas opções para se chegar ao teleférico, sendo uma delas caminhar a partir da Plaza de España e subindo pelo Palau Nacional. Outra opção são os ônibus de turismo (mas esses levam você para qualquer uma das atrações listadas aqui). E a terceira alternativa é pegar o Funicular de Montjuïc, um trêm estilo plano inclinado que está integrado ao sistema de transporte urbano da cidade e sai da estação de Paral-lel.

Teleférico de Montjuïc - Foto: Pedro Serra

Teleférico de Montjuïc - Foto: Pedro Serra

Vista do Castell de Montjuïc - Foto: Pedro Serra

Castell de Montjuïc - Foto: Pedro Serra

Roteiro Gaudi

Barcelona é salpicada de obras de seu arquiteto mais famoso (e excentrico em suas construções), Antonio Gaudi. Algumas dessas construções ficam em locais de onde é possível ter uma visão privilegiada da cidade.

Parc Güell - Foto: Pedro Serra

Casa Milà, “La Pedrera”
Situada em uma das principais vias da cidade, o Passeig de Gràcia, a Casa Milà foi construída entre 1905 e 1907 a pedido do industrial Roger Segimon de Milà. Em seu projeto, não há linhas retas e o edifício parece desafiar o que consideramos uma arquitetura convencional. Seu interior impressiona, bem como sua fachada que lembra um castelo de areia. O telhado é uma atração à parte, com subidas, descidas e esculturas. O prédio não é dos mais altos, mas permite uma boa visão para uma das partes mais movimentadas da cidade.  A casa fica no Passeig de Gràcia, 92. O horário de funcionamento é de 10h às 20h e o preço da visita é salgado: 16,50 Euros.

Telhado da Casa Milà - Foto: Pedro Serra

Vista do telhado da Casa Milà - Foto: Pedro Serra

Vista do telhado da Casa Milà - Foto: Pedro Serra

Sagrada Família
Com a construção iniciada em 1882, e ainda em andamento, a Sagrada Família é o maior projeto de Gaudi, ao qual ele dedicou seus últimos 40 anos de vida. A conclusão está prevista para algo próximo de 2030, mas seu belíssimo interior e as torres estão abertas para visitação.  O preço da visita é de 8 Euros, e pagam-se mais 2 Euros para subir às torres pelo elevador. Lá em cima, a cerca de 100 metros de altura, pode-se vislumbrar boa parte da cidade.

Sagrada Família - Foto: Pedro Serra

Fachada da Sagrada Família - Foto: Pedro Serra

O impressionante interior da Sagrada Família - Foto: Pedro Serra

Vista da Sagrada Família - Foto: Pedro Serra

Parc Güell
Encomendado pelo empresário Eusebi Güell, um dos maiores patronos do trabalho de Gaudi, o Parc Güell teve seu início como projeto de urbanização para um empreendimento imobiliário, que acabou não decolando. Na Grand Plaça Circular, onde está o famoso banco de 152 metros de estensão todo coberto de mosaicos, vê-se a cidade e o mar lá embaixo. A entrada é gratuíta e, além de passear pelo parque onde Gaudi expôs diversas soluções do seu gênio arquitetônico, é possível visitar o Museu Gaudi.

Entrada do Parc Güell - Foto: Pedro Serra

Vista do Parc Güell - Foto: Pedro Serra

Roteiro Tibidabo

A montanha de Tibidabo domina a paisagem de Barcelona e pode ser vista de quase todas as partes da cidade. Com 512 metros de altitude, abriga em seu topo as três atrações a seguir. Chegar lá já é uma atração em si, começando pelo Tram Via Blau, um bonde de 1900 que faz o caminho até  a estação do funicular, construído na mesma época, que leva até o topo da montanha.

Serra de Collserola, onde ficam as atrações de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

O Funicular de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

Parc d’atraccions del Tibidabo
Inaugurado em 1901, é um dos parques mais antigos do mundo. As atrações privilegiam a topografia do lugar e a vista para a cidade. A mais conhecida delas é um aviãozinho que “voa” para fora de um desfiladeiro preso por um braço mecânico. Não se paga para entrar, apenas para visitar as atrações. Aqui se pode fazer o Camí del Cel, um passeio com atividades que privilegiam a vista para a cidade de Barcelona. Veja aqui os dias e horários de funcionamento do parque.

Parque de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

Aviãozinho de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

Vista do Parque de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

Vista do Parque de Tibidabo - Foto: Pedro Serra

Sagrat Cor
Logo acima do parque, há uma igreja católica cuja construção se iniciou em 1902 e levou 60 anos para ficar pronta. É possível conhecer o seu interior e, no pátio em frente ao templo, avistar a cidade e o parque de Tibidabo logo abaixo.

Torre de Collserola
Próximo ao parque e à igreja está uma torre de comunicações construída em 1992. Com 288,4 metros de altura, é a 51ª torre mais alta do mundo. O mirador público fica a 115 metros de altura (560 sobre o nível do mar) e é possível avistar (em perfeitas condições meteorológicas) até 70 kms de distância. A visita custa 4,80 Euros e o ingresso pode ser comprado no parque de Tibidabo. A torre funciona de 11h às 14h30 e de 15h30 às 19h.

Torre de Collserola - Foto: Pedro Serra

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Club Med Trancoso, um programa pra lá de bom mesmo debaixo d´água

Posted on 30 October 2011 by lucbaster

O convite para o segundo encontro de blogueiros prometia “um final de semana de puro conforto e diversão”. Seriam quatro dias de mergulhos, atividades esportivas, shows e muitos mais no Club Med de Trancoso, litoral sul da Bahia, a 80 quilômetros de Porto Seguro. Mas eis que São Pedro resolveu atrapalhar os planos e nos “presentear” com chuva e vento frio.

“Vai ser boring!!!”, diria o companheiro de viagem Maurício Oliveira, um dos outros 10 blogueiros que participaram do encontro. Dias de clausura e com pouca coisa para fazer. Que nada! O céu cinzento dos primeiros dias não nos impediu de passar um fim de semana esticado de muita aventura e diversão, conforme o prometido.

Na filosofia dos G.Os, gentileza gera gentileza

Sempre ouvi falar que o grande diferencial do Club Med eram os G.Os, os gentis organizadores, ninguém menos que os funcionários do resort. Já os hóspedes são chamados de G.Ms, gentis membros. E realmente o trabalho dos caras vai além da pura cortesia e do bom tratamento que estamos acostumados a encontrar nos hotéis fazendas país afora. Eles se despem de qualquer vaidade para agradar o hóspede ao extremo.

E no Club Med Trancoso o exemplo vem de cima: o chefe do village, Youssef Sabri, considerado o xerifão local, é capaz de participar como “escada” para um subordinado numa esquete teatral. Tudo em nome da diversão do público, que não economiza nas risadas e nos aplausos. Aliás, os minishows no teatro são sempre garantia de momentos alegres. O marroquino Tarik, por exemplo, faz um cover do Michael Jackson impagável.

Após os shows, a programação do fim de noite continuava no Night Club. Mas não tivemos sorte porque nas três noites em que fomos lá a boate estava vazia e nem mesmo a aparição meteórica dos G.Os era suficiente para contagiar o clima.

Diversão para todos

No Med Trancoso, as opções de diversão são muitas, mesmo em dias nublados. Primeiro, que a chuva não impede você de ir para uma quadra de areia e disputar um jogo de vôlei de praia. Ou dar um pulo no campo para jogar futebol. Para os praticantes da lei do menor esforço - afinal, está de férias - uma boa alternativa pode ser uma partida de pingue-pongue ou até ficar esticado numa espreguiçadeira “trabalhando” como fiscal da natureza.

Mas basta o sol aparecer para o leque de opções se abrir. E aí fica difícil escolher o melhor programa: tem arco e flecha, trapézio voador e tênis, por exemplo, todos com direito a aulas ministradas pelos G.Os. A grande menina dos olhos, no entanto, é mesmo o campo de golfe. O percurso de 18 buracos é algo que vale a pena visitar, mesmo àqueles que não têm qualquer intimidade com o taco e a bolinha. Para quem quiser dar umas tacadas do alto de uma falésia, tendo o mar como testemunha, há aulas de graça para os iniciantes todos os dias.

Além disso tudo, tem ainda a belíssima piscina e a praia praticamente particular do Med, cujo acesso se dá por uma escadaria em meio às falésias.

As delícias do sistema ‘all inclusive’

Depois de tanto desgaste físico é hora de repor as energias. E as delícias que o sistema “all inclusive” proporciona é que você come sem culpa, sempre com a promessa de (re)iniciar a dieta assim que voltar de viagem. Até porque não dá para deixar de provar alguns dos pratos de carne, peixe, massa, etc preparados por chefs especialistas na gastronomia internacional. Pelo contrário, é comum ver alguém ao seu lado lamentar, por exemplo, que terá a dura tarefa de escolher entre o arroz marroquino e a paella valenciana porque os dois não combinam no mesmo prato.

À noite, sempre há a possibilidade de um jantar à beira da piscina, com música ao vivo, ou no Restaurante Lua – neste caso, é preciso fazer reserva porque o espaço é pequeno e o serviço, à la carte.

Garotada fica à vontade

Todo resort que se preza dedica um bom espaço para as crianças, afinal o que os pais mais querem é descansar e nada melhor que ter alguém para cuidar dos pimpolhos enquanto você dá um mergulho no mar ou mesmo se arrisca numa aula de golfe. E o Club Med Trancoso não decepciona neste quesito. Existe o miniclub, para a criançada de 4 a 10 anos, e, em algumas datas, há o Junior’s Club, para os adolescentes. Se o seu filho tem menos de 4 anos, não se preocupe porque eles oferecem o Petit Club. Só que neste caso você vai precisar pagar uma taxa extra.

Na hora das refeições, quase sempre uma “guerra” de pais e filhos, a tranquilidade também é total. O restaurante abre meia hora antes com um cardápio especial somente para crianças. Depois, já livres dos pimpolhos, que são monitorados pelos G.Os, os adultos podem comer sem pertubação.

Passeios para todos os gostos

Para aqueles que não se contentam em ficar presos ao resort e gostam de dar uma fugidinha para conhecer a região há bons programas. Um deles é a visita ao Quadrado de Trancoso, um antigo vilarejo que se transformou num point hype, com suas casas coloridas que abrigam lojas de grife e artesanato, além de bares e restaurantes chiques. No final da rua, atrás da igrejinha de São João Batista, construída no século XVIII, o visitante pode apreciar uma das mais belas vistas do mar de Trancoso no mirante da Praia dos Nativos.

E por falar no belo litoral do Sul da Bahia, um passeio que não pode faltar no roteiro é o da Praia do Espelho, que fica a 21 quilômetros de Trancoso. Como fomos lá um dia depois de ter chovido, o mar não estava tão cristalino como costuma ser. Mas nem isso tira o charme da praia,  propícia para a prática de mergulho com snorkel.

Bem, fica a dica para quem procura um programa bem família para as próximas férias.

Participantes do #EncontroBlogueirosClubMed em Trancoso

Trilhas e Aventuras – @aventureiros por Maurício Oliveira
Viajar é Tudo de Bom – @viajartudodebom por Flávia Peixoto
Turista Profisional – @TuristaProf por Ana Catarina
Vou Contigo – @voucontigo por Átila Ximenes
1001 Roteirinhos – @1001roteirinhos por Eliane Ceccon
Viajando com Pimpolhos – @viagempimpolhos por Sut-Mie
Blog de Viagem – @blogdeviagens por Diego Fontenele
Blog Sem Destino – @blogsemdestino por Luciano (representando o Pedro Serra)
Blog Vambora – @vambora por Guta Cunha
Eu Viajo com meus Filhos – @viajocomfilhos por Halini Saad
Viaje na Viagem – @viajenaviagem por Elisa Araújo (representando o Ricardo Freire)
Aprendiz de Viajante – @AprendizViajant por Cláudia Bia

Acompanhe as postagens e atualizações pelo Twitter através da Hashtag #EncontroBlogueirosClubMed.

Viajamos a convite do Club Med Brasil (TwitterFacebook).
Muito obrigado por acreditar na força dos blogs de turismo.

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Laguardia, País Vasco – uma viagem diferente

Posted on 27 October 2011 by Pedro Serra

Quando viajo, tento sempre encaixar no roteiro lugares onde conheça alguém. Ter um local ao seu lado é garantia de um olhar diferenciado sobre o lugar, uma visão de quem vive aquilo em seu dia a dia. Em minha última viagem para a Espanha, tive o prazer de contar com conhecidos em quase todos os lugares aonde fui, graças ao Twitter e à minha recente viagem a Cuba, onde fui estudar cinema e conheci diversos espanhóis. E foram exatamente esses amigos espanhóis que me proporcionaram a melhor parte da viagem, uma visita a Laguardia, em Rioja Alavessa, País Vasco, lugar que dificilmente entraria nos meus planos se não fosse por eles.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco - Foto: Pedro Serra

A região de Rioja Alavessa é conhecida por suas vinícolas e pela cidade medieval de Laguardia. Combinei que ia passar um dia na casa de um desses meus amigos ‘cubanos’, proprietário de uma pousada e uma bodega que funciona no mesmo local em Laguardia desde 1619. Duas madrilenhas, dois canários (não o pássaro, mas locais das Ilhas Canárias… tum tum tzz) e um italiano que mora em Barcelona resolveram se juntar a mim para matar as saudades de nossos dias em San Antonio de los Baños. Foi aí que começou a nascer uma das viagens mais divertidas da minha vida.

Assista ao vídeo da viagem:

Após alguns dias curtindo o Festival de San Mateo em Logroño, capital da região de La Rioja (que é diferente de Rioja Alavessa e não está no País Vasco) seguimos em uma furgoneta velha, sem bancos para os passageiros, ar condicionado ou qualquer outro luxo maior (mas com um potente sistema de som de onde saia a música da banda Ojos de Brujo nas alturas), agora tendo como companhia um mexicano enólogo com um sonho de virar rapper. Chegando em Laguardia, me senti realizando o antigo sonho de conhecer cidades medievais da Europa. Fundada em 1164, Laguardia é rodeada de muralhas e, segundo meu amigo, recebeu este nome por proteger, do alto de uma montanha com vista para todos os lados, o reino de Navarra. Daí seu nome completo de “La Guardia de la Sonsierra Navarra”.

La Guardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Galera reunida para a viagem na furgoneta azul - Foto: Isabela de Bragança

La Guardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Parte externa da cidade - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

As estreitas ruas de Laguardia - Foto: Pedro Serra

Apenas caminhar pelas estreitas ruas da cidade já estaría de bom tamanho para mim, mas tivemos a oportunidade ainda de fazer uma degustação de vinhos na Bodega Mayor de Migueloa e provar de um menu degustação com o que havia de melhor na culinária local (vantagens de se estar com o dono do estabelecimento). Mesmo sem beber álcool, apreciei o momento saboreando um bom mosto (uma espécie de suco e uva) e as explicações de nosso amigo rapper/enólogo mexicano sobre a diferença entre um vinho crianza e um joven, o armazenamento dos tonéis e a construção da bodega (escavada em pedra a oito metros do solo, com 80% de humidade e que mantém a mesma temperatura o ano todo). Para os mortais, a visita á bodega com desgustação de vinhos sai a 5 Euros e o almoço a 30 Euros por cabeça (vinho incluído). Confesso que, pelo banquete de rei que tive, achei um preço mais do que justo.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Bodega e posada Mayor de Migueloa - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

'Barricas' de vinho na bodega - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Nosso amigo rapper/enólogo mexicano - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Alguns dos deliciosos 'pinchos' - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Mas voltemos a falar sobre a cidade… Dificilmente mencionada nos guias de viagem (inclusive o que eu estava usando) Laguardia é um excelente ponto de partida para se conhecer a região vinícola de Rioja Alavessa. Hoje em dia, a muralha externa da cidade, construída no século 14, está salpicada de janelas, mas ainda é possível vislumbrar o tempo em que aquela era a principal barreira entre os habitantes e exércitos inimigos. Os túneis e passagens que hoje servem de armazenamento para os vinhos são na verdade escavações feitas pelos moradores de antigamente para estocar alimento e bebidas, temendo um período de cerco. Da primeira construção presente no local, um castelo do século 10, ainda restam as duas torres dos sinos. As igrejas de Sta.Maria de los Reyes e de San Juan Bautista ficam cada uma em um extremo da cidade, que pode ser cruzada em apenas 10 minutos a pé. A praça principal da cidade abriga a prefeitura e um curioso relógio com bonecos que dançam a passacalla, tradicional de Laguardia. Os dançarinos entram em ação com hora marcada: de outubro a maio, às 12, 14, 17 e 20h; e de junho a setembro às 12, 13, 14, 17, 20 e 22h.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Uma das torres de Laguardia - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

A vida passa lentamente em Laguardia - Foto: Pedro Serra

Outro horário que vale ficar atento é ao do por-do-sol. Após um passeio pelo vilarejo, minha recomendação é pegar uma garrafa de vinho (ou duas) e sentar na praça em frente à muralha para observar o sol se pondo por trás das vinícolas. Garanto que será um momento difícil de esquecer, como foi para mim.

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Vista para as vinícolas de Rioja Alavessa - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

Apreciando o por do sol - Foto: Pedro Serra

Laguardia - Rioja Alavessa - País Vasco

O time reunido - Foto: Transeunte que estava passando pelo local

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Puente Vizcaya, a ‘outra atração de Bilbao’

Posted on 16 October 2011 by Pedro Serra

Bilbao, na Espanha, é conhecida principalmente por hospedar uma filial do Guggenheim… Para falar a verdade, isso é muito pouco para uma cidade que, desde a instalação do museu, ganhou fama mundial. Mas eu tinha certeza de que havia algo mais para se fazer por lá do que apenas visitar o prédio projetado pelo arquiteto Frank Gehry.

Puente Vizcaya - Bilbao

A minha suspeita foi confirmada quando eu recebi um pequeno panfleto falando sobre uma tal de Puente Vizcaya. Pois bem, a atração é a mais antiga ponte transportadora do mundo, construída em 1893. Diferentemente das outras pontes, nesta os veículos e pessoas são transportadas por uma espécie de balsa suspensa por cabos que faz a travessia entre os bairros de Portugalete e Las Arenas.

Puente Vizcaya - Bilbao

Assista ao vídeo para entender um pouco mais sobre a Puente Vizcaya

O preço da travessia entre os dois lados é de 30 centavos de Euro e realmente é uma sensação diferente. Mas a verdadeira emoção está em pegar o elevador e cruzar os 160 metros da ponte a pé, a uma altura de 45 metros do chão. O passeio custa 5 Euros, mas não é muito recomendado para quem sofre de vertigem. O piso da ponte é feito de ripas de madeira, que permitem ver a água do rio lá embaixo. Além disso, a ponte balança com o vento. Confesso que demorei um tempo para me acostumar a isso. Mas enfrentar o medo de altura vale a pena, pois a vista da saída do Rio Bilbao para o mar é incrível, com uma bela visão para a cidade lá embaixo. A ponte fica afastada do centro de Bilbao. Para chegar lá, basta pegar o metrô para a estação de Portugalete ou de Areeta. Cada uma fica de um lado da margem do Rio, próximas à ponte, então você pode chegar por uma e sair por outra.

Puente Vizcaya - BilbaoPuente Vizcaya - Bilbao

Após este passeio, descobri outras diversas atrações na cidade, como o bairro de Casco Viejo (ou cidade velha) e o estádio conhecido como La Catedral, que estarão em outros posts aqui no blog. Após um puxão de orelhas dos meus amigos do blog About Basque Country, me sinto obrigado a explicar que o post faz uma ironia com a forma com que Bilbao é vendida aos turistas, como se só existisse o Guggenheim na cidade. Confesso que da forma como foi publicado originalmente, isso não tinha ficado muito claro… o que me obrigou a fazer uma pequena mudança no primeiro parágrafo (algo que não costumo fazer, mas realmente entendi a frustração deles com o que estava escrito). Aproveitando as informações do AboutBC, esclareço que Bilbao oferece duas orquestras sinfônicas, cada uma com a sua própria temporada, uma temporada de ópera, um dos três museus generalistas mais importantes da Espanha, uma cidade velha exemplar, uma estrutura urbana e um conjunto arquitetônico de interesse internacional, um Museu Etnográfico Basco de enorme interesse, um Museu Marítimo, salas de exposição, vários museus especializados e uma oferta gastronômica extraordinária (ainda mais levando-se em conta que, hoje em dia, alguns dos melhores chefs do mundo são bascos).

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