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Viajando com a Royal Holiday

Posted on 07 March 2010 by Pedro Serra

Royal HolidayVenho falando aqui sobre as minhas viagens a Buenos Aires e Cancun a convite da Royal Holiday, certo? Então, nada melhor do que explicar sobre o que eu estou falando. A Royal Holiday começou como uma empresa de timeshare ou, como outros preferem chamar, um clube de férias, onde você podia se hospedar sempre uma semana por ano no mesmo hotel e destino. Nos anos noventa, a coisa mudou um pouco, e a empresa lançou um novo conceito, o da “propriedade de férias” . Funciona assim, você se associa pagando uma taxa, paga uma anuidade conforme o plano escolhido e tem o direito de viajar quando e para onde bem entender, ficando no quarto que desejar, com o número de pessoas que quiser, ou mesmo escolher um cruzeiro, pois o sistema funciona com créditos, que você vai gastando conforme usa. Não usou este ano? Tudo bem, deixa para o ano que vem. Quer fazer uma viagem maior agora? Não tem problema, adiante alguns créditos. Quer se ver livre da sua sogra por um tempo? Dê uns créditos de presente para ela.

Para o fundador da Royal Holiday, Pablo González Carbonell, o sucesso da empresa, líder no setor, está exatamente nesta liberdade que oferece aos seus clientes.

– O conceito de propriedade de férias existe há 25 anos, mas a Royal Holiday mudou-o de maneira significativa com duas palavras-chave: liberdade e flexibilidade. Estas duas palavras abriram um mundo de oportunidades aos nossos sócios, que apreciam muito ter a liberdade de escolha e aproveitam a flexibilidade para planejar suas férias para os destinos e temporadas que desejam. É isso que nos levou a ser líder global nesse setor – explica Carbonell.

Para dar uma ideia da dimensão da empresa, são mais de 90 mil sócios, espalhados por 52 países, que podem escolher entre 180 destinos, mais de 200 resorts e 3 mil cruzeiros. No Brasil, a parceria se dá com a rede Othon. Além das parcerias com os hotéis, a Royal Holiday ainda possui empreendimentos próprios em Cancun, Acapulco, Cozumel e mais dois lugares que eu não lembro, mas vou checar. Conheci os dois hotéis de Cancun, o (onde fiquei hospedado) e o Park Royal Cancun (único da rede que não funciona no sistema all inclusive), e devo dizer que fiquei maravilhado. Se quiser saber mais, dê uma olhada nos meus post sobre a viagem no final deste texto.

Cancun Caribe Park Royal Grand - Foto: Pedro Serra

Cancun Caribe Park Royal Grand - Foto: Pedro Serra

A associação também dá direito a algumas comodidades, como toda uma rede de assistência tanto na hora de programar a sua viagem, através de uma agência própria e reservas online, como durante, com centrais de atendimento em todo o mundo e representantes nos hotéis da rede.

Viagem a Cancun:

Cancun by night – tartaruga desovando e casal copulando

Xcaret, la disney de los Mayas

Buceando com las aletas de Jacques Custeau

Sem mala mas feliz

Veja as fotos no Flickr do Sem Destino

Viagem a Buenos Aires:

Roteiro relâmpago de Buenos Aires

De taxi por Buenos Aires (com vídeo)

Um dia no Malba com Antonio Berni e Andy Warhol

Veja as fotos no Flickr do Sem Destino

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Os melhores aplicativos de Iphone para você viajar

Posted on 02 March 2010 by Pedro Serra

Aplicativos para Iphone

Aplicativos para Iphone

Separei aqui alguns dos aplicativos para Iphone que podem ajudá-lo a economizar, encontrar lugares para se divertir e fugir, ou não se meter, em uma roubada. Esse post vai estar em constante atualização, conforme eu for achando novos aplicativos.
Wi-Fi Finder – Dependendo do seu plano, pode sair bem caro usar as redes Edge e 3G do seu Iphone quando você está fora do país. Às vezes, é até melhor desligá-las (é só abrir o ’settings’, procurar ‘networks’ e desabilitar o ‘data roaming’). Felizmente, você ainda pode contar com as redes wi-fi quando tiver uma emergência como, digamos, saber quem foi eliminado no paredão do Big Brother. Com mais de 285 mil hotspots catalogados em 139 países, Ji Wire’s Wi-Fi Finder facilita o trabalho de encontrar redes pagas e gratuitas. Se você conhece alguma rede Wi-Fi que não está catalogada (tipo aquela do seu vizinho que não sabe colocar senha no roteador), pode enviar para o aplicativo e compartilhar com seus colegas Iphonicos. O aplicativo também está disponível para Ipod Touch.

How Fast (Free) – Você alguma vez já ficou se perguntando a que velocidade o trem, ou ônibus, ou bicicleta estava indo? Com o How Fast ficou possível descobrir. O aplicativo usa a sua localização no GPS para calcular a sua velocidade, independente do meio de transporte.

Track Thing Lite (Free) – este aplicativo baseado no sistema de GPS do Iphone armazena estatísticas em tempo real sobre suas atividades. Sabe quando você dá aquele passeio pelo Louvre e quer saber quantos quilômetros andou e em quanto tempo, só para depois poder contar aos amigos… ou quando aluga uma bicicleta para passear por Amsterdam? Então, é para isso que ele serve.

Shazam (Free) – Você está em uma boate em Barcelona e toca uma música que você gostou muito… pois bem, pode deixar que o Shazam descobre quem é o artista.

Sit or Squat

Sit or Squat

Sit or Squat – Encontrar um banheiro limpinho pode ser muito difícil dependendo de onde você esteja. Com o Sit or Squat (algo como, sente ou fique de cócoras), fica mais fácil encontrar um banheiro onde você possa relaxar e, quem sabe, até ler um jornal.

Gate Maps ($0.99) – este aplicativo ajuda você a achar o caminho até o seu portão de embarque naqueles aeroportos complicados e cheios de caminhos estranhos. Excelente se você, como eu, está sempre atrasado para embarcar.

Flight Track ($4.99) – veja os horários e acompanhe em tempo real os voos com esse aplicativo.

Flight Update ($4.99) – mesma coisa do anterior, mesmo preço.

G-Park ($0.99)- o aplicativo funciona da seguinte maneira: você estaciona o seu carro e ativa o programa. Na hora de voltar, basta perguntar para ele onde deixou o veículo. Minha cabeça, porém, já foi além… Você está na feira de antiguidades de San Telmo, em Buenos Aires, e viu algo de que gostou, mas não quer comprar na hora. É só marcar e voltar ali depois. Serve para marcar pontos de encontro em locais confusos também.

Point me there

Point me there

Point me there ($2.99) – Mais ou menos como o anterior, só que usando uma bússola para orientação. É possível armazenar até 30 locais no aplicativo.

Podcasts – no Itunes é possível encontrar um grande número de Podcasts com roteiros à pé, como o New York Times Weekend Explorer . Os de museus, como o Metropolitan ou Smithsonian geralmente são gratuitos.

Frommer’s - Os guias da Frommer’s continuam sendo, ao lado dos da Lonely Planet, os melhores. Então, nada melhor do que tê-los no seu Iphone.

Zagat – um dos melhores sites de reviews de restaurantes, hotéis e afins também tem o seu aplicativo.

Taxi Magic (free) – Precisa de um taxi nos Estados Unidos. Basta mandar uma mensagem de texto e esperar.

Wikime ($0.99) – o aplicativo procura artigos da Wikipedia baseado na sua localização. Muito com se você quer saber o nome daquele prédio estranho em uma pracinha de Praga.

Urbanspoon (free) – não consegue decidir onde comer? deixe que o Urbanspoon decide para você. Basta sacudir o telefone que ele indica um lugar.
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Dicas para viajar com computadores

Posted on 18 February 2010 by Pedro Serra

Tuitando no avião

Tuitando no avião

Separei aqui algumas dicas para você viajar com o seu querido notebook sem sustos. confira:

Faça um backup – Antes de sair de casa, faça um backup do seu conteúdo em DVD, HD externo ou pendrive. Em uma viagem, com um aparelho frágil como o notebook, tudo pode acontecer. O computador é substituível, aquela foto que você tirou com a Madonna na Sapucaí ou aquele vídeo que fez com o(a) ex-namorado(a) no alto da cordilheira dos Andes, não são.

Declare os equipamentos na Receita Federal - Se o seu equipamento não é made in Brazil, você precisa registrá-lo na Receita Federal antes de viajar. Para isso, procure a sala do órgão no aeroporto antes de embarcar e apresente seus brinquedinhos: notebook, câmeras, celulares (eles dizem que não precisa declarar, mas, se você tiver comprado fora, insista). Preencha o formulário entregue por eles com tipo, marca, modelo e número de série de cada um dos ítens. Isso evita que, na volta, os fiscais cobrem imposto ou apreendam seus aparelhos achando que você os comprou durante a viagem. E guarde bem a sua guia de declaração, pois ela valerá para todas as suas próximas viagens. Se você a perder, não tem problema, basta ir lá e tirar outra. Aparelhos fabricados no Brasil não precisam de declaração (é meio óbvio, mas não custa lembrar aqui).

Não despache os computadores na mala - Elas passam por esteiras, contêineres e pelas mãos pouco cuidadosas do pessoal das companhias aéreas e seu pobre computador ali dentro pode não sobreviver. O mesmo vale para todos os seus outros aparelhos eletrônicos.

Cuidado nas vistorias de embarque e desembarque - Na maioria dos países, é exigido que você retire o computador da mala e o coloque em um recipiente de plástico na hora de passar pelo raio-X. Fique de olho, pois, em alguns aeroportos, com fiscais menos descuidados, ele pode passar direto por aquela esteira de tubos rolantes e ir parar direto no chão. Se estiver em dupla, peça para a pessoa passar antes e pegar o computador do outro lado. Se estiver sozinho, coloque seus objetos, como casaco, bagagem de mão e afins, primeiro, e depois mande o notebook. Se alguma coisa cair, que seja algo que não quebre, e que possa servir de almofada para o seu equipamento.

Seja discreto - Não use nas costas um outdoor que diga, “Aí, gente, eu tenho um laptop bem caro aqui… come and get it.” Deixe aquela sua mochila bonitona da Apple em casa e use algo que disfarce o fato de você estar carregando mais de US$ 1000 em equipamentos. Isso diminui as chances de você ser assaltado ao sair do aeroporto.

Atenção às baterias e fontes de alimentação – hoje em dia, quase todos os computadores possuem tomadas e carregadores de bateria bivolt, e aceitam qualquer tensão de energia entre 90 e 240 volts. Mas fique esperto e sempre confira antes de espetar o notebook na tomada.

Compre um adaptador universal - Cada lugar do mundo tem a sua tomada. O Brasil mesmo resolveu que é mais esperto do que todos os países e lançou um tipo de entrada que só existirá aqui. Então, para você não ficar caçando um adaptador em Buenos Aires em pleno domingo (como eu já tive que fazer), compre um universal antes de sair do Brasil. É bom ter também um cabo de rede e telefone, para emergências. Existem lugares onde ainda não há internet Wi-Fi (em Cancun, a conexão nos quartos era por fio).

Use firewall e os sistemas antivírus e anticookies - A internet Wi-Fi está em todo o lugar, muitas vezes gratuita. Alguns desses sistemas são patrocinados ou operados por empresas que, enquanto você navega, instalam cookies e entradas no seu computador para acionar anúncios e atalhos de produtos. A chance de, no processo, você acabar pegando um vírus, um cavalo de tróia ou um malware no processo é grande, então use proteção.

Use filtro solar – por mais que você esteja viajando com o seu querido laptop a negócios, saia do hotel, dê uma caminhada, veja a rua, o povo. Nada de ficar tuitando no hotel enquanto a vida rola lá fora. Se você estiver a passeio então, deixe o computador no Brasil!

Leia também – usando o Wi-Fi no avião

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Leandrade e as marchinhas de carnaval em inglês

Posted on 14 February 2010 by Pedro Serra

Com essa época de carnaval, lembrei de uma matéria que fiz para a Revista O Globo com o cantor e compositor Leandrade. O cara virou um hit no YouTube com o hino do Flamengo em inglês, mas mostrou que é muito mais do que essas celebridades instantâneas que aparecem e somem sem deixar vestígios. Já compôs música para filmes premiados, fez trabalhos com Elza Soares e Jorge Ben Jor e, o motivo de eu estar postando isso aqui, faz versões de marchinhas de carnaval em inglês que são hilárias. Assista abaixo aos vídeos que eu fiz para o Jornal Extra. Depois coloco aqui o texto da matéria que fiz para a Revista O Globo.

Leandrade canta marchinhas de carnaval em inglês:

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Assista à entrevista, ouça o hino do Flamengo em inglês e a canção Gol

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Leia a reportagem:

Com a quantidade de gente fazendo sucesso no YouTube, é difícil separar o joio do trigo. Pessoas estranhas dançando em quadrados, bêbados engraçados e bebês sorridentes atingem o topo da preferência dos internautas rapidamente. Em casos raros, porém, surgem artistas como o cantor e compositor Lê Andrade. Nascido no dia de São Judas Tadeu, padrodeiro do Flamengo, este rubro-negro fanático de 34 anos uniu a paixão pelo time, pela música e pela língua que aprendeu durante o ano que passou na Inglaterra para se tornar uma celebridade instantânea, digamos, com conteúdo. Seu clipe com o hino do Flamengo em inglês foi visto mais de 200 mil vezes apenas no primeiro mês, virou toque de celular e rende cada vez mais convites para outros voos.

Curiosamente, Lê não é carioca. Nascido em São Paulo, seu amor pelo Flamengo começou no cinema, vendo vídeos do Canal 100, para desgosto do pai corintiano. A mudança para o Rio aconteceu aos 20 anos, quando veio tentar a vida de artista e acabou realizando um sonho que influenciou a criação do hit.

— Sou fã do Jorge Ben Jor e queria conhecê-lo. Nos encontramos recentemente em uma roda de poesia, eu mostrei um pedaço da versão do hino do Flamengo e ele adorou. Tinha feito a primeira parte há uns dez anos. Corri para casa e terminei em um dia — conta Lê, empolgado com a amizade que acabou virando parceria: ele já fez versões em inglês para 12 músicas de Ben Jor.

A facilidade com que Lê Andrade transita entre sonoridades tão diferentes como as do português e do inglês sem alterar o ritmo da música impressionou também Elza Soares, que gravou a versão em inglês de Lê para “I love you, Copacabana”, tema do filme “Elvis e Madonna”, de Marcelo Lafitte (que compôs a música em português). A história do travesti que se apaixona por uma lésbica foi a grande vencedora do Festival de Cinema de Natal e, entre os prêmios, levou o de melhor trilha sonora. Lê ainda emplacou no filme a composição própria “Não tem pra ninguém”.

— O cara é o máximo, muito talentoso. Só pelo hino do Flamengo já ganhou dez mil pontos. É bom encontrar esse tipo de gente, enobrece a arte — derrete-se Elza, reconhecendo a dificuldade do trabalho do artista: — É muito difícil transpor músicas, mas ele entregou tudo mastigadinho, e ainda ajudou com a pronúncia.

O talento de Lê para fazer versões pode ser medido em outro projeto, as marchinhas de carnaval em inglês. Maria Sapatão virou “Mary massive shoes”, e Zezé, aquele da cabeleira, virou “Johnny” (“Os Josés daqui são os Johns de lá”, diz). A gravadora EMI, a mesma que levou o hino do Flamengo aos telefones celulares, já assinou contrato para gravar as marchinhas.

Se Lamartine Babo compôs os hinos dos clubes cariocas com maestria, guardando para o seu América a obra-prima, Lê pretende fazer o mesmo com suas versões. Na esteira do sucesso no YouTube, ele vai trabalhar os hinos dos outros clubes. E promete dedicar a mesma atenção a todos.

— Mas gravar vídeo não dá, né? Só se for com a camisa do Mengão.

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O fone de ouvido certo para você viajar tranquilo

Posted on 02 February 2010 by Pedro Serra

Eu tenho uma grande sorte na minha vida de viajante: aviões são um sonífero para mim. É só entrar naquela lata de sardinhas voadora que os meus olhos já começam a fechar. Infelizmente, nem todos são assim e, para amenizar o desconforto, uma das soluções é escolher um bom fone de ouvido. Mas, com tantas opções no mercado, qual é o certo para você? Para responder esta pergunta, o Sem Destino pesquisou e descobriu esta excelente pesquisa realizada pelo site Seatguru. Antes, porém, vamos dar uma pequena passada pelos tipos de fone que existem no mercado.

Fones de ouvido - earbuds

Earbuds

Earbuds – os mosquitinhos, aqueles que você coloca no ouvido, mas sem inserir no canal.  não conseguem reproduzir com perfeição os sons mais graves. Outra desvantagem é que eles não são bons para ambientes barulhentos, tipo ônibus ou avião. Aí você aumenta o volume pra compensar e, daqui a alguns anos, acaba trocando o fone por um aparelho de surdez…

Fones de ouvido - intra-auriculares

Intra-auriculares

Intra-auricurales (ou in-ear, ou ainda, canalphones) – pequenos como os earbuds, só que você insere no canal auricular. Diferente dos seus irmãos, porém, têm uma excelente qualidade de som, só que você paga (bem) mais por isso.

Fones de ouvido - headsets

Headsets

Headsets (ou supra-auriculares) – são aqueles que cobrem a orelha. Parcialmente, como o dos primeiros walkmans ou das operadoras de telemarketing, ou a orelha inteira, como os dos DJs. Geralmente reproduzem o som com mais fidelidade, isolam melhor o ruído externo e são menos nocivos à audição, pois ficam mais longe dos tímpanos. O problema, aqui, é o tamanho.

Com isso explicado, vamos aos modelos no mercado:

Bose Quiet Comfort 3

Bose Quiet Comfort 3

Bose Quiet Confort 3

Cancelamento de ruidos: 9/10
Conforto: 8/10
Qualidade do som: 9/10
Tamanho/portabilidade: 6/10
Preço (nos EUA): US$ 349

Os engenheiros foram muito felizes na missão de criar um fone menor, mais anatômico e com um melhor cancelamento de ruidos que a geração anterior. O couro é incrivelmente macio e os componentes, de alta qualidade. O único problema, que não chega a incomodar, é que o fone usa uma bateria recarregável própria, tornando impossível você trocar a pilha no meio do voo (a não ser que você compre uma bateria extra da Bose e lembre de deixá-la carregada). Sem a fonte de energia, o headset não funciona nem para ouvir música. Quando carregada completamente, a bateria dura em torno de 20 horas.

Veredito: Headset de alta qualidade. O Bose Quiet Comfort 3 não vai desapontá-lo.

Audio Technica ATH-ANC7

ATH-ANC7

Audio Technica ATH-ANC7

Cancelamento de ruidos: 8/10
Conforto: 8/10
Qualidade do som: 9/10
Tamanho/portabilidade: 6/10
Preço (nos EUA): US$220

Com excelente qualidade de som e cancelamento de ruidos acima da média, o Audio Technica ATH-ANC7 é um fone de qualidade com um preço razoável. O material de couro que encobre as orelhas é confortável e o headset pode ser usado por longos períodos de tempo sem incômodo. O equipamento vem em uma case relativamente grande, mas que é fácil de tirar e guardar durante o voo. O botão doo cancelamento de ruido fica convenientemente localizado no fone da esquerda, tornando fácil ligar e desligar a função. A qualidade do som é bem melhor quando o cancelamento sonoro está ligado.

Veredito: estes são excelentes fones com um preço razoável. A qualidade é comparável à do Bose Quiet Comfort 3.

Plane Quiet Platinum

Plane Quiet Platinum

Plane Quiet Platinum

Cancelamento de ruídos: 8/10
Conforto: 9/10
Qualidade do som: 7/10
Tamanho/portabilidade: 6/10
Preço (nos EUA): US$ 100

Estes fones de ouvido são perfeitos para voos longos e barulhentos, com um dos melhores preços do mercado. Seu tamanho e o couro que encobre as orelhas fazem do Plane Quiet Platinum o mais confortável dos fones testados. A qualidade do som é acima da médio, com um bom equilíbrio entre os graves e agudos. Este headset, porém, não é dos mais convenientes para se carregar em um avião, mas, como o anterior, são fáceis de manipular durante o voo. O botão de cancelamento sonoro é grande e localizado no fio, o que pode atrapalhar um pouco.

Veredito: Fones de alta qualidade, confortáveis e com um preço imbatível entre os headsets.

Shure SE420

Shure SE420

Shure SE420

Cancelamento de ruídos: 8/10
Conforto: 7/10
Qualidade do som: 9/10
Tamanho/portabilidade: 9/10
Preço (nos EUA): US$400

Como o único fone de ouvido com cancelamento sonoro passivo testado aqui, o Shure SE420 provou que pode competir com os modelos de cancelamento ativo, garantindo uma boa nota no quesito. Este modelo intra-auricular também está entre os melhores na qualidade do som. Poderia até ter se saido melhor, mas, como a maioria dos modelos in-ear, os graves deixam a desejar.

Veredito: Um dos melhores fones de ouvido que cabem no seu bolso, mas espere pagar, e muito, por essa qualidade com portabilidade.

Sennheiser PXC300

Sennheiser PXC300

Senheiser PXC 300

Cancelamento de ruídos: 7/10
Conforto: 8/10
Qualidade do som: 7/10
Tamanho/portabilidade: 7/10
Preço (nos EUA): US$200

Estes headsets médios dobram para quase metade do tamanho das outras unidades testadas. Ele também se mostrou muito confortável para se dormira, de novo por causa do seu tamanho. Mas há dois problemas: primeiro, a parte eletrônica responsável pelo cancelamento sonoro ficam em uma parte separada e ligada por um fio, que não pode ser disconectado; e segundo, a performance do cancelamento sonoro em aviões de propulsão barulhentos deixou a desejar. Os headsets usam duas baterias AAA para o cancelamento e você pode ouvir música mesmo sem as pilhas.

Veredito: Confortável, mas o equipamento de cancelamento sonoro atrapalha.

Bose Quiet Comfort 2

Quiet Comfort 2

Bose Quiet Confort 2

Cancelamento de ruídos: 8/10
Conforto: 8/10
Qualidade do som: 7/10
Tamanho/portabilidade: 6/10
Preço (nos EUA): US$200

O formato oval e que encobre toda a orelha é bem confortável, enquanto a case é um pouco maior que a dos outros. Um iPod cabe muito bem no centro da case, no meio do fone. Com o novo modelo deste headset já no mercado, pode ser uma boa ideia procurar algum Quiet Comfort 2 por um melhor preço no eBay, Mercado Livre e afins. O fone usa uma bateria AAA, mas não dá para ouvir música sem pilha.

Veredito: Mesmo sendo de um modelo anterior, estes fones de ouvido ainda são de alta qualidade.

JVC HANC250

JVC HANC250

JVC HANC250

Cancelamento de ruídos: 7/10
Conforto: 7/10
Qualidade do som: 8/10
Tamanho/portabilidade: 7/10
Preço (nos EUA): US$200

Para um modelo relativamente pequeno, estes fones de ouvido oferecem bom cancelamento e qualidade do som. Como outros que não cobrem toda a orelha, eles podem ser desconfortáveis, dada a pressão que fazem para se manter no lugar. Devido ao seu tamanho, são facéis de levar no avião. No final, ficam dentro da média.

Veredito: Na média, o cancelamento e a qualidade do som não impressionam.

Sony MDR-NC500D

Sony MDR-NC500D

Sony MDR-NC500D

Cancelamento de ruídos: 7/10
Conforto: 9/10
Qualidade do som: 7/10
Tamanho/portabilidade: 4/10
Preço (nos EUA): US$400

Apesar de confortável, este headset não é dos melhores em termos de cancelamento e qualidade do som. Com a musica em um volume relativamente alto, o cancelamento sonoro funciona melhor, mas, se você não quiser estourar os tímpanos, vai acabar ouvindo o som ambiente. Grande e difícil de manejar, o Sony MDR-NC500D vem com muitos fios, sendo que dois têm que ficar conectados todo o tempo. Isso torna difícil colocá-los e tirá-los durante o voo. O melhor deste fone é a habilidade de recarregar as baterias ligando-se diretamente a uma tomada, algo que não é feito por nenhum dos outros equipamentos testados.

Veredito: Faz o seu trabalho de barrar os ruídos, mas não é o modelo mais conveniente na hora de viajar.

ATH-ANC3

ATH-ANC3

Audio Technica ATH-ANC3

Cancelamento de ruídos: 5/10
Conforto: 7/10
Qualidade do som: 7/10
Tamanho/portabilidade: 9/10
Preço (nos EUA): US$150

Este modelo intra-auricular deixa a desejar no quesito cancelamento de ruídos. Ele até vem com cancelamento ativo, o que é raro nos modelos in-ear, mas que não dá conta do recado. A qualidade do som e o conforto são acima da média. O fone é pequeno e fácil de carregar no bolso, mas o grande botão do cancelamento de ruído é localizado no fio, deixando-o pesado.

Veredito: Fica atrás dos modelos maiores e do Shure SE420.

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Descontos para você curtir Nova York em janeiro e fevereiro

Posted on 24 December 2009 by Pedro Serra

Se você está pensando em visitar Nova York entre janeiro e fevereiro, aí vai uma dica para você economizar alguns dolares. Com 200 promoções no cardápio, o Real Deal Winter, da organização de marketing e turismo NYC & Company, incluem entradas de atrações no esquema 2-por-1, créditos de US$ 50 em hotéis e descontos de 50% em estadias nas noites de domingo. Também há promoções em entradas de tearos, circos, tours… e até consultas médicas. Para usufruir, basta entrar no site escolher o programa e imprimir um voucher. Se você for fazer a reserva por telefone, há um código da promoção na página.
Confira abaixo algumas das promoções:
Atrações -
Madame Tussauds - compra uma entrada, leva outra.
Bronx Zoo - 50% de desconto na entrada de criança com a compra de uma de adulto.
The Jewish Museum - 50% de desconto.
Empire State Observatory - 50% de desconto no mapa
City Pass - passe com entrada para seis principais atrações de NY (Empire State, Museu de História Natural, Guggenheim, Metropolitan, MoMA e Cruseiro para a Estátua da Liberdade e Ellis Island) – Compre US$ 140 em tickets por US$ 79 e fure as filas.
Restaurantes
Angus McIndoe Restaurant e B.Smith’s restaurant - segundo prato com 50% de desconto.
Russian Tea Room – Compre um buffet de caviar e ganhe 50% de desconto no segundo.
Noite –
The Bubble Louge  – Compre uma taça de champagne e gnhe 50% de desconto na outra.
Comix – 50% de deconto na entrada
Hotéis - em diversos hotéis, como o InterContinental New York Barclay e o SoHo Grand Hotel, fique um mínimo de duas noites (tendo chegado entre quinta e sábado) e ganhe um crédito de US$ 50 em comida e bebida e US$ 50 de crédito para usar em estadia em julho ou agosto de 2010.

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