Archive | Entrevistas

Tags: ,

Um nômade, de Israel para o mundo

Posted on 19 October 2010 by Pedro Serra

Há cerca de nove anos, o israelense Erick Neemann, de 64 anos, vendeu suas coisas e saiu de casa para conhecer o mundo. De lá para cá, foram 14 países visitados. “Os primeiros oito anos eu passei na Ásia: Tailândia, Vietnam, Laos, Cambodia, Índia, Nepal, Cingapura, Hong Kong, Tibet, China, Filipinas, Burma… espero não ter esquecido nenhum. Agora, na América do Sul, eu já visitei a Bolívia e o Peru”, enumera ele, que volta para casa durante um mês por ano para visitar a família e amigos.

Eric Neemann

Eric em uma das poucas fotos em que aparece

Cinco anos atrás, Eric começou a mandar suas fotos de viagem para os amigos. Aos poucos, a lista foi crescendo, se tornou famosa e já conta com mais de 250 “assinantes”, que recebem dois emails semanais com as imagens. Por ano, ele estima tirar cerca de 15 mil fotos. Viajando sempre com os guias da Lonely Planet à tira-colo, Eric coleta todos os erros, correções e novidades que encontra pelo caminho e envia para a editora. Em uma dessas, chegou a receber um convite para fotografar para a empresa, mas acabou recusando.

Eu primeiro ouvi sobre Eric e sua famosa lista Bonito, através de um casa de holandeses que haviam conhecido o israelense no Peru. Fiquei curioso e, para conhecer um pouco mais sobre a vida deste nômade, entrevistei-o por email para o Sem Destino. Quem quiser entrar na mailing list de Eric, basta enviar-lhe um email. O endereço é eneemann@gmail.com.

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Sem Destino: Por que você resolveu deixar tudo para trás e abraçar esse estilo de vida nômade?

Eric Neemann: A resposta não é simples. Foi uma combinação de eventos que acabaram por me fazer escolher esse estilo de vida. Há uns 10 anos, a companhia para qual eu trabalhava foi à falência. Eu tentei por mais de um ano encontrar um novo emprego mas, na minha idade, não consegui nenhum. Israel é um país caro para se viver e eu vi as minhas reservas irem diminuindo rapidamente. Minha filha mais velha (que tem três filhos) sugeriu que eu viajasse para a Ásia, já que é um lugar mais barato e eu gosto de viajar. Eu experimentei e acabei gostando.

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Qual o melhor lugar que você até agora?
EN: muitas pessoas me fazem essa pergunta, mas é muito difícil de responder. Eu sou o tipo de pessoa que encontra boas coisas em qualquer lugar. Um amigo meu, olhando as minhas fotos, disse: “Quando eu estive em Lima, eu achei o lugar feio. Olhando as suas fotos, eu já não tenho mais tanta certeza”. Sendo assim, para dizer que um lugar é “o melhor” depende do seu ponto de vista e mentalidade. Posso dizer que há lugares que eu gosto mais, mas não dizer que são os melhores. Se você encontrar “o melhor” lugar, esse é o lugar que você vai querer ficar para o resto da sua vida.

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Como começou a lista de email com as fotos?
EN: Eu não lembro exatamente como começou. Mas acho que alguns dos meus amigos viram as minhas fotos e me pediram para enviá-las por email e a lista foi crescendo a partir daí.

SD: Quantas pessoas estão na lista?

EN: Há cerca de 250 pessoas recebendo as fotos. Até hoje, eu enviei quase 500 emails com fotos. Como eu estou enviando dois emails por semana, isso quer dizer que eu comecei a lista há 250 semanas,  o que são aproximadamente cinco anos. Eu nunca havia feito esse cálculo antes e devo dizer que esses números são bem surpreendentes para mim.

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

Yuan-Yang, na China - Foto: Eric Neemann

SD: E como você escolhe seus destinos?

EN: É difícil responder isso. Eu geralmente decido uma área que eu quero ver, depois busco na internet e falo com vários outros viajantes. Em algum ponto, eu acabo comprando o guia da Lonely Planet e o leio para decidir aonde exatamente eu vou e o que eu quero ver. Geralmente quando eu visito uma cidade, busco conhecer todos os lugares ao redor.
SD: Como é a história de que você foi convidado para ser fotógrafo da Lonely Planet, e por que você não aceitou?

EN: Não é bem assim. A história verdadeira é a seguinte: eu geralmente viajo com os guias da Lonely Plante. Eu encontro algumas correções e novas informações e envio para eles as minhas descobertas. Uma mulher que trabalhava lá e era responsável pelos livros do Extremo Oriente recebeu os meus emails e notou que ao final das mensagens eu tenho um comentário convidando as pessoas a assinarem a minha mailing list de fotos. Ela entrou e, pouco depois, me enviou um email dizendo que minhas fotos eram ótimas e que eu deveria ver as condições para contribuir com o arquivo de fotos da Lonely Planet. Eu dei uma olhada, mas não gostei muito dos termos do acordo.

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

Arequipa, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Que equipamento você usa para as suas fotos?
EN: Como viajante, eu procurava uma câmera que fosse fácil de manusear, produzisse boas fotos, não fosse muito pesada (eu uso apenas uma mão para tirar fotos, pois não tenho parte dos movimentos na minha mão esquerda) e que tivesse um bom zoom (não queria ficar carregando lentes extras. Minha câmera atual é uma Panasonic-Lumix FZ-50. Não foi sempre essa, e eu tive algumas durante o meu tempo viajando, mas eu descobri que essa tem exatamente o que eu preciso.

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

Paucartambo festival, Peru - Foto: Eric Neemann

SD: Você sente falta de ter uma casa? Qual o lugar que você chama de casa hoje em dia?

EN: Não, eu não sinto falta. Minha casa é a minha mochila, de 20 quilos, e a minha vida é muito simples: sem pagar impostos, água, taxas, eletricidade, etc. Eu não tenho uma TV ou um carro e não acumulo coisas como a maioria das pessoas fazem. Quando eu viajo, eu não compro nada a não ser que eu jogue algo fora da minha mochila. Chamar um lugar de “casa” significa que a pessoa está se sentindo bem naquele lugar. É um lugar que, quando você chega, as pessoas estão rindo para você, te dão boas vindas, abraçam. Há alguns lugares assim para mim, e eu gosto de manter essa lista para mim mesmo, sem divulgá-la.
SD: E quando você pretende visitar o Brasil?

EN: Eu achei que fosse visitar o Brasil desta vez, mas eu gastei muito mais tempo do que o planejado no Peru por causa dos festivais. Além disso, muitos outros viajantes descreveram o Brazil como um lugar muito caro para se visitar, então eu decidi adiar a minha visita ao país até eu ter mais dinheiro.

Comments (0)

Tags: , , , , , ,

A Expedia e seus planos para o Brasil

Posted on 23 March 2010 by Pedro Serra

A Expedia chegou ao Brasil em julho do ano passado pronta para tomar o país de assalto. A primeira operação brasileira, o site hoteis.com, estreou em outubro já trazendo como garoto propaganda Riq Freire, do Viaje na Viagem, considerado o papa dos viajantes. Aproveitei que a diretora de marketing da empresa, Maira Barcellos, estava fazendo uma palestra no jornal onde eu trabalho para saber mais sobre os planos da Expedia Inc. para o Brasil. Resumindo o papo, a empresa quer se tornar mais do que um site onde se buscar tarifas baratas, trabalhando forte na área de serviços, na inclusão digital de hotéis e na aproximação com blogueiros de viagem. Se o meu resumo não foi o suficiente (como não era para ser mesmo), leiam abaixo a íntegra do bate-papo com Maira.

Maira Barcellos

Maira Barcellos

Sem Destino: Como vocês vêem o mercado brasileiro neste momento?

Maira: A gente está super feliz de ter trazido a empresa. A Expedia do Brasil abriu em julho do ano passado e a primeira operação por aqui, a hoteis.com, em outubro. Nós temos visto um crescimento enorme deste entào. O Brasil é uma super-aposta, está entre os mercados emergentes para a Expedia, junto com Índia e China, e a gente já está se comparando com grandes países da Europa em faturamento.

SD: Eu vejo que os hotéis do Brasil ainda têm uma presença um pouco acanhada na internet. Como vocês pretendem trabalhar isso?

Maira: A gente vai ter uma equipe com, em média, 10 pessoas viajando pelo país, indo de porta em porta, contratando os hotéis e mostrando o nosso diferencial. Isso é muito importante, porque a gente quer promover a inclusão digital dos hotéis, não só das pessoas. Ao estar no Expedia, o hotel não aparece apenas para o Brasil. No momento em que ele aparece no nosso site, ele está no mundo todo, se inclui globalmente na questão do turismo online. A gente não quer ter só o papel de vir e montar uma empresa, mas de mudar o conceito do viajante.

SD: Para esse objetivo, vocês escolheram a pessoa certa na hora de divulgar o produto. O Riq Freire, do Viaje na Viagem, é um dos pioneiros em blogs de viagem no Brasil e é tido pelo pessoal praticamente como um Deus… o que ele fala é lei. Como funciona esta ação com o Riq?

Maira: Você viu o Desempacotando Nova York e deve ter notado que a gente não tem aquela coisa de ficar fazendo o merchandising, vendendo o produto, a gente realmente quer prestar um serviço para o nosso usuário, além de oferecer uma super tarifa de hotel. E esse é o grande desafio que a gente tem para 2010, com o Desempacotando o Rio de Janeiro: mostrar que a gente gera prestação de serviços, que não somos apenas um site vendedor de tarifas baratas.

SD: Eu acompanhei, via twitter do Riq, toda a filmagem do Desempacotando RJ, e vi que ele esteve em diversos lugares da cidade, em uma produção talvez mais longa que a do programa de Nova York. Fale um pouco do projeto.

Maira: O Desempacotando Rio de Janeiro vai ter muito mais informações que o anterior. O programa vai falar quanto custa ir ao MAC (Museu de Arte Contemporânea, em Niterói), quanto custa pegar a barca, se vale a pena ir para Niterói, coisas mais voltadas para serviço mesmo.

SD: E quando vai ao ar?

Maira: Nós vamos fazer o lançamento do desempacotando Rio de Janeiro em 26 de abril com um grande boom, com mídias sociais, oferecendo desconto para pessoas irem à cidade.

Hoteis.com

Página do hoteis.com

SD: Falando em mídias sociais, como é a presença do hoteis.com na rede?

Maira: Nós investimos muito no Twitter. A gente vai lançar agora uma promoção de descontos em hotéis para nossos seguidores. Tivemos ontem a promoção ‘Se você fosse tirar férias, para onde iria?’, e o legal é que a gente tem um mundo de informações que a gente quer prestar serviços também. Vamos começar campanhas de email marketing também, a primeira oferecendo 15% de desconto para toda a nossa base de hotéis. A gente quer que a pessoa realmente use e conheça a ferramenta, porque sabemos que a viagem é uma construção, não é uma compra imediata.

SD: Eu vejo que uma parte do público brasileiro ainda é meio desconfiado de fechar um pacote inteiro pela internet, sem ter contato com um vendedor. Como vocês se adaptaram a essa realidade?

Maira: Eu acho que essa mudança de comportamento começa a vir através do colaborativo. Se você entra no site e vê que 50 pessoas já ficaram naquele hotel, você começa a perder a desconfiança. A gente tem 50 agentes no nosso call center no Brasil, em português, e temos um número 0800, que a pessoa não paga nada para ligar. Entendemos que o Brasil tem uma outra cultura, mas a gente quer mostrar que pessoas independentes conseguem vantagens diferenciadas. Por isso a gente escolheu o Riq, que é a tradução disso, um desbravador.

SD: E qual o relacionamento de vocês com os blogueiros? Existe alguma ação específica voltada para essas mídias sociais?

Maira: A gente contratou uma assessoria de imprensa especializada em mídias sociais, a mesma do google. Em primeira mão, a gente quer fazer um encontro dos blogueiros de viagem com o Riq, fazer um fórum de tendências e ferramentas, discutir o que se fala no mundo de viagens. A ideia é promover esse encontro com o Ricardo e até comigo, como empresa, para discutir e, principalmente, ouvir os blogueiros. O que vocês sentem que está faltando, como é a nossa ferramenta…

SD: Acho que é legal porque é uma troca boa, a gente passando nosso ponto de vista para vocês e vocês mostrando a visão da empresa…

Maira: É até interessante você falar isso, porque ontem a gente lançou no Twitter uma ação onde, a cada semana, a gente vai dar a dica de um blog de viagem diferente. Essa semana foi o Vambora e semana que vem a gente quer selecionar outro. Queremos criar um engajamento, porque não é só a gente que fala. Tem gente que fala tanta coisa legal…

SD: Existe algum projeto de criação de um programa de afiliados, que possa gerar receita através de pesquisas ou anúncios nos blogs?

Maira: Sim, estamos desenvolvendo o programa e devemos lançar ainda em 2010, com funcionalidades mais interessantes do que a gente vê no mercado. É a nossa filosofia, a empresa gosta muito de se planejar e talvez até esperar um pouco mais do que lançar qualquer coisa e não ter uma imagem. A gente preza muito pela imagem da companhia e pelo serviço. Então com certeza teremos um programa assim, temos total interesse nisso.

SD: Mas já existe algum esboço de como seria o programa do hoteis.com?

Maira: A ideia é que o próprio blogueiro tenha liberdade para oferecer coupons de desconto no seu blog, não só as tarifas, isso em uma ferramenta que o próprio editor do site gera, customizada para o tamanho que ele quiser, e com o tipo de coupon desconto que ele está oferecendo.

Assista ao primeiro episódio do Desempacotando Nova York

YouTube Preview Image

Leia mais sobre o Desempacotando RJ no site do Riq Freire.

Comments (4)

Tags: , , , , ,

The guide 'Rio for Partiers' is back after one year of censorship" href="http://blogsemdestino.com/2010/01/16/entrevista-cristiano-nogueira-autor-do-guia-de-turismo-rio-for-partiers/" rel="bookmark">The guide 'Rio for Partiers' is back after one year of censorship

Posted on 16 January 2010 by Pedro Serra

"Rio for partiers"Leaving behind all of last year’s controversy, when the Brazilian Tourism Office required that the book was taken out of the country’s market for, as they argued, estimulating sexual tourism and exposing the Brazilian public to a “vexatious situation”, the guide “Rio for Partiers” is back on the shelfs this month. However, the reader won’t find on the book the three pages that caused the governmental rage, where the author Cristiano Nogueira classified the girls from Rio de Janeiro in categories and described them – according to the translator in the Tourism Office, who probably doesn’t know a word of English, as I would find out latter – as Sex Machines. You can check out here that the description in the book is humorous, not offensive.

(para português, clique na bandeira de Portugal abaixo do título)

Cristiano explained me that, even though the Justice had given him the green light, canceling the injunction that got the book out of the shelfs, he thought it was better to just get rid of the controversial pages.

– I thought it was best just to take out the chapter about dating in Rio, since I was so misunderstood before. My primary intention was to show, using a humurous language, that foreigners could have a serious relationship with the Brazilian girls. But we realized that, after this parcial victory against censorship, there is a better understanding of the guide’s goal, wich is to publicize, in an irreverent way, the good things of Rio to other countries tourists. Just keep in mind that the book is still partially censored because of two female judges who, seems to me, have not even read the guide, and are willing to fight against the antifeminist cause, for wich the book was erroneously accused by the Brazilian Tourism Office.

rio for partiers

When I think of my post ‘Rio de Janeiro – o guia completo‘ (The complete guide of Rio de Janeiro – wich probably, by the time you read this will already be translated to English), I can really put my self in Cristiano’s shoes. After I wrote the guide, I saw that I could easily be misunderstood in some of my politically incorrect descriptions of the different types of ‘tribes’ in Rio and ended up deleting some paragraphs. I still have them on my computer and really think they were the best part of the whole text, but I decided to leave them out. The world is so boring nowadays, with everybody lacking sense of humor, feeling so offended by anything and ready to blow the wistle for little things that I decided to spare myself of the headache.

Cristiano Nogueira

Cristiano Nogueira

Cristiano is a desinger – therefore a book that excels in the graphics – worked with digital marketing and, one day, dropped everything to dedicate his life to the guide. The ideia came in 2001 when, after having lived for 10 years in Austria and seven in Chicago, came back to Rio de Janeiro with a different view of the city.

– I started to understand what the ‘gringos’ saw, a different perspective. I am not an anthropologist or sociologist, I just wanted to show the best rio has to offer to the tourists. I gathered a team and, after seven months of work, we had organized all the informations on the guide.

With around 200 pages e available in English and Spanish (with the name ‘Rio sin parar‘), the guide costs US$30 and has 1/3 of its sales made in the United States. The rest is bought by tourists in Brazil. There’s also a PDF version that can be downloaded for US$20 on rioforpartiers.com, where you can also find a version about Salvador, the capital of Bahia. ‘Rio for partiers has already received two international awards: ‘Best new travel guide’ and ‘Grand prize best travel publication’.

For those who think that Cristiano is rich and living out of the book’s earnings, the author explains that people who writes books are usually not thinking about the money (unless you are J.K. Rowling or Dan Brown, of course).

If someone says that they are going to write a book, is doing that because of ego, because you can’t get rich out of it. If I have profit, is because the company evolved and started making partnerships with advertisers, marketing. Just a small amount of the money comes from the selling of the guides. (Maybe that’s why he promptly sent me a book when I asked).

In the 20 minute chat I had with Cristiano over the phone, I identified myself a lot with him when he talked about the changes in his life after he started editing ‘Rio for Partiers’. After I the creation of Sem Destino, everytime I go out, I keep looking at things and thinking of what can become my next post on the blog. With him, it is no different.

– After I started working with this, I can’t go to a club and have fun. I am always paying attention to the clothes people are wearing, the drinks they are ordering, what time they arrive. I analyze the prices, wich credit cards are accepted. Those who work with tourism, never have a vacation. But I can assure you that it is not the worst life you can have.

Comments (3)

Tags: , , , , , ,

Aprenda a amarrar o seu jegue com estilo

Posted on 03 November 2009 by Pedro Serra

Uma das coisas que eu mais gosto de fazer ao viajar é conhecer gente. Troco qualquer museu, passeio de barco ou mergulho por uma boa roda de conversa. Uma de minhas maiores diversões quando estou em um país diferente é sentar em algum lugar movimentado e observar o vem e vai apressado, pensando em quem são, como vivem, do que gostam essas pessoas. Na minha viagem a Cancun a convite da Royal Holiday, tive a oportunidade de trocar experiências com alguns dos blogueiros de viagem mais interessantes do Brasil. Lúcia Malla, Sheila, Riq Freire e, em especial, o casal Janaína Calaça e Fábio Brito, do Jeguiando… sem contar o papo animado com as meninas da Royal Holiday. Só por isso eu já diria que a viagem valeu a pena. Como eu ainda mergulhei, visitei praias lindíssimas e conheci um pouco da cultura mexicana, posso dizer que a viagem foi um sucesso.

Please enable Javascript and Flash to view this VideoPress video.

Um dos meus papos com a Jana e o Fábio, nordestinos radicados em São Paulo, de riso frouxo e com muitas histórias para contar, acabou rendendo um vídeo, onde eles contam um pouco da história do Jeguiando.com – do nascimento do Jegueton, o simpático mascote do site, ao prêmio de melhor blog no Best Blogs Brazil. A entrevista aconteceu no hotel Cancun Caribe Park Royal Grand, minutos antes de eu me despedir da dupla, aliás, do trio, pois o Jegueton também estava lá.

Eu e Fábio, cheios de ritmo

Eu e Fábio, cheios de ritmo

Jegueton e eu

———————————————————————————

Assista a outros vídeos da TV Sem Destino

Veja todas as fotos da viagem no Flickr do Sem Destino

Se você veio parar nesse post direto de algum mecanismo de busca, clique aqui para ler as outras matérias na página incial do Sem Destino.

Para ler as notícias fresquinhas do Sem Destino, assine o RRS Feed do blog

Siga o Sem Destino no Twitter – clique aqui

Related Posts with Thumbnails

Comments (2)

Advertise Here

Flickr do Sem Destino

Veja mais fotos

Advertise Here
Get Adobe Flash playerPlugin by wpburn.com wordpress themes