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Eu recomendo: Ô de Casa Hostel – São Paulo

Posted on 12 September 2011 by Pedro Serra

Velho parceiro aqui do Sem Destino, o Ô de Casa Hostel, em São Paulo, está de casa nova. Agora instalado na Vila Madalena, o albergue foi pensado para proporcionar o máximo de conforto aos hóspedes: os quartos são claros e espaçosos, há uma grande opção de áreas comuns, um bar convidativo – e que vai receber projetos como movie nights e happy hours – uma cozinha comum, wi-fi, jogos de tabuleiro, violões e uma gama de outras facilidades para fazer o pessoal se sentir em casa. Além de tudo isso, um café-da-manhã considerado por muito como o melhor de São Paulo. Albergue O de Casa Hostel - Sao Pauloalbergue o de casa hostel - sao paulo

E a mudança não é só no endereço, na internet o albergue também promoveu uma renovação no site, tornando-o mais clean e amigável. Entre as novidades, está a criação de um blog, com o intuito de estreitar os laços com os hóspedes. O Ô de Casa Hostel fica na Rua Inácio Pereira da Rocha, 385 – Vila Madalena. A diária sai a R$35 em quarto com oito pessoas, R$ 39 em quarto com seis e R$ 43 em quarto para quatro pessoas. O quarto duplo sai a R$ 100 e o quarto com banheiro, a R$ 120.

albergue o de casa hostel - sao pauloalbergue o de casa hostel - sao paulo

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Eu indico: Pousada e Hostel São Paulo

Posted on 28 June 2011 by Pedro Serra

Após quase três anos indicando albergues e hotéis baratos na minha lista sobre hospedagem em São Paulo, finalmente usei eu mesmo o serviço nas minhas últimas duas viagens à Terra da Garoa. Confesso que me senti exatamente como meus leitores que me mandam centenas de comentários na hora de escolher onde ficar em São Paulo, ou seja, perdido. A cidade é gigante e são muitas opções. E aí vai a primeira dica, se você ficar perto de uma estação do metrô, não tem como errar.

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Escolhi ficar na Pousada e Hostel São Paulo, na Avenida Rebouças. A localização não poderia ser melhor. Além de estar pertinho do metrô, o albergue fica quase na esquina com a Oscar Freire, a rua das lojas chiques.

O albergue fica em uma casa antiga, com quartos grandes e bem arrumados. Diferentemente de outros estabelecimentos do tipo, o hostel/pousada trabalha com quartos privativos, que podem ser individuais ou com até seis camas. Ideal para viagens “com a galera”. Além de uma ótima área externa, o albergue oferece uma boa cozinha (o que é ótimo, pois não há café-da-manhã). Os banheiros são compartilhados, mas estavam sempre limpos quando eu estive lá.

Central de reservas: (55 11 ) 5797-7368 – TIM
Site:  www.pousadaehostelsaopaulo.com.br

albergue pousada sao paulo

O lobby

albergue pousada sao paulo

Um dos banheiros do segundo andar

O que eu mais gostei no albergue foi o clima familiar. Senti a minha estada ali mais como uma visita à casa de amigos do que uma hospedagem em um estabelecimento comercial. O relacionamento deu tão certo, que hoje em dia a Pousada e Hostel São Paulo é um parceiro do Sem Destino.

albergue pousada sao paulo

Os quartos...

albergue pousada sao pauloalbergue pousada sao paulo

Além da unidade onde eu me hospedei, há uma outra filial no Jardim América, na Rua Cristiano Viana. Seguindo o mesmo estilo de hospedagem em quartos individuais, a unidade II possui suites para casais, duplas, triplas e até sextuplas. Estou esperando minha próxima viagem a São Paulo para conhecer o local, e pode deixar que conto tudo aqui quando isso acontecer.

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Duas inaugurações movimentam o mercado de albergues no Rio

Posted on 28 December 2010 by Pedro Serra

Depois do post de ontem, sobre uma leitora aqui do blog que foi enganada por um albergue e agora está sem lugar para passar o réveillon, é bom ver que tem gente séria investindo na área, com estabelecimentos dignos de uma cidade que vai sediar os Jogos Olímpicos. Só neste mês de dezembro tivemos dois novos albergues chegando ao mercado com ideias inovadoras. Estou falando do Z.bra, o primeiro albergue boutique do Rio de Janeiro, no Leblon, e do Vidigalbergue, na subida para a favela do Vidigal, com uma das vistas mais incriveis do Rio.

albergue zbra hostel - rio de janeiro

Fachada do Z.bra Hostel

O Z.bra inaugurou no começo do mês e vem atraindo gente não só para os seus quartos modernos e de cores fortes como para o seu bar/lounge, sempre animado. Se você quiser ficar por dentro dos eventos no hostel, entre na página do Z.bra no Facebook. Eu visitei o albergue durante a obra e fiquei impressionado com as soluções criativas e simples que os donos tiveram para alguns dos problemas enfrentados por nós mochileiros. Aguardem um post mais elaborado, com fotos e vídeos, só sobre este albergue para os próximos dias.
Serviço:
Z.bra Hostel (a partir de R$ 50)
Av.General San Martin – 1212 – Leblon
(21)3596-2386 – www.zbrahostel.com

Vidigalbergue - Rio de Janeiro

Quarto com vista para o mar do Vidigalbergue

Já o Vidigalbergue segue uma outra linha, mais despojado (nem por isso menos confortável) e tendo como carro chefe a localização, debruçado sobre o mar. A festa de inauguração será neste dia 30/12, quarta-feira, e estão todos convidados para a festa, que começa às 22h e custa apenas R$ 15. Ótima chance para conhecer o lugar e fazer amigos. Aguardem também um post mais completo sobre esse albergue em breve.
Serviço:
Vidigalbergue (a partir de R$ 40)
Av.Niemeyer, 314 – Leblon
(21)7838-5053 – www.vidigalbergue.com.br

Vejam mais fotos dos dois albergues:

Bar / Louge do Z.bra Hostel

Bar / Louge do Z.bra Hostel

Terraço do Vidigalbergue

Terraço do Vidigalbergue

Quarto coletivo do Z.bra Hostel

Quarto coletivo do Z.bra Hostel

Área comum do Vidigalbergue

Área comum do Vidigalbergue

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Albergue deixa turistas na mão no Réveillon do Rio de Janeiro

Posted on 27 December 2010 by Pedro Serra

Infelizmente, para uma cidade que será palco da final da Copa do Mundo e sediará os Jogos Olímpicos, o Rio de Janeiro ainda tem muito o que fazer. O trânsito é uma bagunça, as pessoas são mal educadas, os serviços são péssimos e quem deveria fiscalizar tudo isso, simplesmente não o faz. Neste domingo, em pleno Natal com show de Roberto Carlos na praia de Copacabana, eis que o amigo @jhcordeiro, do blog O Escriba, chega no aeroporto Santos Dumont e, pasmem, não há um taxi no ponto do desembarque (se bem que, para mim, é melhor não pegar taxi naquele pondo mesmo… eles não são muito confiáveis. E isso é outro dos muitos problemas).

Castelo Bed and Breakfast

Entrada do Castelo Bed & Breakfast

Marília, leitora aqui do Sem Destino, tem uma história muito pior para contar. Eis que ela e duas amigas reservaram cinco noites no Castelo Bed and Breakfast, em Copacabana, e fizeram o depósito de praxe, no valor de R$ 1.250. Nesta semana, Marília tentou entrar em contato com eles para alterar a data da chegada… mas o telefone não atendia, ninguém respondia aos emails e o site estava fora do ar.  Após receber um email desesperado da leitora, resolvi dar uma passada no lugar para ver o que estava acontecendo. Pois bem, a casa foi a leilão há cerca de uns 20 dias. Quem está lá são os novos compradores, que, por enquanto, não tem planos de trabalhar com hospedagem e estão se concentrando em fazer festas (já fizeram uma no natal e tem outra programada para o ano novo). Ou seja, a Marília levou um belo de um calote…

Há uns três anos, quando o Sem Destino ainda era um hobby e não tinha nem domínio próprio, escrevi um post sobre o assunto. É impressionante como as coisas não mudaram nem um pouco. Como o post não está mais disponível online, fui buscá-lo no fundo do baú e reproduzo aqui, colocando alguns comentários mais atuais, para vocês terem uma noção da dimensão do problema.

Em 1999, eram apenas uns quatro albergues em toda a cidade. Em 2003, o número subiu para vinte. Hoje, já são mais de quarenta (isso há três anos… agora, na verdade, já são mais de cem). Difícil é saber a quantidade exata, já que muitos não são cadastrados na EMBRATUR, na RioTur nem possuem alvará de funcionamento junto à Prefeitura. Fiquei curioso para saber a dimensão disso e fui conversar com a assessoria de imprensa da EMBRATUR, que me disse que tem apenas 25 albergues cadastrados com eles. Minha curiosidade me levou então a buscar na internet o maior número de albergues que eu conseguisse. Preparei uma lista, que divulgo aqui no blog, com 52 albergues, fora os que eu sei que existem e não tem página na Web. Só de cabeça lembrei de uns 10. (hoje, minha lista tem mais de cem albergues cadastrados… a lista da RioTur, no site Rio Guia Oficial, tem apenas 20)

beliche.jpgNa Rua Barão da Torre, número 175, em Ipanema, existe uma vila com dez albergues e, segundo informações que eu recebi de um dos proprietários, a maioria não tem a documentação necessária.

Mas, e aí? O que acontece com esses albergues. O Ministério do Turismo afirma que está estudando um projeto de fiscalização, em parceria com os órgãos oficiais de turismo, governos estaduais e prefeituras. A idéia é, ao invés de punir, dar orientação e supervisão, com o objetivo de melhorar a qualidade dos serviços. Mais sábio, mas precisa tirar o projeto da gaveta. (até hoje, acho que essa ideia continua como um projeto…)

lighthouse-room.jpgRodrigo Leporage, 24 anos, proprietário do Rio Rockers, inaugurado em janeiro de 2007, acredita que o problema destes albergues “piratas” é que o turista não tem a quem recorrer em caso de problemas (até sublinhei isso). Além disso, estes albergues “queimam o filme” de quem está tentando fazer tudo certinho, dentro da lei. Rodrigo tem todas as licenças necessárias e é também um dos poucos cadastrados da Hosteling International no Rio. A HI é a antiga Albergues da Juventude, que hoje usa o nome internacional e mantém regras rigorosas de conduta para os estabelecimentos cadastrados. Uma delas é a proibição a quartos mistos, coisa que muitos albergues têm e que eu não vejo muito problema. A maioria dos albergues que eu fiquei na Europa tinha quartos mistos.

Mas estes albergues sem cadastro não necessariamente são piores que os outros. Acredito que caberia aos órgãos responsáveis simplificar um pouco da burocracia e melhorar a fiscalização, para que esse problema fosse resolvido.

Bom, o fato é que, como bem disse o Rodrigo, do Rio Rockers, a Marília não tem a quem recorrer. Ela até fez um boletim de ocorrência em Brasília, mas acho difícil o pessoal de lá poder fazer alguma coisa.  Eu vou tentar ajudá-la com o que puder por aqui, mas o Réveillon “subiu no telhado”… vamos tentar conseguir um lugar para ela e as amigas ficarem, mas isso com certeza não sairá barato, ainda mais pensando nos R$ 1.250 que ela já perdeu.  Bom, a minha dica em tudo isso é uma só: perguntem bem antes de fechar um albergue. É bom procurar referências na internet (tipo trip advisor). Peço também para os leitores do Sem Destino deixarem mensagens aqui falando o que acharam dos albergues, mas o pessoal é muito legal na hora de pedir ajuda, mas na hora de deixar um relato para ajudar os outros, a preguiça bate. E, mesmo assim, infelizmente casos como esse podem acontecer. Conheço pessoas que já ficaram no Castelo B&B e gostaram. Realmente nunca foi um albergue que eu recomendei, até porque fica no pé de uma favela, mas também nunca tive relatos contra ele.

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Lisboa tem os melhores albergues do mundo

Posted on 28 January 2010 by Pedro Serra

Travelllers House

Travelllers House, em Lisboa: bicampeão mundial

Se você quer ficar nos melhores albergues do mundo, então o seu destino é Lisboa. A capital portuguesa é a casa de cinco dos “top ten worldwide hostels” condecorados este ano com o “HOScar”, premiação internacional promovida pelo site Hostelworld.com, incluindo o grande campeão Travellers House Hostel, além dos segundo e terceiro colocados. É o segundo ano consecutivo que o Travellers House fica com o título de “melhor albergue do mundo”. Para isso, teve que vencer cerca de 23 mil concorrentes em todo o mundo, que competiam pelos votos de mais de um milhão de visitantes do site.

– Nós trabalhamos com paixão, aqui. Estamos muito orgulhosos de ganhar o ‘top hostel’ pelo segundo ano seguido. As pessoas que trabalham se divertem com os hóspedes e fazem o máximo para mostrar-lhes o melhor que a nossa cidade tem para oferecer – disse João Pires, gerente do albergue.
(Assista a um vídeo sobre o albergue)

Com o Rossio Hostel e o Living Lounge Hostel fechando o pódio, e com o Lisbon Lounge e o Lisboa Central Hostel aparecendo em sétimo e décimo, respectivamente, a capital portuguesa merece o título de melhor lugar para os mochileiros se hospedarem no mundo.

Aqui na América Latina, quem ficou com todos os prêmios foram nossos hermanos argentinos. O campeão foi o Hostel Lao, em Mendoza, seguido pelos albergues da capital Buenos Aires American del Sur e Hotel Estoril.

Confira o ranking dos albergues
Top 10 albergues no mundo

1. Travellers House, Lisbon, Portugal
2. Rossio Hostel, Lisbon, Portugal
3. Living Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
4. Academy Hostel, Florence, Italy
5. Carpe Noctem, Budapest, Hungary
6. The Riverhouse Backpackers, Cardiff, Wales
7. Lisbon Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
8. Greg & Tom Hostel, Krakow, Poland
9. The Naughty Squirrel Backpackers Hostel, Riga, Latvia
10. Lisboa Central Hostel, Lisbon, Portugal

Melhores albergues por continente:

North America:
1. ACBB Hostel Niagara, Niagara Falls, Canada
2. USA Hostels San Diego, San Diego, USA
3. Clarence Castle, Toronto, Canada

Latin America:
1. Hostel Lao, Mendoza, Argentina
2. American del Sur Hostel Buenos Aires, Buenos Aires, Argentina
3. Hostel Estoril, Buenos Aires, Argentina

Asia:
1. Sitting on the City Walls Courtyard Hostel, Beijing, China
2. Chinese Box Courtyard Hostel, Beijing, China
3. Nagasaki International Youth Hostel AKARI, Nagasaki, Japan

Oceania:
1. Jailhouse Accommodation, Christchurch, New Zealand
2. Sydney Central YHA, Sydney, Australia
3. Backpack Oz, Adelaide, Australia

Africa:
1. Dahab Dorms, Dahab, Egypt
2. Riad Massine II, Marrakech, Morocco
3. The Backpack & Africa Travel Centre, Cape Town, South Africa

Eastern Europe:
1. Carpe Noctem, Budapest, Hungary
2. Greg & Tom Hostel, Krakow, Poland
3. The Naughty Squirrel Backpackers Hostel, Riga, Latvia

Categorias especiais:
• Cleanest Hostel: Academy Hostel, Florence, Italy
• Best Staff: Riverhouse Backpackers, Cardiff, Wales
• Most Secure: Travellers House, Lisbon, Portugal
• Best Location: Academy Hostel, Florence, Italy
• Best Character: Living Lounge Hostel, Lisbon, Portugal
• Most Fun: Carpe Noctem, Budapest, Hungary
• Most Improved: The South Beach Hostel, Miami, USA

Best Large Hostel (min 500 camas):
1. HI Chicago, Chicago, USA
2. Wake Up! Sydney Central, Australia
3. SmartCityHostels Edinburgh, Edinburgh, Scotland

Best Small Hostel (min 50 camas):
1. Hostel Majdas, Mostar, Bosnia & Herzegovina
2. Rossio Hostel, Lisbon, Portugal
3. Giovanni’s Home, Naples, Italy

Melhor cadeia de albergues:
1. Wombats
2. HI USA
3. Astor Hostels

Top Tour Company:
Allens Tours, Belfast, Northern Ireland

Best Tour:
Wild Wicklow Tour, Wicklow Ireland

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Lista de albergues do estado do Rio de Janeiro: interior e litoral

Posted on 30 March 2009 by Pedro Serra

Após o sucesso da lista dos albergues da cidade do Rio de Janeiro, resolvi expandir um pouco. Separei aqui todos os albergues que consegui encontrar na serra e nos litorais norte e sul. Não coloquei as pousadas, senão esta lista teria uns 100 quilômetros, apenas hospedagens que tivessem quarto coletivo, configurando um albergue. Evitei também aquelas que eu não consegui confirmar o funcionamento, seja através do site, email ou mesmo telefone. Então vamos lá. Para visitar o site dos albergues, basta clicar no nome.

Arraial do Cabo

Marina dos Anjos Hostel (HI) – Rua Bernardo Lens, 145 – Praia dos Anjos – (22)2622-4060 begin_of_the_skype_highlighting              (22)2622-4060      end_of_the_skype_highlighting begin_of_the_skype_highlighting              (22)2622-4060      end_of_the_skype_highlighting – A partir de R$ 50,00

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Hostel Villas Boas – Rua Villas Boas, 440 – Canaã – (22)2622-2436 – A partir de R$ 35,00 -

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Búzios

Búzios

Búzios

Búzios Central Hostel (HI)– Av.José Bento Ribeiro Dantas, 1.475 – Centro – (22)2623-2329

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Búzios Hostel (HI)– Rua Marissol, 35 – Geribá – (22)2623-6024

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Búzios Adventure Hostel – Av. José Bento Ribeiro Dantas, 1200 (fundos) – Centro - A partir de R$ 30,00

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Hostel Geribá – Rua Rio de Janeiro, 227 – (22)2623-9815 – A partir de R$ 35,00 -

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Mega Búzios VIP Hostel – Rua Aroeiras, 180, Manguinhos – (22) 8133-0770

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Yellow Stripe Hostel – Rua da Mandrágora, 13 – Portal da Ferradura – (22)2623-3174 – A partir de R$ 30

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cabo Frio

cabo Frio

Cabo Frio

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Peró Hostel (HI) – Rua Coutrim, 13 – Peró – (22)2644-3123 – A partir de R$ 30,00

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Casimiro de Abreu

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Jungle Beach Hostel – Estrada Serra Mar, km 21, Cascata – (22)2793-5261 – A partir de R$ 35

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Rio das Ostras

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Hostel Entrada dos Coqueiros (HI) – Av. Roberto Silveira, 1.088 – Costa Azul – 2760-0165 -

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Saquarema

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Saqua Hostel & Surf Camp – Rua dos Robalos, 95 – Itaúna – (22) 8825-4373 – A partir de R$ 35 -

Serra

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Barra do Piraí

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Na Toca Hostel - Estrada Ruy Pio David Gomes, 1876 – Dorândia – (24)2433-1234 -  A partir de R$ 30

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Lumiar

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Ale Friburgo Hostel (HI) – Rua Pedro Bruste, 200 – (22) 2522-0540  – A partir de R$ 25

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Nova Friburgo

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Ale Friburgo Hostel (HI) – Rua Ernesto Bizzoto Filho, 02 – (22) 2522-0540 – A partir de R$ 30

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Paty do Alferes

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Mirandela – Rua Sidney Mello de Freitas, 50 – (24)2485-0237 – A partir de R$ 35

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Petrópolis

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Albergue Quitandinha (HI) – Rua Uruguai, 570 – Quitandinha – (24)2247-9165 – A partir de R$40

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Teresópolis

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Teresópolis Hostel (HI) – Rua Luiz Pereira Soares, 109 – Artistas – (21)2742-5586 – A partir de R$15

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Litoral Sul (Costa Verde)

Ilha Grande

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Holandês Hostel – Rua da Assembléia, S/N – Vila do Abraão – (24)3361-5034

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Paraty

Paraty

Paraty

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Paraty Hostel Casa do Rio (HI) – Rua Antônio Vidal, 120, Chácara – (24)3371-2223 – A partir de R$ 25

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Lugares diferentes: para quem acha que o frio é psicológico

Posted on 18 March 2009 by Pedro Serra

Que tal passar a noite deitado sobre uma cama de gelo instalada em um quarto onde as temperaturas podem chegar a –5 graus? Se interessou? Pois é, tem maluco para tudo…

Ice Hotel

Ice Hotel

Separei aqui alguns dos mais famosos hotéis de gelo e neve. Nos primeiros, fiz questão de falar mais sobre a infra-estrutura e os serviços oferecidos para vocês terem uma ideia melhor do que é se hospedar em um hotel de gelo. Mais para o final, coloquei apenas uma pequena descrição, pois todos oferecem mais ou menos a mesma coisa: hospedagem, bar, restaurante, sauna, capela, galeria de arte e instalações aquecidas. Para visitar as páginas dos hotéis, basta clicar no nome deles.

Ante de vermos os hotéis, um quadrinho com dicas de como se vestir para aguentar temperaturas de até -6 graus:

Como se vestir em um hotel de gelo

Como se vestir em um hotel de gelo

Ice Hotel – Jukkasjärvi, Suécia

Começamos com o pioneiro Icehotel, que inspirou todos os outros. Localizado no Rio Torne, em Jukkasjärvi, Suécia, o hotel teve o seu começo em 1990 como um grande salão de exposição de arte em forma de iglu. Os visitantes, porém, começaram a passar a noite dentro do salão protegidos por casacos de pele e sacos-de-dormir. A moda pegou e, para a temporada seguinte, os organizadores resolveram criar um lodge para hospedar os visitantes. A cada ano, 5 mil toneladas de gelo são retiradas do rio Torne para dar vida a este monumento à água em estado sólido, que mereceu o título de uma das sete maravilhas da Suécia.

Ice Hotel

Ice Hotel

Com quase 20 anos de existência, o Icehotel cresceu e apresenta quartos luxuosos, um bar onde até os copos são de gelo e até uma igreja, onde são celebrados casamentos e missas. O hotel fica aberto à visitação do público durante o dia e fecha às 18h para a entrada dos hóspedes que vão passar a noite. As malas são deixadas na portaria e guardadas em uma área aquecida. Banheiros e quartos para trocar de roupa também são aquecidos. Os hóspedes dormem em sacos de dormir cobertos com um colchão e pele de rena.

Para os que não conseguem agüentar o frio da noite, o Icehostel oferece chalés e lodges aquecidos. Eles inclusive recomendam que você intercale acomodações frias e quentes, ficando o primeiro dia no hotel de gelo e desfrutando o resto da estadia relaxando em um quarto mais quentinho.

Ice Sculpture

Ice Sculpture

Um pacote de três dias saindo de Londres sai por 970 Libras, ou uns R$ 3 mil, incluindo parte aérea, traslados, uma noite no hotel de gelo e duas em quarto aquecido. Clique aqui para conferir os preços.

Lapônia, na Finlândia, além de ser a casa de Papai Noel, parece ser também a terra das construções de neve. Nada menos do que três complexos turísticos feitos de nada mais do que água congelada povoam a paisagem desta fria região do norte.

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

Lumi Linna - SnowCastle of Kemi

LummiLinna – Lapônia, Finlândia

LummiLinna, o castelo de gelo da cidade de Kemi, localizado no Golfo de Bothnia, é um complexo turístico com um hotel de 18 quartos, lounge aquecido, capela, restaurante e galeria de arte com esculturas de gelo. Contruido pela primeira vez em 1996, a área coberta pelo castelo tem variado de 13 mil a 20 mil metros quadrados, com uma construção de três andares. A torre mais alta construída tinha 20 metros de altura e a muralha mais longa, 1.000 metros.

Kemi restarant

Kemi restarant

A entrada para conhecer as instalações fica em 7 Euros. Para se hospedar no hotel, um quarto doublé sai por 130 Euros por pessoa. No restaurante, um ‘banquete real’, com uma sopa de entrada, um rosbife com batatas de prato principal e um chocolate quente de sobremesa, sai por 43 Euros. O hotel fecha em 12 de abril.

Clique aqui para fazer um tour virtual

Lainio SnowVillage – Lapônia, Finlândia

Todo ano, cerca de mil caminhões cheios de neve são usados para criar esse complexo de 7.500 metros quadrados. No hotel da SnowVillage, as temperaturas ficam entre 0 e –5 graus, mas os hóspedes podem desfrutar de um porão aquecido, com sauna , banheiros, lareira e alguns quartos. Enquanto no IceBar você desfruta de um drink quente em copo de gelo, no restaurante Lainio Krouvi você conhece a culinária local em um ambiente aquecido.

Os preços ficam em 180 Euros por pessoa em quarto single.

Igloo Village Kakslautanen – Lapônia, Finlândia

O hotel Kakslautanen é um pouco diferente dos outros, além de funcionar durante todo o ano, com chalés e restaurantes em estruturas fixas, a estrutura montadas para o inverno são individuais… pequenos iglus feitos de gelo ou vidro.

Igloo village

Igloo village

Enquanto do lado de fora as temperaturas podem chegar a –32 graus, dentro do iglu o hóspede fica ‘quentinho’ a, no máximo, -6 graus. As pequenas construções podem abrigar de 1 a 5 pessoas (quanto mais gente, mais quente). Para começar a manhã, há uma sauna dentro da vila, de onde, por um buraco no chão, pode-se mergulhar no rio gelado.

Igloos de vidro

Igloos de vidro

Quem preferir se hospedar no iglu de vidro, poderá desfrutar da vista para as luzes do norte e uma noite estrelada. Aqui, a temperatura fica acima de zero, graças aos vidros térmicos que protegem o hóspede.  Quem está hospedado no gelo e quiser apreciar a vista sem sentir frio, há ainda uma pirâmide de vidro de oito metros de altura bem no meio da.

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Hôtel de Glace – Quebec, Canadá

Há uns 10 quilômetros da cidade de Quebec fica o primeiro e único hotel de gelo das américas. Em sua primeira versão, em 2000, eram apenas 22 camas. Agora, já são 85, todas cobertas com pele de veado. Apenas os banheiros são aquecidos.

Hotel de glace

Hotel de glace

Para construir a estrutura, são usadas 5 mil toneladas de gelo e 15 mil de neve, formando arcos de até 6 metros sobre os quartos.

O hotel fica dentro do Duchesnay Winter Resort e, além da hospedagem, tem uma boate (N´Ice Club), um café, um escorrega de 15 metros e uma capela.

Faça um tour virtual pelo hotel

Bâlea Lake Ice Hotel – Transilvânia, Romênia

Em 2006 foi construído o primeiro hotel de gelo do leste europeu. Incrustado nas montanhas Făgăraş, na Transilvânia, terra do famoso conde Drácula, a uma altitude de 2.034 metros, o Bâlea Lake Ice Hotel só é acessível através de teleféricos. A construção não é tão vultosa quanto as anteriores, apenas 10 quartos e uma pequena capela.

Ice hotel balea

Ice hotel balea

Noruega

Bjorli Ice Lodge – Bjorli, Noruega

Localizado em uma reserva natural no norte da Noruega, uma das principais atrações deste hotel de gelo é a natureza. Uma das recomendações feitas aos visitantes que têm sono leve é a de levar earplugs, para evitarem ser acordados pelo barulho do gelo estalando e dos lobos uivando à noite.

O preço para três dias, sendo um no hotel de gelo e dois em uma suite quentinha no Bjorligard Hotel fica em R$ 3,6 mil reais.

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Kirkenes Snow Hotel – Kirkenes, Noruega

O Korkenes foi construido pelo mesmo arquiteto responsável pelo Lainio Snow Village e traz todas as atrações do seu irmão: capela, quartos, bar, neve e muito gelo.  As diárias começam em 150 Euros por pessoa.

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Alta Igloo Hotel – Alta, Noruega

Com uma área de 2 mil metros quadrados, o hotel oferece aos visitantes 30 quartos (com temperaturas de até -6 graus), bar, restaurante, capela e sauna.

O preço de um pacote de pernoite fica em R$ 750, com jantar, hospedagem, sauna, café da manhã e traslado.

Alta igloo

Alta igloo

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Albergues diferentes – do gigante dos céus aos cubículos de Londres

Posted on 17 January 2009 by Pedro Serra

divulgação

Jumbo Hostel, um 747 transformado em albergue - Foto: divulgação

Se você é daqueles que não consegue dormir dentro de avião, imagine usar um para se hospedar. Pois essa é a idéia por trás do Jumbo Hostel, um Boeing 747 transformado em albergue que fica estacionado em frente à pista do aeroporto Arlanda, na Suécia.

'Suite presidencial'

'Suite presidencial'

Ok, a vista pode não ser lá essas coisas, as janelas são pequenas e os banheiros apertados, mas a idéia me parece bem interessante. O avião foi dividido em 28 quartos para até quatro pessoas. A lotação do albergue é de 72 hóspedes, sendo que desses, dois poderão curtir a ’suite presidencial’, que fica no cockpit. O painel de controle, com todos os comandos e mostradores, foi mantido no lugar e, para brincar de ‘comandante’, o preço fica em 1.350 coroas suecas, mais ou menos uns R$ 385. Nos outros quartos, o pernoite sai por 350 coroas suecas, uns R$ 100.

O empreendedor por trás da ideia, o sueco Oscar Diös, está empolgado com a estréia do albergue: ‘ Além de oferecer mais uma alternativa para o pernoite no aeroporto, Estocolmo agora conta também com uma nova atração de peso. Isto deve aumentar o interesse pela cidade e pela região. O interesse é imenso, de operadores de turismo e organizações por todo o mundo’, conta ele, talvez exagerando um pouquinho.

O lounge

O lounge

O avião onde o Jumbo Hostel está instalado foi construido em 1976 e estava aposentado desde 2002 nos fundos do aeroporto. Para os próximos meses, quatro novos quartos estarão disponíveis aos visitantes, sendo que estes serão instalados no compartimento de motor do 747; Outra novidade, prevista para a primavera, é que os hospedes poderão usar as asas como um deque panorâmico.

Os primeiros hóspedes fizeram o chek-in no dia 15 de janeiro

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Do gigante dos céus às capsulas ao estilo japonês. A novidade nos aeroportos de Heatrow e Gatwick, em Londres, e Schiphol, em Amsterdam, são os Yotel, pequenos hotéis com cubículos para quem procura praticidade. A cabine premium tem apenas 10 metros quadrados, a standard, que sai a 69 libras (R$220), apenas 7 metros quadrados. Mas isso não quer dizer que você não vai ter conforto. Segundo o site do Yotel, você terá ‘tudo o que espera em um hotel de luxo, em um pequeno espaço’.

Yotel

Yotel

Só para dar uma idéia, as cabines premium têm local para guardar malas acima da cama, uma mesa de trabalho retrátil, com conexão para acesso gratuito à internet, uma TV de plasma com diversos canais a sua escolha, serviço de quarto 24 horas e uma cama que vira sofá ao toque de um botão.

Clique nos links para fazer um tour virtual de 360 graus nas cabines:

Premium
Lower Standard Cabin
Upper Standard Cabin

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Procon faz operação para fiscalizar hotéis e autua quatro no primeiro dia

Posted on 14 January 2009 by Pedro Serra

Hotel Praia Ipanema

Hotel Praia Ipanema

O Procon-RJ (Programa de Orientação e Proteção ao Consumidor do Rio de Janeiro), começou nesta segunda-feira a chamada ‘Operação Hotéis’, para fiscalizar os estabelecimentos nessa época de lotação máxima. Logo no primeiro dia, quatro hotéis foram autuados.

Os ficais do órgão estão verificando se os hotéis, motéis e pousadas cumprem as regras do Código de Defesa do Consumidor. Eles não falaram nada sobre albergues, mas acredito que encontrariam muitas irregularidades em termos de documentação, já que a grande maioria desses estabelecimentos não tem alvará. Os ‘quesitos’ da fiscalização são qualidade dos alimentos, emissão de nota fiscal, medidas de orientação contra acidentes, permanência de salva-vidas nas piscinas, acessibilidade para idosos e portadores de necessidades especiais e a exposição de cartazes sobre hospedagem de menores desacompanhados e advertências sobre exploação sexual de crianças e adolescentes.

Sheraton

Sheraton

O coordenador de fiscalização do órgão, Marco Antônio da Silva, disse ter escolhido janeiro para realizar a operação porque é a época em que os hotéis estão mais cheios e aumenta o número de reclamações:
‘Em razão desse período de férias, aumenta um pouco o número de reclamações relativo a hotéis, motéis e pousadas no Procon. Então, para evitar esse aumento, o subsecretário do Procon-RJ, José Teixeira Fernandes, determinou que nós fiscalizemos hotéis e motéis do Estado, principalmente na cidade do Rio, que é o foco dos turistas’. Ele disse ainda que o maior problema dos estabelecimentos está na manipulação de alimentos na cozinha.

Neste primeiro dia da “Operação Hotéis”, os fiscais do Procon inspecionaram sete hotéis da zona sul do Rio e autuaram o Praia Ipanema, o Marina e o Marina All Suites, em Ipanema, e o Sheraton, no Leblon. Os agentes encontraram nas cozinhas desses estabelecimentos produtos com prazos de validade vencidos, entre eles, sucos, linguiças, queijos e cervejas.

Os hotéis que estiveram descumprindo as regras terão até dez dias para se adequarem. A multa pode variar de R$ 300 a R$ 5 milhões. A Operação Hotéis será realizada até o próximo dia 23 em cerca de 60 estabelecimentos flumineneses.

Se tiver notícia de outros hotéis na lista negra, atualizo o post.

E você, tem alguma reclamação sobre algum hotel na cidade??? Clique e comente

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Uma mochila nas costas e uma idéia na cabeça…

Posted on 26 February 2008 by Pedro Serra

backpacking in EuropeMochilar pode parecer tão simples quanto colocar uma mochila nas costas, pegar um avião, ônibus ou trem e ir… e realmente é, basta ter um dinheirinho no bolso e a vontade de aventurar-se. Como disse o fundador da Lonely Planet, Tony Wheeler, na introdução do seu primeiro guia de viagens, Across Ásia on the Cheap, “tudo o que você tem a fazer é decidir ir, e a parte mais difícil já está resolvida. Então vá!”.

Quando fiz a minha primeira viagem de mochilão pela Europa (foto), há quatro anos, fiquei dias lendo sites de dicas na internet, planejando roteiros, reservando albergues, vendo os dias grátis de museus. Pois bem, foi só eu chegar a Madrid que tudo foi esquecido e eu passei a viver um dia de cada vez: mudei os albergues, estiquei a minha estada em Amsterdam, diminui o tempo em Paris, visitei menos museus e passei mais tempo com os locais. Hoje, quando olho para trás, vejo que deixei de visitar diversos lugares que gostaria simplesmente por desorganização, mas sei também que, caso tivesse seguido todo o roteiro que preparei, minha viagem teria sido um saco, como aquelas excursões da CVC organizadas para velhinhos.

Lonely PlanetA minha sugestão então é, leia as dicas, mas não se prenda muito nisso. Elas serão muito úteis, mas cada um vai selecionar aquelas que têm mais a ver com o seu estilo de viagem. Eu vou começar pela mais básica de todas: compre um guia de viagens. Na minha humilde opinião, os da Lonely Planet são os melhores, mas os da Frommers também são muito bons, apenas não tão voltados para os mochileiros. Nestes guias você vai encontrar mapas, dicas de albergues, restaurantes, museus, boates e atrações, além de diversas referências históricas do lugar. Nesta minha viagem pela Europa, devo confessar que abri o guia poucas vezes, já que acabava pedindo as dicas dos locais e outros viajantes, mas sempre que precisei da sua ajuda, ele estava lá. Para ajudar na sua escolha, leia o post “Com que guia de viagem eu vou” aqui no Sem Destino.

Quanto ao destino, devo dizer que não sou muito a favor de conhecer diversos lugares em uma única viagem. Fiquei dois meses e meio na Europa, poderia ter conhecido sei lá quantas cidades, mas não troco por nada os meus dias relaxados na praia em Barcelona com os amigos que fiz por lá. Ainda me correspondo com eles e duas amigas minhas da Eslovênia já vieram me visitar. Acho difícil você criar este tipo de amizade se está pulando de um lugar para outro, além de não conhecer realmente a cidade e gastar muito tempo em ônibus, trem ou avião.

Locomoção – Definido o destino, é hora de pensar em meio de transporte. Para se deslocar dentro da Europa, uma das opções são as companhias aéreas low cost. Entre no site flylowcostairlines.org ou Skyscanner.net e pesquise os melhores preços. Talvez você até troque sua ida à Roma por uma viagem à Moscou por causa de uma promoção. Para dar uma idéia, meu irmão acaba de comprar para o ano que vem uma passagem Amsterdam / Berlim / Budapeste / Florença / Amsterdam por 250 Euros… em alta temporada. Uma passagem Amsterdam / Praga / Amsterdam está saindo por 100 Euros. Para vôos dentro dos EUA, tente o site da e.dreams e muitos outros, pesquise. Quando estiver organizando o itinerário dos vôos, aproveite para dar uma passadinha no site Frekfly, que oferece informações práticas sobre os aeroportos. Basta você colocar o aeroporto de saída e de chegada para saber o clima, a moeda local (e a taxa de conversão entre a moeda dos dois países), onde comer e se hospedar nas proximidades, além de fotos, depoimentos dos visitantes e a localização no GoooooogleMaps.

train stationOutra opção é fazer toda a viagem de trem, o que pode ser até parecer mais caro, mais demorado, mas nem sempre é. Confesso que gosto muito de viajar de trem – você pode ver os lugares por onde passa e conhece pessoas a bordo. O lado ruim é que as viagens podem levar algum tempo. De Madrid até Amsterdam, por exemplo, foi quase um dia inteiro. Para este tipo de viagem, você pode escolher um passe que cubra três países, quatro ou cindo países (que têm que ser fronteiriços) e uma combinação de dias e número de viagens. Os preços começam em 207 Euros para jovens abaixo de 25 anos, 270 Euros para adultos em grupos e 315 Euros para adultos sozinhos. Entre no site da Eurail e veja as possibilidades. E aqui vai uma pequena advertência, o Eurail não pode ser comprado na Europa. Você tem que comprá-lo antes de sair do Brasil. Nos Estados Unidos os trens também são uma excelente opção. Se você está em, digamos, Nova York, e quiser ir para Washington vai gastar uns US$130,00 em um dos trens da Amtrak.

Mas e aí, qual deles é melhor? Depende, as passagens de avião podem ser mais baratas, mas geralmente os vôos são para aeroportos longe da cidade, você gasta um tempão com check-in e tal e acaba, dependendo do vôo, se tem conexões, se desgastando muito mais. Lembre-se que em uma viagem de trem noturna você estará dormindo em uma cabine, descansado, além de economizar o dinheiro do albergue. Bom, há os ônibus também, bem mais baratos que os trens, porém mais lentos e menos confortáveis.

tramJá que estamos falando de locomoção nesta parte, vamos esgotar logo o assunto antes de passarmos para o próximo tópico. Quando você estiver dentro de uma cidade, nada de táxi. A maioria das cidades européias e americanas tem um excelente sistema de metrôs e ônibus, então por que você vai gastar o seu rico dinheirinho com essa bobagem? Apenas preste atenção na forma de pagamento. Em algumas cidades, não há roletas no metrô ou nos ônibus, ninguém te cobra nada, mas você tem que pagar mesmo assim, porque se o fiscal te pega sem o bilhete na mão, a multa é pesada. E não adianta falar com cara de bobo e sotaque de brasileiro que você não sabia… desconhecer as leis não é desculpa para não cumprí-las. Se não for muito – e eu me refiro aí a mais de 20 quarteirões – vá a pé. Não há melhor maneira de se conhecer uma cidade do que andando.

london undergroundPara ajudar na sua locomoção, pegue um dos muitos mapas disponíveis nos albergues, estações de metrô e guichês de informações ao turista (sim, eles têm isso por lá). Geralmente no começo parece impossível decifrar o mapa do metrô de Paris ou Londres, ou mesmo saber onde você está, mas depois que você aprende o macete da triangulação de ruas, fica tudo mais fácil.

A mochila – lembre-se que a sua mochila, para o bem ou para o mal, será a sua companheira inseparável de viagem. Nela você terá tudo o que precisa, mas qualquer coisa supérflua que colocar lá dentro vai acarretar em um peso extra que, após um dia inteiro de viagem, em um metrô lotado em Nova York, podem realmente te deixar estressado, ou pior, com uma baita dor nas costas.

Uma mochila de 75 litros é mais do que suficiente. Leve também uma outra, pequena, para usar no dia-a-dia. Quando for comprar a mochila, teste ela nas suas costas e veja se encaixa direito. Não é uma boa idéia levar nada de muito valor, já que você vai se hospedar em albergues e, por mais que nesses lugares eles disponibilizem um pequeno armário, nada garante que ele vai estar intacto quando você voltar do seu passeio até o Louvre. Já o dinheiro, os cartões e os documentos devem ficar o tempo todo com você, em uma daquelas pochetes que ficam junto ao corpo. Nada de deixar na mochila.

Vamos a uma pequena lista do que levar:

Despertador – porque você vai precisar acordar para horários de avião ou trens, ou para não perder o café da manhã do albergue, ou mesmo no trem, para não perder a estação.

Lençóis – alguns albergues cobram extra por eles ou, dependendo em que mafuá você for se enfiar, eles podem estar sujos, sei lá. Muitas pessoas recomendam levar, eu não levei e não tive problemas.

Lanterna – você vai entrar no quarto escuro, vindo de alguma boite, e não vai querer acender a luz e acordar seus companheiros de quarto, né?

Higiene – não preciso nem falar em escova e pasta de dentes. Lembre-se também que albergues não são hotéis e não terão shampoo e sabonetes esperando por vocês. Levem seus artigos de higiene básico. Leve também os medicamentos básicos que toma para problemas simples. Você não vai conseguir explicar o que é uma aspirina em Moscou, ou que precisa de um antiácido em Praga.

Garfo, faca, colher – para você comprar uma comida na rua e comer no albergue, ou fazer um piquenique no parque.

Caderno
– para escrever o telefone e email dos amigos que fizer, além de dicas de lugares para ir e qualquer outra coisa que você achar interessante.

Cadeado – para trancar as malas e fechar os armários nos albergues.

Documentos – não preciso dizer passagens, passaporte, eurail, reservas de albergues impressas. É bom tirar também a carteirinha de estudante internacional, não só pelos descontos, mas porque alguns albergues a exigem. Verifique também a exigência de vacinação em alguns países. Com esse surto de febre amarela, é capaz de mais países exigirem isso.

Eletrônicos – máquina fotográfica e MP3 player. Se o seu cartão de memória ficar cheio, há muitos lugares onde você pode passar tudo para CD. Mas não esqueça de pedir para checar o CD antes de sair, pois foi exatamente assim que eu perdi quase todas as minhas fotos da Europa.

mapLivros – Guia de viagem e, se você vai fazer muitas viagens de trem, talvez alguma coisa para ler nesses deslocamentos. Resista à idéia de levar livros para ler na viagem, geralmente eles voltam sem que você tenha lido uma única página, além de serem um grande peso na mochila.

Roupas – aí o negócio é mais complicado, porque depende muito do lugar para onde você vai, do clima, da sua personalidade e tal. O mais importante é você não se empolgar, pensar em roupas versáteis, leves, que sirvam tanto para o dia quanto para a noite. Uma boa idéias são as calças que viram bermuda. Pense menos na aparência e mais na utilidade das roupas, afinal você é um mochileiro. Outra dica é que os sapatos podem ser amarrados do lado de fora da mochila para ocupar menos espaço.

Você também pode levar umas camisas do Brasil, dessas baratinhas de camelô, para servir de moeda de troca ou para agradar algum amigo novo.

Hospedagem – se você é um mochileiro, você vai para um albergue. Há opções de hotéis baratos tanto nos EUA como na Europa, mas qual é a graça? Em um albergue você conhece pessoas de todos os países, descobre o que fazer, encontra companhia para passear pela cidade. Existem diversos sites onde você pode pesquisar albergues em todo o mundo, como o Hostel Bookers, o Hostel World, o Hostels of Europe e a Hosteling International, conhecida aqui no Brasil como albergues da juventude.

E como você vai escolher o seu albergue? É difícil se você não conhece a cidade saber se vai estar em uma boa localização. Complicado também é saber se o albergue realmente oferece aquilo que está sendo divulgado no site. Em Madrid, os banheiros do albergue que escolhi não tinham chuveiro, apenas uma banheira meio suja. Já em Paris, todo dia os caras vinham e recolhiam as camas onde eu e meu irmão estávamos dormindo exatamente às 8 horas da manhã (até hoje isso é um mistério para mim). Para tentar saber mais sobre o albergue, tente reservar diretamente com eles. Mande um email cheio de perguntas, ou melhor ainda, ligue e veja como é o atendimento (pelo Skype, claro, para não gastar uma fortuna). Geralmente, pelo atendimento você já pode sentir mais ou menos o que te espera.

Se você tem um orçamento apertado ou quer conhecer melhor a cultura dos países que vai visitar, aí a opção é ficar na casa de alguém por lá. Você pode até achar estranho se hospedar com uma pessoa que nunca viu antes, mas são cada vez mais comuns os sites de relacionamento no estilo do Orkut onde as pessoas se oferecem para receber viajantes em suas casas. Você vai lá, faz o seu perfil, começa a criar uma rede de amizades e, quando for planejar a sua viagem, simplesmente começa a procurar pessoas que combinem com você nos países que vai visitar. Os sites Couch Surfing e Hospitality Club são os mais conhecidos, mas há outros. Para saber mais sobre isso, leia o post “Surfando os sofás do mundo” no meu blog Sem Destino.

Carteiras de descontos – Algumas carteirinhas oferecem descontos em albergues, passes de trem, museus, teatros, restaurantes, etc. A mais conhecida é a Carteira Internacional de Estudantes, a mesma que temos aqui no Brasil. A Carteira do Alberguista oferece desconto em hospedagem em diversos albergues. Já a Carteira do Jovem é para aqueles que já não são mais estudantes, mas ainda não passaram dos 25 anos.

Alimentação – Isso vai depender do seu orçamento, mas se ele estiver apertado (como o da maioria dos mochileiros), tente escolher um albergue que ofereça café da manhã. Alguns albergues maiores, inclusive, não se incomodam se você fizer um sanduíche extra e colocar na mochila. A maioria possui também uma cozinha onde você pode preparar a sua própria refeição, fique ligado apenas nas regras em relação à geladeira. Compre uma garrafa d´água em um supermercado, longe dos locais turísticos. Digo isso porque a minha falta de programação me fez comprar uma bem em baixo da Torre Eiffel, pela bagatela de 5 euros.

Se você fuma, lembre-se que os cigarros na Europa e nos Estados Unidos são absurdamente caros, e que você está autorizado a levar até dois pacotes do Brasil.

Bom, dicas não faltam, mas acho que as principais estão aí. O resto é com vocês. Como falei no começo, não se prenda tanto no planejamento. Chegando lá, vai tudo mudar mesmo. Se você tiver um roteiro prevendo uma visita ao Van Gogh Museum no primeiro dia, vai encontrar um grupo de australianos no albergue e acabar em algum bar do Red Light District. E se tudo der errado e você estiver em Madri, sem dinheiro, dormindo no banco de uma praça as 7 da manhã esperando o seu vôo que só sai à meia noite (como aconteceu comigo), lembre-se que isso será uma excelente história para contar aos amigos quando você voltar para casa.

PS.:
Se você vai mochilar pelo Brasil e passar pelo Rio de Janeiro, leia o meu post “De Mochilão no Rio de Janeiro” e a “Lista de albergues do Rio de Janeiro”, que embora esteja um pouco desorganizada, é a mais completa da internet. Para quem escolheu São Paulo como destino, leia a “Lista de albergues e hotéis baratos em São Paulo“.

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