Depois de muita ponderação sobre onde ia passar o meu réveillon (afinal, como eu dou muitas dicas, acabo com muita informação na cabeça, fica difícil decidir), acabei optando pelo óbvio, simples e barato… praia de Copacabana. A festa como sempre estava linda, praia lotada, com aquela mistureba de gente feliz, bêbada, bonita, feia, rica, pobre, turistas, travestis, crianças… todo mundo se divertindo junto. Não vi confusão, parecia estar tudo organizado… até que veio a hora dos fogos. Decepção. Não sei se eu ainda carrego na minha memória os bons tempos quando os fogos saiam da areia e explodiam bem em cima das nossas cabeças, mas o fato é que começou bem devagar, tão devagar que eu esqueci de dar “feliz ano novo” aos meus amigos. O tal do sincronismo tão anunciado, causou no meu grupo ali na areia (e em muitas outras pessoas com quem eu conversei depois) a sensação de que algo estava por vir, mas nunca vinha. Descobri depois que eu estava no lugar errado, longe dos palcos e tal, e que quem passou a virada mais no meio da praia, não teve o que reclamar.
Segundo os jornais, apareceram no céu imagens do Cristo Redentor e do Pão de Açucar… eu não vi nada disso. Para o secretário municipal de Turismo, Antônio Pedro “a avaliação foi a melhor possível”. A leitora aqui do blog Debora Fridman concordou: “Os fogos foram MARAVILHOSOS, INDESCRITÍVEL”, comentou ela, assim mesmo, em caixa alta.
Lendo aqui os jornais, vi que nenhum incidente grave foi registrado. Umas 800 pessoas foram atendidas nos postos médicos, a maioria bêbados com intoxicação alcoólica, ou que tiveram machucados leves. Quem teve trabalho mesmo foi o pessoal da Comlurb, que recolheu 522 toneladas de lixo (11% a menos que no ano passado). Clique para ver as fotos do dia seguinte na praia de Copacabana.
Um réveillon diferente foi comemorado nos morros Dona Marta e Pavão-Pavãozinho, recentemente pacificados pela polícia. Com uma belíssima vista do Rio de Janeiro, muitos gringos subiram a favela para apreciar a queima de fogos de um lugar antes proíbido. O fotógrafo do Extra Paulo Jacob acompanhou a festa na casa de Dona Azelina, que recebeu 30 turistas na laje do seu barraco no Pavão-Pavãozinho para a virada (clique aqui para ver as fotos).
Estou preparando um post com a opinião dos queridos leitores do Sem Destino sobre as festas de réveillon pelo Brasil, se você quiser participar, deixe o seu comentário neste post. Se quiser mandar foto, deixe o seu email no cometário para eu entrar em contato.
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January 4th, 2010 at 2:30 pm
Pedro, Boa Tarde.
Se interessar, passei o Reveillon em Florianópolis em Jurerê Internacional.
Tive a oportunidade de presenciar a festa da virada em frente ao Taiko e após no club Pacha.
Caso haja interesse em alguns comentários pode entrar em contato.
Parabéns pelo blog.
Um abraço e Feliz 2010.
André Varanda
January 7th, 2010 at 10:43 pm
Oi Pedro,
Então, meu reveillon foi maravilhoso!!!
Comentei que não seria ideal passar no fishbone em Búzios pela fila, mas acabei passando lá e foi divino.
O toque que eu dou é de ir na área VIP, pois a fila é menor e mais organizada, mas vale muito a pena!
Eu garanto!
Quando tiver alguma foto eu mando pra vc.
Feliz 2010!!!
December 26th, 2010 at 8:29 pm
soh de bsb fuii pro rio de janeiro comi 4 no 3 dia e as 3 vizinhas nos ultimos aushaushuahsuahsuh’ noizz
January 2nd, 2011 at 1:16 pm
Oi Pedro,
passeo o reveillon na festa Reveillon da Gávea e foi uma frustração.
Começando pelas bebidas, a promessa era de vodka Grey Goose e estavam servindo uma outra chamada Eristoff, o espumante, além de pessimo, era servido numa tacinha de plástico muuuuito ruim! De resto tinha água, cerveja skol, energético… mas tudo numa desorganização pavorosa. O que era para ser uma festa glamourosa parecia mais uma chopada bem da desorganizada. Pra você ter noção os funcionários do bar pegavam elo com a mão e jogavam em nossos copos. Ou os sacos de gelo ficavam em cima do balcão com todos metendo a mão a la vontè.
O grande marketing da festa era ter cardápio assinado pelo Botequim Informal e Koni Store. Comecemos pelos petiscos do Informal: as “comidinhas” saíam em levas. E ao contrário do que imaginamos, não ficava em uma mesa para que os convidados se servissem quando quisessem. Havia uma fila imensa que nos fazia sentir no Bandeijão da UFF ou no restaurante popular de 1 real do Garotinho, que díga-se por passagem, não serve salgado congelado!
O tamaki da Koni Store começou a ser servido a partir da meia noite. Depois de todo fiasco da festa, a esperança era o tal do koni. O problema é que era a esperança de 2 mil pessoas! rs.. foi uma loucura! Consegui comer dois (os cones eram bem menor dos que a gnte compra na loja) e estvam mesmo gostosos. Mas quando vi da aonde eles tiravam os ingredientes… fiquei embrulhada e desisti da idéia de comida japonesa nessa festa que já havia virado um show de horrores.
Enfim, foi mesmo uma pena. E DECEPÇÃO TOTAL!!!
Os ingressos variaram de R$300,00 (primeiro lote) à R$ 700,00 (último lote) e só se ouvia gente reclamando por toda parte. A propaganda de “O reveillon mais nobre da cidade”, se revelou como o reveillon mais frustrante de todos os tempos!
January 3rd, 2011 at 4:24 pm
REVEILLON DO PIER
Passei meu reveillon do Rio de Janeiro na festa do Pier Mauá e foi FODA!
Os shows foram excelentes, sendo Chris Willis e DJ Marlboro os melhores! O ar condicionado funcionou bem o evento todo e a queima de fogos estava bem em frente à varanda.
Saí do evento às 06h40 e ainda tinha quase 1000 pessoas por lá, fui solteiro e recomendo já que o nível estava mto bom. Fui de pista, mas achei tranquilo pra pegar bebida, apenas na hora da virada que tive dificuldade pra pegar o champagne Mumm, mas foi bem rápido.
Ahhh fui de táxi e voltei de táxi do evento sem problemas, a taxa cobrada pelos taxistas era por local, mas como em qlq lugar no dia de reveillon.
Enfim, em 2012 espero poder estar lá novamente com meus amigos! Tenho certeza que será melhor ainda com as sugestões enviadas!
January 11th, 2011 at 7:53 pm
REVEILLON CELEBRATION NO CLUBE CAIÇARAS NA LAGOA…NADA PARA CELEBRAR, FREUSTRANTE! Uma desorganização desde as imensas filas para entrar e para “tentar” comer algo.
compramos os ingressos (um grupo de 13 pessoas)antecipadamente e fizemos a reserva de duas mesas(cada uma de 4 lugares), chegando ao local nos deparamos com a enorme fila para entrar e outra para retirar as pulseiras que davam o “direito” as mesas já reservadas por nós. Entramos no salão e não havia sequer uma recepcionista, para nos informar aonde estava localizada as nossas mesas(era por cores de setores). Ficamos “caçando” literalmente a nossa numeração da mesa, que não constava em nenhum lugar do salão. Nenhum garçom e segurança, sabiam dizer qual era as nossas mesas. Concluimos que a numeração das mesas haviam sido retiradas, pois haviam pessoas sentadas sem a devida pulseira. Nada foi feito, nenhum segurança se ofereceu para resolver o problema, nem mesmo apareceu alguem da organização do evento (i9 produção), ficamos em pé e sem mesa.
Para conseguir comer algo, você tinha que enfrentar filas intermináveis e também pessoas que furavam a fila… é lamentável, mas não havia ninguém responsavel pelo evento para organizar a confusão. Passei a festa inteira sem a minha mesa e só consegui comer três quibes, quase que na hora da virada…as 2:30 h da manhã a comida já havia terminado, assim como algumas bebidas.
Com um ingresso ao preço de R$600,00 (mulher) e R$ 800,00 (homem), não é de se esperar que haja tanta desorganização numa festa deste porte.
O pior de tudo nessas grandes festas é a propaganda enganosa que eles veiculam…
Convido os leitores, a se juntarem e solicitarem a devolução dos valores pagos nestas festas de Reveillon, pois somente assim essas empresas que produzem esses eventos, irão aprender a ter mais RESPEITO pelos consumidores que inclusive são amparados por lei nesses casos.
Obs: Houve amigos meus que foram para o Palaphita e amaram!! sem show ao vivo, sem promessas de ilhas gastronômicas, sem DJs internacionais e sem o principal: ESTRESSE NA NOITE DE REVEILLON!!!